Exactissimamente

10 thoughts on “Exactissimamente”

  1. O pr, como pr de todos os portugueses, meteu a sua ideologia privada dos coitadinhos no bolso, e aprovou a vontade da maioria. E deu nos a saber o que pensava e que apesar de xuxialista, exercerá o cargo de forma democrática.

  2. «a vontade da maioria»

    Quem é a maioria, yo? Portugal tem 10.7 milhões de pessoas; uns 9 milhões serão adultos. A maioria são então 4.5 milhões + 1. PSD, Chega, IL e CDS juntos não chegaram a 4 milhões de votos. E, crucialmente, jamais submeteram esta lei à “vontade da maioria”.

    Como em todas as leis, cozinharam-na e aprovaram-na sozinhos, sem nada perguntar à população. Se sair agora à rua e perguntar a cem pessoas quais as questões mais urgentes a resolver em Portugal, acha que a maioria incluirá entre elas a Lei da Nacionalidade?

  3. a maioria saída das eleições…, de onde saiu também o pr.
    e acho que sim, tal e como os suecos ou os franceses ou qualquer povo com problemas graves derivados da emigração de dificil integração na “norma” cultural. quando vês as barbas do vizinho a arder ..
    evidente que não vem à cabeça da lista de preocupações num país onde já se vive na rua ou em quartos e onde a pensão média é de 675 euros , sendo que metade dos pensionistas recebe menos que isso , mas está lá.
    pessoalmente os emigrantes trabalhadores não me chateiam nada , chateiam -me os que compram 20 apartamentos para alugá-los a 2000 euros ou os que compram casas 200% acima do valor real e inflacionam o mercado.

  4. “chateiam -me os que compram 20 apartamentos para alugá-los a 2000 euros ou os que compram casas 200% acima do valor real e inflacionam o mercado.”

    Isso nao sao imigrantes. Sao fundos de investimento a transformarem a habitacao de um bem essencial de consumo, num activo de investimento reciclador de lucros.
    A lei da nacionalidade belisca zero esse fenomeno.

  5. «tal e como os suecos ou os franceses ou qualquer povo com problemas graves derivados da emigração de dificil integração na “norma” cultural»

    Convirá que a situação na Suécia ou na França é muito diferente. Que problemas graves tem Portugal com os imigrantes? Mesmo os que não se integram não trazem bombas ou crime violento; trabalham e vivem discretamente, muitos com dificuldades.

    Usam casas e serviços públicos que fazem falta aos tugas? Sim, mas a culpa começa na ganância privada e na péssima gestão pública duma classe política ao serviço dos mamões que exploram essas necessidades. Como já disse o Lowlander, quem lucra são fundos de investimento – e bancos, e especuladores, e uma classe chula de senhorios e empresários.

    Ademais, “a maioria saída das eleições” não é a maioria do país, nem deve ter um cheque em branco para fazer o que lhe dá na gana. Isto não foi proposto e validado democraticamente; ninguém explicou isto aos eleitores pesando prós e contras; ninguém votou isto. Como tudo o que sai desta canalha, foi imposto à população como um facto consumado.

  6. PROLETÁRIOS DE TODOS OS PAÍSES UNI-VOS.
    Diz o cabeçalho do jornal do partido de GENTE DESPREZIVEL, agora assim classificado pelo Simões, der terrorist -da treta – auto designado, mas que escreve bem, tem piada e diz umas verdades in-ou convenientes, conforme o prisma.
    Vem isto a proposito de que, pela troca de galhardetes mais ou menos educados, neste e noutros sítios, ás vezes por questões relevantes, outras nem tanto, mas cuja interpretação pessoal de cada um, mostra de alguma forma, porque os que se estão positivamente cagando para a sociedade e o bem comum, triunfam de vento em popa, aproveitando as idíossincracias dos restantes.
    DIVIDE ET IMPERA
    https://youtu.be/GpeHUQZ7Ww8

  7. «GENTE DESPREZÍVEL»

    Não tinha ainda visto essa do Simões, A bem da noção. Até certo ponto entende-se: a declaração do PCP sobre a morte do Carlos Brito parece demasiado breve e forçada, até algo pulha para quem tanto serviu o partido. A reacção do Simões lembrou-me a do Lowlander aqui ontem, quando achou que o pulha era eu. (Mas eu não sou o PCP; e na morte avalia-se o bom e o mau.)

    Por outro lado, como bem diz, a esquerda discute entre si enquanto a direita papa tudo. É sempre assim. Creio que o problema começa na falta de objectivos comuns claros. Há quem queira igualdade e há quem queira mamar. Há quem defenda mais democracia e há quem prefira comités centrais. Há quem não tolere chulos e corruptos, incluindo xuxas, e há quem se junte a eles.

  8. AJS resolveu (“mal”) adoptar a prática do anterior inquilino de Belém (MRS) de promulgar uma lei (a lei da nacionalidade) com reservas, que não se encontra prevista na CRP.
    De acordo com o art.º 136.º/1 da CRP, o Presidente da República, após receber um decreto da Assembleia da República, tem apenas duas opções formais: promulgar (aprovar simplesmente) ou exercer o direito de veto (que este sim tem de ser fundamentado) solicitando nova apreciação.
    Ao contrário do que é dito, a promulgação com reservas não constitui uma prática constitucional comum, tendo-se tornado de facto, uma prática exercida intensificamente pelo anterior PR/MRS como uma pretensa fiscalização política, sem recorrer ao veto.
    Alguém me consegue dizer quais são as consequências políticas para o Governo de uma “promulgação com reservas”?

  9. Este e o mesmo tipo que se absteve violentamente perante o orcamento estuprista do Passolas. A Promulgacao com reservas segue a mesma veia extremo-centrista de activo cultivo de um ambiente fascizante enquanto se apregoa pergaminhos liberal/democraticos.

  10. Mais tarde ca teremos os Valupis a queixarem-se de uma qualquer capa de revista ou a ma vontade que os comunas e/ou bloquistas exibiram na camara municipal de Lisboa em vez das reais accoes das intituicoes que interessam na promocao do Chega

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