Pastéis de Belém

«Quanto ao facto de os partidos da oposição não reconhecerem os resultados eleitorais e de o líder do maior partido da oposição (UNITA), faltar à investidura, entende que o importante é que haja maturidade, "independentemente do debate sobre a legitimidade", e que isso não afete o funcionamento das instituições.

"Nós tivemos um debate sobre legitimidade em Portugal em 2015/2016 quando eu assumi funções, discutia-se sobre a legitimidade das forças que iam exercer governo, uns diziam que deviam ser uns, outros que deviam ser outros, de acordo com a leitura diversa das eleições", lembrou a propósito da "geringonça" formada após as eleições legislativas de 2015.»


Fonte

4 thoughts on “Pastéis de Belém”

  1. eu acho que ele queria agora o mesmo pluralismo e a mesma diversidade em vez da maioria absoluta mas tem bom remédio: embebedar-se com natinhas. a mim chega-me um pastel de chaves que vou comprar a seguir, acordei estranha e readormeci e estou toda trenga e desconectada, e vou comê-lo com riso porque lembrei-me, a propósito do galo negro, que a Catarina podia mudar o nome do partido para galinha choca. !ai! que riso

  2. Aqui vai um pensamento genial, que não fica nada atrás do de Marcelo, este do Papa Xico, sobre estratégia militar:

    -Enviar armas à Ucrânia é “moralmente aceitável” se for para defesa, diz Papa Francisco.
    O Papa Francisco apontou, no entanto, que o envio de armamento é “imoral se a intenção é provocar mais guerra”. – Público, hoje.

    E esta, hein!

  3. Há muito tempo que, o Presidente Celito está a ficar lé-lé da cuca! Diz e faz coisas fora do senso
    comum ao que parece, numa tentativa de “puxar” pelo seu PPD/PSD na luta contra o Governo
    do PS, desde os flic-flacs até à participação no comício do bolsonaro, temos agora uma cobertura
    da golpada nas eleições em Angola! Finalmente, parece estar a viver num mundo de dúvidas sobre
    a governação do país … tão assertivo que ele era!!!

  4. fernndo,

    acho que o tema do pensamento/comentário do papa francisco não era a estratégia militar e sim a ética e a moral. e nesse aspecto manteve-se relativamente abaixo da fivela.
    mas também percebo que queira virar os olhos daí.

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