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Dominguice

A página da Wikipédia Lista de vieses cognitivos indica 39 tipos de “tendências que podem levar a desvios sistemáticos de lógica e a decisões irracionais“. Aqui, chega-se aos 100. E há mais, sempre mais.

Qualquer político, jornalista, procurador, juiz, polícia, militar, médico ou treinador de futebol que não inscreva esta matéria no seu discurso deve ser considerado um perigo público.

Sexta às 9 (da manhã)

Nesta notícia – Sandra Felgueiras de saída da RTP rumo à CMTV – tropeço em duas interrogações:

– Que Felgueiras vá para a Cofina é a coisa menos surpreendente possível. Mas como explicar que a tenham deixado usar a RTP, ao longo de mais de 20 anos, para se candidatar a estrela do esgoto a céu aberto?

– Serei o único a achar que o Grupo Impresa conseguiu colonizar a RTP? Ou será antes a administração da RTP que tem procurado mimetizar o canal do Balsemão?

Para que servem os partidos?

A violência doméstica é uma escola de política. Vendo pelo reverso, há políticos que repetem o modo como os perpetradores de violência doméstica justificam as agressões, a perseguição e o terror. Consiste na ostensiva negação das evidências e na culpabilização imediata e obsessiva da vítima.

Vimos isso no Governo de Passos Coelho, com a conversa sobre a “zona de conforto” e os “piegas”, entre outras metáforas que iam buscar uma retórica do castigo. Vemos isso agora na reacção de comunistas e bloquistas ao chumbo do Orçamento que eles próprios quiseram que acontecesse na generalidade. Esta recusa em levar a negociação para a especialidade – continuando a poder chumbar o Orçamento no seu todo – não foi decisão do Governo nem do PS, e devia bastar para encher de vergonha quem diz que os socialistas montaram um esquema maquiavélico para tirarem as eleições da cartola. Mas eles não têm vergonha porque não têm pingo de responsabilidade. Daí a alucinação correr solta, com teorias da conspiração que têm tanto de inane como de estúpido.

Pensemos. Pensemos no que se estava a pensar no BE e no PCP antes do chumbo. A acreditar no que agora dizem, estes génios já sabiam que Costa tinha na manga um esquema para provocar eleições por achar ser este o momento de abrir a caça à maioria absoluta. Então, continua a ditar a lógica que nos estão a servir, sabendo que era isso que o homem queria, foi isso que lhe deram. Para quê? Pelos vistos, para se poderem queixar do que eles próprios fizeram acontecer. Tem isto algum sentido? Não tem nem precisa de ter, eis uma lição de antropologia que não envelhece.

O Orçamento chumbado pelo BE e pelo PCP está cheio de medidas que vão ao encontro do que propalam defender. Para além disso, estrear na política nacional um chumbo do Orçamento, e logo na generalidade, devia corresponder a um sentimento de revolta sociologicamente profundo e cujas consequências fossem benéficas para a população. Passa-se neste caso exactamente o oposto. As diferenças entre o que se pediu ao Governo e o que este considerou ser o seu limite são insignificantes para quem pede. Para quem recusa, porque governa, são a manifestação da sua responsabilidade.

Não há comparação. Governar corresponde a uma dimensão única da organização do Estado. Assim como a analogia entre a economia de um país e a economia de uma família é absolutamente falaciosa, assim a moralização dos actos governativos como se fossem de um sócio num negócio é um sofisma ao serviço da baixa política. O Governo não tem de respeitar acordos para o Orçamento quando no decurso da governação tal se revela errado face às circunstâncias sempre novas. São os partidos que têm de respeitar a necessidade de termos uma governação actuando no limite máximo das suas competências programáticas e da sua entrega aos deveres executivos.

A quem servem os partidos? À comunidade ou a si próprios?

Revolution through evolution

Study: Two or More Servings of Fish Per Week May Protect Healthy Brains
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Sitting more linked to increased feelings of depression, anxiety
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Anxiety effectively treated with exercise
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Why Vikings weren’t who we thought they were
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Happy stories synch brain activity more than sad stories
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Discrimination increases risk for mental health issues in young adults
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Overcoming polarized politics
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Dominguice

Donde vem o conhecimento acerca da credibilidade, fiabilidade e viabilidade dos programas políticos que os partidos elaboram e propõem ao eleitorado? Donde vem essa lunática convicção de se terem as melhores soluções para a desmesurada complexidade envolvente? Não se fala sobre isso, nunca. Nem sequer os jornalistas políticos gastam uma caloria com o assunto, quanto mais o comentariado. Prefere-se a fulanização, a intriga e a baixa política. O espaço público é assolado por um maremoto de dramatização que reduz à emoção mais básica e asinina as supostas razões em contenda. A energia gasta na paupérrima retórica vem da identidade tribal, não de Atena, a deusa da Cidade.

Políticos que apostam tudo na estupidificação da comunidade, por se saberem incapazes de competir em honestidade intelectual e talento de serviço público, têm a barriga e a boca cheia de certezas – portanto, cheias de ódio. Por estes frutos podres os conhecereis.

Absolutismo minoritário

«Postulado: em 2015 um PS em maioria absoluta não tinha aplicado mais de metade das medidas contra a austeridade que vieram a acontecer com a "geringonça".

Alguém tem coragem de desmentir esta afirmação?...

[...]

É, até, bastante melhor ter governos estáveis mas pressionados no parlamento por não terem maioria do que arrogantes governos "absolutistas", autossuficientes, autocomplacentes e autistas para o país.

Postulado: eleições antecipadas não são, em si, um problema para Portugal, mas se daí resultar uma maioria absoluta, então o país defrontará uma tragédia.»

Portugal aguenta uma maioria absoluta?

Pedro Tadeu é um jornalista comunista que usa o seu espaço de opinião para defender os interesses do PCP. É o que neste texto acima citado faz, alinhando com a estratégia de agitar o papão da “maioria absoluta” para tentar segurar o núcleo eleitoral mais sectário que vota à esquerda do PS. Todavia, o seu exercício apresenta uma utilidade involuntária: ao lhe ter dado uma forma demonstrativa, correndo o risco de ser claro na argumentação (vide o postulado inicial), o autor deixa exposta a falácia a que se agarram.

Primeiro contra-postulado: ninguém sabe o que um Governo PS teria feito com uma maioria absoluta a partir de 2015.

Segundo contra-postulado: um Governo PS de maioria absoluta a partir de 2015 não teria aplicado “mais de metade das medidas contra a austeridade” que acordou com PCP e BE, parece altamente provável, mas tal não permite concluir que não tivesse tomado outras medidas, com diferentes graus ou modos alternativos, que igualmente fossem contra a austeridade, quiçá até podendo ir mais longe nalguns aspectos.

Terceiro contra-postulado: se o PCP decidiu viabilizar um Governo minoritário ao longo de 6 anos por este aceitar anualmente aplicar novas “medidas contra a austeridade”, ter em 2021 decidido inviabilizar um Governo disposto a continuar a aplicar anualmente “medidas contra a austeridade”, ou medidas que melhoram a vida das populações mais carenciadas e da classe média, fica como uma antinomia incompreensível e contrária aos interesses do “povo” que os comunistas alegam defender.

Os políticos e comentadores que surgem a falar em nome ou a favor do PCP e do BE parecem miúdos mimados e mentirosos que atacam disfuncionalmente as figuras parentais. As razões invocadas para chumbarem um Orçamento de um Governo socialista que continha medidas por eles próprios exigidas são um lençol de hipocrisias inanes. Os actos continuam a falar mais alto do que o paleio, e esta história de terem mandado ao chão a sopa e o bife porque lhes recusaram uma fatia de bolo é o único materialismo dialéctico que fica do episódio.

Pedro Tadeu carimba como “tragédia” uma maioria absoluta do PS. Tragédia, não faz por menos no seu afã apocalíptico de pregar aos convertidos. Deixa-nos curiosos: se um Governo de Costa com maioria absoluta é uma tragédia, como é que este escriba terá adjectivado as maiorias absolutas de Cavaco ou aquela que levou Passos e Portas para São Bento? Foi o Holocausto, ou ainda pior?

Mas há uma tragédia no seu horizonte, vai sem discussão. É o que tal representaria para o PCP, a prova do seu irremediável e acelerado desaparecimento. O que, a acontecer, faria todo o sentido. Quem pede Governos minoritários e depois os derruba, só para prejudicar os cidadãos e favorecer a direita decadente mesmo quando o Governo negoceia, não parece ser patriótico nem de esquerda.

Catarina, a Denotativa

Catarina não fez umas certas declarações que declara ter ouvido na recente entrevista de Costa, afiança. Recordemos o que o senhor disse:

«Quando a Catarina Martins o que diz, todos os dias, é que é preciso retirar o António Costa da liderança do PS para poder haver um entendimento à Esquerda. É que, apesar de tudo, ainda quem manda no PS são os militantes do PS, ainda não é a Catarina Martins.»

Lembremos de seguida alguns exemplos do que pensa a senhora acerca deste Costa:

Catarina Martins sobre António Costa: obcecado pela maioria absoluta

Costa nada fez para impedir despedimentos na Galp, acusa Catarina Martins

Catarina Martins acusa Costa de “exercício de cinismo” sobre a Galp

Catarina Martins responde a Costa: “Não aprecio insultos na política”

Catarina Martins acusa António Costa de “abrir uma crise política”

Catarina Martins diz que crise política é “artificial, desnecessária e truque de António Costa”

Vamos lá então à continha: nas palavras de Catarina Martins, o fulano que ocupa o cargo de primeiro-ministro é um déspota, indolente e/ou cobarde, cínico, mal-educado, irresponsável e trambiqueiro.

Pensar e dizer isto será o mesmo que dizer, ou sugerir ao de leve, que Costa é o culpado por não se ter conseguido um entendimento à esquerda? Não, claro que não. Qualquer pessoa com módica honestidade intelectual tem de dar razão à Catarina. Ela apenas tem praticado com denodo e empenho as ancestrais artes do assassinato de carácter e da diabolização mas nunca disse que queria outro líder no PS, lá isso não.

Nas muralhas da cidade

«Por estes dias, um vice-presidente do Chega, em pleno Parlamento, fotografou um insulto que tratou de produzir dirigido à deputada Joacine Katar Moreira, insulto esse difícil de reproduzir. A palavra “descolonizar” é tapada parcialmente para que surja aos olhos de todos o calão ofensivo que os misóginos atribuem às vaginas e, assim, o putativo futuro deputado inaugura na casa da democracia o mais vil ataque racista e misógino à deputada, ao Parlamento e ao regime.

[...]

Sabemos que aquele ataque a Joacine Katar Moreira era impensável antes de haver Chega, não porque não houvesse liberdade, mas precisamente porque havia respeito pela nossa liberdade.»


Racismo — alimentar o ódio, nada fazer ou continuar a luta

Começa a semana com isto

Para além do crucial repto para se introduzir nos diagnósticos e terapêuticas da Psicologia os elementos sociológicos e económicos, o “contexto” muito para lá dos relacionamentos de proximidade, Isaac Prilleltensky deixa-nos uma passagem inspiradora acerca do “Liberté, Egalité, Fraternité” da Revolução Francesa. O que diz tem a beleza da simplicidade e ilumina a deslumbrante actualidade da trilogia para quem esteja apaixonado pela Cidade. Excesso de “liberdade” leva ao individualismo rapace e alienado. Excesso de “igualdade” leva à tirania opressora e alienante. A solução dialéctica é a “fraternidade”, o mais esquecido dos valores, dos filões, da democracia liberal e constitucional.

Revolution through evolution

Study casts doubt on theory that women aren’t as competitive as men
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Women are more reluctant than men to ask for deadline extensions
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A diet of essential amino acids could keep dementia at bay
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Zinc might help to stave off respiratory infection symptoms and cut illness duration
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People prefer friendliness, trustworthiness in teammates over skill competency
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Just a game? Study shows no evidence that violent video games lead to real-life violence
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It’s true: Be nice and others are more likely to be nice to you
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Continuar a lerRevolution through evolution

Dominguice

A maior parte das pessoas aceita fugir à Lei para benefício próprio, ou de quem lhe seja próximo, desde que lhe pareça baixo o risco de ser apanhada, ou lhe pareça imperdível o ganho, ou uma dada situação de carência lhes surja como desesperada. A maior parte das pessoas teme expor-se como líder, ou candidato a líder, ​numa qualquer associação ou manifestação política. A maior parte das pessoas não aguentaria as exigências cognitivas e pressão emocional a que estão sujeitos os governantes, alguns autarcas e alguns deputados.

Se isto é assim, e assim é, então a maior parte das pessoas não sabe votar.

Direita portuguesa, Novembro de 2021

CDS-PP em ambiente de guerrilha interna e troca de insultos

Confusão no CDS: Pires de Lima e Mesquita Nunes entre os notáveis que deixam o partido

Corrente do CDS promove abertura de processo disciplinar a Hélder Amaral

Líder do CDS. “Parece que querem a todo o custo fazer um assalto ao poder antes das legislativas”

PSP chamada à sede do PSD de Lisboa por desentedimentos entre militantes

Polícia chamada (de novo) à distrital do PSD de Lisboa

Marcelo tem alergia ao xadrez, ele curte é o poker

A comunicação presidencial onde se anunciou a data das eleições legislativas é uma confissão de incompetência política. Ao ir buscar o seu próprio exemplo – “como líder partidário, tinha viabilizado três Orçamentos de que, em larga medida, discordava, só porque era um momento especialmente importante para Portugal” – a única interpretação possível é a de estar a culpar o BE e o PCP pela crise. Porém, ao fazer essa acusação após o facto consumado, tal só consegue expor a sua própria irresponsabilidade como co-autor desta absurda crise. Porque o momento para fazer esse eventual confronto apenas teria sido potencialmente eficaz caso tivesse ocorrido sem qualquer referência prévia a eleições antecipadas e tendo esperado com espírito democrático pelo desfecho das negociações. Nesse universo paralelo, onde o interesse nacional era farol e estrela, Marcelo poderia até sair com a sua autoridade reforçada caso conseguisse levar o PCP a aceitar renegociar o Orçamento após um chumbo do mesmo ter ocorrido. De igual modo, o PCP talvez aceitasse viabilizar um segundo Orçamento tendo como caução e prémio o apelo patriótico do Presidente da República.

Passou-se tudo ao contrário. Ao ter lançado a ameaça de dissolução do Parlamento ainda as primeiras negociações decorriam, Marcelo provocou o efeito contrário do que aparentemente pretendia evitar: tornou mais provável que o PCP temesse que a sua aprovação fosse vista como manifestação de cobardia perante a ameaça das eleições, perante o que sem disfarce aparecia como abuso institucional. Resultado: caímos numa tempestade perfeita de estupidez política – com o altíssimo patrocínio de um ilustre bufão que não passa de uma fraude como estadista.

Tens ódio para vender? Há quem pague muito bem por ele

«O que Costa se prepara para fazer é usar a Geringonça contra a Geringonça. Assumir-se como seu único herdeiro para esmagar aqueles que foram os seus parceiros até 2019. [...] Veremos se o legado se Costa não será, em vez da Geringonça, a destruição do Bloco e do PCP. [...] É possível que Costa, que não precisa de muito tempo para preparar a sua carreira em Bruxelas ou em Belém, se contente com a continuação do pântano que nos levou até aqui.»

Fonte

«O antigo líder do BE acusa o primeiro-ministro de procurar um "drama político" que pusesse fim à governação sem maioria. "O Governo queria maioria absoluta. Perdeu essa oportunidade nas eleições de outubro de 2019. Eu acho que António Costa não perdoou ao país, não perdoou aos eleitores. A partir daí, procurou sempre reconstituir as condições de um drama político como este que agora ocorreu."»

Fonte

Os dois publicistas mais influentes do BE são o Daniel Oliveira e o Francisco Louçã. O primeiro opera como agente infiltrado numa alegada independência, a qual ele agita sempre que pode para melhor vender o seu peixe. Oficialmente, desfiliou-se do BE em 2013. Oficiosamente, trabalha para os interesses do Bloco todo o santo dia. É lá que está a sua tribo e a sua família, literalmente. O segundo é a eminência parda do partido, o Napoleão da “esquerda grande” que nunca desistirá de tentar derrotar e esfrangalhar o PS, beatificado par do regime com assento no Conselho de Estado. Ainda em comum, estas duas figuras têm o carcanhol que recebem do Balsemão e a pulsão de fulanizar a política em registo de fotonovela psicadélica.

São dois discos riscados que projectam em António Costa a megalomania e o cinismo que alimentam o seu egotismo. Daí estas manifestações de maníaca obsessão calhorda:

– Costa é que provocou, intencionalmente, a crise do chumbo do Orçamento.
– Costa só se preocupa com a continuação da sua carreira na Europa ou em Belém.
– Costa vai destruir o Bloco e o PCP.
– Costa não perdoa aos eleitores os resultados eleitorais de 2019, por isso agora está a vingar-se arrastando o País para o caos político.

Estas bojardas não foram retiradas de uma imunda página perdida no cu da Internet, lá deixadas esquecidas por um taralhouco qualquer. Não, pázinhos. Elas encontram-se à disposição na “imprensa de referência” e têm a assinatura de duas das nossas maiores vedetas da política-espectáculo. São a prova, a trilionésima, de que o ódio é um excelente produto comercial.

Se a banha da cobra pagasse imposto

«"Por isso, eu prometo que no próximo ano iremos fundar, com a ajuda da Web Summit e de muitos de vós, o que eu chamo de sonho - a Fábrica de Unicórnios de Lisboa", assegurou.

Esta fábrica "será lugar onde iremos ensinar os detalhes e o processo para que os jovens possam transformar as suas ideias em grandes negócios, criar empregos e mudar o mundo e ter propósito, é isso que a Fábrica de Unicórnios será", reforçou Carlos Moedas.

E deixou uma mensagem para os participantes da Web Summit: "O que quer que façam na vida, qualquer que seja o seu projeto, sonhem alto, vão fundo aos detalhes".

Porque "é isso que pode mudar o mundo, e se fizerem isso posso dizer-vos apenas uma coisa: Lisboa é o lugar certo para o fazer", sublinhou.

Isto porque a capital portuguesa "é a única cidade" que liga "os detalhes com os sonhos", apontou.

Por isso, "venham e fiquem em Lisboa, é uma cidade aberta para vós", concluiu.»

Moedas promete fundar Fábrica de Unicórnios de Lisboa no próximo ano