13 thoughts on “Vamos lá a saber”

  1. claro que sim. até porque se não fosse o boris johnson e o winston zelensky, os tanques de putin estavam esta semana a entrar em lisboa.

  2. Querem mesmo pensar pelas vossas cabeças? Então já D. Fernando tinha batido a porta dos ingleses quando D. João ainda sem ser D. João I foi até aos ingleses pedir apoio. Se Castela e a França se unissem a nossa independência ficava muito ameaçada. Então dos ingleses vieram tropas, já por aqui andavam a acompanhar o pai de Filipa de Lencastre pretendente ao trono de Castela. Trouxe a filha casou-a com o rei, ajudou Portugal e foi para casa. A Inglaterra tinha fraca expressão nesse tempo estavam mais atrasados do que nós a França era a potência da altura. Isto visto com os olhos de hoje. Em 1640 a coisa foi a mesma, vieram para ajudar na guerra contra a Espanha e porque lhe oferecemos , desta vez fomos nos, uma rainha com um dote estrondoso. Abrimos-lhes as portas da Índia. Não falo no que aconteceu com as Invasões Franceses os ingleses já estavam senhores de tudo e acharam Portugal um quintal para um grande Gibraltar. Não viesse D. Pedro IV e não teria dado ordem no quintal. Alguma vez eu diria se fosse uma figura de Estado que os ingleses nos tinham ajudado na nossa independência? Claro que não, Marcelo anda a dizer o que não deve. A História explica muita coisa mas não justifica tudo.

  3. Sobre devermos a nacionalidade a ingleses: Marcelo estaria a pensarem em Osberno. Quanto ao chá (e à colonização da cidade de Bombaim): os ingleses devem-no a Catarina de Bragança.

  4. Ah, mas o putin é maluco com aquela história da ucrânia ser russa! já passou tanto tempo.
    mas será que devemos a nossa independencia aos ingleses? bem, catarina de bragança em 1700 e carqueja…

  5. pois claro que uma mãozinha do Wellington foi, apenas isso mesmo, uma mãozinha.
    e ao chá, os ingleses juntaram o leite e os scones – uma maravilha com a descoberta das porcelaninhas em bules e chávenas chinesas.

    !viva! o sangue, o suor, as lágrimas e as ervas aromáticas – dos outros – dos Portugueses

  6. Álvaro Pais!
    Álvaro Pais!
    Independência Nacional!
    (Com a ajuda dos bárbaros ingleses. Qual é o problema?)

    (Este comentário é inspirado pelo mais maravilhoso texto que li sobre a História de Portugal: o prefácio escrito por António Sérgio à crónica de D. João I, de Fernão Lopes – Guim. Editora, do qual cito alguns excertos)

    -Para tratar com o Mestre dos auxílios à causa vem de lá do Norte «João Ramalho, mercador do Porto bem rico e atrevido no mar, e chegou a Lisboa alto serão» (CAP. CXXXI). Quando se enviam embaixadores a Inglaterra, não vão apenas em nome do Mestre, senão que levam, «para firmar esto e outras cousas, grandes e largos poderios por procuração do Mestre e de Lisboa e do Porto» (CAPXXXI). E o auxílio financeiro do comerciante marítimo realiza-se também por essas regiões longínquas: «e tanto prougue aos ingleses desta ajuda que lhe os portugueses requerir enviavam, que muitos hi houve que lhe» [aos embaixadores] «emprestaram dinheiro para paga do soldo das gentes que logo haviam de enviar…
    (…) Sim: no seio de uma sociedade de constituição senhorial não se cuidava encontrar como dirigente político um «homem honrado de boa fazenda». Um príncipe, – entende-se; um grande aristocrata, – igualmente: mas um Álvaro Pais, um burguês? Essa iniciativa e chefia por um ricaço não-nobre logo nos diz da mudança que se ia operando no mundo –
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    Por tudo o que li sobre a História de Portugal – eu sei que ler é diferente de estudar- , a nossa independência deve-se ao papel desempenhado por Álvaro Paes na revolução 1383-1385 e à ajuda dos bárbaros ingleses.
    Quem é Álvaro Paes?
    Esta extraordinária figura da nossa História foi lançada no esquecimento pelos modernos “bandos épicos”, de que António Sérgio fala no extraordinário prefácio à crónica de D. João I de Fernão Lopes.
    No ano que minha neta entrou na Universidade (há dois anos), perguntei-lhe se sabia quem era Álvaro Paes. Respondeu que ouvira falar de alguém com esse nome. Do religioso ou do revolucionário? Não sa lembrava.
    Isto tem muita comparação com a invasão da Ucrânia, que precisa de todo o apoio dos bárbaros ocidentais contra o poder do antigo delator da KGB, a bem dizer um reles pide.

  7. fernando,

    ouvi dizer que há umas contas bancárias para onde podes enviar os teus donativos para ajudar no combate ao reles PIDE

  8. Ó Z Anon Portugal, sou um gajo reformado, com uma reforma fracativa. Mas já tou a pagar. O que me vai enchendo a alma é pertencer a um clube lutador, o de viver envolvido numa chama imensa de portuguesismo, com orgulho muito meu por ser ocidental, por uma Europa Federalista, onde vingou a revolução industrial e se foi abaixo o feudalismo e singrou o capitalismo. Mas, segundo Marx, “o Capital não é a biologia, mas a necrologia do capitalismo”. E esta, hein! Mas há uns gajos, alienados ao que comparo com o Chibo Rui Pinto, um merdas de delator….. – fico por aqui.
    Álvaro Pais sempre!

  9. Reveladores os comentários. Reveladores do nosso inexistente sentido de humor (qualquer operário fabril de Leeds tem mais piada que 95% dos nossos “comediantes”, dos quais, aliás, os 5% que têm piada imitam os britânicos) e dos 263 anos de “educação” maçónica, com que nem o “botas” se meteu. Há um burgesso, aqui, que nem sabe (admito que porque não lhe ensinaram) que o D. Pedro IV só chegou a Rei porque a Inglaterra mudou de primeiro-ministro (de Wellington para Grey), após o que uma frota inglesa, comandada por um inglês, derrotou a portuguesa (Miguelista, se preferir) e uma força expedicionária formada, essencialmente, por mercenários britânicos (pagos com empréstimos que só acabámos de liquidar no século XX) desembarcaram no Norte e derrotaram o exército português (Miguelista se preferir). Espanta como pode haver quem acredite que foram os mil e tal malhados emigrados – na Inglaterra, claro – que derrotaram os corcundas, mas há mesmo, como se vê. Sem a aliança com a Inglaterra, Portugal seria tão independente como são os Países Catalães, a Galiza e o País Basco. Desde Aljubarrota ao Buçaco que os Ingleses foram a garantia a nossa independência – obviamente, não por solidariedade ou caridade, mas com base no princípio “divide et impera” e cobrando, sempre, um preço elevado.

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