«Esta mistura despudorada de futebol, jornalismo e política só serve para uma coisa: agravar uma cultura de ódio que envenena há décadas este país.»
Caluniador profissional pago pelo Público
A pulhice resulta quase sempre em quase todas as situações onde o pulha procura obter um ganho ou manter uma posição vantajosa. Porquê? Porque a pulhice consiste em usar o instinto gregário de terceiros, e seus inerentes vieses cognitivos, com vista a recolher proveitos individuais ou tribais.
Como neste caso deste famosíssimo caluniador. Ele não nasceu assim, com fulgurante consciência infantil e adolescente de poder ser a calúnia uma carreira milionária. Mas as circunstâncias abriram-lhe esse caminho, em 2009, o qual de imediato lhe pareceu a sorte grande. De lá para cá, o que a citação ilustra corresponde ao seu modus operandi. Faz o mal e a caramunha, como qualquer hipócrita típico.
Não sabemos o que entende por “cultura de ódio”, nem sequer a que correspondem as “décadas” aludidas (20 anos? 90?), mas dá para perceber que o autor não se considera parte da maleita que denuncia. Ou seja, quem usa poderosos veículos de comunicação social para andar há anos a fazer campanha pela prisão sem provas nem julgamento de certos cidadãos não está a “odiar”. Quem usa poderosos veículos de comunicação social para perseguir difamando certos cidadãos que a Justiça portuguesa não condenou não está a “odiar”. Quem usa poderosos veículos de comunicação social para alimentar as pulsões populistas contra os governantes e a classe política em geral, incluindo as instituições pilares da República, não está a “odiar”. Que estará a fazer, então?
Vou apostar os 10 euros que tenho no bolso nesta resposta: está a amar. Ele ama ser esta versão de si mesmo. Ama ter quem lhe pague pelos serviços prestados.
