«De resto, para além de vozes insuspeitas como a de Paulo Mota Pinto, a AD ignorou o Parecer arrasador da Ordem dos Advogados ou estas palavras do Fórum Penal- associação de advogados penalistas: “em décadas de vigência do Código de Processo Penal nunca se sentiu necessidade de prever um duplo (ou triplo) andaime sancionatório deste género (taxa sancionatória excecional + multa específica por ato dilatório + remessa disciplinar). O Fórum Penal não ignora o mediatismo que algumas destas questões têm conhecido, mas não pode isso justificar um modelo legal que, em nome da celeridade e da luta contra as “demoras abusivas”, corre o risco de punir, sobretudo, a defesa legal, ainda que combativa, de quem menos pode”.
Por que razão insiste a AD em violar a Constituição e fingir que resolve problemas?»
«PJ faz cinco detenções e buscas na sede do PS. Investigados contratos de quase dois milhões de euros.
Um dos detidos é Duarte Moral, assessor de António Costa e de J.L. Carneiro.
A operação investiga um esquema de favorecimento associado ao Partido Socialista. Entre os crimes está o de prevaricação, assim como a “participação económica em negócio, peculato, abuso de poderes, burla qualificada, falsificação de documento e fraude fiscal qualificada”, adiantou a PJ.»
Perante isto, de que fala o volupi? Do 44, claro. A Dondoca Moreira denuncia uma questão real, a falta de ‘accountability’ dos juízes e dos procuradores – como já vimos, uma classe de chulos e encostados – que podem demorar-se à vontade; os prazos são só para os outros. Típico do Estado.
Mas isto só interessa realmente à Moreira e só é repetido pelo volupi porque ataca os seus maus da fita, os magistrados, e porque absolve o seu mártir, o 44. Como se este não fosse um dos ricos de que fala o artigo, os que “podem pagar multas, gerir os seus prazos”… e atrasar os processos.
Enquanto isso a casa xuxa arde mais uma vez: mais escândalos, mais mama, mais corrupção. A seguir vão culpar tudo na ‘direita’, claro: logo agora que o PS começava a subir nas sondagens, uma campanha negra! É sempre, sempre assim. Nunca é altura de investigar o PS. Este é sempre vítima.
Xuxas: é graças a vós que a direita, e a tão temida ‘extrema direita’, cresce em Portugal e em todo o lado. Porque vocês são chulos. Porque são corruptos. Porque desgovernam, porque arruínam, porque roubam. Porque são a pior escumalha desta partidocracia. E porque se dizem de esquerda.
MISTÉRIOS DOS ORGANISMOS
Sondagem mostra AD como terceira força e a dez pontos do PS. Dois terços desiludidos com o Governo
Megaoperação da PJ em Lisboa ataca polvo do poder autárquico do PS com detenções
A HORSE IS A HORSE OF COURSE OF COURSE
“Quatrocentos inspectores (e mais uma mancheia de outra gente, incluindo juízes) à procura de uns dois milhões de euros, supostamente desencaminhados (em 2022) é obra!”
Blog, Terra dos Espantos
Na tropa, um grupo de homens assim constituem um Batalhão; Como na “guerra Colonial” temos portanto um Batalhão de quadros superiores e super superiores numa operação de caça a uns dinheiros geridos há 4 anos 4 supostamente mal utilizados.
Estava na agenda; faltava a oportunidade.
Nestes casos especiais de espetacular manifestação de forças operacionais contra inimigos desarmados nunca há exigências por falta de meios e muito menos os meios são comeditos. Não levaram Patons, peças de artilharia 88, bazzookas, morteitos ou outro material pesado além de algumas pistolas, pois, não vá um tresloucado qualquer, perante tamanha devassa, armar uma zaragata dos diabos.
O Sócrates anda a marinar hà quase 20 anos, o Galamba e o Costa hà 4 anos sem sequer saberem qual a acusação que lhes corresponde. A um partido inteiro tão grande que até hoje em dia ia à frente nas sondagens, certamente a coisa vai durar e durar e vão passar muitos eventos públicos espetaculares, muitas notícias sonantes plasmadas, formigueiros de fugas de informação, plantados nos media centenas de títulos e milhões de letras em opiniões, sugestões e suposições.
Um batalhão de pessoas carregadas de pastas, computadores e telemóveis para devassar cuidadosamente vai ser mais um caso de “alta complexidade”, logo, com prazos não definidos mas tão somente, indicativos.
A direcção do PS já se pôs de cu pró ar. E o povo PS que vai responder a mais uma situação delicada de “ser ou não ser eis a questão “?
cheira a bosta!
«MISTÉRIOS DOS ORGANISMOS»
Pode-se questionar o timing, e é bem provável que este tenha por trás critérios políticos – ou pulhíticos; mas quem o questiona geralmente só questiona isso.
Como se os crimes e os criminosos fossem o que menos importa; como se o facto de o PS, o PSD e 99% desta canalhada serem trafulhas, corruptos ou coniventes com corruptos fosse secundário ou irrelevante. Nunca lhes interessa quem ou o quê; só o quando.
A reacção é sempre a mesma: “agora é que falam disso?”, “agora é que isso é notícia?”, “logo agora a dois meses das eleições!”, “logo agora a dois anos das eleições!”, “logo agora que já subiam nas sondagens!”, “logo agora que desciam nas sondagens!”… sim, trampa: AGORA. Agora mesmo agora. Não, não se pode esperar. Não, não se pode abafar. Até já vai tarde.
Todo o esgoto partidário deve estar sob investigação e escuta permanente, sobretudo as máfias PS/PSD. Cada decisão, cada adjudicação, cada nomeação, cada viagem, cada cêntimo exposto, explicado, publicado. Todos os timings são bons para investigar e denunciar a canalha. Antes das eleições, depois das eleições, a meio das eleições, é sempre tempo de caçar pulhas.
<<é sempre tempo de caçar pulhas.<<
CONCERTEZA
Agora, convenhamos que CAÇAR é abater a presa, apanhá-la, come-la, ou, para os vaidosos nefastos como sua alteza da vizinhança, exibi-la como trofeu.
Por outro lado atirar á presa, e deixá-la escapar ferida a estrebuchar, não me parece que isso seja caça, será malvadez filha da putice ou outra coisa qualquer, caça não.
Por analogia, comparo com alguns maduros que costumo encontrar numa actividade ludica que gosto de observar para arejar, no caso a pesca desportiva, onde vejo alguns tipos decentes, que quando apanham algo que não lhes interessa, devolvem á água, enquanto outros marretas, deitam para o chão e deixam ficar a apodrecer, para não lhes estragar a pesca dizem. <do mesmo modo que deixam ficar o lixo para ver se enojam e afastam a concorrencia<
Deve ser mais ou menos o que motiva alguns pescadores de pasta na mão.
Mas concordo com o Filipe, só é pena o mundo não ser perfeito, e o povo ser sereno.
Sou contra qualquer caça ou pesca por desporto, seja para comer ou para exibir os animais que se matou. Para quem acha divertido matar há muitos jogos de computador. Para quem só se diverte a matar a sério há psiquiatras, antipsicóticos e camisas-de-força.
Mas entendo a analogia, realmente estes casos mediáticos parecem mais feitos para satisfazer interesses pulhíticos, neste caso os da Laranja Podre, e interesses corporativos da máfia judicial, do que para caçar os pulhas que são o suposto alvo da investigação.
Ainda assim, isso não deve distrair-nos: continuam a ser pulhas, continuam a chular e a corromper o país, continuam a ter de ser investigados e punidos. Como chegar a todos, como investigar a sério e cortar a direito? A podridão está tão espalhada que precisamos questionar tudo: partidos, leis, magistrados, tudo. Primeiro passo: rebentar com esta partidocracia.
<<Primeiro passo: rebentar com esta partidocracia.<<
ISSO -segundo a historiadora RAQUEL VARELA conta no MAIO, e eu assisti in loco- sucedeu um bocadinho no pos 25-04-74, onde havia votações nos locais de trabalho, escolas etc.
Depois, os menos escrupulosos, mais argutos e unidos, trataram do assunto, porque o povo unido, na sua tacanhez, prestou-se a ser comido, como ainda hoje se ve.
Seja como for, voltar a esse tempo acho uma utopia, infelizmente.
Divide et impera. Só para lembrar https://youtu.be/KKw-UjHCEWI
Parece que hoje na china acontece algo parecido com isso e com as votações de projectos municipais, regionais etc.
“Sou contra qualquer caça ou pesca por desporto, seja para comer” para comer ? eu não. Imagine que “A peste escarlate” ou uma coisa assim se concretiza … eu quero homens que saibam caçar e pescar e agricultar que um dia os super podem fechar. São competência básicas ,habilidades de sobrevivência, competências de subsistência .
Até gostava de saber caçar e cultivar , poupava muito e saía do esquema. Lamentavelmente ninguém me ensinou.
A questão é ser por desporto, yo: nada contra quem o faz porque precisa.
Saber caçar, pescar, plantar, viver no mato, etc. pode sempre ser útil mesmo que não venha o apocalipse, pelo menos enquanto formos animais tão condicionados pelo nosso corpo e pelo meio onde vivemos. Mas o objectivo deve ser irmos além desta existência curta, primitiva e amedrontada, sempre em risco de carência, de doença, de violência, ou prestes a infligir violência em outros.
se acha que algum dia uma entidade igual ou parecida ao Filipe poderá viver sem comer , esqueça. a cadeia alimentar é um componente fundamental do cosmos :a cadeia alimentar é a estrutura fundamental que move a energia pelo mundo vivo. ela garante a sobrevivência das espécies e o equilíbrio dos ecossistemas.
E quanto mais depressa aceitar isso , mais depressa canaliza energia para coisas que sim , se podem mudar.
a não ser que queira viver num laboratório , tipo o woody allen no sleeper , ou numa distopia à Huxley.
e já imaginou um mundo só de homens? sem leões , borboletas ou libélulas ? que horror , pelo menos para mim.
o antropocentrismo é um viés tão mau como qualquer outo.
«a cadeia alimentar é um componente fundamental do cosmos»
Isso é verdade no nosso cantinho, yo, mas o nosso cantinho é uma parte ínfima do cosmos. Sabemos lá se existe vida noutros lados, se a conseguimos sequer perceber como vida, como funciona e o que come, se é que come. Tudo isto são conceitos humanos e terrestres.
O Filipe mais evoluído de que falo poderá ser muito diferente de mim, verdade; mas a alternativa actual é não haver Filipe algum – morre e pronto. Não vejo como alguém possa contentar-se com isso, a não ser como uma ‘cope’, como agora se diz. Devemos aspirar a mais.
<<Devemos aspirar a mais.<<
COM CERTEZA
Era só para ver se estavam com atenção, dizia um professor que tive, quando cometia, supostamente de proposito, algum deslize a falar ou escrever.