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Touché

«Numa intervenção no primeiro dia do debate da proposta do Orçamento do Estado para 2023 (OE2023), no parlamento, Catarina Martins afirmou que este é um "mau Orçamento", levando a que "quem vive do seu trabalho" irá "empobrecer".

"A direita faria igual", disse a coordenadora do Bloco de Esquerda (BE), depois de minutos antes ter considerado que com a proposta orçamental o Governo "está a premiar quem ganha e está a deixar que quase todos empobreçam".

Em resposta a Catarina Martins, o primeiro-ministro salientou que desde o Orçamento do Estado de 2021 que o BE considera que os orçamentos apresentados pelo executivo são de direita.

"A cegueira do ódio ao PS é tão grande que a deputada até consegue estabelecer uma equivalência entre um aumento menor de pensões do que aquele que propõe com o corte de pensões que a direita fez enquanto governou", disse.»


Fonte

Uma fraude intelectual a denunciar outra fraude intelectual

«O político e historiador José Pacheco Pereira acusou, este domingo no programa da TSF e CNN "O Princípio da Incerteza", a Iniciativa Liberal de "fraude intelectual" depois de o partido ter feito uma publicação no Twitter em que compara José Sócrates a Liz Truss, afirmando que os dois governantes tiveram em comum uma política de "despesa pública descontrolada". "Este tipo de argumento é de uma enorme desonestidade porque a bancarrota de Sócrates não tem nada a ver com as razões que levaram a primeira-ministra inglesa a abandonar o governo numa situação de desgraça."»

Fonte

Nunca existiu “a bancarrota de Sócrates” por duas inegáveis constatações: primeiro, Portugal não entrou em bancarrota sob um Governo de Sócrates; depois, o pedido de resgate em 2011 é da responsabilidade de quem chumbou o PEC IV.

Mas repete-se “a bancarrota de Sócrates” por duas sórdidas motivações: primeiro, a direita portuguesa desde Cavaco é decadente e traidora do interesse nacional; depois, a força política de Sócrates explica o ódio que o persegue desde 2004, havendo um culto obsessivo do seu assassinato de carácter.

Pacheco Pereira não pode dar lições de honestidade intelectual a ninguém. Porque ele é, dada a sua preparação teórica e a soberba da pose, o mais importante caluniador na política-espectáculo.

Só se desilude quem se ilude

"A minha maior desilusão foi ver que havia uma excelente oportunidade para resolver algumas questões no plano imediato que se colocavam ao povo e ao país e essa oportunidade foi perdida, na medida em que se isso se tivesse concretizado Portugal hoje estaria melhor."

Jerónimo de Sousa

Este amigo tinha conseguido que o Governo aceitasse várias das exigências do PCP para o Orçamento de 2022, assim mantendo as políticas executivas no lado esquerdo do centro. Porém, lá na Soeiro Pereira Gomes acharam que o papel do Governo devia ser o de papar tudo o que eles tinham cozinhado. Como o Governo lhes disse que já estava cheio, muito obrigado e bute lá apertar as mãos para ir ao trabalho, os iluminados cientistas da História decidiram que a melhor defesa dos interesses do Povo seria juntarem-se ao Chega, CDS, PSD e BE para chumbar o Orçamento logo na generalidade, uma estreia em democracia e uma absoluta recusa na continuação das negociações. Logicamente, porque se tratava de um Governo minoritário, o resultado inevitável seria a abertura de uma crise política que obrigava a eleições no meio de uma pandemia. O bom Povo amante da “política patriótica e de esquerda” que resolvesse o imbróglio nas urnas. E ele resolveu.

Jerónimo não é estúpido, antes tendo sido uma das mais apreciadas e respeitadas figuras políticas nacionais até aos idos de Fevereiro do corrente. Mas Jerónimo fica estúpido quando a hipocrisia a que está obrigado esfrangalha o seu respeito pela nossa inteligência. O Povo que alega defender merecia muito melhor.

Revolution through evolution

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Patients believe in psychotherapy more when practitioners demonstrate warmth and competence
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Forgetting is natural, but learning how to learn can slow it down
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Our brains use quantum computation
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Dominguice

Saímos da escolaridade obrigatória na posse de conhecimentos dispersos, superficiais, mal amanhados. Informações transmitidas e capacidades formadas através da lotaria dos talentos pedagógicos dos professores. A lógica dos programas até ao 12º ano está ao serviço da continuação da aprendizagem, seja na academia ou no ensino técnico. A lógica não está na cidadania, não está na aprendizagem da Constituição, não está na politização dos alunos infantes e adolescentes.

Ou seja, a escolaridade obrigatória não ensina ninguém a usar e a querer o poder. Isto perpetua as desigualdades e atrofia a liberdade, pois os berços das oligarquias são escolas de poder. Isso talvez seja o principal factor de empobrecimento do País.

O Presidente da República como chefe de facção

Como o nosso amigo F Soares aqui assinala, Marcelo excluiu da representação presidencial todos aqueles que abominam, detestam, não gramam ou meramente antipatizam com Passos Coelho: Foi assim:

«"Eu falei para dizer o seguinte, o país deve-lhe, porque deve mesmo, aquilo que fez durante a crise da troika e que é um ativo politico para o futuro. Tenho dito isto a muita gente, é a minha opinião como Presidente da República portuguesa, dizer em voz alta o que muitos portugueses pensam", afirmou hoje Marcelo Rebelo de Sousa, em Vila Nova de Gaia, Porto, à margem de um encontro de magistrados. "Em relação ao doutor Passos Coelho, como em relação a muitas outras pessoas da vida portuguesa, falei como Presidente da República, não falei como Marcelo Rebelo de Sousa", insistiu.»

O episódio não pode ser catalogado como uma marcelice típica, ou a continuação da diversão para escapar à vergonha da sua postura perante os abusos sexuais na Igreja Católica, ou como alguma jogada estratégica de longo alcance por causa de putativos candidatos presidenciais. Nada disso. Desta vez o homem voltou ao assunto porque Passos resolveu achincalhá-lo em público, coisa em que o Expresso alinhou. Vai daí, sentiu a necessidade de se defender, e para o fazer voltou a abusar do cargo que ocupa.

Desde quando é que um Presidente da República tem de “dizer em voz alta o que muitos portugueses pensam”? Que caralho de sofisma inane é este? Mas vamos admitir que sim. Então, como é que Marcelo fez o cálculo das opiniões dos portugueses acerca de Passos? Não fez, óbvio, mas se fizesse qual seria o resultado previsível? Diz o bom senso, ou o mero senso comum, que apenas uma mínima minoria subscreve o panegírico cuja primeira versão até deu para o delírio de convocar Merkel. E diz a História que, não fosse por exclusiva responsabilidade de Passos, a “crise da troika” teria sido evitada, que milhões de portugueses teriam sido poupados a esse período de destruição económica e de punição social com a aprovação no Parlamento do acordo feito em 2011 com a mesma Merkel agora usada para vender banha da cobra.

Este número inacreditável vai ser abafado por toda a gente. Porque o que revela, e estabelece, é a violação do juramento solene do Presidente da República Portuguesa.

Montenegro, abrindo o futuro com o seu dom profético

Presidente do PSD prevê que Costa vai “atrapalhar-se, tropeçar e passar um testemunho em piores condições”

A direita não precisa de ter boas ideias, daquele tipo que suscitam boas discussões por despertarem a esperança de alcançarem bons resultados. Nada disso. Do que a direita precisa, avaliando pelo gasto, é de más ideias, como as da Iniciativa Liberal, ou de péssimas ideias, como as de Ventura, ou então de ausência de ideias, como acontece ao Montenegro.

E consta que a este senhor, no PSD, vai seguir-se o fantástico Moedas. Isto, claro, para ir entretendo o pagode até à manhã (ou talvez noitinha) de nevoeiro cognitivo em que se anunciará o regresso apoteótico (quiçá apocalíptico) de Passos.

O sensacionalismo e o alarmismo compensam

«A ex-ministra da Justiça Francisca Van Dunem alertou hoje que a repetição “exaustiva” de imagens de violência nos média gera uma perceção errada de insegurança, num país onde a taxa de criminalidade é baixa.

“O estado de segurança, que é real e objetivo [a criminalidade violenta e grave diminuiu mais de metade nos últimos 10 anos], não é percecionado por uma grande franja da população e, sobretudo, não é assim percecionado pelas camadas mais idosas e mais frágeis da população”, afirmou a antiga governante, que falava numa sessão das Conferências de Coimbra, dedicada à segurança urbana.

Para Francisca Van Dunem, o desfasamento entre a realidade e a perceção terá como base a forma como a comunicação social aborda o crime e a violência.

“A verdade é que a repetição exaustiva, por vezes ‘ad nauseam’, de imagens de violência e relatos de violência podem gerar sentimentos de insegurança tão profundos como a própria vivência de uma situação de violência, porque o medo tem um potencial de desestabilização autónomo”, notou.

A discursar no Convento São Francisco, em Coimbra, a ex-ministra realçou que o crime “hoje vende” e acaba por ser “um produto de utilização intensiva nos meios de comunicação tradicionais”.

“Agora que estou reformada, tenho feito a experiência de observar alguns canais de televisão e devo dizer que a experiência de algumas horas – um dia é pesado – dedicada a observar a programação de canais de televisão em sinal aberto é, de facto, uma iniciação a um mundo paralelo e, sobretudo, uma triste descida a um universo de irresponsabilidade”, vincou.

Segundo a antiga governante dos executivos de António Costa, apesar de ser necessário “criar programas de prevenção criminal”, nenhum desses instrumentos será eficaz se não for possível “aproximar a perceção das pessoas da realidade vivida da realidade que lhes é criada justamente por esta bolha”.

“É preciso trabalhar na prevenção com os responsáveis dos órgãos de comunicação social, no sentido de criarmos uma articulação mais eficaz entre o direito de informação e o dever de informar e as exigências de paz e de tranquilidade sociais”, defendeu, sublinhando que o clima de medo gerado pela forma como a violência e o crime é retratado nos média acaba por também cercear a liberdade dos cidadãos.»


Francisca Van Dunem alerta para a repetição “exaustiva” de imagens de violência nos média

Marcelo, o Catavento

«Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, disse este sábado, em Amarante, que o país ainda "deve esperar muito do contributo" do antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho.

"Sendo tão novo [Pedro Passos Coelho], o país pode esperar, deve esperar muito ainda do seu contributo no futuro, não tenho dúvidas", afirmou aos jornalistas, observado que a "resistência" do ex-chefe do Governo no período da troika é reconhecida dentro e fora de Portugal.

"O país deve, num período muito difícil de crise na troika, ao primeiro-ministro Passos Coelho, uma resistência, que ainda há dois dias pude ouvir ser elogiada pela boca da então chanceler Angel Merkel. Portanto, é reconhecida cá dentro e reconhecida lá fora, é um facto", acrescentou Marcelo Rebelo de Sousa.»

Marcelo diz que “país deve esperar muito do contributo de Passos Coelho”

Estas declarações só não causam escândalo nem vergonha alheia porque o próprio Passos se deve estar a rir alarvemente com a miséria política da chachada presidencial. Marcelo teve de apelar aos fanáticos do passismo, onde se inclui Ventura e quem o apoia e financia, para encontrar pé depois de ter metido tanta água na questão dos abusos sexuais na Igreja Católica. É agora um farrapo moral, sem pejo de envolver neste número circense a tal Merkel que fustigou Passos por causa da irresponsabilidade – nacional e europeia – de ter chumbado o PEC IV só para abrir uma crise política que obrigasse a eleições.

Revolution through evolution

People who viewed sex as a leisure activity enjoyed more, better sex during the pandemic
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Are women really better at finding and remembering words than men?
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Children who tell blunt truth, as opposed to lying, are judged more harshly by adults
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Early self-regulation boosts children’s educational success
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Positive childhood experiences of blue spaces linked to better adult well-being
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New survey: 91% of parents say their family is less stressed when they eat together
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Social media polarizes politics for a different reason than you might think
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Dominguice

Não se escapa ao tribalismo. O mesmo mecanismo que garante a nossa sobrevivência, essa confiança inata dos animais acabados de nascer em relaçâo às criaturas que lhes dão calor e alimento, é o que nos leva para vieses cognitivos de protecção daqueles com quem nos identificamos e do que calhar acharmos que somos numa dada situação ou momento. O feio que amamos bonito nos parece; logo, bonito é. A nossa sardinha merece mais a brasa do que as sardinhas dos outros; ai dos outros que a puxem para as deles. E quem parte e reparte, etcétera e tal. O tribalismo acaba invariavelmente no mais encardido egoísmo.

Nada a fazer? Ao contrário, tudo por fazer. Sempre e sempre. Porque não é possível deixarmos de ter identidade, identificações, pulsão identitária. Podemos é escolher uma nova identidade — ou uma identidade nova, alérgica ao tribalismo e inimiga do egoísmo.

18 anos a perverter a Justiça

É o fim de uma era no ‘ticão’: o superjuiz Carlos Alexandre já formalizou candidatura a desembargador

18 anos em que a direita usou este juiz para judicializar a política e politizar a Justiça. Há 18 anos começava o caso Freeport. Alguém que faça as contas ao rácio entre as capas no esgoto a céu aberto que o senhor gerou e protagonizou versus os resultados dos processos que visaram figuras ligadas ao PS. É um monumento vivo do Portugal que está nas mãos das oligarquias decadentes.

Uma garrafa de água contra o putinismo

Putin disse que a resposta à explosão na ponte de Kerch foi o bombardeamento de edifícios civis e dos próprios civis que lá estivessem dentro ou nas imediações. O horário da destruição e matança foi também escolhido para apanhar a população a preparar-se para sair de casa e na rua. Que pensam os putinistas destes actos?

Eles aprovam e saúdam. Porque os putinistas estão preocupados é com o custo de vida e o apocalipse nuclear. Tudo o que seja para varrer os ucranianos do mapa merece o seu apoio. Eles sabem que Putin tem a mentalidade de uma criança mimada de 3 anos a quem não se pode tirar o brinquedo nem obrigar a comer a sopa porque o miúdo desata a escaqueirar as loiças e a mobília. No caso do presidente da Rússia, apetece-lhe ficar com umas partes da Ucrânia, ou mesmo com o território todo, ele depois decidirá conforme acorde bem ou mal disposto. Se tiver sucesso, é como se descobrisse a pólvora num tempo em que só há fisgas.

Será este menino homem o suficiente para levar a sua Rússia, e o resto do mundo, para o Armagedão? Os putinistas garantem que sim e trabalham diariamente para o evitar através de gongóricas e dementes teorias da conspiração acerca da culpa do “Ocidente”, da “América” e da “Europa” (não necessariamente por esta ordem) a respeito dos aborrecimentos e irritações que o Sr. Putin está a ter por causa da resistência ucraniana. A intenção é a de convencer as populações, para que estas convençam os seus Governos, de não valer a pena mandar mais armas para a Ucrânia se o preço a pagar for uma Hiroshima em cada capital dos países da NATO. Dá que pensar, né?

Ora, Andrei Kozyrev, que foi uma alta figura política no tempo da União Soviética e ministro de Gorbatchov, tem aqui um delicioso apontamento acerca dessa magna questão: Ex-Russian foreign minister lists Putin’s 3 major miscalculations. Refiro-me à passagem em que ele recorda qual é a marca da água que se põe na mesa para Putin beber nas reuniões no Kremlin, assim como o seu gosto por fatos “ocidentais” e ainda a sua condição de pai não se sabe de quantos filhos.

Claro, ao Vladimir poderá, apesar destas facetas dúplices (afinal, humanas), ainda lhe dar para querer destruir o seu país e mais uns quantos dada a natureza caótica da realidade, só que tal não é provável. E ainda menos provável seria que os russos o deixassem consumar a loucura máxima.

Costa, garante do regular funcionamento das instituições

As declarações de Costa sobre Marcelo – “Total solidariedade” com Marcelo. Costa lamenta “interpretação inaceitável” das palavras do Presidente – prestam-se a serem interpretadas cinicamente, vendo-se nelas um aprisionamento, ou diminuição, da autoridade do Presidente sob a capa de uma solidariedade institucional e política. E por boas razões.

Porém, acho mais curial (pun intended) ver nelas o alarme de Costa perante a súbita explosão política e mediática contra um “mais alto magistrado da Nação” que não está, factualmente, à altura do cargo. O episódio do telefonema para o bispo Ornelas, que conseguiu ser absorvido pelos sistemas político e jornalístico com vista a proteger Marcelo, tornou-se a bomba atómica que rebentou perante mais um momento insano do Professor: suscitar a percepção de que desvalorizava os denunciados abusos sexuais na Igreja Católica portuguesa. Para quem goza do prestígio de se considerar na política nacional como umas das figuras mais inteligentes e mais bem preparadas intelectualmente, excepcionalmente tarimbada na comunicação com o público, a qual se sabia sentada na boca do vulcão após as falhas gravíssimas das últimas semanas que protagonizou, a comparação que lhe ocorreu bolçar com os números de outros países escapa a qualquer lógica benéfica para o que está em causa. Quando o que havia a fazer era lamentar a existência de suspeitas, louvar a coragem dos que as denunciaram, pedir implacável investigação e eventual punição, e apelar a que outros casos ainda não denunciados sejam transmitidos às autoridades, estar a verbalizar que o número não lhe parecia “particularmente elevado” foi demais para a perplexidade e desgosto acumulados na sociedade.

Costa, um líder medíocre (mas o melhor que temos actualmente, a uma distância infinita da concorrência), está a ser o bombeiro de serviço por patriotismo e responsabilidade governamental. É ele, e só ele nesta situação, o verdadeiro garante do regular funcionamento das instituições. O Palácio de Belém foi consumido pelo ardor de uma pessoa que prefere ser mais católica do que estadista.

Laurinda e Marcelo entram um bar…

Nós vemo-los e queremos demiti-los. Não sabemos é como fazê-lo.

Não sendo nem um nem outro estreantes na asneira, hoje foi um dia particularmente falhado para estas duas pessoas. Um desastre total.

Uma quer um desfile de pobrezinhos no centro de Lisboa e, depois da votação (imagino eu) sobre quem mais parecia mesmo mesmo pobre,  um piquenique no parque Eduardo VII, provavelmente com direito a champanhe para os vencedores. E mais não me ocorre dizer.

O outro diz que até foram poucas as crianças abusadas pelos padres, apenas quatrocentas, isto depois de ter telefonado, uns dias antes, ao bispo Ornelas avisando-o de que estava a ser investigado por encobrimento, uma atitude que pode configurar um crime.

Laurinda Alves não tem a noção de muitas coisas fundamentais, como a dignidade das pessoas, e Marcelo fala e viaja de mais, não lhe estando a fazer bem nenhum, nem a nós, e muito menos aos objectos das suas tiradas, estas duas actividades, particularmente intensas nos últimos tempos.

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