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Trivial Pursuit
Tudo o que sempre quis saber sobre as contas públicas mas teve vergonha de perguntar
– Quantos portugueses leram este artigo?
– Desses, quantos o entenderam?
– Desses, quantos concordam?
– Desses, quantos ainda se recordam?
– Nesses, que estão a fazer para que mais portugueses leiam este artigo?
Cavaco tem toda a razão
Os indicadores conhecidos são claros. Portugal vive uma situação de emergência económica e financeira, que é já, também, uma situação de emergência social, como tem sido amplamente reconhecido.
Neste contexto difícil, impõe-se ao Presidente da República que contribua para a definição de linhas de orientação e de rumos para a economia nacional que permitam responder às dificuldades do presente e encarar com esperança os desafios do futuro.
A nossa sociedade não pode continuar adormecida perante os desafios que o futuro lhe coloca. É necessário que um sobressalto cívico faça despertar os Portugueses para a necessidade de uma sociedade civil forte, dinâmica e, sobretudo, mais autónoma perante os poderes públicos.
É altura dos Portugueses despertarem da letargia em que têm vivido e perceberem claramente que só uma grande mobilização da sociedade civil permitirá garantir um rumo de futuro para a legítima ambição de nos aproximarmos do nível de desenvolvimento dos países mais avançados da União Europeia.
Muitos dos nossos agentes políticos não conhecem o país real, só conhecem um país virtual e mediático. Precisamos de uma política humana, orientada para as pessoas concretas, para famílias inteiras que enfrentam privações absolutamente inadmissíveis num país europeu do século XXI. Precisamos de um combate firme às desigualdades e à pobreza que corroem a nossa unidade como povo. Há limites para os sacrifícios que se podem exigir ao comum dos cidadãos.
Os Portugueses não são uma estatística abstracta. Os Portugueses são pessoas que querem trabalhar, que aspiram a uma vida melhor para si e para os seus filhos. Numa República social e inclusiva, há que dar voz aos que não têm voz.
Foi especialmente a pensar nos jovens que decidi recandidatar-me à Presidência da República. A eles dediquei a vitória que os Portugueses me deram. Agora, no momento em que tomo posse como Presidente da República, faço um vibrante apelo aos jovens de Portugal: ajudem o vosso País!
Façam ouvir a vossa voz. Este é o vosso tempo. Mostrem a todos que é possível viver num País mais justo e mais desenvolvido, com uma cultura cívica e política mais sadia, mais limpa, mais digna. Mostrem às outras gerações que não se acomodam nem se resignam.
Revolution through evolution
Early Spatial Reasoning Predicts Later Creativity and Innovation, Especially in STEM Fields
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Free Market Is Best Way to Combat Climate Change, Study Suggests
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Computer as Smart as a 4-Year-Old? Researchers IQ Test New Artificial Intelligence System
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Bilingual Children Have a Two-Tracked Mind
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How selfies became a global phenomenon
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Here’s What It Looks Like When You Replace Photographers With iPhone-Wielding Reporters
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People Who Eat Nuts More Than Three Times a Week Have Reduced Risk of Dying from Cancer or Cardiovascular Disease
Confirmado
À espera
Cavaco é aquele ser que anda na política ao mais alto nível desde finais dos anos 70, que se rodeou de uma matilha de escroques quando foi primeiro-ministro, que continuou intima e politicamente ligado a eles mesmo já sendo Presidente da República, que alinhou com o PSD uma estratégia de combate ao Governo socialista assim que Manuela Ferreira Leite se tornou líder do partido, que lançou ou encobriu uma conspiração mediática para perverter actos eleitorais contra o PS, que deixou o PS formar um Governo minoritário em 2009 porque era essa a melhor forma de enfraquecer os socialistas e garantir a reeleição, que fez uma campanha eleitoral para a reeleição prometendo estabilidade e agitando o fantasma dos mercados mas no acto solene da tomada de posse lançou a maior crise política das últimas décadas, que tudo fez ao nada fazer para que Portugal fosse obrigado a pedir um resgate e a negociar o Memorando nas piores condições possíveis, que deixou Gaspar impor um plano desmiolado que tem destruído a economia, que deixou Passos governar como se continuasse na JSD, que não zela pelo cumprimento da Constituição e que quando o faz consegue agravar ainda mais a situação como aconteceu ao não ter pedido a fiscalização preventiva do Orçamento para 2013, que resolveu tornar-se parte da coligação governativa assim abdicando do seu papel de árbitro do regime, que somou ao caos governativo o caos presidencial não dissolvendo o Parlamento e pedindo um acordo impossível mesmo que algo tivesse ficado acordado, que alimenta um populismo ora larvar ora obsceno onde a política partidária surge como alvo do seu desprezo e nojo.
Parece que os cidadãos não se indignam, sequer se incomodam, com a continuidade deste ser no cargo de Presidente da República. No Portugal que amo, porém, o ser teria um mar de portugueses em frente do Palácio. Em silêncio. À espera.
Temos a obrigação moral de ver este vídeo pelo menos uma vez por dia – até ao dia
Governo de congestão
Assim se vê
Comunistas e bloquistas já se reuniram algumas vezes com vista a formarem uma muralha d’aço. Por exemplo, algures antes das eleições de 2011 tiveram um desses encontros. Durou à volta de uma hora, talvez menos.
A explicação para a morosidade em chegarem a acordo para a salvação dos trabalhadores e do povo é singela: comunistas e bloquistas não confiam em ninguém de fora das tribos respectivas, não se gramam e, se pudessem, riscavam-se uns aos outros do mapa numa pulsão fratricida. Eis outra forma de traduzir este sentimento:
«A convergência de que falamos é uma convergência política. Cada partido tem o seu espaço de intervenção, ação e mobilização. Com essa quota de responsabilidade, vamos voltar-nos a encontrar no futuro para essa convergência e materializá-la. Cada partido agirá por si porque convergência não significa coligação», disse o secretário-geral comunista, Jerónimo de Sousa, numa visita inédita à sede bloquista.
A coordenadora do BE Catarina Martins sublinhou tratarem-se de «partidos diferentes que têm identidades próprias, públicas e reconhecidas», embora concordando na urgência da demissão do Governo, dissolução da Assembleia da República e convocação de eleições legislativas antecipadas.
Os proprietários da esquerda pura e verdadeira nem sequer entre si se conseguem entender, quanto mais conviver. O PCP jamais abdicará do controlo sindical que lhe garante uma posição inamovível no regime. E o BE é aquela coisa que Louçã alucinava poder roubar o eleitorado ao PS para então conseguir vergar os comunistas à sua napoleónica liderança. Fodido. Maneiras que eles querem é saltar para os órgãos de comunicação social dominados pelo imperialismo capitalista e libertarem toda a energia revolucionária acumulada a malhar no PS – o qual será um partido de direita muito mau por insistir em respeitar a sua identidade democrática e por não lhes fazer a sectária vontade.
Na Ilha da Páscoa, consta, os nativos também conseguiram destruir o ecossistema porque continuaram a cortar árvores para suportar a construção das suas majestosas estátuas. Até que se foi a última, já a passarada tinha debandado há muito. Deram cabo da sua cultura e da sua vida, mas hoje a ilha oferece postais maravilhosos. Assim se vê a força da imbecilidade.
Lucy in the Sky with Diamonds
O Presidente do PSD e primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, abriu esta noite a reunião do Conselho Nacional do partido dizendo que os sociais-democratas são a força política com mais sentido institucional em Portugal.
“O PSD é hoje, indubitavelmente, a força política que mais serenidade, estabilidade e sentido institucional tem mostrado aos portugueses”, afirmou Passos Coelho perante os conselheiros nacionais do partido.
Na reunião de hoje do órgão máximo do PSD entre congressos, e a título excepcional, a intervenção inicial do presidente do partido foi aberta à comunicação social.
Calma
Se o PSD tivesse optado por uma via de conciliação e defesa do interesse nacional – sendo isto não mais do que reconhecer que a crise de 2008 não foi um “abalozinho” – em vez da estratégia da terra queimada e dos ataques de carácter com que empestou o espaço público, se calhar os resultados das eleições de 2009 teriam sido muito mais favoráveis para Manela e Pacheco. E, nesse clima de respeito mínimo e decência máxima, não se teria visto a degradação da situação política nacional decorrente da inevitabilidade de o PS ficar a governar sem maioria absoluta quando a crise das dívidas soberanas rebenta. Calculem-se as perdas que se evitariam.
O tópico do consenso só não interessa a sectários e a trafulhas. Para quem olha para a política apenas a partir dos seus rendimentos, ou falta deles, o consenso que permite a melhor governação possível é o bem mais precioso. Dito isto, os consensos não são todos iguais e têm de ser avaliados com muita calma.
A arte de enganar o patego
Aparentemente, é apenas mais um número de alguém que ganha a vida a mentir, seja por irremediável estupidez ou por mero proveito. Atente-se como o jornalista, dito especialista em economia e política e também em economia política, repete a falácia populista de o Estado português ter tido de chamar a Troika para pagar salários, assim se encontrando a prova da bancarrota que o despesismo incontinente de Sócrates teria causado. Esta deturpação básica foi martelada vezes sem conta na comunicação social por políticos profissionais, comentadores e jornalistas engajados – mas o que surpreendeu, e continua a surpreender, é a bizarra incapacidade do PS para a anular. Esquecendo a vergonhosa postura de Seguro perante tudo o que diga respeito aos anteriores dois Governos socialistas e suas peripécias, só mais de dois anos depois ouvimos Teixeira dos Santos lembrar que as suas palavras foram proferidas depois do chumbo do PEC 4 e do sequente agravamento das condições de financiamento, não se podendo todavia concluir delas que não havia dinheiro e muito menos que não havia dinheiro por causa de quaisquer despesas anteriores. José Gomes Ferreira apaga esse contexto e ufana-se, em modo de bazófia chunga, por ser um dos protagonistas da pulhice com que esta direita faz aquilo a que chama “política”.
A exibição de miséria intelectual e moral deste artista da SIC é que contém a lição a recolher.
Com este vestido preto, nunca me comprometo
Cavaco Silva não se limitou a assistir inerte ao chumbo do PEC 4, passividade que por si só já seria violadora da sua responsabilidade presidencial tamanha a gravidade da situação, ele foi ainda – e principalmente – um dos instigadores desse momento que arrastou o País para o Governo do casal Passos-Relvas, os quais estavam unicamente interessados em alienar a soberania a troco do usufruto do poder de forma cobarde, arrivista e impenitente. Ora, se Cavaco tivesse querido, o PSD viabilizaria o acordo alcançado pelo Governo socialista com a Europa e as eleições seriam marcadas adentro desse contexto protector, provavelmente em Setembro de 2011. Ou, se Cavaco tivesse querido, tal como Sócrates também queria, o País testemunharia um acordo de regime entre o PS e o PSD, pelo menos, de modo a conseguir navegar através da tempestade perfeita que se abatia sobre nós desde começos de 2010. Em vez disso, vimos uma pequena aldeia de irredutíveis lúcidos a clamar por mero bom senso a ficar cercada por legiões e legiões de ululantes adeptos das eleições, aqui com a esquerda pura e verdadeira à cabeça, e fanáticos da chegada dos senhores estrangeiros para meterem na ordem os indígenas, aqui com os direitolas e os broncos a mandarem cartolas e foguetes pelos ares.
O nosso sistema político tinha os recursos para evitar o erro suicida que consistiu em trocar um mau acordo por um péssimo acordo, logo depois transformado em impossível acordo. O PEC 4 era mau porque a receita era má, mas não se podia escapar a ela e permanecer na Zona Euro. O Memorando era péssimo mas não era obrigatório. E as alterações ao acordo de resgate, que o actual Governo decidiu fazer a cada avaliação, afundaram Portugal na maior crise económica e social desde o 25 de Abril. Imaginemos, pois, um cenário alternativo. Que teriam feito Eanes, Soares ou Sampaio caso estivessem em Belém face a situação análoga? Ou imaginemos, por mais improvável que seja, que a Presidência estava na mão de figuras do calibre de um Adriano Moreira, de uma Teresa Patrício Gouveia, de um Guilherme de Oliveira Martins ou de um Carvalho da Silva? Ou ainda, pura e simplesmente, que teria feito qualquer outro fulano que não se chamasse Aníbal António Cavaco Silva? O que se passou em Portugal em Março de 2011 exigiu a vontade concertada dos diferentes poderes que constituem a direita nacional e correspondeu a um golpe de grande ousadia e estouvado risco. A corda ia mesmo romper, puxada pelo Presidente da República e pelo Parlamento, cada órgão a fazer força na sua extremidade e recorrendo ao extremismo de prejudicar todo o País nessa maquinação.
Porém, contudo, todavia, o que de mais extraordinário e significativo aconteceu na comunidade que somos não data dos idos de Março de 2011, pese a espectacularidade e consequência desses eventos, mas de Agosto e Setembro de 2009. O espantoso facto de se ter lançado uma conspiração escabrosa a partir da Casa Civil contra o Governo, o partido maioritário e o primeiro-ministro, recorrendo-se a um órgão de imprensa e estando-se a semanas de eleições legislativas, conspiração essa que foi assumida oficialmente pelo Presidente da República depois de ter sido denunciada e desmontada, conseguiu ser ultrapassado em espanto incomensurável quando se revelou uma sociedade conivente com a Inventona das Escutas. E se o silêncio do PS ao tempo se pode justificar pelo sentido de Estado e mera prudência que pediam estoicismo a quem governava e se vê logo depois a ter de continuar a governar mas em minoria, já o silêncio das figuras de referência do regime, mais o silêncio da esquerda, expõem um país que não se respeita. Um país de biltres.
Estamos agora, outra vez, com os ouvidos cheios dos valentões da esquerda do “com este vestido preto” a berrar contra o PS, o centrão, as décadas de miséria e roubalheira que eles foram registando em placas de mármore. Nada lhes dá mais alegria de viver do que a caça aos socialistas, qual luta contra a direita qual quê. Combater a direita é assim a modos que arriscado. E aborrece. Já a intenção de pegar fogo ao PS é um sonho lindo que não comporta risco nenhum e garante medalhas e taças. Eis a supina vantagem do maniqueísmo, a melíflua alucinação de reduzir a História aos limites do bestunto.
Exactissimamente
Vamos lá a saber
Existe alguém que consiga explicar em que consiste uma política de esquerda, patriótica, ao serviço dos trabalhadores e do povo?
E a SEDES, pá?
As saudades que eu tenho de uma Tomada de Posição da SEDES, camandro. Quem pode esquecer os dias negros que vivíamos em Fevereiro de 2008, altura em que vimos actos extraordinários de heroísmo que levaram os sábios da SEDES a arriscarem a reputação, os bens e até a saúde para alertarem o povo dos perigos que o cercavam. Recordemos:
1) UM DIFUSO MAL-ESTAR
Sente-se hoje na sociedade portuguesa um mal-estar difuso, que alastra e mina a confiança essencial à coesão nacional.Assumindo o dever cívico decorrente de uma ética da responsabilidade, a SEDES entende ser oportuno chamar a atenção para os sinais de degradação da qualidade da vida cívica que, não constituindo um fenómeno inteiramente novo, estão por detrás do referido mal estar.
2) DEGRADAÇÃO DA CONFIANÇA NO SISTEMA POLÍTICO
Ao nível político, tem-se acentuado a degradação da confiança dos cidadãos nos representantes partidários, praticamente generalizada a todo o espectro político.
É por isso preocupante ver o afunilamento da qualidade dos partidos, seja pela dificuldade em atrair e reter os cidadãos mais qualificados, seja por critérios de selecção, cada vez mais favoráveis à gestão de interesses do que à promoção da qualidade cívica. E é também preocupante assistir à tentacular expansão da influência partidária – quer na ocupação do Estado, quer na articulação com interesses da economia privada – muito para além do que deve ser o seu espaço natural.
5) APELO DA SEDES
O mal-estar e a degradação da confiança, a espiral descendente em que o regime parece ter mergulhado, têm como consequência inevitável o seu bloqueamento. E se essa espiral descendente continuar, emergirá, mais cedo ou mais tarde, uma crise social de contornos difíceis de prever.
Pois é, 2008, um ano terrível que mal tinha começado, o que implica um 2007 igualmente maligno e um 2006 para esquecer. Felizmente, pudemos contar com a inteligência, a dignidade e a coragem da SEDES, porque senão tínhamos sido completamente destruídos pelos malandros dos socialistas. Ufa, que alívio estar tão longe desses horríveis e miseráveis tempos. Agora é uma maravilha, a gente séria manda nisto e tudo o que faz é para o nosso bem, para o bem da nossa grande Nação. Mas lá que dá uma saudade tramada de ler uma merda qualquer da SEDES, lá isso dá…
Guerra dos laranjas
Depois de muito investigar, muitíssimo, consegui descobrir um período histórico com uma semelhança prodigiosa com aquele que vivemos. É o que ocorre no final do século XVIII e entra no começo do XIX, quando D. Maria I é considerada doente mental por declaração assinada de 17 médicos. D. João VI passa a regente, só para se mostrar tão inepto que se pensava poder sofrer da mesma patologia de sua mãe. Essa crise governativa – também explicada pela crise europeia – gerou um vazio de poder onde a figura do Conselho de Estado foi utilizada para depositar na mão de alguns nobres as competências que o regente não conseguia exercer. E como é que tudo isso acabou? De várias formas, claro, e uma delas, que nos persegue até hoje, é o episódio da Guerra das Laranjas, onde Portugal perde Olivença para a Espanha.
Em 2013, temos uma Europa em conflitos intestinos, um Presidente da República pírulas, um Primeiro-Ministro inane e os laranjas em guerra contra o seu próprio país. Um cópia exacta do que aconteceu há duzentos anos, mutatis mutandis. Mas quem nos dera que desta nova desgraça apenas se perdesse um pedacito de terreno, em vez dos milhões de vítimas que já se contam em dois anos de além-Troika.
50 minutos bem passados
Revolution through evolution
Raising Adopted Children: How Parents Cooperate Matters More Than Gay or Straight
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Egg Donation in European Clinics: Why Do Women Do It?
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What Warring Couples Want: Power, Not Apologies, Study Shows
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Put mental health on timetable, schools urged
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Revolutionizing Economics by Evolutionizing It
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Why Some People Spend More Impulsively During Tough Economic Times
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What Will the Future Hold for Cyborgs, the Fusion of Humans and Machines?
Quão mais simbólica pode a situação ficar?
É intenção do Presidente da República, Cavaco Silva, pernoitar nas ilhas Selvagens, durante a visita que fará ao local de 18 a 20 de Julho, o que nunca outra chefe de Estado fez. Segundo o Expresso, uma delegação da comitiva presidencial já esteve nas Selvagens a avaliar as condições para receber Cavaco.