Por uma questão de segurança nacional

Roubado cofre com o dinheiro das multas de trânsito da GNR de Quarteira

Sete suicídios de polícias em 2011 foram mais do dobro de 2010

Sargento da GNR de Alter do Chão desertou

Homem tentou matar o filho durante o sono com uma faca

PJ deteve em Braga carteiro suspeito de violar correspondência e roubar o dinheiro

Quatro éguas atingidas a tiro, duas mortas, em herdade na Chamusca

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É um grande infortúnio estarmos privados dos esclarecimentos do CDS a respeito da actual situação de insegurança que o País atravessa. Bem sabemos que Portas faria maravilhas com qualquer uma destas notícias escolhidas ao acaso, de imediato alertando os cidadãos para a necessidade de organizar milícias populares em ordem a fazer o que o Governo e o Estado manifestamente não conseguem: acabar com a selvajaria da malandragem com a ajuda das mocas de Rio Maior e de uma retórica alarmista e animalesca. Mas Portas nada nos diz, prefere andar lá por fora no parlapiê com os camones, e isso impede-nos de conhecer a verdadeira extensão e consequências apocalípticas da vaga de criminalidade. O que leva para este sugestivo corolário que merece ser ponderado pelos nossos deputados: após a presente legislatura, o CDS devia ser proibido de participar em futuros Governos – por uma questão de segurança nacional.

4 thoughts on “Por uma questão de segurança nacional”

  1. a desgraça não deveria servir de estímulo para coisa alguma. os políticos e as gentes, haviam de ser gente capaz de lidar com a pré-desgraça – assim uma espécie de temporizadores naturais do mal. mas depois os sabores das falsas vitórias a nada saberiam, oh, que vã a glória de mandar. :-)

  2. Havia em tempos um padre que se dedicava ao ensino, como tantos deles. Esse homem tinha como castigos preferidos o uso de pimenta aplicada na língua de quem era apanhado a mentir. Costuma também, ao que constava, chamar os prevaricadores ao seu aposento e explicar-lhes que o correctivo que iam ser sujeitos lhes haveria apenas de servir de lembrete quando futuramente fossem confrontados com situações análogas. Aplicava então de forma dizem que serena dois valentes bofetões no desgraçado. Há dias ouvi Portas dizer que fora educado pelos jesuítas. Quando li este post veio-me esta “estorieta à memória”.

  3. Paulo Portas continua a «fazer maravilhas» no gerir destas notícias, pois estas passam sem ninguém conseguir questioná-lo e confrontá-lo com as mesmas.
    Continua a «passear» incólume e intocável, à vontade por este governo.

  4. Oh Val, esqueceste-te dos assaltos às farmácias, às gasolineiras, aos multibancos, dos carjackings, dos sequestros, assaltos a vivendas, com os donos dentro de casa, as agressões violentas, até assaltos a Igrejas, etc.etc.etc. Ai!!! se fosse com o Paulinho na oposição. O homem até deitaria fumo pelos olhos!

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