1. Este governo apregoou que não ia desculpar-se com o anterior para justificar medidas duras. Mesmo assim, já fez algumas tentativas e continua (ver aqui e aqui). Não resultaram. Não tem nada a apontar, não foram descobertos quaisquer esqueletos nos armários.
Não se está mesmo a ver que a ideia é mostrarem-se os campeões dos bons princípios, ou seja, levar o povinho a pensar que muito haveria a apontar (embora seja mentira) e que só não o fazem porque assumiram um princípio e o respeitam?
2. A propósito das diferenças (para o triplo) entre os salários dos motoristas ao serviço de Passos e dos motoristas ao serviço de Francisco J. Viegas, lê-se no DN: “Fonte oficial da Cultura classificou o cenário como “normal”, de acordo com “uma uniformidade de critérios”, que pode não ter sido seguida pelas restantes pastas quando forneceram os dados”. Ler notícia aqui
Que critérios? Quer isto dizer, se bem entendo, que os motoristas de Passos ganham mais e que a informação publicada sobre os seus salários é falsa?
3. O papa resolveu puxar as orelhas a D. Policarpo chamando-o ao Vaticano, por ter ousado afirmar que “não há obstáculos teológicos à odenação de mulheres”. Ler aqui
Parece que já não é a primeira vez que o cardeal-patriarca se manifesta nesse sentido. A questão só me interessa do ponto de vista sociológico e cultural, note-se. Mas mesmo assim gostaria de saber o que lhe aconteceria se tivesse mantido a sua opinião?

