Ninguém se lembra de um único nome de uma certa selecção que veio a Portugal ganhar por 2-1 à selecção portuguesa, tendo empatado e perdido os dois jogos seguintes, para depois voltar a jogar contra Portugal na final desse torneio, voltando a ganhar à selecção que jogava em casa e com os seguintes jogadores à disposição do carismático seleccionador: Ricardo, Miguel, Jorge Andrade, Ricardo Carvalho, Nuno Valente, Maniche, Costinha, Cristiano Ronaldo, Deco, Luís Figo, Pauleta, Paulo Ferreira, Rui Costa e Nuno Gomes, entre outros. Como explicar essas duas derrotas, com o peso de terem ocorrido no início e no fim desse evento? Hoje sabemos que a culpa foi do Cristiano Ronaldo, com 19 anos mas já acabado para o futebol, e do Scolari, por não ter posto em campo o Gonçalo Ramos, com 2 ou 3 anos de idade (dependendo dos jogos para que fosse escalado, posto que nasceu a 20 de Junho) e cheio de talento.
Em 2016, Portugal foi para o Europeu na França guiado por um seleccionador inane, tendo empatado 5 jogos e apresentado um futebol que causava náuseas e narcolepsia nos espectadores. Chegou à final, perdeu o seu melhor jogador aos 8 minutos e ganhou à superfavorita França com um charuto de um jogador substituto de que nunca mais ninguém ouviu falar após o certame. Note-se que Gonçalo Ramos já tinha 15 anos e continuava a não ser convocado para a selecção de séniores por obstinada incompetência do Martínez, então já a exercer a sua nefasta influência sobre o rapaz.
No Mundial de 2022, Gonçalo Ramos foi titular contra a Suíça, chutando o Ronaldo para o banco. Marcou 3 golos, provou que era três vezes melhor do que o coxo que tinha ficado zonzo a assistir ao espectáculo. Depois veio Marrocos, Gonçalo Ramos não marcou nem meio golo, mas aí a culpa vai toda para o Martínez que voltou a fazer das suas só para o prejudicar.
Posto isto, como vai correr o jogo contra a Croácia? Ninguém faz puto ideia, porém já sabemos quem são os culpados pelo que venha a acontecer: o Ronaldo e o Martínez ou, em alternativa, o Martínez e o Ronaldo.