These 80-year-olds have the memory of 50-year-olds. Scientists now know why
.
Telling People They Might Lose Motivates More Than Telling Them They Might Win, Research Shows
.
You Talkin’ to Me? Parrots Use Names in a Variety of Ways
.
World Creativity and Innovation Day: In the Age of AI, What Makes Art Meaningful?
.
Species and Languages Worldwide Threatened by the Consequences of European Colonialism
.
Why Voting ‘Neither’ Could Harm American Democracy
.
AI swarms could hijack democracy without anyone noticing
.
Continuar a lerRevolution through evolution
Todos os artigos de Valupi
Dominguice
Em 2009, Lopes da Mota, então procurador-geral adjunto e presidente do Eurojust, perante uma cagada que se arrastava sem evolução chamada caso Freeport, e face à necessidade de coordenação com as autoridades inglesas envolvidas na investigação, pediu celeridade aos dois procuradores titulares do processo. Estes, especialmente por causa do ambiente político golpista em 2009, criaram um caso que explodiu sensacionalmente e foi explorado até ao tutano. Lopes da Mota acabou castigado com uma suspensão de 30 dias. O Freeport viria a ser arquivado só quando se decidiu lançar a Operação Marquês, em 2012. Tomando esse episódio como referência, se a direita tivesse um Governo de maioria absoluta a cair por causa de um parágrafo feito a mielas entre uma procuradora-geral e um Presidente de esquerda, se visse um juiz a ser perseguido, espiado e ameaçado por ter resistido à pressão para linchar uma figura grada do PSD, e se estivesse na oposição quando se tornasse público o relatório do DCIAP conhecido há dias, haveria corte de estradas e distribuição de mocas de Rio Maior.
O Ministério Público não é apenas uma instituição que alberga criminosos entre os seus efectivos, é também uma entidade que permite acções criminosas que põem em causa a segurança de instituições, empresas e cidadãos. Um juiz autoriza uma escuta, e há juízes que autorizam tudo o que o Ministério Público pede, e depois deixa de haver controlo sobre a mesma. Entretanto, pessoal que não devia ter acesso a processos continua a poder escarafunchar à-vontadex. Até para quem só conheça o mundo através dos Livros da Anita esta realidade é desvairadamente grave, perigosa e totalitária.
Estamos no pós-25 de Abril
O relatório do DCIAP devia chocar o país inteiro. pic.twitter.com/KQ4tR69g6D
— Pedro Marques Lopes (@pedroml) April 24, 2026
Exactissimamente
Uma cabeça doente
Vale a pena ouvir isto: Os Vassalos não estão no PS por acaso
O título é auto-explicativo. Alberto Gonçalves explora o episódio de Nélson Vassalo, que o levou a ficar em prisão preventiva, na perspectiva em que se trata de um militante do PS. E nesse exercício concentra-se em declarar que o PS atrai terroristas porque é um partido da extrema-esquerda, e a extrema-esquerda é terrorista. Termina a apelar à ilegalização do PS.
Não vale a pena fazer a lista das violações constitucionais, penais e deontológicas que a peça materializa. Vale a pena é recuperar a passagem em que o Gonçalves afirma que o Nélson tem “uma cabeça doente”. Porque, vai na volta, é capaz de ter razão. Há muitas cabeças doentes, tantas que nem sequer dá para contar. Do que se sabe do seu acto e declarações a respeito, parece altamente provável que a dimensão psiquiátrica seja mais relevante do que a ideológica ou política. Um dia se saberá, ou nunca.
Mas que dizer do Gonçalves? Seria justo, meramente adequado, desconfiar que tem uma cabeça doente? O febril e senil apelo ao ódio, o enésimo, contra o PS será motivo de alarme ou, nas imortais palavras do Zé Manel Fernandes, é tão-só a arte de “um dos colunistas mais originais e estimulantes do país”, “que é também um dos mais lidos”, sendo que “as pessoas que por vezes nos incomodam com as suas opiniões são também aquelas que nos desafiam a reflectir e a questionar certezas fáceis”?
O Observador está cheio de cabeças que não detectam na cabeça do Gonçalves patologia alguma. Não deve ser por acaso.
O mano Costa, felizmente, não tem nada a ver com isto
Justiça agrava condenação do Expresso em caso de assédio laboral a jornalista
Numa outra linha de análise, era lindo que esta decisão fizesse jurisprudência. Por tudo, e sobretudo.
Orgulho ibérico
Começa a semana com isto
NOTA
Há nisto motivo para algum escândalo? Não, pá. O amor à liberdade e a coragem para a defender estão muito longe das preocupações dos nossos magistrados, dos nossos políticos, dos nossos jornalistas e dos nossos vizinhos. É sempre assim: vale tudo, enquanto toca aos outros.
Revolution through evolution
Yes, Your Parents May Have Treated You Differently; Here’s How It Shaped Your Mental Health
.
Parents’ Screen Habits Shape Teen Gaming
.
Scientists say this type of olive oil could boost brain power
.
Doing this throughout life may cut Alzheimer’s risk by 38%
.
It doesn’t matter how much you sit — walking more could lower your risk of death and disease
.
The dirtiest thing in public bathrooms isn’t the toilet seat
.
People underestimate how enjoyable everyday conversations really are, study says
.
Continuar a lerRevolution through evolution
Dominguice
O debate entre o Pacheco e o chungo foi sensacional. O comentariado e o editorialismo ficaram em polvorosa. No que apanhei, e fazendo uma estatística à padeiro, houve 80% a queixar-se de ter sido um horrooooooor o que se passou, castigando o Pacheco, e 20% aplaudiram e agradeceram a iniciativa, porque quem cala consente. Estou do lado desta minoria, mas não por causa do Pacheco. Seja quem for que pretenda discutir política, ou moral, ou religião, ou história com a alimária terá a minha admiração. Pode ser um professor universitário ou o Zé dos anzóis, analfabeto. O meu interesse pelo desfecho seria igual. Calhou ser o Pacheco, e aconteceu algo previsível: o evento revelou-se inútil. Isto porque o Pacheco está velhinho, e está velhinho já há umas décadas, por isso foi para lá com a esdrúxula expectativa de esmagar o seu interlocutor com argumentos de autoridade. Os livros, os artigos, os números que levava ofuscaram-lhe a inteligência, deixaram-no indefeso perante a cultura de taberna que faz o estilo do chunga. Rapidamente se enervou, assim revelando soberba falta de preparação, não tendo discernimento para compreender o que devia ali fazer.
E que devia ele ter feito? Perguntas. E mais perguntas. Os pulhas odeiam perguntas, assim os conhecereis.
Tem toda a razão e mais alguma
«Um dos aspectos que sinto nos contactos de rua, que aumentaram muito depois do debate, é que eles têm uma componente emotiva pouco comum. Percebe-se então aquilo que uma certa esquerda não compreende, as pessoas têm um défice da representação, de identificação, contra o Chega.
Esquece-se que, para muitas pessoas, o crescimento do Chega não é apenas visível nos noticiários, mas nos locais de emprego, nos vizinhos e amigos e… em casa.»
Nas muralhas da cidade
Perguntas simples
A escolha de Miguel Monjardino para presidir às Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas este ano será aceitável tendo em conta que no passado já tivemos figuras do calibre moral, e alto coturno intelectual, como João Miguel Tavares nesse cargo? Será este um contraste legítimo para as instituições envolvidas? Ou estará Seguro a usar uma exclusiva e prestigiadíssima cerimónia da República para gozar com o pagode e inscrever-se numa campanha de ódio político contra alguém?
“O José Sócrates roubou muito mais do que o Salazar!”
Revolution through evolution
What Does It Mean to Be Well? Landmark Research Delivers Building Blocks for Good Mental Health
.
Should’ve put a ring on it? Maybe! Marriage is linked to lower risk of cancer
.
A simple nutrient from everyday vegetables could help supercharge the body’s fight against cancer
.
Scientists discover spice synergy that boosts anti-inflammation 100x
.
Adding Steps Offsets Risk of Chronic Disease: Study
.
Scientists say 7 days of meditation can rewire your brain
.
Is Retirement Hazardous for Your Health?
.
Continuar a lerRevolution through evolution
Dominguice
Quando Bush decidiu mentir ao mundo alegando haver no Iraque armas de destruição em massa, não seria possível ao espectador – nem à enormíssima maioria dos países – saber se era verdade ou não. Ainda hoje, a questão de se aferir se a mentira foi intencional ou o resultado de uma paranóia traumática causada pelo ataque às Torres Gémeas é matéria de debate. Durão Barroso ficou embrulhado na encenação, mas é de crer que, calhando o Governo em Portugal na altura ser socialista, igualmente veríamos não só a permissão do uso dos Açores para a invasão como uma qualquer forma de solidariedade do primeiro-ministro socialista com a gigantesca operação militar. Seja como for, é chocante que a ordem internacional tenha sido manipulada dessa forma pelos EUA. Contudo, ainda muito mais chocante, profundamente estarrecedor, foi constatar que os EUA não tinham qualquer plano para o dia a seguir à rendição iraquiana. O vazio de poder e a desorganização da sociedade que de imediato se impuseram como realidade quotidiana geraram anos e anos de horror e centenas de milhares de mortos, onde se incluem americanos. E para quê? Para nada de bom, nada se aproveita. Verdadeira catástrofe internacional nascida da decisão de uma única pessoa.
O Estreito de Ormuz estava aberto. Foram os EUA que o fecharam para agora estarem sem saber como o abrir. De novo, no século XXI, uma única pessoa consegue afogar o mundo na sua estupidez. Não será a última.
O caso Ivo Rosa não é o caso Ivo Rosa
Civilizatorium
Sabemos todos a resposta
Nero da Flórida
Trump gostaria de estar numa conferência de imprensa, na Casa Branca, e responder aos jornalistas que fazem jornalismo baixando as calças, virando-se de costas, curvando-se para dar protagonismo ao traseiro desnudo, e depois mijar para cima do palco e da assistência. A avaliar pelo que vai escrevendo e dizendo por causa do Irão, é cada vez mais provável que o faça. Ficaria como a prova final de estar demente? Nada disso. Continuaria a colocar-se como interrogação se tal não seria mais uma aplicação magistral do “art of the deal”.
Quem não se bolçou quando Trump, logo em 2015, atacou cobarde e vilmente John McCain, e quem depois continuou a apoiar a decadência moral celerada que se seguiu vinda daquela cabeça despótica, é igual a ele. Pode ser numa pequenina parte, minúscula, mas nessa parte é igual a ele. Um ser humano abjecto.
