3 thoughts on “Lapidar”

  1. quanto às escutas, já nem vale pena dizer nada de tão escandaloso. apetece dizer que se salazar se tivesse lembrado de acusar um presidente de um clube de bola menos amado apartir de escutas, se calhar já ninguém se importava com a PIDE. a propósito, sabias que após o 11 de setembro e durante a guerra ao terrorismo, estiveram sob escuta mais de 80 milhões de pessoas? pois. arrisco que alguma da indiferença perante as noticias de escutas em portugal se prenda com a noção mesmo que inconsciente de que a esfera privada está reduzida como nunca.
    mas, muito mais importante, acerca do segundo link podias e devias ter lido tudo aqui

    https://www.marxists.org/portugues/debord/1967/11/sociedade.pdf

    é um bocado mais pesadito e tal, mas como foi escrito há 50 anos temos de dar o desconto de ter tido de explicar abstractamente aquilo que agora podemos ver directamente com os nossos olhos.

  2. antes de mais, ainda bem que o autor do blogue escolheu uma passagem interessante do Professor Correia porque o texto completo é uma seca pegada de uma moça andar perdida acima e abaixo em busca do sentido. pôrra,

    bandidos, estou plasmada, agora andam à cata de polémicas para encherem manchetes e darem visibilidade a coisas e coisinhas como se tanto a Justiça como o Jornalismo se alimentassem de coisas instagramáveis como quem diz espectaculares como quem diz coisas do aparato.

  3. um julgamento ser mediático , por envolver figuras ou casos de interesse público, é um bocado diferente duma escrita a provocar “sentimentos” em lugar de informar. e o caso de fugas no segredo da justiça é um caso de polícia e também de jornalixo.
    o jornalixo quer emocionar ou escandalizar em todo o que mexe , desde o bebé no lixo até ao político corrupto passando pelo nerd pseudo terrorista. e se não sabe , inventa.
    a justiça ou a política ou o vulgar cidadão não têm culpa no que derivou a comunicação merdial , por um lado uma criadora de escândalos , por outro um canal de propaganda e manipulação do cidadão por conta de quem lhes pague.

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