Todos os artigos de Valupi

Não sejas piegas, imita o Viegas

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Ide

 

Ao explicar a descida da produção de riqueza nacional anunciada esta quinta-feira pelo INE, Álvaro Santos Pereira lembrou que «as previsões macroeconómicas são sempre sujeitas a um grau de incerteza que depende de circunstâncias externas».

«Nos últimos meses, é sabido que a economia europeia teve um comportamento bastante inferior ao que era esperado e por isso mesmo isso refletiu-se nas nossas exportações, ou seja, na procura externa».

Álvaro

tomar

 

Nunca o PSD teria permitido que o número de desempregados chegasse a 700.000!!! Teria criado de imediato medidas de incentivo à criação de emprego, tal como algumas que já propõe neste documento. Não estaria sempre a queixar-se de uma crise internacional onde todos os outros já estão a crescer.

Mas mesmo nestas condições tão difíceis como as que estamos a passar, existem diferentes caminhos que se podem seguir: o Nosso é o de conseguir, simultaneamente, responder a um programa de emergência social de forma a estar sempre ao lado dos mais desprotegidos (idosos, doentes, desempregados, famílias em risco social) e, simultaneamente, iniciar um processo de retoma de uma rota de crescimento na nossa economia, essa sim, geradora de confiança, riqueza, emprego e um futuro com esperança para os nossos filhos.

PROPÓSITOS E LINHAS ORIENTADORAS DO PROGRAMA ELEITORAL DO PSD – Eleições 5 de Junho de 2011

no cu

Francisco Assis comenta João Assunção Ribeiro

Uma governação de esquerda nunca poderá reclamar sucesso enquanto corporações e elites determinarem a realidade mais do que a legitimidade democrática o faz. Não vale de nada querermos submeter os mercados à política quando não conseguimos sequer submeter elites e corporações nacionais à política e aos políticos democraticamente legitimados.

Seguro salvou PS

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3. Infelizmente têm-se vindo a manifestar preocupantes sinais populistas na vida política portuguesa. Uns à direita e outros à esquerda. Uns na maioria e outros na oposição. Perturbam-me sobretudo, como é compreensível, aqueles que afectam o Partido Socialista. Quando vejo figuras do meu próprio Partido a acolherem o discurso protofascista do ataque às elites tenho razões para ficar preocupado. Muito preocupado até.

Público, 14 de Fevereiro

Foi você que deu emprego a este charlatão?

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Prépote

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Passos: «Há um exército de desempregados»

Passos Coelho diz que valor da taxa de desemprego é um sinal “evidente” da recessão

PSD acredita que flexibilização laboral vai reduzir desemprego

O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, defendeu hoje, sexta-feira, que Portugal precisa de “políticas activas de emprego mais profundas” e de “atrair mais investimento” para combater o desemprego, que considerou “uma chaga social muito forte”.

Os números agora publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) compõem o quadro de “tragédia a que o Estado social tem chegado”. É o presidente do PSD quem o afirma. Diante de uma taxa de desemprego de 12,4 por cento, Pedro Passos Coelho considera que o país está confrontado com “um valor muito grave” e que “tem tendência para se acentuar”.

PSD quer ajudar desempregados de longa duração e jovens

O candidato do PSD a primeiro-ministro repetiu que o PS beneficiou de uma maioria absoluta no primeiro mandato e da colaboração do PSD no segundo mandato, mas que Sócrates desperdiçou todas as oportunidades e falhou todos os objectivos. Pedro Passos Coelho quer um governo que volte a trazer ética e valores à política e que faça crescer a economia para criar emprego e reduzir o endividamento público.

Passos Coelho acusa Sócrates de não se preocupar com os mais de 700 mil desempregados

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Pós-pote

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Passos Coelho diz que desemprego deve aumentar e que previsões podem falhar

Chefe é chefe

Já sabíamos que o “Laboratório de Ideias” do PS esteve pensado para ser o veículo da promoção interna do Carrilho, assim mostrando aos socráticos que se deviam preparar para serem tratados abaixo de cão. A sonsice vingativa não correu bem, porém, tendo Carrilho de alegar uma estupidez qualquer para desistir do lugar. Agora, Seguro anuncia que o “Laboratório de Ideias” está cheio de chefes de família, que o Secretário-Geral é um chefe de família e que os chefes de família distinguem-se por fazerem contas à vida.

A facilidade, a genuinidade, a espontaneidade – aliás, o orgulho – com que Seguro se identifica com uma visão patriarcal da família é coerente com o culto de personalidade de que é o primeiro e mais entusiasmado militante. Tendo em conta que o homem afiança estarem dezenas, ou centenas, ou milhares de outros chefes de família a debitarem sentenças no “Laboratório de Ideias”, é altamente provável que ainda se veja este PS a defender que devem ser os maridos a decidir se as mulheres podem ir trabalhar ou estudar. Tudo em nome do corte com o passado que nos levou à bancarrota.

Votava neste

Candidato ao papado
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Ri. É um puto (65 aninhos). É brasuca. Deve ser um bom garfo. Daria um credível Frei Tuck num qualquer seriado da Globo. E tem o nome mais português de todos os nomes apontados como candidatos à sucessão de Bento XVI: João Braz de Aviz.

É exactamente desta fibra, e desta linhagem, que a Igreja Católica precisa para um novo fôlego de humanismo.

Cineterapia

Vai ver este filme
Lincoln_Spielberg

Vai ver este filme. Talvez seja o melhor Spielberg de sempre. Sem dúvida, o mais fordiano.

Vai ver este filme. Uma beleza. Ternura.

Vai ver este filme. Vem descobrir, ou celebrar, as mãos sujas de liberdade sem as quais a democracia não nasce nem vence.

Revolution through evolution

Men Married to Women With Higher Incomes More Likely to Use Erectile Dysfunction Medication
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Cupid’s Arrow: Light Shed On Laws of Attraction
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Playtime: Affectionate, Less Controlling Mothers Have Strongest Relationships With Their Children
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Men Are from Mars Earth, Women Are from Venus Earth
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The Brilliance of the Dog Mind
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Twenty-One Minutes to Marital Satisfaction: Minimal Intervention Can Preserve Marital Quality Over Time
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Targets of Bully Bosses Aren’t the Only Victims
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Why Norway Is Paying a South American Country To Not Cut Down Its Trees
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Mediocre Managers as Damaging as the David Brents of the Workplace, According to New Study
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Food on the Mind: 20 Surprising Insights From Food Psychology
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Having a Tony Stark in the Office Is Fine as Long as You Hire a Pepper Potts
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What Are Dogs Saying When They Bark?
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Study Finds It’s Better, Healthier to Give Than Receive

“Piqueno Livro Laranja” de Oliveira e Costa

Foi então que alguém disse, numa reunião qualquer, que o Sócrates andava a fazer quilómetros para os tascos e rulotes da Margem Sul em ordem a receber os envelopes castanhos com que andou a vender o Freeport aos bifes. Aquilo deixou-nos a pensar… envelopes… e logo dos castanhos… o sacripanta dum raio… Nisto, tive uma visão: sacos beges. Muitos. Grandes. Do tamanho das sacas de farinha de 50 quilos. Era genial: a malta só tinha de encher o saco no banco e despejá-lo em casa. E dava para reutilizar o mesmo saco uma série parva de vezes!

Era nestes pormenores que se via a nossa sofisticação e superioridade face aos foleiros do PS que nem roubar com pinta sabiam.

Capítulo 11, A Linha de Masssa

Seguro lava mais branco

Pode dar-se o caso de Seguro ter a estratégia certa; isto é, conseguir mesmo chegar a primeiro-ministro com este discurso onde camaradas seus com responsabilidades governativas anteriores sejam retratados como mentirosos e cobardes. Tudo é possível neste universo quântico. Mas os factos são os factos:

– Ninguém obrigou Seguro a candidatar-se a secretário-geral do PS na situação em que iria suceder a Sócrates e ficar condicionado pelo Memorando.

– O silêncio cúmplice com a direita a respeito do passado do PS que foi mantendo até 5 Junho de 2011, e o qual manteve até à presente crise interna, é algo completamente estranho e disfuncional, até aviltante, na história do partido.

– Ao permitir-se injuriar os “quatro últimos Governos” (??) por atacado, equivalendo os contextos e razões que levaram ao não cumprimento das promessas eleitorais respectivas, Seguro verbaliza o maior branqueamento que é possível fazer-se da golpada de Passos-Relvas utilizando o seu próprio partido como instrumento dessa operação.

Seguro repete, repete e repete que nada tem prometido porque é o único político em condições de carácter para cumprir seja lá o que for que venha a prometer quando chegar o tempo das promessas. Pelo meio, anuncia-se como mais um salvador que, com a sua transcendente coragem, vai finalmente fazer as reformas que mais ninguém conseguiria realizar.

Pois, nada disto mereceria o gasto de uma caloria ao cidadão apaixonado pela cidade não fosse o actual regime democrático estar dependente do PS para se sustentar num compromisso republicano onde impere a racionalidade e o bem comum. O que faz do PS um partido demasiado importante para ser deixado a sufocar afogado no poço sonso desta vexante liderança.

Socratopatia

Assim que Cavaco e Santana abandonaram o poder, em 1995 e 2005, não mais foram alvo dos extremados insultos e aversão que marcaram o seu exercício governativo. Puderam nos anos seguintes usufruir do espaço público sem sofrerem qualquer estigma ou perseguição oriunda da esquerda, sequer da extrema-esquerda.

Não é esse, jamais será, o destino de Sócrates. A caminho dos dois anos depois de abandonar o poder, o cerco continua. Provavelmente, não passou um único dia em que o seu nome não tenha sido invocado por um governante, deputado, dirigente partidário, publicista, jornalista ou participante popular numa qualquer rubrica de discussão aberta na comunicação social. E esta atenção em nada diz respeito a um balanço e discussão de boa-fé da sua actividade como primeiro-ministro, algo que a ser feito muito enriqueceria o debate político, e até a cultura portuguesa, fossem quais fossem os resultados. Nada disso. Quem fala em Sócrates obsessivamente pretende continuar a castigá-lo e a usá-lo como bode expiatório.

Há dois, e só dois, tipos de figuras que não largam Sócrates: os pulhas, que exploram as vantagens da constante e alucinada calúnia para efeitos de hipocrisia e alienação política ou para ganhos comerciais; os broncos, que são o fruto da miséria, tanto a económica, como a intelectual, como a moral. Tudo somado, é muita gente junta. As campanhas negras tiveram, e continuam a ter, sucesso – inclusive junto de militantes e actuais dirigentes socialistas! Para milhares, quiçá milhões, de portugueses já nada poderá resgatar o bom nome daquele político que foi alvo das maiores e mais ousadas conspirações que aconteceram em Portugal depois do 25 de Abril.

Veja-se o que aconteceu no Público: acaba de ir buscar ao Correio da Manhã, onde estava como peixe na água, o João Miguel Tavares. Este ser pertence a um grupo de profissionais da indústria da calúnia que depende de Sócrates para o seu ganha-pão e que tem no Pacheco Pereira o lendário mentor e perene inspiração. É claro que se adivinha haver ali algo mais, uma genuína perturbação mental. Contudo, eles trocam o seu ódio por dinheiro e, remédio santo, exibem-se em níveis óptimos de vitalidade quando invocam a diabólica entidade.

Neste mesmo Público encontramos uma brilhante pista para o diagnóstico da epidemia, pela mão de outra e celebérrima vedeta na indústria da calúnia:

Ninguém deve acreditar em coincidências, sobretudo quando os actos políticos têm como protagonistas políticos de apurado faro como provaram ser os “socráticos”.

Zé Manel, 8 de Fevereiro de 2013

É mesmo assim: se mete socráticos, não há coincidências. A realidade torna-se cristalina e, súbito, é tudo muito simples. O que há é perfídia, maldade e perigo para a gente séria. E quem serão os terríveis socráticos? É qualquer um que tenha sido visto a tomar um café com Sócrates, ou mesmo quem não berre pela prisão dessa gatunagem com os decibéis suficientes. É o Pedro Silva Pereira, obviamente, esse paspalho sem qualidades. É o Vieira da Silva, esse monstro que esmaga laranjas ao pequeno-almoço. É o temível Lello. É o prestigiado Ricardo Rodrigues, um líder que arrasta multidões sempre que não anda ao gravador. É o Costa, mas só caso se deixe contaminar pela presença de tão detestáveis parceiros. É a cona da minha mãe (juro). Mas, acima e antes de tudo, é quem apareça com “apurado faro“.

Percebe-se. Contra o apurado faro, não há perfume que consiga disfarçar o bafo putrefacto que emana de quem vendeu a inteligência à oligarquia.

Estado da oposição

Governo eliminou intencionalmente ligação à SLN

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Franquelim Alves: Nuno Melo não disfarça o embaraço

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Álvaro Santos Pereira invocou carta de 2 de Junho de 2008 para demonstrar que Franquelim Alves denunciou fraude do BPN.

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“Menos de um terço” das PPP são dos governos de Sócrates

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O regresso do TGV

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UTAO: Buraco na receita pode comprometer défice

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Sondagem da Eurosondagem para o Expresso e SIC relativa a fevereiro revela uma ligeira recuperação dos sociais-democratas e uma pequena perda dos socialistas.

“Piqueno Livro Laranja” de Oliveira e Costa

No princípio, éramos todos honestos. Com frequência diziamos verdades uns aos outros e até a alguns estranhos. Mas depois, com o passar repetitivo das estações, reparámos que o Constâncio nos estava a provocar com a sua passividade, com a sua indiferença. Isso magoou-nos muito, muito. Começar a roubar, e cada vez mais, foi a única forma que encontrámos para conseguir aguentar a dor.

Maldito sejas, Constâncio, que nos arrastaste para uma vida de luxúria e estadias prolongadas em Porto Rico.

Capítulo 22, Formas de Pensar e Métodos de Trabalho

Este Djaló é que é um ganda craque

“De facto a excisão não está no Islão e nos ensinamentos do Profeta Maomé também não vimos nada disso, até porque as filhas do Profeta, as filhas dos seus discípulos, não foram submetidas à excisão. Isto é um uso e costume de certas comunidades islâmicas”, declarou o imã Mamadu Aliu Djaló, da mesquita central de Bissau.

O imã Djaló, que é também o segundo vice-presidente do Conselho Superior dos Assuntos Islâmicos, defendeu que, com a adopção da Fatwa, “todos os líderes religiosos islâmicos” guineenses “sabem que devem abandonar esta prática”.

Líderes islâmicos proíbem excisão genital na Guiné-Bissau