5 thoughts on “Para a História dos traidores à Pátria”

  1. A troica foi nada mais nada menos a prova provadíssima que a capital de Portugal deixou de ser Lisboa há uns bons anitos.
    Com mais ou menos molho, com jeitinho andamos aqui às voltas a mordermo-nos no próprio rabo, a disfarçar que ainda somos responsáveis de alguma coisa.

  2. Ah, o velho mito xuxa do PEC 4 – após o PEC 1, o PEC 2 e o PEC 3, o PEC 4 é que era! Qual a diferença, perguntam? “Talvez um ajustamento mais suave”, diz o Cassola. E há melhor: “talvez a Banca não tivesse sofrido tanto”! A Banca. A Banca não teria sofrido tanto.

    Basta isto para aferir a mentalidade, os interesses e as lealdades do Cassola. O que não falta são cassolas pelas universidades, pelos institutos e think tanks, pelos BCEs e BPs da vida. E a vida corre-lhes bem, ora se corre. O Constâncio é outro Cassola, mais premium.

    Outro Cassola é o Passolas, este menos sagaz, mas um lacaio ainda mais eficaz. Foi além da Troika? Pois claro que sim, nem o teriam trazido ao poder e deixado lá mais que uma semana se não fosse. Mas foi o 44 que mais enterrou o país e que abriu a porta à Troika. O PEC 4 do 44 seria mais do mesmo; e o país continuaria ‘governado’ por um mafioso reles e ruinoso.

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