Justiça agrava condenação do Expresso em caso de assédio laboral a jornalista
Numa outra linha de análise, era lindo que esta decisão fizesse jurisprudência. Por tudo, e sobretudo.
Justiça agrava condenação do Expresso em caso de assédio laboral a jornalista
Numa outra linha de análise, era lindo que esta decisão fizesse jurisprudência. Por tudo, e sobretudo.
NOTA
Há nisto motivo para algum escândalo? Não, pá. O amor à liberdade e a coragem para a defender estão muito longe das preocupações dos nossos magistrados, dos nossos políticos, dos nossos jornalistas e dos nossos vizinhos. É sempre assim: vale tudo, enquanto toca aos outros.
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O debate entre o Pacheco e o chungo foi sensacional. O comentariado e o editorialismo ficaram em polvorosa. No que apanhei, e fazendo uma estatística à padeiro, houve 80% a queixar-se de ter sido um horrooooooor o que se passou, castigando o Pacheco, e 20% aplaudiram e agradeceram a iniciativa, porque quem cala consente. Estou do lado desta minoria, mas não por causa do Pacheco. Seja quem for que pretenda discutir política, ou moral, ou religião, ou história com a alimária terá a minha admiração. Pode ser um professor universitário ou o Zé dos anzóis, analfabeto. O meu interesse pelo desfecho seria igual. Calhou ser o Pacheco, e aconteceu algo previsível: o evento revelou-se inútil. Isto porque o Pacheco está velhinho, e está velhinho já há umas décadas, por isso foi para lá com a esdrúxula expectativa de esmagar o seu interlocutor com argumentos de autoridade. Os livros, os artigos, os números que levava ofuscaram-lhe a inteligência, deixaram-no indefeso perante a cultura de taberna que faz o estilo do chunga. Rapidamente se enervou, assim revelando soberba falta de preparação, não tendo discernimento para compreender o que devia ali fazer.
E que devia ele ter feito? Perguntas. E mais perguntas. Os pulhas odeiam perguntas, assim os conhecereis.
«Um dos aspectos que sinto nos contactos de rua, que aumentaram muito depois do debate, é que eles têm uma componente emotiva pouco comum. Percebe-se então aquilo que uma certa esquerda não compreende, as pessoas têm um défice da representação, de identificação, contra o Chega.
Esquece-se que, para muitas pessoas, o crescimento do Chega não é apenas visível nos noticiários, mas nos locais de emprego, nos vizinhos e amigos e… em casa.»
A escolha de Miguel Monjardino para presidir às Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas este ano será aceitável tendo em conta que no passado já tivemos figuras do calibre moral, e alto coturno intelectual, como João Miguel Tavares nesse cargo? Será este um contraste legítimo para as instituições envolvidas? Ou estará Seguro a usar uma exclusiva e prestigiadíssima cerimónia da República para gozar com o pagode e inscrever-se numa campanha de ódio político contra alguém?
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Quando Bush decidiu mentir ao mundo alegando haver no Iraque armas de destruição em massa, não seria possível ao espectador – nem à enormíssima maioria dos países – saber se era verdade ou não. Ainda hoje, a questão de se aferir se a mentira foi intencional ou o resultado de uma paranóia traumática causada pelo ataque às Torres Gémeas é matéria de debate. Durão Barroso ficou embrulhado na encenação, mas é de crer que, calhando o Governo em Portugal na altura ser socialista, igualmente veríamos não só a permissão do uso dos Açores para a invasão como uma qualquer forma de solidariedade do primeiro-ministro socialista com a gigantesca operação militar. Seja como for, é chocante que a ordem internacional tenha sido manipulada dessa forma pelos EUA. Contudo, ainda muito mais chocante, profundamente estarrecedor, foi constatar que os EUA não tinham qualquer plano para o dia a seguir à rendição iraquiana. O vazio de poder e a desorganização da sociedade que de imediato se impuseram como realidade quotidiana geraram anos e anos de horror e centenas de milhares de mortos, onde se incluem americanos. E para quê? Para nada de bom, nada se aproveita. Verdadeira catástrofe internacional nascida da decisão de uma única pessoa.
O Estreito de Ormuz estava aberto. Foram os EUA que o fecharam para agora estarem sem saber como o abrir. De novo, no século XXI, uma única pessoa consegue afogar o mundo na sua estupidez. Não será a última.
Trump gostaria de estar numa conferência de imprensa, na Casa Branca, e responder aos jornalistas que fazem jornalismo baixando as calças, virando-se de costas, curvando-se para dar protagonismo ao traseiro desnudo, e depois mijar para cima do palco e da assistência. A avaliar pelo que vai escrevendo e dizendo por causa do Irão, é cada vez mais provável que o faça. Ficaria como a prova final de estar demente? Nada disso. Continuaria a colocar-se como interrogação se tal não seria mais uma aplicação magistral do “art of the deal”.
Quem não se bolçou quando Trump, logo em 2015, atacou cobarde e vilmente John McCain, e quem depois continuou a apoiar a decadência moral celerada que se seguiu vinda daquela cabeça despótica, é igual a ele. Pode ser numa pequenina parte, minúscula, mas nessa parte é igual a ele. Um ser humano abjecto.
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A peça “Senhor Engenheiro” será, se não me falham as contas, a terceira tentativa de explorar comercialmente a Operação Marquês no campo da ficção. Já se fizeram duas séries televisivas, na RTP e na SIC, agora vem o teatro (caso alguém conheça outros exemplos, agradeço a correcção). Ouvindo o autor e o encenador na promoção da coisa, fica patente que são dois broncos. Donde, a única finalidade do seu projecto consiste em tentar atrair público que sinta o desejo irresistível de ir até ao Tivoli participar no bacanal do linchamento de um cidadão a quem se dá muita importância – um ser fascinante, sobrenatural, que desperta o ódio febril e a pulsão da morte.
O cavaquismo do BPN, o Portas dos submarinos e quejandos, a Troika do Passos, o BES da direita toda, os crimes dos procuradores e jornalistas, as injustiças dos juízes, o Ventura fascistóide, o Marcelo patareco, o Montenegro dos negócios em família e a violência de uma sociedade cúmplice com este rol de misérias não são material ficcionável. Não dão vontade de rir alarvemente, pois é só gente séria e portugueses de bem. Rir a bom rir é com um tipo que está há 12 anos na arena do coliseu.