Arquivo da Categoria: Valupi

Impressionar com uma reforma, brilhar com duas reformas, seduzir com três ou mais reformas

Imagine That: How You Envision Others Says a Lot About You in Real Life
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Large and in Charge: Powerful People Overestimate Their Own Height
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Gossip Can Have Social and Psychological Benefits
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Cognitive Benefit For Older Adults From ‘Exergames’
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Study Finds Good Intentions Ease Pain, Add To Pleasure
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iPad a Solid Education Tool, Study Reports
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Group Settings Can Diminish Expressions of Intelligence
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Sleep Vs. Cuddling: Study Looks at What Happens After Sex

Até tu, Expresso?

A reportagem que o Expresso publicou acerca da vida de Sócrates em Paris deve ser lida pelo maior número de portugueses, mas de preferência usando um exemplar do vizinho, ou do café, ou mesmo esperar que apareça num caixote de lixo e sacá-lo com luvas de borracha e pinças. Acabo de dar 3 euros pela coisa e sei que carregarei este prejuízo durante anos na consciência. Deve ser lida porque não estamos apenas a lidar com um infeliz chamado Daniel Ribeiro, autor da prosa, sendo que ele é quem tem menos responsabilidade na peça – o superior interesse vem dos nomes da direcção do jornal, com Ricardo Costa à cabeça, e do proprietário, Francisco Balsemão. Seria a estes dois que se pediriam responsabilidades, caso existisse imprensa em Portugal.

Colocando de lado os aspectos de factual indigência mental do articulista, tanto ao nível da qualidade da escrita como do aparato intelectual, o que pode justificar que o artigo seja do princípio ao fim um exercício difamatório? Fosse o que fosse que Ricardo Costa e Pinto Balsemão respondessem – se calhar, invocando o interesse do público pela sujidade alheia, especialmente aquela que se deixa como insinuação sem possibilidade de ser desmontada, ou declarando que, como se trata de Sócrates, vale tudo e quanto pior melhor – as respostas seriam inevitavelmente um testemunho íntimo a respeito da sua concepção do jornalismo, a respeito da sua deontologia, a respeito do respeito por si próprios.

Conceberem o Expresso como se fosse o Correio da Manhã, algo que o DN também tem vindo a fazer à sua difusa e manhosa maneira e que o Sol do pequeno arquitecto, o Público do Zé Manel “Escutas” Fernandes, a TVI do casal Moniz e a SIC do António José Teixeira, do Crespo e do José Gomes Ferreira igualmente fizeram e fazem, transporta consequências que se reflectem tanto na história da nossa comunicação social como na salubridade do espaço público. Uma sociedade onde deixa de existir uma imprensa de referência está em sérios apuros.

Por vezes, a estupidez tem remédio


O objectivo essencial é, explica Miguel Ferreira, “recuperar a qualidade da água”. Para o conseguir têm sido desenvolvidas desde 2008 diversas acções integradas. Assim, metade dos terrenos agrícolas que constituíam o maior risco de escorrência de nutrientes para a lagoa – basicamente, utilizados em agro-pecuária intensiva – foi adquirida pelo Governo dos Açores. Em seguida, teve início a alteração das utilizações tradicionais dos solos, com o combate a espécies infestantes mais comuns, como o silvado, a conteira ou o incenso.

Durante quase um ano, recorda o gestor, foram também removidos da lagoa toneladas de resíduos poluentes – pneus, plásticos de silagens, embalagens, arames farpados, ferro velho e até viaturas – para ali lançados durante décadas.

Outra preocupação foi contrariar os fenómenos de erosão causada pela acção das águas. Esse fenómeno é bem visível nas profundas valas abertas nas encostas. Depois de limpos, foram plantadas nos rasgões plantas de espécies nativas, cujas raízes ajudam a fixar o solo arável, reduzindo, assim, a sua perda. Nos antigos terrenos de pastagens foram introduzidas leguminosas que fixam e disponibilizam azoto, aumentando a produtividade dos solos sem recurso a fertilizantes químicos. A exuberância dos campos contrasta hoje com a desolação de outrora nos terrenos enlameados.

As áreas adquiridas permitiram também o desenvolvimento de outras pequenas experiências num “laboratório de paisagem”, apresentado como “uma alternativa às vacas e às criptomérias”. Inclui, entre outras iniciativas, o estudo do potencial de espécies arbóreas para a produção de energia; a análise dos pólenes no solo para descobrir a flora das Furnas anterior à colonização; uma rede de arboretos para estudar as alterações climáticas e seus impactos no sector florestal; reflorestamentos para criar uma paisagem florestal variada; um antigo pomar de maçãs replantado nas Furnas; e uma colecção de vimes na margem de uma ribeira, que ajudem a identificar modelos sustentáveis de gestão do território.

Lagoa das Furnas está melhor, mas qualidade da água vai continuar má durante anos

O cavaquismo continua a mandar nisto tudo, explica um famoso professor

Já sobre o primeiro ano do segundo mandato de Cavaco Silva em Belém, Marcelo discordou “dos que dizem que Cavaco fala, fala e não faz”.

O ex-líder do PSD lembrou que o Presidente da República “deu um tiro no Governo de Sócrates” no discurso de tomada de posse; “apoiou o plano de troika”; “deu a mão a Seguro e à UGT” nas conversações com o Governo” e “patrocinou o acordo da concertação social”.

Fonte

Uma elite de carniceiros

Andamos desde a hilariante passagem de Menezes pela liderança do PSD a ouvir ininterruptas barbaridades das figuras gradas da direita partidária, uma torrente imparável de afirmações grotescas que expõem a decadência intelectual de uma elite que chega aos seus 50, 60 e 70 anos a conseguir condicionar o rumo da política nacional sem qualquer projecto que tenha sido validado nas urnas.

Prometeram o ginásio, a dieta, o spa. Mas onde realmente nos queriam meter era nos trabalhos forçados, no bloco operatório, no talho.

Será desta?

Ter deixado de executar plenamente as suas funções presidenciais para proteger Dias Loureiro não chegou. Ter mentido a respeito da sua ligação ao BPN não chegou. Ter alinhado estratégias com um partido político para fazer oposição ao Governo não chegou. Ter usado os Açores para provocar um clima de alarme social contra governantes não chegou. Ter sido a eminência parda de uma golpada político-jornalística com a finalidade de perverter actos eleitorais não chegou. Ter insultado todos os candidatos presidenciais no discurso de vitória não chegou. Ter ido ao Parlamento numa ocasião solene para instigar à queda do Executivo não chegou. Ter feito tudo ao seu alcance para que o PEC IV fosse chumbado não chegou. Ter opiniões radicalmente contrárias dependendo de quem esteja no poder não chegou.

Talvez agora, por causa de 1300 euros, chegue. Chegue para ser vaiado pelos portugueses que tiverem o azar de se cruzarem com este miserável Presidente da República na rua.

Serious ass kissing

Era incontornável: Pedro Passos Coelho abriu o debate quinzenal com o tema que dominou esta semana – o acordo da concertação social – e distribuiu agradecimentos aos empresários e às organizações sindicais. Reservou, porém, um especial agradecimento para o Presidente da República, que “teve uma discreta mas importante intervenção” para que o Governo “tivesse conseguido alcançar este acordo”.

Fonte

Leões no circo

Bojinov suspenso preventivamente e impedido de frequentar instalações

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Não podia ter corrido pior a Domingos o ataque à outrance que fez antes do jogo circense contra o Moreirense. Chegou ao ponto de lembrar um facto assassino para o orgulho leonino:

Em 30 anos, o Sporting ganhou três títulos e nos últimos oito ganhou um campeonato e uma Taça de Portugal.

Fonte

Juntando esta atitude de confronto acintoso com a novidade de ter arranjado inimigos de estimação pelo lado do João Braga, um dos barões do clube, nem sequer a conclusão da sua 1ª época está garantida.

‘Pera, hoje é mesmo dia de bater no Cavaco, mas ontem também foi e amanhã será

Não vale a pena recriminar as agências de rating, o que nós devemos fazer é o nosso trabalho para depender cada vez menos das necessidades de financiamento externo.

13 de Julho de um ano CS*

Surpreendo-me como 27 chefes de Estado e do Governo se deixam condicionar politicamente por agências de rating e aceitam mesmo alguma chantagem de natureza política feita por agências de rating.

19 de Janeiro de um ano SS**

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*CS – Com Sócrates

**SS – Sem Sócrates

Bacoradas 2011 – Vencedores


Abstenção do PS vai ser violenta mas construtiva
SEGURO 11.79% (54 votos)

Rejeitar o PEC IV é o princípio da saída da crise
LOUÇÃ 10.48% (48 votos)

Eu já ouvi o primeiro-ministro dizer, infelizmente, que o PSD quer acabar com muitas coisas e também com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e isso é um disparate
PASSOS 8.08% (37 votos)

*

Este foi o inquérito com a maior participação de sempre – 458 votos no total, o que deve corresponder, pelas minhas contas, a cerca de 40 bravos que votaram 10 ou 11 vezes cada – e continuará aberto à votação até que o Sporting seja campeão ou que Relvas decida vender a Internet a uns compadres, o que acontecer primeiro. Todavia, estes são os resultados que a História irá registar e debater profusamente. Da minha parte, quero enaltecer a sageza, a justiça, de tais escolhas. Repare-se:

– No pódio, mas remetido ao desprezo possível, temos Passos Coelho e sua citrina honestidade intelectual. Presidente de um partido cujo programa político, de 2008 a 2011, consistiu essencialmente em repetir que o primeiro-ministro era mentiroso, irresponsável, corrupto e criminoso – igualmente o sendo qualquer outro indivíduo que com esse patife tivesse alguma ligação, fosse no Governo, no partido ou na sociedade, no presente, no passado ou no futuro; e nem sequer os filhos de Sócrates escapando às ofensas odiosas pela boca suja do braço-direito de Passos e actual Ministro dos Assuntos – fez a campanha eleitoral mais desvairadamente tratante de que há memória. Contudo, e pelos vistos, grande parte dos portugueses está a gostar do achincalho recebido, o que fica como uma aprendizagem inestimável para aqueles que não estejam de malas feitas para emigrar.

– Encafuado no segundo lugar, encontramos uma imbecilidade de Louçã. Este frase diz tudo acerca do estado de alucinação que rege as suas decisões políticas. Não admira, pois, que este seja o mesmo crânio que levou o BE para a triste figura de ser gozado pelo PCP aquando da moção de censura, e para o trágico desfecho de querer atacar o PS manipulando as fragilidades de Alegre, o que acabou por ser um decisivo factor para a reeleição de Cavaco e de tudo o que se lhe seguiu. Louçã, de resto, rivaliza com Jardim e Cavaco quanto à duração da sua liderança política, a qual está indelevelmente marcada pelo completo desperdício dos resultados obtidos em 2009, altura em que ultrapassou o PCP em mandatos parlamentares. O facto de, ao longo dos anos, ter perdido a alegria que prometia ser o tal pauzinho na engrenagem e se ter reduzido aos discursos moralistas, e às ambições megalómanas de vir a chefiar uma esquizóide esquerda grande, não é um acaso, pois não?

– E o grande vencedor é Seguro, com uma expressão que lhe assenta que nem uma luva. Porque ele não é outra coisa a não ser essa patareca abstenção violenta. Foi assim o seu percurso até chegar a Secretário-Geral, onde toda a eloquência estava concentrada nos seus silêncios e cada ambiguidade era uma explosão de violência. A sua relação disfuncional com o PS, vendo na instituição apenas o veículo da sua carreira, é o que explica as extraordinárias cenas protagonizadas no aplauso a Cavaco aquando do comício da tomada de posse, o frenesim da cobiça no sobe e desce do elevador do Altis em cima do anúncio da demissão de Sócrates, a perseguição aos seus camaradas por suspeitas de corrupção e o inominável apagamento de qualquer referência ao anterior ciclo governativo e ao modo como foi interrompido. É irónico, e fatal, que quem anda maniacamente a exigir transparência a tudo e a todos seja o político mais opaco que já passou pela liderança do PS. Eis um sarilho que diz respeito, em primeiro lugar, aos militantes e simpatizantes socialistas, mas que para o cidadão apaixonado pela política – e dado o PS ser o principal esteio do regime democrático – é fonte de graves inquietações.

4 anos é muito tempo

Vamos ter de levar com Cavaco, Passos, Portas e Seguro durante mais 4 anos, pelo menos. E talvez também com Jerónimo e Louçã, de quem não se antecipa qualquer sucessor tão cedo. Quer isso dizer que nada de novo há a esperar das lamentáveis personagens que ocupam o palco principal da política portuguesa.

Acho que o melhor é começarmos a pensar no que vamos fazer para não embrutecermos ou fliparmos.

Responsabilidade, um bicharoco em vias de extinção

Questionado sobre a atuação do atual Governo e à forma como Vítor Gaspar está a enfrentar a crise, Fernando Teixeira dos Santos, ex-ministro das Finanças, afirmou: “Tenho de estar solidário com aqueles que pretendem cumprir este caderno de encargos”.

Numa conferência que decorreu no Porto, o ex-ministro das Finanças acrescentou que Portugal está a cumprir os compromissos que assinou com a troika e que as coisas “não seriam muito diferentes se ainda estivesse a governar”.

“Fiz a negociação com a troika e pus a minha assinatura num conjunto de medidas que acordei e que este Governo está a procurar implementar. Temos um caderno de encargos para o país e está a ser cumprido.”

Fonte

A pátria da cidadania

É preciso evitar que o Partido Socialista siga o exemplo dos partidos da direita relativamente ao período anterior. Eu acho fundamental que haja, na estabilização da vida democrática, respeito pelos adversários. Porque eu penso que um dos erros que nós cometemos no passado foi justamente haver uma oposição que deixou de ser uma oposição política para ser uma oposição pessoal, muitas vezes com ataques de carácter, porque isso retira condições de governabilidade. Eu acho muito importante que o actual Governo, Primeiro-Ministro e os seus Ministros, sejam respeitados pela oposição e que não se entre por ataques desse tipo. Eu acho que foi um exemplo mau no passado, que era bom evitar, e espero bem que o Partido Socialista mostre essa responsabilidade de, não digo, obviamente, de colaborar com o Governo – pode fazer oposição política, e é natural que o faça, e fatalmente tem que o fazer, e é bom que o faça – mas não esquecer que quem governa é o Governo, que tem de ter condições de governabilidade, e que se abstenha de uma oposição caótica, descoordenada, nomeadamente no plano da descredibilização da própria política. Nós estamos a pagar um preço caro, porque hoje bem vemos que os portugueses têm pouca fé nos políticos, houve aqui uma descredibilização geral da classe política, e penso que é muito importante que os políticos tenham credibilidade, e tenham autoridade, e possam governar, porque sem isso não podemos sair da situação em que estamos.

Daniel Proença de Carvalho

*

Daniel Proença de Carvalho é de direita. É verdadeiramente de direita, por isso é alguém cuja intervenção pública promove a decência como condição sine qua non do bem comum e da realização plena da liberdade cívica. Alguém verdadeiramente de esquerda fará exactamente o mesmo, vote em que partido votar e defenda que tipo de regime defender. Porque a única política de verdade que deve ser admitida numa democracia é esta: quem usa o moralismo para atacar governantes e opositores está a imitar a essência das tiranias – devendo nós correr para as muralhas da cidade e defendê-la implacavelmente contra tamanha perversão.

A dimensão, nunca antes vista em Portugal, dos assassinatos de carácter a que Sócrates foi sujeito, e que prosseguem, nasceu da conjugação de dois moralismos entranhados profundamente nos tecidos psicossociológicos ainda estruturantes da sociedade: o moralismo da esquerda sectária e fanática, onde o PS é um alvo mais desejado do que a direita e onde se cultiva um racismo ideológico que impede qualquer acordo com a alteridade; o moralismo da direita pançuda, a tal gente séria que se serve do rótulo “direita” para reunir interesses que não ultrapassam os apetites pecuniários dos envolvidos. Dada a decadência intelectual do PSD e do CDS, incapazes de apresentarem projectos políticos que vingassem – ou pelo menos se afirmassem – pelo seu mérito, restou a ambição furiosa que não conheceria limites. O sucesso, a mera continuidade, das ininterruptas golpadas muito deve ao que BE e PCP igualmente fizeram e deixaram fazer, nuns casos alistando-se nas campanhas de difamação e calúnia, noutros assistindo calados e risonhos à putrefacção da vida pública. Até que se chegou ao ódio, e o ódio invadiu o ambiente político e social de forma estratégica.

Proença de Carvalho, mais à frente no programa, nomeará o ódio com sentido asco e pesar. Um ódio que teve no Presidente da República o seu principal mentor. E que gerou casos de desvario patético, para sempre cobrindo essas personalidades de ridículo, como aconteceu com Pacheco Pereira, Mário Crespo, Manuela Moura Guedes, Ferreira Leite, José Manuel Fernandes, Eduardo Cintra Torres, Henrique Neto, Manuel Maria Carrilho e tantos outros exemplos de psiquiatria política. Cairá o PS em igual degradação? O repto do Daniel, embora legítimo e oportuno enquanto balanço do passado, parece desfocado. Não se vê quem no PS pudesse seguir por essa via sem com isso comprometer o apoio da maioria da sua base eleitoral, o tal milhão e meio que sobreviveu a todas as atoardas. Para estes militantes e simpatizantes, a experiência de verem o nome do seu partido, dos governantes socialistas e de todos os funcionários administrativos ligados ao Estado em permanente fogaréu de suspeições na comunicação social – dominada na sua quase totalidade pelos conspiradores – foi tanto um teste radical à sua resistência afectiva como à confiança na inteligência própria. Para estes cidadãos, só pode haver tolerância zero na eventualidade de semelhantes condutas por parte de dirigentes e representantes do PS.

O que nos leva para uma constatação terrível e esperançosa. Terrível, porque ilumina uma esfera de representação política onde 3/4 dos deputados são afectos a partidos que actualmente, de uma forma ou de outra, não cultivam a decência como valor fundante do regime democrático. Esperançosa, porque a maior parte dos portugueses, incluindo muitos que nunca votaram e muitos que deixaram de votar, encontrarão no ideal da decência a pátria da cidadania.

Good food for good thought

4. Use failure as motivation.

Things aren’t always going to go your way, no matter how well you and your teams properly align with your goals. Sometimes we need a good kick to get us going. Sometimes we need the pain of failure to reset, revise, and reassess. Are you taking risks? Are you failing? If so, good going.

Winston Churchill failed grandly more than once, and was famously cast to the political “wilderness” and then came roaring back to lead the British resistance. Steve Jobs was fired from the company he founded but through persistence ultimately came back to save it from extinction. Hillary Clinton failed to win the presidency but then became a powerful and respected Secretary of State. Each of them, in their own way, failed, learned from their mistakes, and most importantly, persisted in the face of failure. Phoenix rising is the way of the world today and we are in the midst of its widespread occurrence.

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