Arquivo da Categoria: Valupi

Revolution through evolution

Positive views about aging linked to longevity, research shows
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Women with Depression Have 20% Lower Taurine Concentration in the Hippocampus
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Health: Lack of friend or family visits is associated with increased risk of dying
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New drug-like molecule extends lifespan, ameliorates pathology in worms and boosts function in mammalian muscle cells
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Some of today’s earthquakes may be aftershocks from quakes in the 1800s
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AI faces look more real than actual human face
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Self-deception may seed ‘hubris balancing,’ leading to Putin’s war against Ukraine
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Dominguice

Exceptuando termos as forças armadas a ocupar bases militares e estúdios de rádio e televisão, como no 25 de Novembro de 1975, nunca houve uma situação tão grave para a viabilidade do regime como esta que começou a 7 de Novembro por iniciativa do Ministério Público e teve ontem, 18 do mesmo, um ponto de rutura sem paralelo histórico nem vislumbre de solução. Ontem um primeiro-ministro demissionário declarou que o actual Presidente da República não é digno do cargo, não é um estadista, não tem responsabilidade à altura da instituição que representa, não vela pelo bem comum nem pelo interesse nacional, e é mentiroso. Mentiroso numa matéria que envolve a procuradora-geral da República e a queda de um Governo de maioria absoluta, mais a dissolução da Assembleia da República, com detenções, suspeições e caudalosos crimes de violação do segredo de justiça na embrulhada. Esse primeiro-ministro enlouqueceu, é um demagogo chunga ou terá feito as declarações sob a influência de moscatel quente após Fortimel? Não, pá. A degradação cognitiva e moral de Marcelo Rebelo de Sousa é agora um monumento vivo da degradação das forças que utilizam a Justiça para o combate político. Essas forças nunca surpreendem, fazem sempre o mesmo: maximizam a política da terra queimada, valendo tudo para os seus operacionais desde que não sejam apanhados em flagrante.

Que fazer? Ser implacável com quem se serve da democracia para a perverter. Ir votar.

Central de propaganda

Depois de analisar exaustivamente os perfis dos dois principais candidatos a secretário-geral do PS, e reflectir com profundidade e rigor na estratégia que cada um deve seguir, encontrei as melhores assinaturas possíveis para as suas campanhas internas.

PNS: “Santos contra os pagadores”

JLC: “Só Carneiro”

Araújo, Montenegro e o homem médio

O Ministério Público abriu no Supremo Tribunal de Justiça o inquérito que visava um primeiro-ministro em exercício, António Costa, a 17 de Outubro de 2023. Duas semanas e tal depois, Felícia Cabrita entrevista o presidente do STJ. Ao dar a entrevista, Henrique Araújo sabia que o caso judicial mais importante da democracia portuguesa estava prestes a rebentar. Seria no calendário que algumas pessoas no Ministério Público escolhessem, apenas de acordo com o seu arbítrio, mas o míssil já tinha sido lançado. Este senhor igualmente estava ciente da linha editorial do órgão a quem concedia a entrevista, tendo em sintonia despejado a cartilha das forças de direita que usam a Justiça para o combate político e para desprezarem a Constituição: que há excesso de garantias para os arguidos e acusados, que os políticos não querem acabar com a corrupção, que a corrupção “está instalada” no Estado, que ele conhece corruptos que andam à solta por aí apesar desses indivíduos (não nomeados) nunca terem sido condenados ou sequer acusados por tal. Quem ler a entrevista poderá apreciar o deboche a que o ilustre juiz e a magnífica jornalista se permitem chegar ao gozarem com decisões judiciais na Operação Marquês. Incrivelmente — ou sintomaticamente — este episódio degradante e alarmante não gerou o mínimo escândalo no sistema partidário, no editorialismo, no comentariado ou na sociedade.

Uma semana e tal depois do inquérito que viria a derrubar um Governo e uma maioria absoluta no Parlamento ter entrado no STJ, Luís Montenegro usou publicamente a expressão “crime político e crime financeiro” para atacar o Governo no assunto TAP. No dia seguinte ao da entrevista do presidente do Supremo, Montenegro voltou a repetir a expressão “crime político e crime financeiro”, agora a propósito da Efacec. Três dias passados deste posicionamento justiceiro do líder da oposição, a inventona do Ministério Público foi lançada. Com êxito político sísmico e credibilidade judicial pífia.

Aplicando a estes factos o repto que o Araújo faz na entrevista — onde se queixa dos juízes armados em eruditos que fundamentam as suas decisões com rigor e profundidade, quando para este juiz conselheiro o que importa “é que a decisão seja perceptível para o cidadão” (leia-se: está a queimar Ivo Rosa) — podemos imitar os doutos e ilustres juízes indo buscar os por eles tão usados critérios das “regras da experiência comum” e do “padrão do homem médio” com que despacham sentenças. O que então permitirá obter a seguinte inferência: o tal homem médio, de braço dado com a mulher média (mas também poderá optar por se abraçar a outro homem médio, é lá com ele), olha para Henrique Araújo e Luís Montenegro e não tem a menor dúvida de que ambos sabiam que o Governo estava na iminência de ser envolvido numa suspeita gigante de corrupção, daí terem dito publicamente o que disseram, explorando um conhecimento secreto sobre processos judiciais com devastador e inaudito impacto político, e contribuindo para acirrar um clima social de suspeição e linchamento dirigido ao Governo e ao partido que o apoia de forma a aumentar os danos políticos quando os procuradores lançassem a bomba suja.

Donde veio esta sólida convicção no homem médio? Bastou-lhe seguir as regras da experiência comum.

Ministério dos fora-da-lei

Vital Moreira não alinha na estouvada (?) teoria da conspiração onde Marcelo seria o responsável pela inventona dos procuradores que conseguiu derrubar o Governo e levar o País para eleições. Em vez disso, tem estado imparável e facundo no cerco ao Ministério Público. A sua opinião, por ser um reputado constitucionalista e conceituado paladino do regular funcionamento das instituições, tem uma autoridade intelectual e moral que se constitui como alta política.

Para além de fazer pressão sobre Lucília Gago para que se responsabilize pelas consequências do 7 de Novembro, o cenário da sua demissão aparece-lhe como uma necessidade face ao que tipifica como “golpe de Estado“. Pede a Marcelo que actue como Presidente da República, resgatando a dignidade do Ministério Público e restaurando o primado democrático onde a sede da acção política está na Assembleia da República, não nos gabinetes onde os magistrados se mijam a rir a papar horas e horas de escutas aos governantes — e a quem mais der para apanharem nesse abuso do seu estatuto judicial e na violação dos direitos dos alvos.

Aqui, acrescentou uma excelente e urgente ideia: criação do «crime de “perseguição penal de pessoa inocente”, como no Código Penal Alemão». Esse crime, a existir e acrescentando eu, deveria ter uma moldura penal que, finalmente, desse para aplicar a totalitária receita das escutas aos criminosos do Ministério Público. É que eles chafurdam na protecção que o crime de violação do segredo de justiça lhes oferece, o qual por ter um máximo penal de 2 anos não permite que se façam escutas aos suspeitos do mesmo. Daí, o “é fartar, vilanagem” com que magistrados e demais agentes da Justiça se permitem violar o Estado de direito e atentar contra as instituições soberanas da República.

O Ministério Público não é um órgão independente, como a magistratura judicial. É autónomo. Autónomo e responsável perante o Presidente da República e a Assembleia da República. Parece ter chegado a hora de os cidadãos exigirem que também os procuradores cumpram as leis.

Amiga dos animais

«António Costa deveria ter demitido lá atrás João Galamba. Galamba há muito que não reunia as condições políticas para se manter e aqui a teimosia de António Costa saiu-lhe caro. Não ter deixado cair João Galamba na altura certa custou caro ao país e agora, ao invés de estarmos a discutir o Orçamento do Estado, estamos mais uma vez com um caso demasiado grave.»

Fonte

Rosália Amorim e João Pedro Henriques, dois serviçais do laranjal, ouviram Inês Sousa Real anunciar ter sido Marcelo Rebelo de Sousa o mandante, na lógica da sua tese, do que não passa de uma inventona do Ministério Público para derrubar um Governo de maioria absoluta. Será uma teoria da conspiração banal se dita como desabafo pelo arraia-miúda, torna-se potencial matéria de escândalo se vocalizada por uma deputada. Os jornalistas presentes não quiseram saber, ou já sabiam, e saltaram logo para outro assunto.

Porque não existe imprensa em Portugal, a deputada não voltou a ser interrogada sobre a fantástica hipótese. Mas ela é cristalina: ter cedido à chantagem do Presidente da República para decapitar Galamba, em Fevereiro, teria permitido ao primeiro-ministro estar tranquilamente a discutir o Orçamento de Estado em Novembro. Vai daí, por causa da “teimosia” de Costa, em Belém mandou-se os procuradores colocar uma bomba suja em S. Bento, deixa nas entrelinhas a plácida Inês. A ser verdade, estaríamos numa república de papa de bananas.

Será verdade? Do que se viu até agora da operação Influencer, o Ministério Público parece estar dominado por alimárias. Isso torna mais provável que uma amiga dos animais as conheça de ginjeira.

Nas muralhas da cidade

Democracia sufocada

NOTA

Esta denúncia tem especial importância por vir de uma personalidade com relevantes responsabilidades no Ministério Público ao longo da sua carreira. Mas igualmente merece dois importantes reparos por vir de uma personalidade com relevantes responsabilidades no Ministério Público ao longo da sua carreira.

Primeiro, a violação do segredo de justiça é crime. Se quem o comete são magistrados, decorre que o Ministério Público está sujeito à acção criminosa de criminosos sob a capa de magistrados. Cândida Almeida finge que não percebe o nexo lógico ou não tem coragem para verbalizar o óbvio.

Segundo, a seguinte passagem é falsa: “Pela primeira vez na história da nossa liberdade assiste-se de forma grave e perigosa a uma negativa conexão entre a Justiça e a Política.” Não sei onde Cândida Almeida tinha a cabeça ao escrever a frase, posso é garantir que não foi nos factos históricos que invadiram a nossa democracia a partir de 2004 com o Freeport, ou até dois anos antes com a Casa Pia.

Que saudades do super juiz

A malandragem ligada ao corrupto Costa (qualquer um deles, incluindo o Afonso Costa) que saiu em liberdade teve muita sorte. Apanhou pela frente com um juiz tão corrupto como eles, que tratou logo de lhes dar soltura.

Saudades do Calex. Que pena terem corrido com o único juiz que nos poderia defender do polvo socialista. Miséria, pá.

Revolution through evolution

Men less likely than women to share negative information, says study
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Any activity is better for your heart than sitting — even sleeping
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Vigorous Exercise, Rigorous Science: What Scientists Learned from Firefighters in Training
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New AI noise-canceling headphone technology lets wearers pick which sounds they hear
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Guilt not as persuasive if directly tied to personal responsibility
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Poetry can help people cope with loneliness or isolation
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French love letters confiscated by Britain finally read after 265 years
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Dominguice

As autoridades foram a casa do ministro das Infraestruturas. Juiz, procurador, polícias. Vasculharam armários, abriram gavetas, reviraram papéis. Deram com o haxixe. O haxixe não tinha qualquer relação com a investigação que os tinha levado lá, nem a quantidade apreendida configurava crime. Apesar da sua irrelevância judiciária, alguém no grupo invasor tratou de passar para os jornalistas a novidade: confirmava-se que o Galamba era um ganzado. Depois da pequena fortuna escondida em livros num gabinete de São Bento, apanhar um ministro drogado era o supremo encanto da operação Influencer, e logo aquele ministro. Os canalhas e a canalha cuspiram-se de gozo. Mas a mim parece que se devia ter ido mais longe. Já que as autoridades se permitem violar a Constituição com esse à-vontade, era de aproveitar para nos contarem se a escova de dentes do Galamba já ultrapassou ou não os três meses de uso, se o frigorífico tem alimentos saudáveis ou apenas restos de pizzas e enlatados, se os seus chinelos de dormir manifestam bom gosto e não estão gastos, e se na tulha da roupa encontraram cuecas com o mapa de África, ou que fosse só o Arquipélago das Berlengas, a precisar de lavagem à mão.

Se é para amocharmos perante o totalitarismo judicial-jornaleiro, então valia a pena melhorarem a espectacularidade dos linchamentos.

Temos a Justiça que queremos ter

Como disse Pedro Marques Lopes, mesmo que a operação Influencer (com outro qualquer nome giro) se tivesse limitado à pessoa de Vítor Escária, e a única situação visada pelas autoridades fosse relativa ao dinheiro encontrado no seu gabinete da residência oficial do primeiro-ministro, Costa continuaria a ter de pôr o lugar à disposição. Trata-se de uma irresponsabilidade demasiado grave que compromete todo o Governo e, especialmente, o líder do Executivo. Podemos depois imaginar que Marcelo não aceitaria a demissão, tendo em conta o colossal prejuízo de se ir para eleições com o PRR na berlinda e demais decisões governativas urgentes para a população, ou que então aceitasse a troca de primeiro-ministro e ministros, mas nesse cenário o Governo ficaria duplamente diminuído: nas mãos do Presidente e sem autoridade moral perante a oposição.

Se esse dinheiro de Vítor Escária provém de um qualquer ilícito (nem que seja meramente fiscal, como no mínimo parece inevitável), estamos perante um estupendo traidor a quem lhe deu tanto poder político e social, e ainda ao próprio País por via das consequências da sua acção. Se esse dinheiro está limpo, se nasceu de uma mania de ir ao multibanco levantar parte do ordenado para se divertir a guardá-lo no gabinete porque é taradinho, então à mesma toda a sua competência para ocupar aquele cargo fica posta em causa — arrastando na sua queda o critério de quem o escolheu e com ele trabalhou com tanta proximidade e confiança.

Assim, a demissão de Costa era inevitável pois a operação Influencer atinge-o em diferentes pontos nevrálgicos que comprometem a sua credibilidade e capacidade política, envolvendo suspeitas bem mais graves do que saber a origem do dinheiro encontrado no gabinete de Escária. Se vier a ser rapidamente ilibado das suspeitas pendentes no inquérito, continuará a sofrer as consequências de todas as peripécias judiciais futuras com os restantes envolvidos. Tal pode demorar anos e anos. É o mais espectacular volte-face na reputação de um político em toda a história de Portugal que a minha pobre memória alcança. Isto porque António Costa era, até 6 de Novembro de 2023, o cidadão em melhores condições para chefiar o Governo, a anos-luz da concorrência na oposição.

Reconhecendo esta factualidade, podemos admitir que as autoridades estão a agir dentro da lei, cumprindo o seu dever. É bom manter este viés republicano de crença na Justiça democrática. Mas é ainda melhor acrescentar-lhe as evidências de termos uma Justiça que comete crimes, os quais ficam sistematicamente impunes. Importa recordar a operação Marquês para se compararem procedimentos e estratégias de comunicação. Nos idos de Novembro de 2014, a detenção de Sócrates foi acompanhada por uma campanha mediática originada no Ministério Público, um blitzkrieg de calúnias, onde se fez o julgamento instantâneo desse cidadão. Anos depois, depois de tudo e todos devassarem, nada do que então se alegou como prática criminosa se mantinha de pé. O processo arrastou-se sem provas de corrupção até que, prazos processuais há muito queimados, conseguiram sacar um acordo com um arguido que obteve vantagens por fazer uma declaração que finalmente permitia aos procuradores ter um ponto de apoio para a sua alavanca justiceira.

Os actuais alvos da operação Influencer são, em diferentes graus e modos, cúmplices dos algozes da operação Marquês. Como cúmplice é a sociedade portuguesa, salvo raríssimas excepções.

1ª ilação da operação Influencer

Os Governos do PS são os mais seguros para o País. Há sempre alguém do Ministério Público à coca. Vai tudo varrido a escutas, do porteiro ao primeiro-ministro. Depois decide-se o que apenas serve para a indústria da calúnia, o que se partilha com o pessoal do PSD, e o que dá para iniciar a caçada. Com este supremo encanto: a caçada começa quando apetecer ao caçador, porque ele caça no galinheiro.

Donde, diria que é uma questão de segurança nacional continuarmos a ter Governos do PS. É que com a direita no poder as maquinetas das escutas no Ministério Público ficam subitamente avariadas, os agentes secretos deixam de ter ajudas de custo para os transportes, e essa gente séria direitola sente-se livre para ir jantar fora sem pagar. Até chegam a reunir uns com os outros.

Exactissimamente

Declarações do presidente do Supremo sobre corrupção são “de tasca”

NOTA

Atente-se à citação do que está em causa:

«"Seria um bom instrumento para combater o fenómeno da corrupção que está instalada em Portugal e que tem uma expressão muito forte na administração pública. Isto não é uma simples perceção, é uma certeza", referiu o presidente do STJ, continuando: "Sabemos que os casos de corrupção têm aumentado e, apesar de a investigação a este tipo de criminalidade ter aumentado, os resultados ficam muito aquém daquilo que se sabe que existe". <- Fonte

O fulano, Henrique Araújo, tem ou vai ter em breve 69 anos, provecta idade. Está no topo da carreira, montado em cima de quatro décadas como magistrado. Apesar destes predicados, faz declarações públicas acerca da corrupção que não se distinguem das que ouvimos no sensacionalismo mediático, na indústria da calúnia e no populismo de direita. Só que essa afinidade consegue não ser o mais grave nas suas palavras.

Ao declarar que a corrupção está “instalada em Portugal“, o seu discurso não apresenta nem rigor científico, nem factualidade informativa. Nenhuma fonte documental se refere, nenhum estudo ou relatório se indica para sustentar o tremendismo do verbo. Trata-se — precisamente ao contrário da dignidade institucional e responsabilidade deontológica inerentes ao seu estatuto profissional e actual cargo — de uma retórica moralista com a finalidade de difamar e caluniar o poder político em geral; e, em especial, o actual Governo e o PS. Uso “calúnia” no seu sentido jurídico, pois o presidente do STJ atreve-se a soltar esta bojarda: “Isto não é uma simples percepção, é uma certeza.” Ou seja, o cidadão Henrique Araújo, o qual acumula com ser um dos mais poderosos agentes da Justiça em Portugal, tem certezas acerca de pessoas que considera serem corruptas apesar de nenhum tribunal as ter condenado por tal, umas, ou sequer terem sido alvo de investigações judiciais sobre esse tipo de crime, outras.

O ideal da democracia, da República e do Estado de direito parecem ser conceitos estranhos aos neurónios deste senhor.

Clube de fãs da Ângela Silva

«A tragédia em Gaza “ganha com o silêncio, com a diplomacia”, dizia o Presidente da República há 15 dias, antes de se meter na guerra num bazar, que o levou a uma manifestação e o deixou sob um fogo de críticas. Terá sido apenas a dinâmica individual e imparável de Marcelo? Ou quereria o Presidente, perante a tirada de Guterres e o voto do Governo pelo cessar fogo, equilibrar o jogo face a Israel?»

Da nossa Ângela

Há dias, semanas, meses e anos para falar do que origina o pedido de demissão de Costa. Pelo que aproveito a ocasião para ir a um seu aspecto lateral, dando conta deste indescritível número circense que a Ângela publicou. Nele, assume-se tranquilamente que a palavra do actual Presidente vale menos do que o papel onde se embrulham castanhas. É com descontracção que se relata o comportamento insensato e degradante de um Chefe de Estado. E é com despudor que se promove o abuso constitucional que consistiria em termos Presidentes da República com políticas diplomáticas em confronto com as do Governo ou fantasiados de simétricos do secretário-geral da ONU.

Mas a suprema aberração deste naco de prosa está na associação entre as cenas que causaram espanto e censura generalizada inclusive à direita, no que é o momento mais baixo dos mandatos presidenciais de Marcelo (superando em clamor social o episódio da chantagem para a demissão de Galamba), com uma psicadélica e folclórica estratégia para “equilibrar o jogo face a Israel”.

Que jogo é esse, Ângela Silva? A senhora relê o que escreve ou limita-se a teclar o que lhe ditam?

Revolution through evolution

Want to achieve your goals? Get angry
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Improving deep sleep may prevent dementia, study finds
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Intermittent fasting is safe, effective for those with Type 2 diabetes, study suggests
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Chimpanzees use hilltops to conduct reconnaissance on rival groups
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Rats have an imagination, new research suggests
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Cats have 276 different facial expressions, study finds
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Complex data becomes easier to interpret when transformed into music
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Dominguice

Quase tudo imaginável, para ti ou para mim, não é possível. E quase tudo do que é possível, para mim ou para ti, não será sentido, pensado, vivido. Quase tudo do que somos, tu ou eu, não nos chega à consciência. E quase tudo do que nos chega à consciência, a minha ou a tua, não nos chega à atenção.

A humildade criativa consiste em estar atento à atenção.