Referees add more extra time when the big teams are losing
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A recipe for friendship: Similar food
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Fruit and veggies give you the feel-good factor
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Boredom Can Lead to More Extreme Political Views
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Does home comfort promote complacency?
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Breaking up is hard to do in the digital age
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Todos os artigos de Valupi
Não há ninguém para responder ao Guerreiro?
Este texto – A jornalização em curso (epílogo) – foi publicado ontem e conta, à hora em que escrevo, com 3 comentários. Esse texto é também um dos mais importantes que foram publicados num jornal português nos últimos muitos anos, digo eu armado em carapau de corrida. Porque denuncia, a partir de uma análise intelectual acessível ao leitor médio, o imperialismo inane dos “donos da opinião”; essa classe onde se misturam directores, editores e publicistas da comunicação social e da imprensa dita de referência. Para comparação, e no mesmo jornal, o texto primário de um talibã publicado um dia antes do de António Guerreiro – Patriotismo? Tenham vergonha – vai com 302 comentários. Cem vezes mais interessante, o fanatismo do fanático? Quem perder o seu rico tempo a ler os comentários saberá que não servem de critério para nada a não ser para confirmar qual é a dinâmica a unir o autor-caluniador aos seus comentadores: fazer de um espaço de opinião num jornal supostamente interessado na qualidade do debate de ideias um palco circense ao serviço do ódio político.
Mas muito mais importante do que a comparação da inteligência que nos ajuda a pensar com a palhaçada sectária e narcísica é a constatação de que os alvos do Guerreiro não tujem nem mugem. Pelo que podemos continuar com os clichés, após três pedradas no charco, estando aqui o charco a representar algo mais tangível do que o seu mero intento metafórico. Calados como ratos, e também como ratazanas anafadas com tanto alimento à disposição, a elite da opinião politica (com as raras excepções) é uma parte fulcral da engrenagem que, para dar um exemplo deste ciclo político, usa e abusa do carimbo “geringonça” por razões estritamente sistémicas. Uma elite que dispara para onde estiver virada, sendo que se vira sempre para o mesmo lado. É que do lado oposto vem o dinheiro que paga esses serviços, e nem sequer é preciso desenvolver um plano secreto para controlar redacções de jornalistas e linhas editoriais. Basta escolher a dedo a mão que se quer usar.
António Guerreiro e João Lopes são duas vozes a clamar no deserto em que se tornou a nossa comunicação social. Um deserto onde o esgoto a céu aberto, o qual ainda se vangloria de ser criminoso para que o achincalho seja absoluto, reina supremo e cada vez mais poderoso. Espelho refulgente onde vemos a cáfila da imprensa portuguesa andar à nora.
Perguntas simples
Mutatis mutandis
Pois, mas
Onde é que estavas em Março de 2011, Baldaia?
[...]
O país não precisa de líderes partidários mais interessados em ganhar os debates políticos do que em defender o interesse nacional e europeu. Nada justifica que, a partir de Lisboa, se alimente um debate que só serve o interesse dos falcões europeus, mais preocupados em disfarçar as suas incompetências do que em salvar esta União Europeia que já teve melhores dias.
[...]
Esta é uma nação a precisar de um projecto político sério, assente em finanças públicas saudáveis, para que não tenhamos de entregar a soberania a uns burocratas de Bruxelas. A precisar de uma classe política que não venda gato por lebre também internamente, que não prometa mais do que é capaz de fazer, mas que seja capaz de mobilizar os portugueses para construirmos uma sociedade mais justa e mais próspera.
[...]
Não precisamos de frases feitas que abrem telejornais e noticiários das rádios, ou que fornecem bons títulos para os jornais. Não queremos ir de férias com a confirmação de que são todos iguais. Não queremos um debate centrado na crista da onda, a falar dos assuntos que dominam a agenda mediática, por imposição de spin doctors que sabem de comunicação mas não têm nada para oferecer de relevante e que possa ajudar a melhorar a vida dos portugueses. Elegemos políticos para resolver problemas, não para ganhar debates. Façam o vosso trabalho, que o resto do país cá estará para fazer o dele.
O outro lado do inquérito
José Eduardo Martins – Uma coisa que está em cima da mesa é que há um período diferente de todos os outros. É o período em que o engenheiro José Sócrates pretendeu controlar a política, a economia, a media, tudo ao mesmo tempo. O papel que a Caixa teve nesse período da nossa História, e para que não se volte a repetir, era importante percebermos até ao fim. E, eu, isso acho que não basta uma auditoria forense, que temos mesmo de saber...
Pedro Adão e Silva – Ah, então a comissão parlamentar de inquérito é ao engenheiro José Sócrates...
José Eduardo Martins – Não, não é... É a este período...
O Outro Lado_21 de Junho
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A ideia de que Sócrates tentou “controlar a política, a economia, a media” e “tudo ao mesmo tempo” tem sido repetida na actual direita caluniadora e decadente desde que a golpada do “Face Oculta” foi lançada em princípios de 2009. Até lá, tinha sido o “Freeport” a fazer as despesas da campanha negra a mielas com a convulsão nascida da queda do BPN e do BCP. Não tendo dado em nada, e esgotado o prazo de validade do casal Moniz na TVI, passou-se para algo ainda mais saboroso posto que incluía escutas deliciosas entre Sócrates e Vara prontas para serem exploradas até à última vogal. Escutas a um primeiro-ministro, realizadas sem a devida autorização legal, e a partir das quais se tentou envolver esse mesmo primeiro-ministro num processo judicial estando-se a poucos meses de eleições legislativas e autárquicas. A manobra foi impedida pelo Procurador-Geral da República e pelo Presidente do Supremo, os quais passaram igualmente a ser alvo de ataques difamatórios e caluniosos. Apesar de as escutas circularem livre e impunemente e das ilegalidades na sua origem, apesar de uma comissão de inquérito parlamentar onde até o Crespo foi para lá gozar com a Assembleia da República, apesar de o Pacheco se ter fechado numa saleta do Parlamento para cheirar e lambuzar os cueiros de Sócrates, o facto dos factos é o de que não apareceu qualquer prova do “atentado ao Estado de direito” cozinhado em Aveiro. Ou seja, nem a espiarem esse primeiro-ministro criminoso e restantes bandidos associados conseguiram trazer para as suas poderosas máquinas mediáticas algo que puxasse carroça. Hoje sabemos muito bem o que o juiz Carlos Alexandre e demais juízes da Relação teriam feito com essa matéria-prima calhando terem oportunidade para tal.
A política, tal como se pratica na oligarquia desde que há memória, e tal como é feita por esta direita sem projecto outro que não seja o poder pelo poder, implica ocupar a quase totalidade do tempo mediático e parlamentar a atacar os adversários. O objectivo consiste em desqualificar e denegrir quem apareça como ameaça para a conquista ou manutenção do poder. Existem factores antropológicos e cognitivos estruturais que implicam que essa dinâmica seja assim onde quer que se dispute o poder, os quais remetem para a instintiva cobiça dos recursos disponíveis e para a aversão à sua perda. Logicamente, há uma proporção entre o volume, a intensidade, a tipologia dos ataques e a força percebida nessa ameaça. A julgar pelo que se fez e continua a fazer com Sócrates – o primeiro secretário-geral do PS, e único por enquanto, a conseguir uma maioria parlamentar absoluta – não se imagina que alguma vez venha a aparecer ameaça maior para esta direita. É que o nível seguinte na escala da violência política implica pegar em armas, tudo o resto abaixo foi aplicado numa campanha de ódio sem paralelo conhecido na História da democracia portuguesa. Ainda hoje uma incendiária como Helena Matos ou um bronco como Luís Pedro Nunes, para dar dois exemplos caricaturais, despejam no espaço mediático o seu pavor erótico agitando o fantasma do regresso de Sócrates ao poder. Nem que o soubessem exilado nas Desertas, ou em Elba, dormiriam descansados.
Porém, não custa nada admitir que possa haver um fundo de verdade, quiçá a verdade inteira, naquilo que sem prova é retinta calúnia. No campo das possibilidades, e no terreno das probabilidades, descobrir-se que Sócrates ambicionava controlar a TVI para se vingar da Moura Guedes e impor um reinado de terror com o sinistro fito de manipular o pobre povo com censura política, perseguições e ameaças mafiosas a jornalistas (algo tão fácil de fazer e de manter, segundo a nossa direita especialista na matéria) seria tão-só mais um capítulo da historia universal da infâmia. Ter provas de tal corresponderia a uma enorme vitória sobre as forças do mal, ficando como exemplo da superioridade da comunidade, da decência e da democracia. Acontece que não testemunhámos esse serviço à República ao longo destes anos de ininterrupta estratégia caluniosa. Precisamente ao contrário, o “fazer política” à direita desde finais de 2007 consistiu exclusivamente em emporcalhar o espaço público com mensagens populistas e teorias da conspiração cada vez mais escabrosas. Da “asfixia democrática” à devassa e violência do esgoto a céu aberto.
Aquilo com que lidamos, da parte deste PSD, deste CDS, do anterior Presidente da República, e de uma legião de jornalistas de topo na chamada “imprensa de referência”, não passa de um discurso que se posiciona nos entrefolhos do Estado de direito, espalhando suspeições como estas do Eduardo Martins acima reproduzidas, mas que acaba por nem coiso nem por sair de cima. Um discurso ideal para empatas e impotentes. Frouxos. E cobardolas.
We can’t say we have not been warned
Revolution through evolution
Don’t abandon national referendums, but smaller groups often make wiser choices
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Veils, Headscarves May Improve Observers’ Ability to Judge Truthfulness, Study Finds
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Researchers Offer New Theory About How Climate Affects Violence
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New artificial intelligence beats tactical experts in combat simulation
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It’s not just a grunt: Pigs really do have something to say
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Little to no association between butter consumption, chronic disease or total mortality
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Thinking ‘I Can Do Better’ Really Can Improve Performance, Study Finds
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Pacheco confessional
Já vi muita coisa no PSD, a começar pelo canto do “menino guerreiro”, mas ainda devo continuar capaz de me surpreender.
O que é isto?
Foda-se

Adenda
Isto é uma vergonha, foda-se caralho:
Marcelo Rebelo de Sousa falava aos jornalistas num almoço na Quinta Vigia, residência oficial do presidente do Governo regional da Madeira, depois de o deputado do PTP na Assembleia Legislativa da Madeira, José Manuel Coelho, ter desfraldado de manhã uma bandeira do autoproclamado Estado Islâmico na sessão solene do Dia da Região e das Comunidades.
"Quando votei a Constituição em 1976, votei uma Constituição para ser aberta e ecuménica, [e com] as manifestações mais criativas. Portanto, a nossa democracia tem acompanhado essa criatividade, o que quer dizer que valeu a pena votar a Constituição", sublinhou Marcelo Rebelo de Sousa.
Marcelo diz que Constituição permite “criatividade” de José Manuel Coelho
Exactissimamente
Um bronco, este Corbyn
No meio do discurso que tinha preparado, Jeremy Corbyn disse que “os nossos amigos judeus têm a mesma responsabilidade sobre as acções de Israel e do Governo de Netanyahu que os nossos amigos muçulmanos têm sobre [as acções] de organizações inspiradas em vários Estados islâmicos”. A comparação caiu como uma bomba, e obrigou os assessores do líder trabalhista a disparar explicações e correcções imediatas, para esclarecer que Corbyn não tinha comparado o Governo legitimamente eleito de Israel a uma organização terrorista como o Estado islâmico – aparentemente, a referência era a Estados de “carácter islâmico” como por exemplo a Arábia Saudita, o Paquistão ou o Irão.
Desventuras da procura do conhecimento permanente
Vamos lá a saber
Baldaia’s effect
Os conteúdos patrocinados em órgãos de comunicação social vieram para ficar. São uma resposta muito mais inteligente do que os formatos publicitários que interrompem e perturbam a experiência de consumir informação digital, embora levantem algumas questões morais a respeito da intencional confusão entre o que é uma notícia (portanto, um conteúdo supostamente independente ao serviço do interesse público) e o que é publicidade (portanto, um conteúdo comprado ao serviço de um interesse particular). O que já entra a pés juntos dentro de uma violação deontológica, para mais por ocorrer no DN, é o que se está a passar com os textos do Paulo Baldaia a respeito do Euro 2016. Por exemplo:
Irei ver o próximo jogo em Cabo Verde, não poderei testemunhar mais uma enchente no Carlsberg Euro Lounge, no Terreiro do Paço, mas vou poder trazer a confirmação de que o apoio à seleção portuguesa não se resume aos 11 milhões que vivem em Portugal, nem aos 15 contando com a diáspora, mas a muitos mais milhões que se espalham pelos países africanos que falam português.
Se alguém já ganhou neste europeu foi a cidade Portugal. No final deste evento, terão passado pela sala de visitas de Lisboa mais de 200 mil pessoas. Nenhum país trata tão bem os seus turistas. Quero voltar ao Terreiro do Paço na quarta-feira da próxima semana, para poder voltar também no dia 10 de julho e participar na grande festa da final do Euro 2016. Melhor era impossível.
Este tipo de promoção da iniciativa da Carlsberg, de que o DN será um media partner, difere das notícias que o DN tem feito sobre o que se vai passando ao longo dos jogos por não assumir a intenção – por exemplo: Carlsberg Euro Lounge. Austríacos e húngaros estreiam-se no Terreiro do Paço. Em nenhuma parte do texto do Baldaia, ou do contexto da sua visualização, aparece a informação que permita descodificar a tipologia do conteúdo. O autor usar o seu estatuto como jornalista para fazer publicidade, este é o facto.
Tem isto alguma importância? Só a que lhe quisermos dar.
CR7, põe os olhos no que uma mentalidade pequena é capaz de fazer
Vamos lá a saber
Revolution through evolution
How Make-Up Makes Men Admire but Other Women Jealous
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Intrusive Parents May Lead Children to Be Overly Self-Critical
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In doctors we trust, especially when they admit to bias
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New Book Explains “Democracy for Realists”
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Hairs, feathers and scales have a lot in common
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Moral dilemma with driverless cars: Who gets protected, the driver or pedestrians?
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Running releases protein associated with improved memory in mice

