15 thoughts on “Perguntas simples”

  1. Para atacarem um homem inatacável, que não faz fretes, nem se encolhe perante a brigada do reumático, há que criar um facto político.
    O contrabando, de diamantes, ouro, lavagem de dinheiro etc. não passa de um caso de polícia e como tal deve ser investigado. Com tanta agitação o João Soares que se cuide que ainda vem à baila o caso da Unita .
    De tantas fortunas recentes criadas à sombra do laranjal, nem uma palavra ou linha escrita. Ah! já me esquecia, do grande apoiante de Cavaco Silva, o banqueiro Rendeiro, foi burro ter fugido. Com meia dúzia de meses de prisão resolvia o problema.

  2. Tal como Tancos. Não tarda nada que pareça que é ele que estaria a fazer contrabando e não o tal gangue com infiltrações na tropa .
    Por outro lado parece que o silencio evitou fugas de informação, ou não ?

  3. Gomes Cravinho não informou o PM nem o PR e informou a ONU?
    Ora bolas, claramente não percebeu o seu papel.
    E não me venham falar do segredo de justiça, pois este apenas se refere a elementos do processo e não ao facto de haver uma investigação. Esta circunstância, de haver suspeitas de corrupção, devia ter sido comunicada ao PM e ao PR. A não ser que houvesse suspeitas de que estes estivessem envolvidos no caso.
    Aliás, não acredito que o PM não tivesse sido informado.

  4. eheheh… enquanto o processo esteve na polícia militar e na onu ninguém soube de nada, quando passou para as mãos do carlos alexandre ficámos a saber tudo pelo correio da manhã e pelo presidente célinho que deve deve ser assinante do pasquim, mas ainda vão a tempo de branquear o contabando e culpar o ministro pelo que se passou. em campanha eleitoral dá um jeitão.

  5. Quem é o Comando da Força Internacional a operar na República Centro Africana ?
    Quem deverá ser primeiramente informado do que ocorrer na área de operações ?
    Até os muito burros percebem.

  6. não, não é: isso é tergiversar. a operação chama-se miríade precisamente pela variância da cultura da República Centro-Africana entre os povos e grupos étnicos, cerca de oitenta, divididos em miríades de pessoas extremamente ligadas ao grupo a que estão afectas. isto para chegar à liberdade individual das maçãs podres que não perfazem, obviamente, o corpo de militares que não perfaz, obviamente, as Forças Armadas que não perfazem, obviamente, o ministro que não perfaz, obviamente, o governo que não perfaz, obviamente, o Presidente que não perfaz, obviamente, a República. isto para chegar à savana. Portugal não vive na savana nem em uma república presidencialista. há que acabar com a cultura da generalização e das bestas. aqui não pode haver milícias de intervenção psicológica com o objectivo de atacar e aniquilar. também aqui, e capacete azul me confesso, a diplomacia só pode ser de prevenção. d resto, há que apurar responsabilidades, sim, de quem directamente assaltou a integridade e honra das forças armadas e não usar a corrupção de indivíduos, sejam eles quem forem que devem ser justamente punidos, para atacar a reboque os funcionários políticos do governo sem provas irrefutáveis. que coisa, esta, de elites bardajonas. que nojo. inhac.

  7. Infelizmente, há muita gentinha a ganhar bom dinheiro falando de corrupção
    quando, muitos deles praticam a “corrupção” das mentes incautas ou leves,
    distorcendo a apreciação dos casos, esquecendo os criminosos mas, tentando
    atingir os responsáveis políticos de qualquer maneira … só revelam ser pagos
    para esse fim não acredito que, o comentariado seja todo tão estúpido!!!

  8. No filme dos bandidos, acidentalmente fardados, que parasitaram as facilidades conferidas pela farda para traficâncias que lhes encheram os bolsos, os maus da fita são apenas eles, os bandidos traficantes. Já quanto à tese de que foram os referidos bandidos “quem directamente assaltou a integridade e honra das forças armadas” (como aí para cima é dito), aí a coisa fia mais fino, já que os quase quatro anos em que lá malhei com os cornos não foram suficientes para enxergar essa coisa da “integridade e honra das forças armadas”. Nas forças armadas há gente com integridade e honra, como em todo o lado, e há gente sem honra nem integridade nenhuma, exactamente como na sociedade de onde são oriundos os seus membros. Os defeitos e qualidades dos membros das forças armadas reproduzem as qualidades e defeitos da sociedade que os pariu, educou, formou e formatou. As forças armadas como corpo com espírito ou alma própria não passam de abstracção voluntarista, nuns casos patrioteiramente bem-intencionada, noutros oportunisticamente cultivada com motivações sectário-corporativas.

    Estando assim fora de causa que o ministro seja, na questão da bandidagem, o mau da fita, não deixa de ser verdade que errou quando omitiu a informação ao primeiro-ministro, coisa que, obviamente, por dever de lealdade, devia ter feito. Devia tê-lo feito apenas verbalmente, “ao ouvido”, em segredo absoluto, chamando-lhe a atenção para o melindre da situação e para a necessidade de sobre o assunto não proferir uma única palavra, nem sequer com assessores ou mesmo a mulher, no segredo teórico do vale dos lençóis. Este óbvio dever de lealdade teria evitado a involuntária triste figura que António Costa foi levado a fazer quando confessou que só não informou o presidente da República porque ele próprio não foi informado.

    Para todos os efeitos, houve um major que recusou participar no esquema, esse major denunciou os bandidos ao chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, este informou o ministro, o ministro (ou o próprio CEMGFA, não tenho a certeza) participou o caso à Polícia Judiciária Militar, a Polícia Judiciária Militar comunicou ao Ministério Público e o Ministério Público abriu a investigação que culminou nas diligências e detenções agora conhecidas. Entretanto, o ministro diz que informou também a ONU, porque a força militar portuguesa estava em missão das Nações Unidas. As Nações Unidas, porém (inclino-me a pensar que por incompetência), dizem que não foram informadas de nada e só souberam agora, como todos nós, pela comunicação social.

    O certo é que o ministro, quando optou por não informar o primeiro-ministro, seu superior hierárquico, estava ciente de que muita gente, com responsabilidades inferiores às de António Costa, estava na posse da informação que ele, ingénua ou estupidamente, lhe sonegou. Estou certo de que, tivesse António Costa sido informado, teria imediatamente dado conhecimento ao PR, pessoalmente, sem ninguém presente na sala, nem sequer o chefe da Casa Militar. A involuntariamente triste figura que António Costa fez quando disse que só não informara o PR porque ele próprio não fora informado é assacável apenas à ingenuidade (esforço-me de novo por não lhe chamar estupidez) do ministro. Mas é claro que isso não faz do ministro o mau de fita nenhuma, mas apenas (por definição) ingénuo ou estúpido. E se há coisa que a vida me mostrou nas centenas de anos que levo dela é que, com demasiada frequência, pessoas excepcionalmente inteligentes conseguem, por vezes, ser excepcionalmente estúpidas.

    E se a direita da Tugalândia, à falta de melhor, se vai agarrar à “ingenuidade” do ministro como vaca aluada à quinta perna do boi é apenas porque a direita tuga, uma das mais ordinárias do planeta, não sabe fazer melhor. Pena é que “ingenuidades” absolutamente evitáveis lhe dêem de bandeja essa possibilidade, oferecendo-lhe estúpida e gratuitamente o flanco.

  9. O mau da fita?
    O Kilas, pá, que até pôs à porta a tabuleta “Rui Tadeu Import/Export” (não diria que não a umas pedritas…)

  10. contrabando de diamantes era uma modalidade desportiva praticada em angola no fim das comissões de serviço militar obrigatório e que normalmente se traduzia em trazer no regresso uns “brilhos”, vidro de parabrisas recozido, dentro duma pasta de dentes. um ritual inofensivo, pouco dispendioso e sem qualquer interesse económico, mas haverá sempre uns idiotas e estúpidos comó camacho que acharão aquilo vale uma fortuna superior a 290 euros e bora lá fazer uma sinopse do seu novo trabalho literário “competências e atribuições do ministro da defesa”, contributo muito valioso para entender o caso “operação miríade”.

  11. “São rosas… perdão, são vidrinhos de pára-brisas recozidos, senhor! Esta merda não vale mais do que 290 euros, paguei mais pelo telemóvel da minha filhota, meritíssimo!”

    Um idiota é um idiota é um idiota, e um idiota sem nome não é menos idiota por isso. E com testemunhas de defesa idiotas, como esta, os bandidecos fardados têm garantido o chilindró.

  12. yah… tal&qualmente o golpe mititar de tancos com o roubo de missais intercontinentais e vaginas nucleares organizado pelo coronel taralhoco e patrocinado pela direita.

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