10 thoughts on “O melhor conto de Natal de 2011”

  1. Muito interessante pelos desabafos. Sugiro uma leitura do blog «ofogareiro» com histórias curiosas passadas em táxis. O seu autor é um amigo meu, o Sequeira. Vale a pena.

  2. já cá vim três vezes e não consegui comentar. talvez seja do pivete a lirismo transitivo de vidas cheias de sexo em lirismo transitivo. mas aprendi uma coisa nova: afinal há esquinas no céu, até as esquinas do céu são dobradas em lirismo transitivo. o prémio para o melhor conto havia de ser um broche em lirismo transitivo. :-)

  3. De qualquer forma, há que ter preparação psicológica para enfrentar o que pode acontecer em termos de conversação (ou monólogo) durante uma “corrida” de taxi.

    A melhor prevenção é não entrar…por uma questão de higiene mental.

    (claro que há excepções, pois)

  4. Olinda, é a única que ela tem (a qualidade de usar o seu ressabiamento para com os homens, como uma espécie de diploma em filologia. Mas é largamente apreciada por essa net afora. )

  5. não divido, Morto de Riso.

    sabes, ser Mulher é muito bonito: a Mulher é a costureira de Deus – costura trapos, farrapos, sedas, cetim e até rendas sensuais. nunca me envergonhei de ser Mulher, mas envergonho-me muitas vezes das mulheres por se desvirtuarem permitindo, assim, que os homens as desvirtuem e as olhem – não como costureiras – como máquinas de costura. :-)

  6. São os riscos de quem usa os táxis como meio de transporte com motoristas de ocasião.
    Há-os calados, opinantes, do contra, atrevidos, porcos, educados, malcriados, brincalhões, trafulhas, agressivos, pacíficos, ignorantes, esclarecidos, pacientes e por aí fora.
    Eu até gosto de andar de táxi. Por vezes aprendo alguma coisa, outras suporto alguma coisinha, mas pelo menos escolho o personagem pela cara e o carro pelo aspeto interior, na maior parte das vezes tenho sorte, outras não!

  7. Não vale a pena sentir vergonha por outrem, Olinda (senão, terias que ter vergonha de imensa gente).

    O machismo no feminino, é tão ridículo como o original.

    E a mim dá-me para rir (até morro disso).

  8. e fazes tu bem – junto-me a ti.:-) mas a verdade é que sinto mesmo vergonha de imensa gente.

    (de facto, o sexismo virado ao contrário é aquela espécie de mulher que, nasceu sem pila, queria ser homem) :-)

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