12 thoughts on “Parelhas”

  1. Desta vez, João Galamba não esteve bem. Não é por ter sido eleito pelo círculo eleitoral do Ribatejo que se tem de aceitar que vá para o parlamento fazer figura de forcado, ou seguir a maralha blogueira à cata de uma palavra fora do sítio. Tem de haver maneiras.

  2. esteve muito bem o Sérgio Galamba, certeiro. e o texto está excelente – mas temo que dê ideias para uma qualquer nova corrente política argumentista da condição da classe dos sem-abrigo como espelho de desenvolvimento e prosperidade.

  3. Junte-se q.b., a pesporrência do banqueiro, educado pela família, escola, Igreja Católica, (atente-se na triologia); a extraordinária citação “Quanto à situação potuguesa, caracteriza-se por um considerável potencial de libertação não concretizado, arricando-nos inclusivé a ser ultrapassados por economias de leste mais dinâmicas na produção de sem-abrigo”; as declarações de um ex-primeiro-ministro japonês afirmando que os velhos deveriam ter prazo de validade e começamos a constatar que o mundo está perigoso.
    Quanto ao banqueiro que teve a “lata” de perguntar a uma deputada o número de empregos que esta tinha criado e não obtendo dela a resposta que a dita não estava ali para os criar, mas sim para impedir que ele os destrua com o nosso dinheiro, saiu orgulhoso de ter posto na ordem alguns madraços, certo que os outros em caso de “nexixidade” lhe enviarão mais uns “milhõeszitos” para continuar a “criar emprego”. Saiu escorado na sua triologia familia, escola e Igreja Católica, esquecendo que não se deve invocar o nome de Deus em vão.
    Vou dar a volta à fechadura, correr a tranca, calafetar as janelas…”qu’eles andem aí.”

  4. jafonso

    O que eu constacto em Portugal, é que cada um tem a sua troika!

    Em relação aos sem-abrigo, cais no mesmo erro do Ulrich, ao usá-los para atacares as observçoes injustificaveis deste banqueiro palrante!
    Estou a ver que, também, deves ser influenciado pela troika dele. hehehhehe

  5. oh cereal killer! a profundidade do teu pinsamento obriga ao uso de escafandro e decodificador à la crespo. influências da escola seara, o grande híbrido de sintra e um furtado aroma a bécula.que o nervosismo parolo hehehe não te provoque a queda da placa.

  6. Ignatz

    Quando não tens argumentos dedicas-te à arte do ruido.

    Noto alguma inveja, da tua parte, do facto dos meus pensamentos serem profundos, mas compreendo. Pois, aos contrário dos meus, os teus pensamentos de merda limitam-se a boiar à superfície.

  7. Amigo Francisco Rodrigues, permita-me esta intimidade,lídimo representante de uma linhagem de honrosos e honrados comerciantes de cereais que já no tempo da Senhora D. Maria I, de boa memória, mandavam navios a Marrocos para os encher dos ditos (cereais, claro) e depois patrioticamente especularem com a carência cerealífera que apoquentava o Reino, sabendo que a sua atitude era pouco consentânea com os interesses estratégicos do país. Já então como agora o que interessava eram os “mercados”…os dos cereais, claro. Funcionavam então no Terreiro do Trigo e já ali pontificavam nomes como os de Francisco & Hermano Van Zeller.
    Amigo Francisco Rodrigues que tanto nos presenteia com as suas avisadas análises económicas e financeiras, contribuindo assim para lançar a luz neste pardieiro de socráticos empedernidos, prontos a deixar o idílico Gasparakistão rumo a Paris, ingratos sem nome dos benefícios com que nos querem aspergir, borrifar ou orvalhar, realmente também sou influenciado pela troika dele como diz e muito bem.
    Só que a minha família, felizmente, não é a dele. A escola que frequentei, com aproveitamento diferente, não foi a mesma. A Igreja Católica que frequentei e abandonei foi com toda a certeza a dele. No entanto se um dia a Ela tiver de regressar, tortuosos são os caminhos do SENHOR e infinita a SUA misericórdia, a minha Igreja será sempre a de Francisco e nunca a da Obra. E para terminar sei que o Estado nunca veio nem virá em meu socorro…à sua custa.
    Quanto aos sem abrigo, apenas constato e contesto a sua existência, apesar do sucesso da ida aos mercados e de outros idênticos que a corja tem derramado sobre a “piolheira”.
    Na perpétua esperança de continuar a ser bafejado pelas avisados comentários económico/financeiros do Amigo Francisco Rodrigues, penitenciando-me por ter passado a ir menos ao cinema desde que ali foi permitido esse socrático (de Sócrates, o filósofo, claro) e horrendo vício de comer pipocas.
    Sou do Amigo com toda a consideração e estima
    jafonso
    PS: Quanto ao banqueiro um palavra, DISGUSTING, e não tenho como o nosso primeiro qualquer relação com o bankú do dito. (Argumentação inteligente, não?)

  8. oh xico! argumentos para conversa de merda? não tás bonzinho da tola, uns destakes a fazer de renova super confort e tás com bués de luck.

  9. jAfonso

    Não necessitavas de te explicar com tantas palavras. Mas, antes de ir almoçar li o que escreveste e lembrei-me da historia de um sultão impiedoso de seu nome Socrates com o cognome de “animal feroz”. Depois te conto, agora tenho que trabalhar.
    Abraço

  10. Amigo, Francisco Rodrigues, não deves ler o que te escrevo agora, pois com toda a certeza, estarás a trabalhar. Folgo em sabê-lo, sinceramente, pois é com homens da tua têmpera que se forja este país. Da tua têmpera e da tua vontade de espalhares A PALAVRA DA SALVAÇÃO. Eu também estava, mas fiz um intervalo para o chá e a torrada.
    Espero a tua estória, mas vê lá não me adormeças que eu vou pela noite dentro…a trabalhar está bem de ver.
    Com votos, sinceros, de sucesso na indústria do frumento.
    Respeitosos cumprimentos
    jafonso
    PS. Desculpa lá, juro que volto às pipocas para dar vazão aos cereais.

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