Talvez o facto mais extraordinário a respeito do Governo, e da política de terra queimada que levou o PSD à conquista do poder contra os melhores interesses de Portugal, seja constatar a negação de tantos acerca desta evidência ofuscante: Passos e Relvas são a chave interpretativa um do outro.
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Ainda não chegámos sequer a metade de Janeiro e já está encontrada a maior bacorada de 2012
Assim que tivermos um novo Governo, sobem-nos logo o rating, garante quem sabe disto
Carlos Moedas diz, em declarações à Lusa, que os mercados «olham para uma nova equipa de gestão como uma boa notícia», porque «há muito tempo não dão credibilidade ao Governo português».
«Assim que os mercados incorporem a informação de que o PSD vai respeitar as metas do défice, e fará tudo o que for necessário para que se cumpram essas metas até porque foi o PSD que sempre anda atrás do Governo para cortar, essas agências voltarão a dar credibilidade a Portugal», assegura.
«Com as reformas que o PSD vai implementar, eu digo-lhe que ainda vão subir o rating, não sei se nos próximos 6 meses, se nos próximos 12 meses, ainda não se sabe quando haverá um novo Governo», acrescentou.
5 anos depois, Cerejo continua sem conseguir filar o cabrão
Acabe-se com os estudos, nem que seja à bomba
Aguiar-Branco, um retinto representante do ex-partido, e actual empresa, designado pela sigla PSD, useiro e vezeiro em cavalgar todas as ondas difamatórias que tiver à disposição por achar que é isso o fazer política, é tão ressabiado que acabou por dizer esta enorme verdade sem querer: afinal, nos últimos 10 anos não se gastou um tusto com TGV’s e terceiras travessias do Tejo e aeroportos e todas essas supostas obras faraónicas que nos teriam levado à bancarrota por exclusiva responsabilidade de um partido, de um Governo ou de um homem – não, nem sequer 1 metro de alcatrão, nem sequer 1 quilómetro de carril, nem sequer uma nova bandeirola para os aviões se encontra na paisagem. Qual foi então o problema? Os estudos, que terão custado milhões. Quantos milhões, não disse, e provavelmente não sabe. Fica a imagem, milhões e mais milhões, sejam 2, 20, 200 ou infinitos.
Solução de Aguiar-Branco: passar a investir tudo na exportação de material de guerra, sem estudos mas com muito conhecimento. Vai ser bombástico.
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Petições há muitas, seu palerma
Existem géneros bem diversos no jornalismo, como a notícia, o artigo de opinião, a reportagem, a crónica, a entrevista. Ninguém os confunde conceptualmente, e não é difícil distingui-los mesmo quando aparecem mesclados. Pois bem, a que género pertencerá esta coisa cujos únicos objectivos são os de promover o ódio contra um cidadão usado como bode expiatório em manobras de diversão e de fomentar um ambiente de incitamento à criminalização de políticos?
Trinta e dois mil querem Sócrates em tribunal
A coisa esteve em destaque na edição digital do DN durante horas e horas nesta quarta-feira, tendo sido o único órgão de comunicação social a fazê-lo. É que nem sequer o Correio da Manhã a tal coisa fez qualquer referência especial ao longo do dia*, por impossível que possa parecer. Acontece que a coisa não vem assinada, pelo que não podemos saber de que cabeça nasceu. E como seria interessante descobrir a pena que deu ao estimado leitor este encadeado de obscenas tangas:
Às 12.20 desta quarta-feira, o texto tinha sido subscrito por 32049 pessoas (apesar de existirem assinaturas não reconhecidas), o que ultrapassa claramente o número de quatro mil subscritores necessários para o texto subir a plenário da Assembleia da República. Desconhece-se se o seu autor promoverá a entrega do texto junto do Parlamento.
Isso leva-nos para o director do jornal, a quem perguntamos – e lembrando que na passada segunda-feira o jornal de referência (ahahah!) também ocupou durante todo o dia o destaque principal com uma notícia que tinha ficado desactualizada logo pela matina, Sócrates desconhece convocatória para ir a tribunal, mas onde o título sugeria mais uma perfídia do monstro pelo que ficou até à noite como o que de mais importante a redacção tinha para comunicar – se está disposto a dar igual destaque a uma petição online cujo título seja “Petição para julgar na praça pública o jornalista João Marcelino por gestão danosa da credibilidade de um jornal secular”, e cujo texto reze assim: “Para que se apure como foi conspurcada a reputação do DN, e quais as motivações para tal, durante a direcção do jornalista João Marcelino, que diminuiu o já baixo número de leitores que lá encontrou ao chegar e fez do jornal uma referência inigualável em sectarismo passista.”
Se concordares, Marcelino, garanto-te que o número de “pessoas” a assinar a coisa irá duplicar, ou triplicar, qualquer resultado que o bandido do Sócrates tenha alcançado na coisa que te esforçaste por divulgar.
Boas malhas de um exímio malhador
Num certo sentido, ou em vários, Augusto Santos Silva é o verdadeiro pesadelo da direita decadente que nos calhou em sorte neste começo do século XXI.
Os podres da governação dos xuxas continuam a ser revelados
Alvo de uma avaliação anual externa, o presidente do comité de avaliação externa, John O’Reilly, em Portugal para a reunião de avaliação relativa a 2011, que decorreu entre 9 e 10 de Janeiro, disse à Lusa estar “impressionado com os resultados e a qualidade da investigação” do programa e recomenda a sua continuidade.
“Os padrões que se estão a atingir e a qualidade são comparáveis aos níveis mais elevados das melhores prestações internacionais na área. Tem sido encorajador ver que mesmo numa altura em que estamos confrontados com uma enorme incerteza na economia, e até em relação ao futuro, se têm continuado a verificar importantes desenvolvimentos”, afirmou John O’Reilly, que é formado em engenharia electrónica, vice-reitor da Universidade de Cranfield no Reino Unido e conselheiro do Governo britânico e da Comissão Europeia na área das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).
O presidente do comité de avaliação externa destacou a importância que este programa teve na aproximação das universidades portuguesas às empresas e ao sector industrial, que permitiu a criação nos últimos três anos de cinco startups, pequenas empresas saídas de investigações bem sucedidas que já conseguiram levar as suas inovações até aos Estados Unidos – onde está localizada a Universidade de Carnegie Mellon – e encontrar um mercado para a comercialização e internacionalização.
Mas John O’Reilley destacou também que a relação de benefícios deste programa se estabelece nos dois sentidos.
“Uma das coisas que aconteceram foi que eles perceberam o calibre do capital intelectual nas universidades portuguesas. As relações que se estabeleceram com este potencial intelectual português foram enriquecedoras para Carnegie Mellon”, sublinhou.
Façam lá as pazes, sejam amiguinhos
Parabéns aos que quiseram a mudança, esta nova realidade
“Não haverá aumento de impostos, de uma forma clara já está demonstrado, o programa demonstra-o”, afirmou Miguel Relvas aos jornalistas após o Conselho Nacional do PSD, que decorreu num hotel de Lisboa.
“Ou seguimos o caminho que seguimos até aqui e os portugueses têm a alternativa do PS e do engenheiro Sócrates, ou então, se queremos a mudança, se queremos uma nova realidade, se queremos ser capazes de ultrapassar o descalabro a que chegámos, os portugueses têm a alternativa do PSD e do doutor Pedro Passos Coelho”, acrescentou.
Por uma questão de segurança nacional
Roubado cofre com o dinheiro das multas de trânsito da GNR de Quarteira
Sete suicídios de polícias em 2011 foram mais do dobro de 2010
Sargento da GNR de Alter do Chão desertou
Homem tentou matar o filho durante o sono com uma faca
PJ deteve em Braga carteiro suspeito de violar correspondência e roubar o dinheiro
Quatro éguas atingidas a tiro, duas mortas, em herdade na Chamusca
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É um grande infortúnio estarmos privados dos esclarecimentos do CDS a respeito da actual situação de insegurança que o País atravessa. Bem sabemos que Portas faria maravilhas com qualquer uma destas notícias escolhidas ao acaso, de imediato alertando os cidadãos para a necessidade de organizar milícias populares em ordem a fazer o que o Governo e o Estado manifestamente não conseguem: acabar com a selvajaria da malandragem com a ajuda das mocas de Rio Maior e de uma retórica alarmista e animalesca. Mas Portas nada nos diz, prefere andar lá por fora no parlapiê com os camones, e isso impede-nos de conhecer a verdadeira extensão e consequências apocalípticas da vaga de criminalidade. O que leva para este sugestivo corolário que merece ser ponderado pelos nossos deputados: após a presente legislatura, o CDS devia ser proibido de participar em futuros Governos – por uma questão de segurança nacional.
Sportinguismo impedido de entrar no Sporting
O Público é um jornal que não respeito, porque não se respeita a si próprio, mas esta situação ofende-me, até porque tenho as quotas em dia há mais de 30 anos: PÚBLICO impedido de entrar em Alvalade
Godinho Lopes borrou a pintura e a nódoa não irá sair. Já agora, as infames imagens do corredor que mostram elementos de claque em poses de claque foram bem escolhidas por algum bacano de uma qualquer agência de publicidade ou design bacana. O problema foi terem sido aprovadas pela Direcção. O clube assume assim não perceber um caralho de sportinguismo, o que é um bocadinho bizarro tendo em conta que insiste em ostentar o nome Sporting Clube de Portugal.
Impressionar na maçonaria, brilhar no Opus Dei, seduzir na Loja Tony Carreira
Why Are Older People Happier?
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The Trait Of Humility Predicts Helpfulness
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How Moms Talk Influences Children’s Perspective-Taking Ability
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Spain’s first gay retirement home passes its first hurdle
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“Bingo!” Game May Help Seniors with Cognitive and Perceptual Deficits
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NASA Wants to Power Robots With Microbes
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Dogs Gauge Intention By Human Communication Style
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Couch potato or elite athlete? A happy medium keeps colds at bay
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Blogging May Help Teens Dealing with Social Distress
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Moderate Red Wine Drinking May Help Cut Women’s Breast Cancer Risk, Study Suggests
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School Pupils Learn About Practical Philosophy
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With Just One iPad, Teachers Improve Classroom Lessons
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Daily Show and Colbert Report Viewers Are “Deep,” Research Suggests
O melhor conto de Natal de 2011
Foi publicado a 26 de Dezembro e está cheio de um lirismo transitivo que nos leva a olhar para o céu em prece e louvor.
Quanto é que os chulos terão gastado só em telemóveis?
Tribunal intimou Gaspar a detalhar despesas com cartões de crédito e telemóveis.
O Supremo Tribunal Administrativo intimou o Ministério das Finanças a entregar à Associação Sindical dos Juízes (ASJP) as despesas do último Governo de José Sócrates com cartões de crédito e telemóveis, assim como as respetivas autorizações para a sua utilização e os beneficiários dos mesmos. A decisão do STA foi tomada no passado mês de dezembro e já não passível de recurso.
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Esta é uma das heranças mais interessantes da ousadia do anterior Governo em ter pensado que conseguia reformar a Justiça, ou tão-só tocar nos privilégios da corporação. Os magistrados muito se devem ter rido com a ingenuidade. Seguiram-se as violações selectivas do segredo de Justiça para entregar aos jornalistas da gente séria, as tentativas de criminalização de governantes e esta exigência nunca antes vista em Portugal e cuja intenção é, mais uma vez, difamatória. O sindicato dos juízes quer mostrar que são eles quem manda na República. Se a exigência for avante, abrir-se-á um precedente extraordinário de consequências imprevisíveis. Mas esta é também uma excelente ocasião para os demagogos, ou fanáticos, da transparência virem apoiar, e celebrar, a ASJP na sua perseguição aos governantes, aos políticos e, portanto, aos cidadãos.
Partido da oposição, procura-se vivo ou morto
Era giro vivermos num país onde um partido da oposição, um qualquer, não descansasse até obter as seguintes respostas.
Esta história da maçonaria só serviu para uma coisa: para se deixar de falar da maior rebaldaria, de uma rebaldaria gigante, que se passa nos serviços secretos portugueses, no SIS e no SIED e tudo o mais. Porque isto serviu para que nós não falássemos no seguinte:
Porque é que o Sr. Primeiro-Ministro, depois de saber aquilo que soube, manteve as pessoas nos seus cargos? Porque é que as pessoas que denunciaram os procedimentos errados, e toda essa rebaldaria que se passava no SIS, foram afastadas e os tipos que foram responsáveis por esses disparates se mantiveram? Porque é que o Jorge Silva Carvalho, um indivíduo que se mostrou que, alegadamente, andou a traficar segredos de um lado para o outro, esteve a poucas semanas, por um fio, de ser o director-geral do SIS e do SIED, um tipo que fazia este tipo de situações? Porque é que o Ministério Público não faz nada? Do que é que está à espera? Porque é que ninguém actuou em relação à fiscalização? O que é que é feito da sindicância aos serviços de informação, depois do Marques Júnior e do Jorge Bacelar Gouveia terem dito coisas do género “Bom, a gente quando quer saber alguma coisa daquilo, telefona para lá e diz que vai lá no dia seguinte ver os computadores…”? Como é que o Primeiro-Ministro conseguiu pactuar com os relatórios internos que não passavam de histórias da carochinha?
E não carecia de ser um partido com representação parlamentar. Podia ser o MRPP, ou o MEP, ou o PPM. Ou partidos ainda mais esconsos, como o Partido Humanista, ou o Partido Trabalhista, ou o Partido Liberal-Democrata. Até partidos já desaparecidos, mas ressuscitados para esta causa, como por exemplo o Partido Comunista Português (reconstruído), ou o Partido da Solidariedade Nacional, ou o Partido da Gente. Raios, até um fantasma que invocasse ter militado na União Nacional Republicana, ou na Federação Anarquista da Região Portuguesa, ou na Cruzada Nun’Álvares servia.
Patriotismo de Portas, uma descoberta dos últimos 6 meses
Paulo Portas pediu também a todos os portugueses para que assumam o seu patriotismo.
«Portugal enquanto nação só pode ultrapassar a crise com uma atitude: Não tenhamos espírito de fação, tenhamos uma atitude nacional. Não procuremos grupos ou partidos, sejamos cada um de nós a praticar o patriotismo todos os dias», afirmou o líder popular e ministro dos Negócios Estrangeiros.
«Vamos sair desta situação juntos enquanto nação», sublinhou Paulo Portas.
Paulo Portas desenvolveu uma tese que já tinha ensaiado há alguns meses em debates quinzenais: a de que Sócrates é um problema e não a solução. “O senhor é passado, já não recupera. Quem nos trouxe a esta crise não nos tira. Ponha a mão na consciência e tenha um gesto de humildade, saia senhor primeiro-ministro”, exortou Portas.
A prova de que a maçonaria não é para levar a sério
A chatice da espera
Devido a alterações técnicas que escapam à nossa intenção, há uns dias que alguns comentários passaram a ficar retidos para aprovação prévia. Tal acontece de forma aleatória e não traduz qualquer acção da nossa parte. O mesmo utilizador pode conseguir comentar imediatamente e logo depois ver o comentário seguinte a bater na trave. Da nossa parte fica a garantia de que eles poderão demorar alguns minutos ou horas a serem publicados mas não ficarão esquecidos no armazém.