Haverá algo desportivamente mais triste do que a ideia de ser preferível ganhar um jogo a jogar mal, um jogo qualquer, do que perdê-lo a jogar bem?
Todos os artigos de Valupi
Uma boa síntese da tragédia inglesa
O primeiro-ministro é um grande amigo do esgoto a céu aberto
Trump anuncia que a América também vai sair da UE
Henrique Monteiro não tem tempo para ser jornalista, anda demasiado ocupado com os textos que escreve para o Expresso
Bravo
Exactissimamente
cristiano ronaldo, o micro da cmtv e nós
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Nota:
O texto da Fernanda é uma carta aberta de uma jornalista à classe jornalística. Nessa esfera, considero-o irrepreensível. Para uma posição cívica a respeito do episódio, alinho parcialmente com o João Lopes_Cristiano Ronaldo e o seu microfone
Parcialmente porque se esqueceu do contexto onde o Correio da Manhã aparece como violador dos direitos do cidadão Cristiano Ronaldo e explorador não autorizado da sua imagem para efeitos sensacionalistas, difamatórios e caluniosos. Calhando a vítima decidir-se por uma resposta judicial, como já aconteceu várias vezes por parte de Ronaldo contra o pasquim, quem ainda sai a ganhar, mesmo que perca no tribunal, é o violador. O mesmo está a acontecer neste episódio, o qual será usado ao longo das próximas semanas pelo CM até ao limite do seu potencial para gerar mais notoriedade e proveitos para o esgoto a céu aberto.
Assim, tem toda a razão a Fernanda ao expor a sistémica cumplicidade que em nome da liberdade permite a sua perversão em favor de quem não tem qualquer escrúpulo. Onde os fins não só justificam os meios – o sempre invocado perante os juízes “interesse público” que não passa de alegado “interesse do público” – como os meios se transformam em fins absolutos. Os meios são a devassa, a degradação e o linchamento. E tem razão João Lopes ao concluir que o Estado de direito é mais valioso do que a justiça de Ronaldo.
Não será a parte maior, mas é uma parte essencial do problema
"What has been happening has been happening under the name of Islam," she said. "The Muslims must be the first ones to resist this... We have not seen that Daesh have been labeled as an infidel group within Islam by any Muslim country."
Nadia Murad_Escaped ISIS sex slave tells Congress of horrors
Os reis do jornalismo e a sua falta de interesse
Se António Costa destruiu qualquer possibilidade de haver um bloco central em Portugal. Agora, com esta comissão de inquérito, Passos Coelho destrói o bloco central de interesses económicos que geriu Portugal nos últimos 25 anos. Aquela velha cumplicidade entre PS e PSD, que permitia aos reis do negócio repartir Portugal, morreu.
JOÃO VIEIRA PEREIRA_Há crime na Caixa
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Esquecendo a exótica sintaxe que dá origem à primeira frase, a expressão “bloco central de interesses económicos“, com ou sem o calendário aqui aposto, é um tropo do discurso à esquerda do PS (inclusive dentro do PS) e, e talvez ainda mais, do discurso de alguns jornalistas politicamente opinativos quando lhes dá para simularem uma postura de “isenção” ou “equidade”. Também tem gasto em meios populistas e caluniadores, embora ai seja mais frequentemente usado com precisão e cautelas para apenas manter o fogaréu que cozinha o ódio da turbamulta contra certos alvos socialistas seleccionados. Vale a pena analisar a economia do uso desta figura que nasce de um estilo decadente de fazer jornalismo ao serviço de uma forma decadente de fazer política.
Este João Vieira Pereira, director-adjunto do Expresso, usa o seu palco como cronista e editorialista para atacar o PS. Não há mais nada de notável ou de reconhecível no que escreve para além deste seu gosto. Tudo bem, o patrão deve andar satisfeito com essa produtividade, e é exactamente o que está a fazer na peça citada. O seu título diz tudo, a mensagem é a de que temos em Passos Coelho o herói que vai acabar com décadas de corrupção expondo os criminosos do PS, é certo, e do PSD, é igualmente certo embora não se comparem em malfeitorias com os outros. O sr. Pereira está convicto de qual será o desfecho do inquérito e entusiasmado com a coragem necessária para finalmente se proceder à histórica limpeza.
Vamos agora imaginar que algum maluco conseguia reunir todos os textos publicados por jornalistas deste calibre e estatuto, mais as eventuais gravações de declarações televisivas e radiofónicas dos mesmos, onde tivesse sido usada a expressão “bloco central de interesses” e variantes. Tal daria origem a uma listagem com centenas ou milhares de entradas referentes a muitos anos. O que é que, seguramente, não encontraríamos em qualquer delas? A explicação do que está em causa para o interesse público, com referências objectivas e factuais ao sentido pejorativo ou ambíguo da fórmula. E a razão para essa ausência não custa a encontrar: tentar associar qualquer acto concreto no plano da actividade do Estado ou de privados, ou entre ambos, com uma suspeita de qualquer tipo de ilícito, legal ou moral, é entrar no território da difamação e da calúnia. Então, estes passarões nada concretizam, o que lhes garante a imunidade para continuarem a usar essa munição de baixa política ao produzirem as suas peças e contributos “jornalísticos”.
Contudo, a fórmula recebe uma tácita aprovação popular por aparentar ser um retrato exacto do que se passa. Se privássemos com estes jornalistas de “referência”, e bastaria uma conversa com o fulano aqui na berlinda, a probabilidade de escutarmos dezenas e dezenas de histórias que ilustram a substância da mensagem ultrapassa os 357%. Histórias marcadas com o selo “verídico” porque testemunhadas pelo próprio ou recebidas em 1ª mão por algum protagonista das mesmas. Afinal, pertencer à elite jornalística implica ir a muito almoço e a muito jantar, geralmente bem regados do belo néctar e de muitas conversas espirituosas. Só o tópico BES daria para encher meses de serões bem passados a contar episódios picarescos e até grotescos adentro da categoria “bloco central de interesses”. O povoléu alinha no diagnóstico não tendo de gastar mais do que o tal bom senso que Descartes lembra estar tão bem distribuído que a ninguém ocorre pedir mais do que aquele que calhe ter. Esse pessoal dos cargos e dos negócios, que aparecem nas notícias quando mudam de poiso e sobem na hierarquia, são uma cambada de ladrões ao serviço dos mafiosos do “bloco central de interesses“. Como explicar sem recurso a essa entidade tentacular com sede desconhecida que beltrano e sicrano tenham sucesso no trabalho e na vida? Como poderá alguém servir o Estado em funções de topo, ou ser contratado por uma empresa para um cargo superior, apenas pelos seus méritos, disponibilidade e interesse nessas responsabilidades? Impossível no mundo do analfabrutismo, da miséria moral e do rancor.
A expressão é plástica e adequa-se a semânticas tão variadas quantas forem as intenções do seu uso. Porém, como neste exercício do JVP, o mais frequente é que permita fazer referências eufemísticas a um estado generalizado de corrupção, tão grave que teria conseguido dominar o regime nas últimas décadas. E tão mais grave por ter sido organizado pelas sucessivas lideranças do PS e do PSD, com o CDS a reboque e os Presidentes da República, mais os deputados de todos os partidos com assento parlamentar, mais os magistrados, todos a assobiarem para o lado ou, mais lógico, a comerem da mesma gamela. Só nesta extensão criminosa é que se pode interpretar o substantivo “interesses económicos” e a imagem verbal “repartir Portugal“. A ser assim, a prática política não passaria de uma burlesca e espantosa comédia onde os agentes combinariam insultar-se em público para melhor encobrirem os abraços que davam nas catacumbas enquanto dividiam o espólio dos assaltos ao tesouro. Bata num tacho quem considere alucinada esta sugestão. Não se ouve nenhum, né?
E que fez o sr. Pereira até hoje, do alto do seu prestigiadíssimo jornal, para denunciar e combater a infernal situação? Ele próprio responde: esperou que Passos Coelho se decidisse a fazer um inquérito à CGD, meses após ter largado a sua tutela. Ou seja, não consta que este jornalista, nos últimos 25 anos, tenha tido interesse em perturbar o bloco central que, portanto, pelas suas próprias palavras, está por inerência na origem do sucesso de quem lhe paga o salário.
Política e Tânatos

Comentário em Comissão de inquérito é uma “infantil manobra tática preventiva” do PSD
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Será fácil supor que o autor deste comentário está apenas a divertir-se, a desabafar ou mesmo a expressar um estado depressivo de qualquer origem, tipologia e gravidade. Todavia, o conteúdo da sua mensagem, à excepção dos desejos de morte tão explícitos e assumidos, é por nós sobejamente conhecido. Consiste num discurso articulado onde se lista o argumentário que foi, e ainda é, o da actual direita portuguesa a respeito da governação de Sócrates. É também o discurso oficial, presente no tratamento sensacionalista e caluniador tanto dos artigos como dos editoriais, do Correio da Manhã, para dar o exemplo maior. E ainda da Helena Matos ou do Zé Manel na RTP, para dar um outro exemplo num meio onde é suposto existir algum tipo de deontologia de imprensa. Trata-se de uma diabolização que se alimenta do narcisismo inflamado e do tribalismo político e suas eventuais psicoses paranóides, obsessivas e até delirantes. Quem está nesse estado não responde à lógica de terceiros, porque a sua própria distorção aparece como a única lógica possível para dar sentido ao que observa. É a dinâmica do ódio.
Miguel Relvas (comparsa e figura decisiva no acesso de Passos Coelho à presidência do PSD e à chefia de um Governo), num acto de campanha eleitoral em 2011, disse para registo da comunicação social que todos os familiares do então primeiro-ministro – portanto, incluindo os seus pais, os seus filhos e o irmão ainda vivo – deviam esconder o seu parentesco com Sócrates. Esta declaração, que eu saiba, não gerou qualquer pedido de desculpas por parte daquele que poucos meses depois era empossado como ministro. Mas não é apenas a ausência de módico civismo e mínima educação que se regista por parte de um labrego que viria a fazer muito pior com uma jornalista e um jornal num caso sórdido e assustador, é também a completa ausência de censura do episódio por parte dos partidos, da comunicação social e das figuras de referência da comunidade (sejam elas quem forem) perante o que é um espectacular apelo à violência. Ao nível de um Relvas, naquele contexto, declarar que um adversário político enquanto adversário político merece ser ostracizado pela própria família é um literal apelo ao linchamento físico.
A actual direita está cheia de atiradores e incendiários com grande exposição e influência mediática que se habituaram a despejar as acusações mais graves no espaço público sem qualquer prova, inclusive contra o sistema de Justiça, e que constatam ser tal prática legitimada pela cumplicidade da comunicação social, mesmo a de “referência”, e pela indiferença das autoridades judiciais e demais órgãos de participação política. O que difere entre aquela que é uma estratégia de permanente desgaste pelo emporcalhamento, nascida de condicionantes antropológicas que moldam a cognição e de um sentimento de inferioridade que gera inesgotável ressentimento, e o sectarismo de um PCP, onde igualmente se diabolizam os adversários políticos enquanto adversários políticos, reside na fulanazição. Os comunistas recorrem a abstracções (capitalismo, imperialismo, reaccionários, grande capital, etc.), dessa forma diluindo a agressividade da retórica em moinhos de vento lá muito ao longe. Já os pulhas personalizam os ataques ao ponto, como vimos com Relvas e vemos sistematicamente na indústria da calúnia, de até a família e relações de amizade e amorosas do adversário nomeado como inimigo se tornarem um alvo para a violência promovida politicamente.
Ainda não ter existido em Portugal uma tragédia como a que vitimou Jo Cox poderá explicar-se por pura sorte.
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Soft-Core Pornography Viewers Unlikely to Hold Positive Attitudes Towards Women
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Study offers explanation for why women leave engineering
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Empathy for others’ pain rooted in cognition rather than sensation
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Bird brain? Ounce for ounce birds have significantly more neurons in their brains than mammals or primates
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At any skill level, making art reduces stress hormones
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Policing: Two officers ‘on the beat’ prevent 86 assaults and save thousands in prison costs
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Cats seem to grasp the laws of physics
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HAHAHAHA!!!
Ó Portucale, se fosses só quatro sílabas
O fim do caso Portucale, ocorrido com o “acórdão de 8 de junho do Tribunal Constitucional que confirma que não é inconstitucional a decisão do Tribunal da Relação de Lisboa de não admitir para apreciação um recurso do Ministério Público (MP) contra a absolvição dos arguidos em primeira instância, depois de o próprio Ministério ter pedido a absolvição dos arguidos nas alegações finais do julgamento“, passou pelo espaço público recebendo menos atenção do que aquela gerada por um auto-riquexó desvairado a caminho das Portas do Sol. Para tal contribuiu o apagamento mediático do acontecimento. É difícil encontrar a notícia e creio que será impossível encontrar qualquer comentarista que tenha botado faladura a respeito (se estiver enganado, por favor corrijam-me).
Donde vem o desinteresse, o silêncio, a apatia num dos casos mais importantes da Justiça portuguesa na memória recente? Pela tipologia das suspeitas e perfil dos arguidos, que levaram ainda à abertura do processo sobre a compra dos submarinos à Ferrostal, e, acima e antes de tudo, pelo papel contraditório do Ministério Público, não deveria aparecer agora alguém, da Procuradoria-Geral da República ou mesmo do Governo, a dar uma explicaçãozinha ao cidadão banzo com o que parece um incrível escândalo de incúria na Justiça portuguesa? Ou, não havendo escândalo nem incompetência alguma, não deveria o Estado apresentar a sua versão para o que fica pelo menos como um caricato e vexante fiasco da investigação judicial em Portugal?
Uma das razões para o marasmo neste episódio reside na estruturação política da comunicação social nacional. Nela, constata-se que não existem tablóides de esquerda, sequer independentes. O tabloidismo lusitano – cujos órgãos oficiais são o Correio da Manhã, o Sol, a Sábado e uma legião de operadores naquela que é uma factual indústria da calúnia (ou seja, ganha-se muito dinheiro na imprensa portuguesa a difamar e caluniar) – é de direita. A direita do poder pelo poder, a qual domina o PSD e o CDS há décadas. Logo, não interessa ao tabloidismo de direita fazer aos amigos o que faz quando os alvos são do PS. Outra faceta curiosa da nossa comunicação social remete para o império na posse do militante nº 1 do PSD. Não existe um império simétrico, sequer uma mísera folha de couve, propriedade do militante nº 1 do PS. Ou do militante nº 100. Ou do nº 100 000. Sempre que se agitou o papão de que o PS vinha aí para conquistar algum castelo na paisagem mediática, como se fez a respeito da TVI e do jornal i, o desfecho foi hilariante e selvagem em prejuízo dos socialistas. Nem sequer para as bandas do Rato parece haver vontade em organizar uma madraça à maneira do Observador. Finalmente, não se conhecem na RTP figurinhas da laia de uma Judite de Sousa ou de um José Rodrigues dos Santos, cuja influência e protagonismo na estação foram e são usados de forma sectária e persecutória contra o PS, que ataquem alguém da direita. Esta direita portuguesa decadente é porcalhona, cultiva o ódio e despreza o Estado de direito. Diariamente.
No entanto, seria errado reduzir o fenómeno à influência dos jornaleiros. Os factos são os factos são os factos. E é um facto que nem o sistema partidário nem a sociedade civil mostram qualquer incómodo com a injustiça nascida da nossa Justiça.
A loucura e o ódio não vão vencer, só isso é certo
O caluniador pago pelo Público tem bons leitores
Mentiroso
"A Islândia, como todos viram, foi só pontapé para a frente. Depois de marcarem o golo, meteram o autocarro atrás e fizeram antijogo durante praticamente todo o jogo. Penso que não há dúvidas sobre a tática que utilizaram. Não queriam fazer mais. Sabíamos que isso ia acontecer e que se marcássemos o segundo golo o jogo tornava-se fácil, mas infelizmente não aconteceu. Tentámos, tentámos, mas não conseguimos. Mas estivemos lá a lutar para marcar mais golos. A Islândia fez dois remates e não fez mais nada", começou por dizer Cristiano Ronaldo, que em declarações à imprensa inglesa foi ainda mais contundente nas críticas aos islandeses.
Se a piroseira pagasse imposto
A loucura e o ódio não vão vencer, só isso é certo
Um pândego, com 50 anos de contínua defesa das tais elites e dos tais políticos
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu esta sexta-feira que foi o povo português, “sempre o povo”, quem assumiu o papel determinante quando o país foi posto à prova, lutando por ele, mesmo quando as elites falharam.
No discurso das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, no Terreiro do Paço, em Lisboa, Marcelo fez o elogio do povo português, “o povo armado e não armado”, que, “nos momentos de crise, quando a pátria é posta à prova”, assumiu o “papel determinante”. Virando-se para o futuro, o Presidente afirmou: "Somos portugueses, como sempre triunfaremos".
“Foi o povo, a arraia miuda, quem nos momentos de crise, soube compreender os sacrifícios e privações em favor de um futuro mais digno e mais justo. O povo, sempre o povo, a lutar por Portugal. Mesmo quando algumas elites - ou melhor, as que como tal se julgavam - nos falharam, em troca de prebendas vantajosas, de títulos pomposos, meros ouropéis luzidios, de autocontemplações deslumbradas ou simplesmente tiveram medo de ver a realidade e de decidir com visão e sem preconceitos”, afirmou.
Marcelo no 10 de junho: Foi sempre o povo a lutar por Portugal “mesmo quando as elites nos falharam”
"O melhor que nós temos é o povo. Não é que os políticos também não sejam bons", ressalvou Marcelo Rebelo de Sousa, virando-se para o primeiro-ministro, António Costa, que também estava no palco. "Mas o povo é melhor do que os políticos", considerou.
Presidente da República diz que “o povo é melhor do que os políticos”
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Nordic countries: Highest in gender equality and intimate partner violence against women
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More Sex Partners Before Marriage Doesn’t Necessarily Lead to Divorce
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We’re More Likely to Protect Women Than We Are Men
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Almost All Food and Beverage Products Marketed by Music Stars Are Unhealthy, According to New Study
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What happens if people increasingly rely on automated machines to carry out the socially essential work of communicating with one another?
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You are not as anonymous as you think online
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Faithfulness is in the eye of the beholder
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