“Piqueno Livro Laranja” de Oliveira e Costa

No princípio, éramos todos honestos. Com frequência diziamos verdades uns aos outros e até a alguns estranhos. Mas depois, com o passar repetitivo das estações, reparámos que o Constâncio nos estava a provocar com a sua passividade, com a sua indiferença. Isso magoou-nos muito, muito. Começar a roubar, e cada vez mais, foi a única forma que encontrámos para conseguir aguentar a dor.

Maldito sejas, Constâncio, que nos arrastaste para uma vida de luxúria e estadias prolongadas em Porto Rico.

Capítulo 22, Formas de Pensar e Métodos de Trabalho

12 thoughts on ““Piqueno Livro Laranja” de Oliveira e Costa”

  1. oliveira e costa, é um vigarista de alto quilate.dias loureiro queixou-se varias vezes da perseguiçao que o bp lhes estava a fazer,antonio marta que o diga… e este dignissimo ppd vem com esta conversa mole? que pariu este grupo de bandalhos,que soube dar benesses a pessoas ilustres deste pais.

  2. e que feliz que sou por assumir o que não percebo, ignhanha! :-)
    mas já que és sempre tão prestável no serviço comunitário, podias disponibilizar-me material, talvez o capítulo inteiro, o contexto, para eu fazer as minhas próprias pontes de riso e não me ficar só pelo riso que me provocam em descontexto. muito obrigada.

  3. obrigada, vi tudo e olha: funcionou como uma espécie de estratégia oblíqua de criatividade já que para o fim a que se destinam me parecem um pouco pouco criativos: devem ser óptimos, pela velocidade da pilha, para bater claras em castelo. desconfio que devem ficar mais suaves. :-)

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.