Que restaurante é este?

Kelly Speech after John John world tittle. By Gonçalo Lopes from Surftotal TV on Vimeo.

John John Florence ganhou o seu 1º título de campeão do mundo de surf na semana passada, na penúltima prova do circuito disputada em Peniche. Tal acontecimento despertou um maremoto de felicidade que começou no próprio (podendo ir para a última prova, literalmente em sua casa, sem qualquer ansiedade), passou para a organização e marcas ligadas à indústria do surf (JJF talvez seja o surfista mais valioso para o marketing da modalidade pelo seu estilo desportivo, aparência, história familiar e juventude), e chegou ao turismo de Portugal (a zona Oeste está a tornar-se num lugar de peregrinação mundial para surfistas, por causa de Peniche e Nazaré, fora todo o restante potencial turístico para outros segmentos do mercado internacional – por favor, não estraguem as maravilhas da região como fizeram no Algarve, suas bestas).

No vídeo manhoso acima, vemos Kelly Slater a fazer um brinde ao puto que ele viu crescer desde a infância e a quem ensinou a surfar. Terá sido no último jantar cá em Portugal, talvez no próprio dia em que acabou a prova. Ora, o que pretendo descobrir é simples: que restaurante é este?

Peço aos muitos milhões de utilizadores deste magnífico blogue para saírem de casa, ou faltarem ao trabalho no caso de trabalharem (coisa de que duvido), e se porem à procura do poiso onde estes bacanos fizeram a janta. Trata-se de um assunto da maior importância gastronómica.

11 thoughts on “Que restaurante é este?”

  1. no vimeo ha uma video do slater em modo free surfpor altura desra competicao impressionante é ver para crer

  2. demorará uns meses até que o dr. valerico cure a biliosa azia que o aflige e possa ir ao joel pelo seu próprio pé e com estômago para passar além dos acepipes.

    e vamos só no princípio, ou seja, só sabemos que a escroque mentiu vezes sem conta sobre os e-mails.

    à medida que a verdade se for revelando, agora que o FBI tem os e-mails, saberemos o seu conteúdo.

    e, aí, dr. valerico, é bom que tenhas o desfibrilhador por perto e estejas preparado para retirar todas as aleivosias que, ufano e de forma cretina, debitaste neste blog.

  3. Acho que é o Sacro e Profano, em Sorrento .
    Não fui aí que o Luís Figo escreveu o prefácio e apresentou, melhor dizendo, deu o pontapé de saída, ao livro ?

  4. Ignatz, estive aqui a observar a tua desaustinada diligência para com o Valupi.
    (coisas que só o coração pode entender, troco o vate Costa da Caparica pelo Tom Jobim)

    Nota, uma ainda assim. Segue-me se conseguires, no entanto, observaste que a personagem maior da tua pública fixação não é monogâmica («companheiros especialistas», pá?).

    Nota, duas dúzias de sardinhas assadas. No entanto, não disseste tudo:
    – Cim, eu conheçu aquela Tasca de Penixe porqe aprendi lá a esqrever e porqe servi lá á mesa.
    (dai a minha proza alculizada, mainada!)

    Nota, três. O gajo perturbado com o poema ou com o fado (ou com tudo) falava de ti, sabes? Luiz Vaz de Camões, o insigne cegueta do Aspirina B que tantas saudades deixou, eras tu afinal?

  5. Centeno e Camões: “A oposição está cativa”

    Agora sobre cativações. Para isso, Centeno recorda Camões.
    A oposição está cativa de uma tabela. Aquela cativa que me tem cativo, porque nela vivo já não quer que viva”

    Âdenda, em tempo. Na AR, hoje.

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