12 thoughts on “Português de lei”

  1. quando avisou o governo de antónio costa que dar aquela resposta tibia e insuficiente aos problemas económicos dos portugueses seria o seu fim.
    oxalá outros também o tivessem feito em vez de se limitarem a tecer loas e escrever panegíricos a um governo que cavava a sua sepultura nos meios de comunicação social.

  2. Apoiou o chuleco Alegre e louvou a Gerimbosta que havia de enterrar (ainda mais e mais depressa) o PCP e o BE. Até aceitou medalhinhas do Sempaio. As suas intenções podiam ser boas, mas sujou-se na sucata do Largo dos Ratos. Tornou-se cúmplice da xuxaria.

    Claro que bem pior é a sua ex-mulher, a vendida Seabra, que também deve ser apreciada nesta toca xuxa. Por aqui o critério é simples: acima de todos a pandilha do 44; depois os xuxas que o branqueiam; depois os que pelo menos não o criticam; depois os aliados e cúmplices do Largo Ratal em geral – caso do Brito; depois outros que alinham nesta partidocracia podre.

    Se o Brito rejeitasse a máfia PS nem era aqui citado.

  3. @Filipe Bastos
    Relembra aqui a malta, corajoso Flip, quantos anos passaste tu em prisoes politicas por lutares contra o Fascismo em Portugal?

  4. Nasci depois do 25/4, Lowlander: não tive o prazer de participar nesse golpe corporativo dos oficiais do quadro, nem o desprazer de frequentar as prisões do Botas.

    Mas ninguém pôs em causa o passado do Brito; só a sua recente cumplicidade com o Partido Sucateiro. Quer-me parecer, e corrija-me se estiver enganado, que a sua questão é aquilo a que os ingleses chamam ‘straw man’. Ou whataboutism. Ou prefere non sequitur?

  5. @Filipe Bastos
    “Quer-me parecer”, corajoso Flip, e uma formulacao (involuntariamente, estou certo) acertada. Grunhos como tu, corajoso Flip, fartam-se de semicerrar os olhos para lhes parecer ver e conveniente.
    Objectivamnete, estas muito enganado, o google esclarece em que e que essas falacia argumentativas consistem.

    Quanto a tua deploravel contribuicao neste especifico digo-te isto: so quem nada edificou se atreve a julgar uma obra inteira a partir de uma lasca final — e ainda assim chama a isso discernimento. Ou se preferires mais explicito, reduzir uma vida inteira de mérito a um ou dois episódios convenientes, sobretudo quando nada de relevante se construiu em vida própria, não é crítica: é ressentimento travestido de juízo moral.

  6. Já me chamaram muitas coisas, Lowlander, mas creio que grunho é inédito ou pelo menos muito raro. Se calhar até o sou, mas é daqueles insultos que não nos tocam por nos parecerem demasiado improváveis, como chamar nazi ao 44 – ele será muita coisa, mas não é nazi.

    Porque me acha grunho, com esse asco? V. é xuxa, Lowlander?

    Seria sem dúvida injusto reduzir o Brito à sua cumplicidade sucateira, mas convenhamos que não foi um ou dois episódios isolados, foi a sua escolha durante as últimas décadas. Não vejo como alguém sério e de esquerda, como acredito que ele era, pôde pactuar com a máfia do PS, aceitar medalhinhas e aliar-se a um chuleco hipócrita como Alegre. É infeliz, mas é a verdade.

    Não obstante, dou-lhe razão: Carlos Brito não foi só isto, é justo louvar o que dele merece ser louvado. Lutou contra a ditadura e sofreu por isso, era de esquerda a sério, tentou renovar o arcaico PCP, tentou combater a injustiça o melhor que podia. Fossem mais assim.

  7. Mais uma vez, tiro ao lado.
    O que se passa e que onde a vergonha propria dos corajosos Flips desta vidinha se extingue (ou nunca existiu), o oprobrio de outrem e tudo o que sobra.

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