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Vitória

avançar portugal juntos conseguimos sócrates

Soares é fixe. Mas Sócrates é bué da fixe. Repare-se como se esteve a marimbar para a anomalia protocolar de falar antes de Portas. Só ele deixaria tal acontecer. Porque só ele, dos actuais líderes, é verdadeiramente um líder por vocação e talento. Depois, voltou a reduzir Louçã ao monte de merda que Louçã é. Até Ferreira Leite esteve melhor, muito melhor, do que o Anacleto do partido dos professores. Um partido tão ao mais parolo do que o parolo do Fazenda, feito que ultrapassa o impossível. Um partido que levou com outro sermão do Louçã, desvairado com a espectacular derrota que o BE teve nestas eleições. Acontece cada vez com mais frequência: Louçã debita sentenças, numa logomaquia imparável, e a malta afunda-se nas cadeiras, acabrunhada. Os pregadores só estão bem no púlpito, castigando os males infrenes.

Há uma simetria exactamente oposta entre BE e PS. O BE aumenta votos e deputados à fartazana, e ultrapassa o PCP, mas não consegue condicionar a governação. Pior, vê um pequeno partido da direita ficar à sua frente. Fodido para quem se sonhava chefe da oposição e prestes a passar o PSD. Já o PS perde votos e deputados à grande e à francesa, ficando com um Parlamento esquisito. Todavia, o PS foi decididamente escolhido para governar. Por quem? Pelo povo unido. Cidadãos unidos contra os pulhas que tudo (mas tudo!) tentaram para emporcalhar e corromper estas eleições. Foi bonita a resposta, pá.

Sócrates, no discurso de vitória, falou várias vezes nos independentes. É por aí que se deve ir. E também chamando muitos dos que estão afastados da política por razões diversas, mas que todas radicam na falta de identificação com a comunidade. Juntos conseguimos trazê-los à Cidade se dermos sentido à sua independência. Assim juntos, em liberdade, somos Portugal.

Em Madrid já passa das 8

Já podem anunciar quem ganhou em Madrid, é legal. Entretanto, voltei a cruzar-me com Jaime Gama e esposa, minha antiga professora de Português nessa mesma escola onde agora se vota. Da última vez, não lhe dei sorte nenhuma.

Mas votar é uma romaria. Tantas caras que não se vêem nem se esquecem, tantas memórias. Assim vai a nossa fome de sermos comunidade e estarmos em festa.

Marafado

Quando, finalmente, for possível fazer perguntas ao Presidente da República, haja algum jornalista que queira saber qual a razão para se ter anunciado a visita do Papa com tanta pressa que até a Igreja portuguesa foi espezinhada. É só o que eu gostava de saber. Quanto ao Lima, não tenho curiosidade. O Zé Manel já confirmou que Cavaco é o mandante da conspiração, não tendo sido desmentido pela Presidência, pelo que o assunto apenas espera o seu inevitável desfecho.

Navegar é preciso

A presente campanha foi uma das melhores e mais entusiásticas de sempre. Eis o que há de mais revolucionário para dizer nos dias em que os revolucionários se aliam aos reaccionários e se afundam ambos numa depressão colectiva. E é também verdade nessa dimensão em que passamos por um período de convulsões inauditas na política nacional, com a decadência atroz do PSD, o crescimento imparável do BE e um PS que ousou combater o salazarento marasmo económico e social. Sócrates tornou-se o alvo obsessivo e delirante para a fúria da direita e da esquerda, que despejaram as armas que tinham, mais as que pediram emprestadas, em cima dele. Agora, até a Presidência da República se juntou à festa, cumprindo-se, para lá da conta, a profecia do Pacheco quanto a irmos viver tempos interessantes. É um rapaz bem informado, este marmeleiro.

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Não votes PS

a minha família jamais votará ps

Se pedes reformas mas protestas quando são feitas, se chamas arrogância à impaciência e indignação frente a mentirosos, se preferes o Portugal bacteriologicamente castiço pré-ASAE, se lamentas ir jantar fora e ter de voltar a casa sem o fumo dos outros nos pulmões e na roupa, se achas que o controlo do défice é uma tanga para te roubarem, se acreditas que a política de educação tinha como objectivo maltratar os professores, se acreditas que Sócrates insultou as professoras, se exploraste a iliteracia e a doença para boicotar o excelente trabalho de Correia de Campos, se te estás a cagar para o que foi feito na área das energias renováveis, se não percebes patavina da política externa deste Governo, se odeias o Código do Trabalho mas nunca o leste nem sabes quais os seus objectivos, se ignoras o salto tecnológico e científico que resultou do investimento estratégico nestes 4 anos, se pensas que Sócrates devia ter ficado agarrado a promessas feitas na campanha de 2005 que iriam contra o interesse nacional, se preferes que o Estado seja desleixado a cobrar impostos, se não dás valor ao que aconteceu economicamente em Portugal até 2008, se ignoras que a pobreza diminuiu e a igualdade aumentou nesta legislatura, se alinhaste com os broncos que disseram mal do Magalhães, se querias ver Sócrates preso por causa do Freeport mesmo sem ter sido arguido, se tens informações novas acerca da sua licenciatura que a investigação não chegou a descobrir, se conheces alguém que esteja em condições de provar ter havido ilegalidades nos projectos que assinou na Covilhã, se papaste a tanga de que Sócrates teve alguma coisa a ver com o fim da peixeirada na TVI, se consegues ler os editoriais do Zé Manel, se admiraste o carácter de Louçã quando disse que Sócrates telefonou à Joana para lhe oferecer jóias e peles, se tens a certeza de que Sócrates é mais trafulha do que tu (e não tens, pois conheces-te de ginjeira) ou se és o gajo armado em parvo que aparece na fotografia, não votes PS.

Quem nos protege de Cavaco?

O Presidente da República dialoga connosco através do Público, Correio da Manhã, Sol, Expresso e alguns comentadores de televisão. Nesta semana, o esforço foi o de abandonar a tese das escutas e apostar tudo na da vigilância. Porquê? Porque as escutas de Agosto berraram, era um enorme berbicacho estar a plantar microfones falsos em Belém, mas já com as vigilâncias é uma maravilha, não tem como falhar: qualquer camurço que vá comprar pastéis de Belém é um potencial vigilante do Palácio. E então se calhar sentar-se numa mesa para onde não foi convidado, temos a ala maçónica do SIS no apertar do cerco.

Marcelo arrisca o futuro político para salvar Cavaco. É porque o assunto é sério e nada delicado. À medida que os sinais contraditórios e caóticos se acumulam, Cavaco vê crescer a probabilidade da sua demissão ou destituição. A única saída é aquela que Marcelo está a negociar, a qual passa por restringir o caso a uma suspeita de estrambólica vigilância que não teria tido conivência, sequer conhecimento, do Presidente. Eis o que quer dizer puxão de orelhas, como explica hoje o Sol: Lima não foi demitido, foi castigado. Se tivesse sido demitido, algo de grave se teria passado. Mas assim, ficando pelo responso, não se passa nada. Foi apenas uma facécia, uma irreverência estival e estouvada de assessor com demasiada cafeína no sistema. Tonteiras. Não se fala mais nisso, ok?

Conclusões. Por um lado, o vale tudo chegou à Presidência. Vamos votar com a campanha negra em alta a 24 horas da decisão. O que deixa ficar como suspeita se o vale tudo não terá tido lá origem. Por outro lado, Cavaco não nos respeita, nem respeita a Constituição. Até a segurança nacional se vê ameaçada, difamando-se os Serviços de Informação para obter ganhos políticos. Cada português que se defina perante as evidências. Entretanto, aquelas que eram umas eleições para a escolha de um novo Parlamento, são agora também as eleições para a defesa contra o mais insidioso ataque à democracia e ao Estado de direito de que há conhecimento em Portugal após o 25 de Abril. Vindo daquele que:

Como garante do regular funcionamento das instituições democráticas tem como especial incumbência a de, nos termos do juramento que presta no seu acto de posse, “defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa.

Isto anda tudo ligado

O secretário-geral do PS, José Sócrates, entrou hoje no penúltimo dia de campanha com o objectivo de travar excessos de euforia em consequência das sondagens, advertindo que as eleições só no domingo podem ser ganhas.

“Há para aí muitas sondagens, mas quero dizer-vos o seguinte: nenhuma sondagem ganha eleições. O que ganha as eleições é o voto dos portugueses”.

Os resultados de início de época tem entusiasmado os adeptos, mas o técnico não tira os pés do chão. Diz que a equipa «atravessa uma boa fase», mas que «ainda tem muito para crescer». «Sou um homem satisfeito, mas nem eu nem a equipa estamos realizados. Isto não é como começa, é como acaba», reiterou Jesus.

Pela primeira vez o índice de expectativa económica revela um sentimento positivo, desde que foi criado pela Marktest em Março de 1990.

Os portugueses revelam uma confiança moderada quanto à situação económica do país e das famílias no próximo ano, mais 30 por cento durante este mês de Setembro, do que em igual periodo do ano passado.

Faits-divers

Marcelo está a tentar negociar um armistício. Como Cavaco fez o que ele mandou, é Marcelo que põe e dispõe. É com Marcelo que devem falar.

Que quer isto dizer? Que nada mais do que Marcelo comunique aos portugueses deve merecer um grama de crédito. Dizer que o caso das escutas é uma tempestade num copo de água implica a anulação da racionalidade mesma com que o Estado se constitui. Não é possível conciliar a existência de uma provada tentativa de conspiração eleitoral com origem em Belém e o respeito pela Constituição. Marcelo, com estas declarações, acaba de comprometer a sua candidatura presidencial se ainda restar algum juízo no País.

Os conspiradores não vão parar. Quem chegou ao ponto a que chegou, e com tantos anos a fazer o mesmo, não se arrepende nem regenera, faz figas. E volta a tentar. Marcelo, ao apelar ao esquecimento e sensatez, ao atacar a vítima, escolheu o lado da corrupção da Presidência. Não se trata de uma escolha insensata, mas espero que seja punida. Não estamos condenados à pulhice e o respeito próprio, para mim, jamais será um fait-divers.

Centro, democrático e social

Numa entrevista à Sábado, 30 de Outubro a 5 de Novembro de 2008, Freitas do Amaral revela-se um ser exótico na política nacional. Selecciono três passagens:

Numa fase de desalento, no Caldas, em que já quer sair, Helena Roseta pede para ser recebida. Chorou. Ao longo da sua carreira política teve outros momentos em que tivesse chorado?

Nunca. Foi o único momento. Tive uma catarse, que não tinha tido antes, e veio tudo cá para fora. E foi um choro franco e aberto, não foi uma coisa contida. Mas consegui repor-me rapidamente. E o que ela disse ajudou-me, muito.

Mas quando apelou ao voto no PS em 2005 houve familiares que deixaram de lhe falar.

Sim. Há mais intolerância hoje do que nos primeiros anos do regime democrático em Portugal. Não se aceita que as pessoas se desviem do carimbo que lhes puseram. O Freitas é de direita, não pode estar num Governo PS.

Nunca lhe causou embaraço o facto de o seu filho Domingos dirigir uma revista masculina?

Não. Também já foi director da Maxmen, que era muito mais ousada em termos de fotografias de mulheres e eu nunca… Eu sou muito liberal. E não tenho nada a ver com isso. Fiquei foi muito chocado quando num tribunal, por causa de um processo por causa do nome da revista, um magistrado lhe perguntou: “O que é que o seu pai acha de você dirigir uma revista de mulheres nuas?” E ele respondeu: “Não sei, ele nunca mo disse e eu nunca lho perguntei.” Sigo com muito orgulho o percurso de todos os meus filhos.

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Epifania eleitoral

Finalmente compreendi. Fez-se luz. Andava perdido, confuso, perplexo, estupefacto. Com a dimensão e poder tentacular da campanha negra. Até que desceu sobre mim a serenidade contemplativa de quem volta a saber-se adentro de um cosmo regido pelas leis da causalidade.

A origem da peçonha é só uma: o PSD imagina que Portugal é um imenso BPN.

Asfixia social-democrática

cm rui teixeira ps chumba

O Correio da Manhã era, até há bem pouco tempo, o rei da manipulação da informação jornalística a favor do PSD, especialmente em período eleitoral. Tal distinção cabe agora ao Público, e nem se imagina como poderá ser destronado. Nesta campanha, todavia, o CM está em muito bom ritmo, tendo sido escolhido para a continuação da inventona ao publicar a falsa notícia da ida das secretas militares a Belém, mais as respectivas declarações do fontanário palaciano a preparar uma fuga, dizendo que nada tinha sido encontrado, mas a manter a campanha negra, sugerindo que algo poderia ter sido descoberto. Quanto à calúnia na imagem supra, é o deboche completo.

As pessoas que ousam atacar e denegrir as instituições supremas da República, que chegaram ao ponto de conspurcar a Presidência e difamar o Governo e os Tribunais, querem a derrota do PS e a vitória do PSD. Para estas pessoas, a política é um jogo sujo, só a conquista do poder importa. E essa, realmente, é uma cultura que cresce desaustinada no PSD e CDS, enquanto no PS encontra muitos anticorpos. O PSD é partido onde a imoralidade é virtude, o PS é um partido onde a justiça é compromisso. Só não vê diferenças entre as duas entidades quem imita o PSD para se fingir melhor do que o PS.

Não é de hoje esta batalha, é dos primórdios da democracia. E não tem fim à vista. Mas devemos provar aos pulhas que a casa não está a saque.

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Ler:

asfixia democrática na justiçaPorfírio Silva

AS COISAS COMO ELAS SÃOEduardo Pitta

De intriga se faz a campanha laranjaMiguel Abrantes

A carreira do juiz Rui TeixeiraSérgio de Almeida Correia

Semiótica de uma conspiração

Um dos mais caricatos aspectos das suspeitas de escutas e vigilâncias a Cavaco, seja por quem for, diz respeito a um singelo aspecto que ninguém refere: o Presidente da República Portuguesa é a pessoa que goza do mais forte e sofisticado sistema de segurança em Portugal. E não se trata só das equipas que estão, elas sim, em permanente vigilância contra as mais desvairadas ameaças. Trata-se também de todos os recursos policiais que o Presidente pode convocar a qualquer momento, incluindo a máquina militar. A ideia que os conspiradores querem passar, contudo, é a de que Cavaco é um senhor muito distinto e solitário, coitadinho, que vive num casarão em Belém onde a segurança é confiada ao jardineiro vesgo e ao podengo brincalhão.

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Benjamin on BE

Esta inteligência radical de esquerda nada tem a ver com o movimento operário. Enquanto manifestação da desagregação burguesa ela é, pelo contrário, o reverso da imitação feudal que o império admirou no tenente na reserva. Publicistas da esquerda radical, da estirpe de Kästner, Mehring ou Tucholsky, são a imitação proletária de camadas burguesas desagregadas. A sua função é a de produzir, do ponto de vista político, compadrios em vez de partidos, do ponto de vista literário, modas em vez de escolas e, do ponto de vista económico, agentes em vez de produtores. Agentes ou executores de rotinas que gastam muitas energias com a sua pobreza para do imenso vazio fazerem uma festa. Não seria possível alguém instalar-se mais confortavelmente numa situação desconfortável.

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Walter Benjamin, num dia em que lhe deu para descrever o BE in O Autor Enquanto Produtor

Circum-navegação da verdade

Se o Estado estivesse a distribuir Magalhães neste início do ano escolar, ou a anunciar qualquer tipo de actividade ou decisão positiva relacionada com eles, o PSD imediatamente acusaria o PS de escandaloso aproveitamento. Diriam que se estava a trocar votos por computadores inúteis e perniciosos, que as crianças eram usadas para lavagens cerebrais aos papás, que tinha sido para este momento eleitoral, e só para ele, que todo o programa Magalhães havia sido montado, que Sócrates era igual a Chávez. E diriam isto a berrar, histéricos e espumosos.

Como o Governo é responsável, este PSD miserável, vira-casacas, pulha, diz que o Governo está a falhar ao delegar para a próxima legislatura uma decisão quanto ao programa Magalhães. Ou seja, o PSD assume agora o papel de sindicato dos espoliados que estariam a ser privados desses maravilhosos e imprescindíveis aparelhos de aprendizagem, desenvolvimento cognitivo e elevação cultural. Cona da minha mãe, estes gajos são versáteis.

O que se escreveu contra o Magalhães, ao longo do tempo, é aviltante. Atacaram com ódio só porque foi um investimento genial. É também contra estes traidores a Portugal que se vai votar.

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Ler com muito proveito:

Vitória do Magalhães na hora da verdadeNik

ESCOLA EM TRANSEEduardo Pitta

Ainda está alguém ao volante?João Magalhães

O Magalhães é fantástico…Paulo Gorjão

MFL-PM (XII):Filipe Nunes Vicente

Freitas perguntou, Louçã calou

Freitas perguntou, Louçã calou*. Ou seja, Louçã não aceita o desafio e aproveita o ensejo para fazer propaganda eleitoral. O que se lê é, exactamente, o que tem vindo a ser repetido até hoje. O BE depende da indefinição ideológica, ou da sua ocultação. Muitos votantes neste partido não fazem a menor ideia do que estão a fazer com o seu voto, nem se preocupam pois apenas querem protestar. Este diagnóstico está batido, é uma evidência repetida por muitos.

Contudo, há um fragmento que vale por um Bloco. Consiste nesta frase:

O Governo Sócrates insulta as professoras.

As professoras. As professoras? As professoras?! É que não é gralha tipográfica ou sintáctica, Louçã estava mesmo a pensar nas professoras quando pretendia falar dos professores.

Acontece que o Ensino está cheio de mulheres. Facto. E que elas foram manipuladas para se manterem numa registo emocional, furibundo, neurótico. Facto. As manifestações exibiram o grau de violência afectiva a que se chegou, muitas declarações orais ou escritas não foram coisa diferente de testemunhos psicóticos. Os organizadores do combate nas escolas tinham as professoras no ponto de ebulição, bacantes preparadas para desmembrar a ministra sinistra e o pinóquio.

Os populistas e demagogos repetem velhas receitas. Porque resultam.

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* Muito obrigado tra.quinas