Women Have a Remarkable Variety of Orgasmic Experiences
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Fear of retaliation: Why we tend not to enforce social norms
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Body builders aren’t necessarily the strongest athletes
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Live Long and… Facebook?
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Horrible Bosses
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Being Fit Protects Against Health Risks Caused by Stress at Work
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Eating Dinner Early, or Skipping It, May Be Effective in Fighting Body Fat
Todos os artigos de Valupi
Lá como cá, um pulha é um pulha é um pulha
A situação política nos EUA, à beirinha de umas eleições que estão a deixar meio Mundo atónito perante os números nas sondagens de um candidato absolutamente grotesco e insano como Trump, tem vários aspectos de espantosa similitude com o que se passa em Portugal desde 2008. Essas semelhanças atingiram o pináculo com o historicamente inusitado papel que o FBI assumiu a 12 dias da votação ao enviar, pelo seu director, uma carta ao Congresso onde anunciava que se tinha descoberto mais correio-electrónico relativo às irregularidades de Hillary Clinton nessa matéria. Foi uma bomba que causou gravíssimos danos na campanha Democrata, efeito destrutivo potenciado pelas notícias muito negativas a respeito do ObamaCare que saíram também por essa altura.
A carta de James Comey não explicou o que estava realmente em causa nessa nova informação adquirida pelo FBI, a qual poderá ser completamente irrelevante do ponto de vista legal, o que abriu de imediato espaço para as mais selvagens especulações. Trump e a sua campanha não perderam tempo a usar o espantoso bónus como munição para a continuação do festival de mentiras e calúnias. E as sondagens começaram a cair para o lado Democrata tanto a nível nacional como estadual. Só por isto, a actuação do director do FBI foi vista como uma óbvia judicialização da política dado que o efeito da sua intervenção não foi o de proteger a investigação ou o processo político, antes o de prejudicar um candidato e favorecer aquele que tinha apostado tudo nessa linha de ataque. Para cúmulo, o número circense foi lançado em cima da meta de forma a que nada se pudesse esclarecer até ao fim da corrida.
Nos últimos dias, recuperaram-se declarações onde Rudy Giuliani, um dos mais fervorosos apoiantes de Trump, aparece a gabar-se de saber o que Comey iria fazer dentro de pouco tempo. Mais declarações deste passarão se vierem juntar, anteriores e posteriores ao anúncio gabarola e encapotado da golpada, onde admite à boca cheia que há agentes do FBI a dar informações à campanha de Trump. Em consequência, a tese que agora começa a correr entre alguns comentadores norte-americanos é a de que Giuliani, ou alguém do lado de Trump, poderá ter sido um instigador das forças que dentro do FBI querem afundar Hillary num poço sem fundo de suspeições judiciais de forma a que seja derrotada nestas eleições. Nunca tal degradação do FBI se tinha visto na história das presidenciais americanas.
Qual o paralelo com o que se passa em Portugal desde 2008? É escolher. Ainda antes de o PS ter ganhado as eleições em 2005 que já PSD, CDS e sua máquina mediática apostaram em lançar campanhas negras onde se tentava assassinar o carácter de Sócrates a golpes de calúnias envolvendo a Justiça. O caso Freeport foi lançado em 2004 e explorado a fundo a partir de finais de 2008 e ao longo de 2009. Como sabiam que judicialmente não iriam conseguir apanhar Sócrates enterrado em Alcochete, lançou-se o processo Face Oculta, o qual teve como calendário produzir uma tentativa de envolvimento judicial de Sócrates em cima da pré-campanha eleitoral para as legislativas de 2009. Como tal igualmente esbarrou nas figuras que defenderam o Estado de direito, foi ainda lançada a “Inventona de Belém” em cima das eleições e apenas requerendo a cumplicidade de um jornal para o efeito. Finalmente, em 2014, a Operação Marquês consegue servir para tentar influenciar as eleições do PS para secretário-geral com o artigo da Sábado no final de Julho, pois Seguro e companhia agitavam a bandeira da pureza moral e da incorruptibilidade contra os diabólicos socráticos, e ainda para influenciar o início do ciclo de Costa, com a detenção de Sócrates em Outubro a ter sido preparada para ter impacto mediático máximo e para coincidir a uma semana de distância com o congresso do PS onde António Costa lançaria o ano eleitoral. Depois, e até às eleições de 2015, a Operação Marquês forneceu um caudal de informações e oportunidades para uma sistemática campanha de devassa, deturpação, crimes e estratégia politicamente desenhada pelos órgãos de comunicação social alinhados contra o PS, uns explicitamente e outros como canais de distribuição e amplificação. Como é que sabemos isto tudo? Recorrendo a alguns factos indeléveis e espampanantes, e ainda aos mesmíssimos instrumentos cognitivos e lógicos com que na Judiciária, no Ministério Público e nos tribunais se elaboram hipóteses para investigar e julgar crimes ou meras suspeitas de crimes: cui bono?
Nos EUA não existem pasquins que sejam os órgãos oficiosos de agentes da Justiça criminosos, como acontece em Portugal para gáudio e júbilo de uma direita decadente – posto que as violações ao segredo de Justiça existem e são tratadas pelos responsáveis judiciais e políticos como algo que é impossível evitar, sequer investigar. Para além disso, nos EUA, como se está a ver, também não há cagunfa de dizer o que há para dizer: que é inadmissível pactuar com órgãos policiais e judiciais que ambicionem interferir com a funcionalidade e legitimidade democráticas. Tirando essas diferenças, a pulsão de usar a Justiça para atacar adversários políticos é tão mais forte quão politicamente inanes e indecentes sejam os líderes partidários.
Exactissimamente
Valupi goes to Governo Sombra
No Governo Sombra do último sábado, e já com uns anos valentes de atraso, o nome “Valupi” entrou em cena. Por nove vezes, envolvendo os quatro participantes, esse famoso pseudónimo foi invocado no programa em clima de festa, rasando o transe báquico. Eis o que ficou verbalizado para a posteridade:
João Miguel Tavares
Valupi, um blogger do Aspirina B, que tem maior devoção a José Sócrates do que a irmã Lúcia a Nossa Senhora de Fátima. Um beijinho para Valupi, se nos estiver a ver lá em casa.
Pedro Mexia
[para o JMT] E um grande fã deste programa!
Carlos Vaz Marques
[para o RAP] O Valupi vai tratar-lhe da saúde...
Ricardo Araújo Pereira
Eu peço desculpa, quer a Max Weber, quer a Valupi, dois vultos da sociologia política.
É fácil detectar variegados graus de imprecisão nestas declarações, fruto da comoção do momento. Quero, todavia, fazer justiça ao sr. Araújo por ter sido o que mais se aproximou de uma afirmação puramente objectiva, factual. Também contou para este triunfo sobre os seus colegas o ter pedido desculpa. Tanto eu como o Max Weber, e talvez ainda mais o Max do que eu, sabemos que este senhor tem boas razões para tal contrição pública.
O sr. Araújo foi protagonista de outro momento que não posso deixar passar; seja no cumprimento da ética protestante, seja em respeito pelo espírito do capitalismo. Foi quando entrou decidido e confiante pelos mistérios cosmoteológicos adentro:
[…] Deus estava certamente a inventar uma constelação nova […]
Sendo cada constelação uma figura mental que junta através de linhas imaginárias algumas estrelas sem necessária proximidade espacial entre si, esta revelação araujiana de se ter apanhado Deus a fazer mais uma constelação tem vastas implicações. Poderá ser a prova definitiva para aceitarmos que Ele está mesmo no meio de nós, por um lado, e que não passa de um cabeça no ar, pelo outro. Quando tiver oportunidade, discutirei com o meu amigo Friedrich Wilhelm a natureza demasiado humana do fabricante de constelações.
Para além destas importantes problemáticas, o programa também exibiu um vídeo onde se podia ver um macaco com um microfone na mão a provocar e insultar um cidadão que já foi ministro, secretário-geral do PS e primeiro-ministro, sendo nesta altura mais falado por ser arguido num processo onde ainda nem sequer sabe se vai ser acusado de alguma coisa depois de já ter estado preso e de ver a sua privacidade devassada através de crimes sistemáticos. O pessoal do Governo Sombra achou muita graça à humilhação registada, equivalente a um linchamento moral, e resolveram dar destaque ao episódio.
Quem sabe, talvez num futuro de médio ou longo prazo ainda vejamos sociólogos, psicólogos e antropólogos a estudar uma sociedade e seus protagonistas mediáticos onde este tipo de violência é não só praticado como cultivado à risada.
Exactissimamente
"In a perfect world, no one would vote for Trump, given his bigotry, misogyny, Islamophobia and xenophobia. He is unqualified in virtually every relevant way for the presidency. Still, those who choose to support him have the right to do so, regardless of their ethnicity or background."
Erros de quem?
Guerreiros do jornalismo canalha
O “Expresso Curto” é o resultado da hibridização do Expresso em consequência da crescente e irreversível digitalização da imprensa escrita. Ao ter uma edição digital, o que durante décadas foi apenas um jornal semanário passou também a ser um diário. Nesta secção matinal, os principais jornalistas da casa fazem um apanhado daqueles que considerem ser os principais artigos doutros órgãos de comunicação social e do próprio Expresso, apresentando-os de modo opinioso.
No dia 26 de Outubro, Pedro Santos Guerreiro usou o formato para sugerir a leitura de um artigo no Observador onde aparecia identificado o “alegado escritor-fantasma de José Sócrates”. Alegado por quem? O Pedro não se preocupou em explicar, se calhar porque não tinha tempo para continuar a teclar sobre o assunto, se calhar porque considera que a alegação vem de um coro cósmico à sua volta. O certo é que a prosa aonde vamos dar tem a seguinte passagem:
«Seguindo a mentalidade do próprio Sócrates, que divide o mundo entre os que estão com ele e os que estão contra, Domingos Farinho ficou do lado da equipa dos socráticos, contra os adversários que supostamente ‘odeiam’ o ex-primeiro-ministro. Dessa passagem por São Bento ficou, de facto, uma relação forte com Sócrates.
O maior exemplo disso mesmo ocorreu com Farinho fora do gabinete de Filipe Baptista, quando o semanário Sol começou a revelar em 2010 as suspeitas que o DIAP de Aveiro tinha recolhido contra Sócrates no processo Face Oculta. Dizem vários amigos que Farinho foi incapaz de criticar ou questionar o papel do ex-primeiro-ministro na tentativa de controlo da comunicação social. “Ficou ofuscado pela luz”, resume um ex-colega de curso. Outro amigo diz que preferiu, tal como Sócrates, ver uma “cabala” da Justiça” contra o primeiro-ministro que tinha começado o seu governo a lutar contra os privilégios dos magistrados. “Passou a ser impossível falar com ele sobre Sócrates, já que, tal como o chefe, tinha dificuldade em lidar com a crítica”, diz outro amigo.»
O autor é Luís Rosa, aparentemente alguém com carteira de jornalista e que reclama ter-se especializado em jornalismo de investigação. Eis o que ele consegue transmitir nestes dois parágrafos de um artigo que não aparece rotulado como sendo de opinião, antes pretendendo fazer uma exposição de factos:
– Que a “mentalidade” de Sócrates é matéria sobre a qual pode discursar como jornalista.
– Que a “mentalidade” de Sócrates é matéria sobre a qual tem certezas absolutas, embora não revele nem as fontes nem o método da sua investigação.
– Que a “mentalidade” de Sócrates tem como traço essencial uma divisão do “mundo entre os que estão com ele e os que estão contra”, embora não revele nada acerca da investigação que lhe permitiu chegar a essa descoberta.
– Que não é certo que existam adversários políticos de Sócrates que lhe tenham ódio, apesar dos milhares de exemplos à disposição precisamente desse sentimento contra Sócrates veiculado publicamente por figuras com responsabilidades políticas e mediáticas.
– Que o processo Face Oculta recolheu suspeitas legítimas contra Sócrates, apesar das ilegalidades na sua origem ao se ter escutado um primeiro-ministro sem a devida autorização e de Sócrates nem sequer ter sido constituído arguido.
– Que o processo Face Oculta revelou uma tentativa de controlo da comunicação social, apesar de nenhum acto concreto ter sido registado que possa ser objectivamente relacionado com tal suspeita.
– Que as acções e intenções de Domingos Farinho podem ser descritas por terceiros melhor do que pelo próprio, posto que a versão de alguns “amigos” escolhidos pelo autor fica sem contraditório.
– Que Domingos Farinho não tem direito a defender uma interpretação do processo Face Oculta e suas consequências públicas que difira da do autor e dos “amigos” citados. Caso insista nela, então é porque estará diminuído intelectual e/ou moralmente por influência maligna de Sócrates.
Luís Rosa, num padrão típico dos caluniadores, está cheio da peçonha que atribui ao seu alvo. É ele o maniqueísta da peça, usando o seu estatuto de jornalista para se entreter a servir agendas políticas ou perseguições de estimação. Ora, é de presumir que PSG leu o texto na íntegra antes de recomendá-lo. Como responderia se fosse questionado acerca do género a que este deturpado exercício pertence? Será possível ser concebido como “jornalismo de investigação”? Será isto apenas um “artigo de opinião”? E, neste último caso, como catalogar uma opinião tão sectária, fanática e perversa como esta a respeito tanto de Sócrates como de Domingos Farinho? Claro, nunca ninguém apanhará o PSG a explicar a sua cumplicidade.
Não faço a mínima ideia acerca do real papel de Domingos Farinho na concepção e escrita do livro “A Confiança no Mundo”. Para mim, qualquer desfecho é possível, sendo que neste momento estamos perante alguém que reclama estar a ser vítima de difamações e calúnias, versão igual à que o autor do livro assume perante as mesmas acusações. É a versão deles que prefiro, até prova em contrário. Mas faço uma excelente ideia de quem utiliza suspeições para o atacar e, assim, conseguir atingir Sócrates e, finalmente, o PS. Aposto que o PSG também faz uma excelente ideia, embora por outras razões. E daí se ter prestado a servir de difusor e amplificador.
Que restaurante é este?
Kelly Speech after John John world tittle. By Gonçalo Lopes from Surftotal TV on Vimeo.
John John Florence ganhou o seu 1º título de campeão do mundo de surf na semana passada, na penúltima prova do circuito disputada em Peniche. Tal acontecimento despertou um maremoto de felicidade que começou no próprio (podendo ir para a última prova, literalmente em sua casa, sem qualquer ansiedade), passou para a organização e marcas ligadas à indústria do surf (JJF talvez seja o surfista mais valioso para o marketing da modalidade pelo seu estilo desportivo, aparência, história familiar e juventude), e chegou ao turismo de Portugal (a zona Oeste está a tornar-se num lugar de peregrinação mundial para surfistas, por causa de Peniche e Nazaré, fora todo o restante potencial turístico para outros segmentos do mercado internacional – por favor, não estraguem as maravilhas da região como fizeram no Algarve, suas bestas).
No vídeo manhoso acima, vemos Kelly Slater a fazer um brinde ao puto que ele viu crescer desde a infância e a quem ensinou a surfar. Terá sido no último jantar cá em Portugal, talvez no próprio dia em que acabou a prova. Ora, o que pretendo descobrir é simples: que restaurante é este?
Peço aos muitos milhões de utilizadores deste magnífico blogue para saírem de casa, ou faltarem ao trabalho no caso de trabalharem (coisa de que duvido), e se porem à procura do poiso onde estes bacanos fizeram a janta. Trata-se de um assunto da maior importância gastronómica.
Revolution through evolution
Teachers give lower ratings to girls’ math skills when girls and boys have similar achievement and behavior
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New evidence that politics, not economics, drives inequality – Study included data sensitive to rise of the ‘1 percent’
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Psychologist’s study suggests the reason many white Americans support Donald Trump in the 2016 presidential election
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White Supremacist Activity Spikes When Trump Talks Anti-Immigration: Vanderbilt Researcher
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Are The Lives Of The 1 Per Cent Less Lavish Than We Think?
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The universe is expanding at an accelerating rate, or is it?
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Baylor Author Discusses Art Of The Short Story, Recommends Five Scary Tales For Halloween
Exactissimamente
Da MTV para o YouTube – a convergência dos vídeos musicais

O nosso João Pedro da Costa, um dos fundadores deste pardieiro e o blogger mais criativo que alguma vez conheci, lançou um livro. Que acontece não ser o primeiro. Um livro nascido do seu doutoramento e que o prolonga. Neste espaço – https://mtvu2b.com/ – é apresentada a obra e disponibilizado o precioso material videográfico de apoio à leitura.
Como feliz proprietário de um exemplar autografado pelo autor, falarei da minha experiência de aprendizagem quando terminar a leitura. Por agora, esta certeza: sendo um estudo erudito sobre os vídeos musicais, trata-se igualmente de uma viagem à história da cultura mediática dos últimos 40 anos (mais coisa, menos coisa, entre outras coisas).
Comprem o livro não porque o meu primo precise do dinheiro mas porque qualquer um de nós precisa de inteligência. E ela sai escandalosamente barata neste caso.
Cerquilhas para 8 de Novembro
Devemos ter (muita) inveja deste cabrão
As coisas como elas é
Mauro Xavier, presidente da concelhia do PSD Lisboa, escreveu uma carta aberta a Fernando Medina a propósito de um blogue. A intenção da carta, ao mesmo tempo que recorda à população que nesta direita não há política para além da chicana, é a de denunciar a influência desse blogue na política nacional. Um blogue cujas parangonas invadiam os quiosques e cafés nacionais logo pela fresca, e cujos programas radiofónicos e televisivos com jornalistas de pistola em punho ocupavam as casinhas dos coitados dos portugueses vítimas dessa poderosa propaganda e sujeitos a uma opressão mediática que os cercava e lhes retirava o ar. O ar da liberdade. Esse blogue conseguiu, fruto de um pacto com o Diabo (mas não o de Setembro passado, estamos a falar de um Diabo mesmo diabólico), alterar os equilíbrios de poder no País e foi uma força decisiva em todos os actos eleitorais desde 2005 até 2015.
Faz bem o Mauro em perseguir essa malandragem. Porém, quando este valente descobrir que o Medina trabalha para a glória do Correio da Manhã ainda o veremos a lançar outra carta aberta a pedir a chave da cidade para o actual presidente da Câmara.
Revolution through evolution
Eureka! Gender affects how we judge competence, genius
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Older Men Cling to 1950’s, ’60’s Blueprint of Masculinity
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Debates: Linguistic Trick Boosts Poll Numbers
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Knowingly taking placebo pills eases pain, study finds
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The importance of the amount of physical activity on the risk of developing type 2 diabetes
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Fruit-Rich Mediterranean Diet With Antioxidants May Cut Age-Related Macular Degeneration Risk By More Than A Third – Study is first to show that caffeine could be protective against AMD
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Mortality And Cardiovascular Disease: You Don’t Have To Be An Olympic Athlete To Reduce The Many Risk Factors
Se a hipocrisia pagasse imposto
No Sol, faz-se capa com Sócrates outra vez. Outra vez, não sabemos se o que lá aparece é verdadeiro ou falso. Porém, como noutros casos relativos a notícias acerca de Sócrates, algumas informações nascidas de violações do segredo de justiça, ou obtidas numa qualquer modalidade de acesso aos processos judiciais ou a fontes díspares, acabam por ser validadas como factuais. Exemplo maior, Sócrates admitiu publicamente após ter sido detido e preso que usava dinheiro e património de Santos Silva na forma de empréstimos, quando antes o tinha ocultado e até negado. Talvez um dia venha também a admitir que pediu a Santos Silva para comprar exemplares do seu livro, para dar um outro exemplo legalmente irrelevante se o dinheiro for legitimamente de Santos Silva mas politicamente ponderoso mesmo que não haja crime algum.
Ora, nesta notícia fala-se do blogue Câmara Corporativa e do blogger Miguel Abrantes, um nome que é pseudónimo. É dito que esse blogue e esse bloguista estiveram ao serviço de Sócrates e dos seus Governos através de um esquema de pagamentos mensais. Essa suspeita, na forma de calúnia, foi explorada pela direita decadente logo a partir de 2008, pelo menos. Na altura, e nos anos seguintes, não foi só esse blogue que se constituiu como alvo de ataques políticos ao mais alto nível. Qualquer blogue que ganhasse alguma notoriedade nas suas simpatias pelo Governo, PS ou Sócrates era de imediato carimbado como peça de uma sinistra aparelhagem partidária e governativa. O ridículo da questão, isso de se estar a falar de blogues que são mediática e demograficamente irrelevantes para qualquer desfecho político, não impedia a selvagem campanha de ódio que durou anos. Pelo contrário, eram a diversão perfeita para continuar a apostar tudo na baixa política – e ainda para este tipo de direita desmiolada poder diariamente mergulhar de cabeça na sua paixão funesta por Sócrates.
Até que os próprios o confirmem, ou que as provas de tal sejam tornadas públicas de forma legítima, não acreditarei que o Miguel Abrantes tivesse sido pago para criar e manter o Câmara Corporativa. Porém, caso venha a constatar que estou enganado, tal também não me irá chocar, apenas entristecer. Não me irá chocar porque será uma banalidade se vista historicamente. Que toda a luta política se resumisse a esse tipo de deslealdade cívica e a esse tipo de traição moral, este planeta seria um paraíso. Mas irá entristecer-me porque conspurca a cidade ao introduzir logro no espaço público. Nesse sentido, será o prolongamento da desgraça comunitária que já começou quando Sócrates admitiu não estar à altura do estadista que muitos acreditaram que fosse.
Escrevo sobre este assunto, principalmente, para deixar a seguinte constatação. Que desvairada boa sorte a minha não ter como destino ficar calado quando Cavaco, Passos e Santana recorrem ao pior da política para se agarrarem ao poder pelo poder, e ser cúmplice passivo ou activo de órgãos de comunicação social que fazem dos assassinatos de carácter uma agenda política e um negócio, e depois vir a correr ladrar para a rua porque consta que um fulano num blogue recebeu não sei o quê de não sei quem.
Massacre
Farinha do mesmo saco
Depois da Troika, em cima do PERES, eis finalmente a perestroika a chegar à Soeiro Pereira Gomes
Revolution through evolution
Females React Differently Than Males To Social Isolation
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President Obama’s Vision To Send Americans To Mars Is Underfunded And Unsustainable
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Wild Chimpanzee Mothers Teach Young To Use Tools, Video Study Confirms
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In The Workplace, Incivility Begets Incivility, New Study Shows
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Cocoa compound linked to some cardiovascular biomarker improvements
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Got Mindfulness? Seven Key Steps For Purposeful Daily Living
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Creative staff lead to satisfied customers, says study