Patriotismo de Portas, uma descoberta dos últimos 6 meses

Paulo Portas pediu também a todos os portugueses para que assumam o seu patriotismo.

«Portugal enquanto nação só pode ultrapassar a crise com uma atitude: Não tenhamos espírito de fação, tenhamos uma atitude nacional. Não procuremos grupos ou partidos, sejamos cada um de nós a praticar o patriotismo todos os dias», afirmou o líder popular e ministro dos Negócios Estrangeiros.

«Vamos sair desta situação juntos enquanto nação», sublinhou Paulo Portas.

2011, 7 de Janeiro

Paulo Portas desenvolveu uma tese que já tinha ensaiado há alguns meses em debates quinzenais: a de que Sócrates é um problema e não a solução. “O senhor é passado, já não recupera. Quem nos trouxe a esta crise não nos tira. Ponha a mão na consciência e tenha um gesto de humildade, saia senhor primeiro-ministro”, exortou Portas.

2010, 15 de Julho

14 thoughts on “Patriotismo de Portas, uma descoberta dos últimos 6 meses”

  1. Esse gajo é um calhordas. Quem o ouvia a clamar todos os dias por mais polícia, por falta de segurança, agora calado que nem um rato, quando há assaltos diários com crimes contra as pessoas (ele são ourivesarias, casas particulares, multibancos arrancados a retroescavadora, etc., etc.) esse fdp está encolhido, calado, passeia-se pelo estrangeiro à nossa custa e nada faz em prol deste país. Este sim é que está a mais desde há muitos anos, pois é o político com mais anos de serviço. Ainda chega a ultrapassar o Salazar. Cabrão de merda!!!

  2. Portuga, isso ainda é pouco para esse paneleiro (contra estes, em geral, nada tenho contra) sem vergonha – a quem está entregue o governo desta terra!?!?!? Mas foram eleitos, é preciso não esquecer, e só isto demonstra a (falta de) qualidade desta gentalha tuga que ainda por aí anestesiada até à medula

  3. O moço de recados/director de marketing Portas, fugindo aos jornalistas
    confessou ter sido educado por jesuítas o que explica muita coisa até
    agora, incompreensível, no seu comportamento político…longe da maçonaria!

  4. Ele não é o culpado! Culpado é quem o elegeu, nada tendo aprendido com todo o seu passado “Mefistofélico” e de vendedor de banha da cobra nas feiras e entre os “da lavoura”. Este homem não é um patriota! É tão sómente um pantomineiro patrioteiro, um garibu da pior espécie (vidé a reportagem de “Le Point”).
    Não tenhamos espirito de fação? É preciso lata: então somos todos iguais? Temos todos os mesmos interesses? desempregados e banqueiros? Os que não têm que comer, que vão à sopa dos pobres e aqueles a quem nenhuma crise atinge? Os que vivem das mordomias do estado, os “amigos” que fazem os grandes negócios com a venda das EP a pataco, e aqueles que lutam para não engrossar o enorme caudal do desemprego que não cessa de aumentar?
    Úm pano encharcado de merda no focinho é que ele precisa!

  5. Os socialistas encontram-se num local estranho, como que entalados entre a fantasia e a realidade. E, de certa forma, honra lhes seja feita, o sincronismo colectivo das falácias é tão bem executado que chega muitas vezes a convencer o ocasional espírito desesperado por razões e culpados pela crise a que se chegou. Este sincronismo de falácias é, não se duvide, um canto de sereias para quem não quer lidar com a dura realidade, para quem espera uma palavra paternal reconfortante, para quem espera soluções fáceis e imediatas para um problema que não é uma coisa nem outra.
    Quando é perfeitamente claro que se chegou aqui por se gastar, ano após ano, bastante mais do que o que se tem, eles conseguem fazer crer que o problema foi não se ter gasto o suficiente. Quando se sabe que a dívida tem origem em empréstimos consecutivos para tapar rombos nas contas e em financiamentos de grandes projectos, eles fazem crer que a crise é problema do “neo-liberalismo”.
    Esse “neo-liberalismo” que, nunca tendo sido governo, nunca tendo advogado gastos desmedidos em relação à riqueza produzida é, afinal, causa desses problemas. E, no meio de teorias de conspiração internacional, dos EUA a querer aniquilar a UE e o Euro (de quem dependem umbilicalmente) e com agências de rating no papel de James Bond, lá se vai varrendo as culpas do socialismo para debaixo do tapete da vergonha.
    Uma grande parte dos socialistas da praça, por mais que o tentem esconder, não conseguem evitar demonstrar saudades do delfim Sócrates. O menino d’ouro do socialismo keynesiano e do progressismo social.
    É aqui que o delfim faz falta. Como perfeito mensageiro da ilusão, como profeta da fé keynesiana que consegue fazer crer que os gastos desmedidos não são dívida, mas investimento, e que os mesmos trarão emprego, riqueza e desenvolvimento para o país, Sócrates é o elixir perfeito para qualquer socialista de ressaca.
    O paraíso está ali ao virar da esquina. Onde? Quando?
    Não se sabe, mas se tudo correr bem e os credores e os contribuintes (de onde vem o dinheiro) cooperarem e não complicarem com exigências ridículas – como duvidar do retorno da aplicação do seu capital – tudo correrá pelo melhor.
    Nisto, Sócrates foi e é o melhor. É o perfeito emulador da fé socialista.
    Sim, fé. Ou o que se pode chamar a uma crença de que, repetindo os mesmíssimos erros do passado, se chegará desta vez, não se sabe bem como, a um resultado diferente?
    O socialismo é uma fé por direito próprio, e uma bem potente por sinal. Por mais vezes que tenha sido provado impossível, continua a veicular uma mensagem de felicidade e sucesso fácil, não especificando nem o preço a pagar pela mesma, nem o tempo que ela durará.
    Mas se há coisas que a história, sendo cíclica, ensina, é que as utopias nunca chegam, e o caminho proposto para as atingir acaba sempre por, mais tarde ou mais cedo, por se desmoronar.
    Por isso, por mais que muitos espíritos insistam viver – como num recente filme – em sonhos dentro de sonhos dentro de sonhos, já órfãos da realidade de que estão somente a dormir, os pragmáticos saberão sempre que a felicidade e o sucesso não são dados de mão beijada e desconfiarão sempre de quem se propuser a conquistá-los, sem preço, em seu nome.
    Poderá não ser uma vida perfeita, mas, livre de destinos pré-fabricados, será uma vida real e, acima de tudo, auto-determinada.

    Luis Pedro Mateus

  6. … paulo portas é um charlatão…e como tal tem sucesso no mundo merdiático…merece-o… é a sua arte…uma arte própria para charlatões…

  7. Ó Luís Pedro Mateus sabes o qual é a diferença entre fantasia e realidade?
    FANTASIA é eu pensar ter a minha reforma completa aos 65 anos.
    REALIDADE é a presidente da assembleia da república ter a reforma dela aos 42 anos.

  8. O varredor de feiras que, na oposição, não perde uma oportunidade de explorar a demagogia mais baixa e de suscitar os medos mais irracionais, ousa agora falar contra o espírito de facção e de partido. O desplante do peralvilho! Seria ridículo, se não metesse asco.

    Portas tem, como o colega Passos, aquele doentio tique da direita, que quando está no poleiro se julga com direito a unidade nacional. Macaqueiam o Botas que, chegado ao poder, a primeira coisa que fez foi criar a União Nacional e ilegalizar o “espírito de facção”.

    O velho sonho acordado de governar sem oposição repete-se. Espero que os portugueses tranformem esse sonho num pesadelo.

  9. Já há comentadores demais a fazer referências a Salazar,

    E, quem se lembra mais do botas é precisamente aqueles que se dizem (ou fingem) mais alérgicos à ideia.

    Ai que porra!

  10. Era só para dizer ao Luis Pedro Mateus que outros também ouvem, lêm e recebem nas caixas de correi electrónico o mesmo que ele.
    depois é fazer o contraditório com os dados reais. ainda um destes dias o INE divulgou dados sobre o 3º trimestre. mas também divulgou dados de diferente natureza relativos a 2006, 2007 2008, 2009, 2010. assim como o eurostat e outros organismos internacionais.
    e já agora é bom que se saiba qual é a função última dos estados; bem-estar e segurança.

    porque paises com divida externa controlada não faltarão:desde o luxemburgo ao sudão do sul, somália, etiópia etc..

  11. “É um erro trágico se o país agora destruir o cluster das energias renováveis”. Quem o afirma é António Costa Silva presidente executivo da Partex Oil and Gas, a companhia petrolífera da Fundação Calouste Gulbenkian.

    também será um órfão socialista, desprovido de racionalidade?

  12. não era o paulo portas que na oposição bramia contra o governo de socrates por causa do preço dos combustiveis? agora nada diz nem faz deve ser porque ainda não se apercebeu por andar muito atarefado a passear.

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