Nunca se viu, nem se voltará a ver, um descoco deste calibre no mais alto cargo do Estado

Apenas quis ilustrar, com o meu exemplo, que acompanho as situações que chegam ao meu conhecimento de cidadãos que atravessam dificuldades e para as quais tenho chamado a atenção em diversas intervenções públicas.

17 thoughts on “Nunca se viu, nem se voltará a ver, um descoco deste calibre no mais alto cargo do Estado”

  1. Ele costuma dizer tudo e o seu contrário, para depois vir dizer que disse. Li há dias que alguém teria mandado publicar um anuncio no Jornal do Fundão em busca de um programa informático, que ligado ao televisor, impedissem a voz e a imagem do gajo. Eu tenho esse aparelho mas é artesanal…. Chama-se comando de televisor!

  2. Não é bem assim! Este cavacu, é o primeiro desde o último que também tinha cabeça de abóbora. Um era empregado do Botas o outro do Didi Loureiro e companheiros do Mozart. Estranho, é que mais de 20 anos sobre o 25/4, os Portugueses tenham votado numa cavalgadura destas!

  3. Actualização: a petição-protesto caminha vertiginosamente para as 13.000 assinaturas.

    E a flash mob promovida pelo Paulo Querido, Arrastão e Jugular? É hoje?

  4. Interrogado sobre se sentia algum desconforto por vir a receber este ano do Banco de Portugal os subsídios de férias e de Natal que o governo tirou aos trabalhadores do Estado, Cavaco queixou-se, mentiu, omitiu e tentou passar a imagem de alguém muito penalizado, lutando com dificuldades para fazer face às suas despesas e tendo, por isso, de recorrer às poupanças dele e da mulher.

    Agora diz que apenas quis ILUSTRAR COM O SEU EXEMPLO que acompanha as dificuldades do povo.

    O exemplo de quem SÓ recebe perto de 10.000€ por mês mês de reformas do Estado, além das inúmeras borlas, mordomias e generosas verbas para despesas de representação, fora os outros rendimentos que declarou, tudo num valor total de mais de 250.000€ por ano, e talvez não saibamos tudo, porque ele já provou em 2008 que omite e mente a respeito dos seus rendimentos.

    O exemplo de quem, quando sair da política, vai gozar como um nababo de todas as suas reformas do Estado.

    Cavaco para a rua, já!

  5. Rural, vê lá se levas este outro burgesso lá para o campo, tratar da vivenda e da piscina, que de funcionariozecos rascas estamos nós, burgueses da cidade, fartos. Pelos vistos há um ou outro rural que não. Está no seu direito de se engasgar também. Já passou?

  6. Este pobre cágado pensou que teria chegado ao topo do que alguma vez sonhou: ser Presidente. O penacho, as reformas acumuladas com o vencimento, as ajudas de custo, o palácio cor-de-rosa virado para o rio, carro de luxo topo de gama, motorista, modista, etc.. Só em “arame” para cima de 20.000 euros.

    Só que depois viu que o Cristiano Catroga, seu subordinado e capacho, mercê dumas “pintelhices” que disse e fez, passou a abichar 45000 “dele” por mês, alegadamente sem favores nenhuns (pelo menos foi o que nos quiseram fazer acreditar)…

    E um Cavaco não é de pau (nem digo do que é). E toca a lamuriar-se, “aqui d’el rei, que ganho pouco, deixem-me sair desta fotografia e ir para a da EDP”, etc..

    Um triste

  7. Toda esta polémica interessa a quem nos governa.
    Enquanto está tudo a bater no Presidente, o Relvas e o Passos seguem o seu caminho.
    Não temos oposição, com um mínimo de inteligência, para perceber a manobra?

  8. Oh pá, batam lá no laparoto e no relvas mas não batam no nosso guru! (É isso não é, dominatrix?)

    Ele é a nossa esperança quando tivermos que substituir estes calhordas que nos estão a enterrar…

    Coitadito, disse o que lhe ia na alma mas não reparou que vive acima das “nossas” possibilidades, como eles dizem.

    Quanto a mim, a prioridade é expormos os podres destas sanguessugas todas e não ser politicamente correcto.

  9. TudoDominado,

    não, não interessa, isto pode ser uma “pequena” amostra da revolta que os espera… Não é bem como se pudessem ficar em sacos separados depois de tanto conluio.

  10. Ninguém levou a sério quando este presidente Cavaco se identificou como “mísero professor”, para se defender das acusações acerca do BPN. Pois agora temos o mesmo discurso de mentira no “mísero reformado”. A máscara caiu de vez. Está demonstrado que isto não é nem lapso nem defeito, mas sim consitência e feitio. Havia já um historial que foi sendo desvalorizado como deslises sem significado, desde a vergonhosa ignorancia revelada no “nunca me engano e raramente tenho dúvidas”.
    Ficará para os anais da História a forma traiçoeira como agiu em relação aos governos de Sócrates, a partir do célebre discurso (2008, principio da crise mundial) sobre o Estatuto dos Açores. Nunca mais parou e chegou mesmo a conspirar contra o legítimo governo da Nação, no episódio das “escutas de Belém”. Foi-lhe perdoado este verdadeiro crime político, como foi com toda a ligeireza esquecida a barbaridade do “nunca me engano”. Até que chegamos ao mísero professor e mísero reformado.
    Porque míseras se revelaram as nossas elites.

  11. o cavacóide quiz marcar terreno em relação aos ordenados cartoga & friends, tipo vejam lá se não se esquecem de mim, afinal até sou presidente desta porra e se não pingar no offshore pode ser que se quilhem. isto é que é grave, o resto é folclore dos indignados habituais.

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