Aviso aos pacientes: este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório. Em caso de agravamento dos sintomas, escreva aos enfermeiros de plantão. Apenas para administração interna; o fabricante não se responsabiliza por usos incorrectos deste fármaco.
@Alias
Nao assisti a este importante embate de titans… e o pacote laboral, foi discutido? Ou o facto de que o CHEGA e um partido ilegal no quadro constitucional portugues?
lowlander,
nao me referia ao embate em causa que também não vi (embora aposte que ambos os intervenientes concordavam neste particular), apenas ao facto de ser uma pena esta paixão pelo debate de ideias não ter chegado um pouco mais cedo pois ainda podíamos ter evitado uma guerra às portas da europa.
na altura, quem pedia debate era putinista mas agora nem sei como é que isso ficou. se calhar agora pedir que se invista na diplomacia já é outra vez justo e correcto. temos de perguntar ao valupi.
@e ha leoes,
Ah! Entendo agora.
Pois claro tens razao. Tambem nao se debate o genocidio perpretado por Israel quando a embaixada organiza uns comes e bebes para a malta. Nunca se recusa um falafel oferecido…
Depois emitem-se uns comunicados a dizer em que se condena “o uso excessivo de forca por parte de Israel em Gaza” e “as accoes terroristas do Hamas”.
Resumindo (sem discussao): genocidio e um “excessivo uso de forca” e resistencia armada a esse genocidio e “terrorismo”.
Assim vai o “debate de ideias” tal como ele e.
Talvez atualmente ainda seja o PP a pessoa mais conhecida para, como intelectual, debater com Ventura como, aliás, se notou numa certa deferência com que este tratou PP; Ventura, não obstante ser licenciado continua sendo um parolo oriundo do futeboleirismo que admira um intelectual não académico que o desafia para um debate.
Falhada a sua tentativa política com Cavaco e posteriormente com a Manuela e Durão, PP reorientou sua ação para uma atividade mais popular de apanha-papéis e artefactos menores do “Estado Novo” (repare-se no nome de engano dado à “mudança” salazarista) e da história de campanhas eleitorais democráticas ou outros assinalados acontecimentos políticos.
Contudo, PP é um intelectual conhecido, assinalado e marcado profundamente como político “engagé” serventuário do cavaquistão de Duarte Lima, Miguel Relvas, Durão e tutti-quanti que, inclusive, coabitou com Ventura e seu grupo salazarista durante anos no interior do PSD sem qualquer reparo.
É, portanto, de considerar que Ventura vê em PP um intelectual “recuperável” até passível de ser uma persona a intrgrar e usar para exemplo de lavar a face de um retorno ao salazarismo disfarçado de neo-liberal ou outro credo político semelhante. Os instrumentos de tortura soft que PP levou e mostrou apenas amenizam e diminuem a verdadeira tortura praticada pelas polícias e Pide ou as ordens diretas do Bota d’Elástico para torturar, matar ou mandar prá morte milhares de Soldados na guerra em Angola aos quais, mesmo mortos em combate, lhes recusou um funeral digo familiar ou qualquer trasladação para Luanda e jamais para o Puto (Metrópole).
Ventura jamais aceitaria, nesta altura, qualquer debate com um intelectual académico estudioso da CRP e História universal das Ideias & Ciência; um intelectual honesto, impoluto, com conhecimentos que abarquem a História Universal e das Ciências quer da Natureza, inerentes, quer transcendentes, do intelecto, idealistas; este ter-lhe-ia dito, como, aliás PP o disse mais tarde, que na Natureza nada é puro, que inerente à nossa natureza não consta a pureza de sentimentos, ou moralidades e ainda menos moralidades kantianas do “dever moral”.
Assim, como foi, de novo o debate serviu mais a Ventura para alardear o seu papaguear de vendedor de peixe com 50 anos de frigorífico como sendo fresco e no qual muitos acreditam por desconhecimento histórico, não obstante, todos os exemplos pré-históricos e históricos como os mais recentes de “salvadores aiatolas, nataniá-nus, Castros, Maduros, Putines, Pings, Uns e Trumps.
Caros amigos: Em Portugal, acho eu, há uma grande cultura do debate político que noutros lares bem próximos está a anos luz. Esse debate na Espanha seria impossível, não se acharia necessário, e não haveria debatentes. As suas campanhas eleitorais são duma variedade e quantidade de debates eleitorais que fazem a inveja de qualquer cidadão que sinta certa curiosidade política. Além de que são debates, geralmente, bem levados nas formas e no respeito. Que aqui o chefe de Vox, o Chega espanhol, pudesse debater com um politólogo ou um intelectual sobre política geral não entra nos miolos de ninguém, primeiro porque a azémola que dirige esse partido não tem faculdades para isso, porém ainda que não fosse assim tampouco dar-se-ia tal situação. Por certo tampouco o que dirige o PP seria capaz de ter um debate com qualquer. Debate-se em Portugal muito e bem, e isso é bom. O porquê das diferenças entre países, neste campo, seria exame a fazer por quem esteja mais qualificado que eu. Tal vez a influência dos anos post-25 de Abril e a muita politização da sociedade naquela altura que ainda perdure? Em Espanha nos anos da transição debatia-se muito mais que agora e os políticos tinham mais altura intelectual , em geral, que os de agora .
Em véspera de Cravos, Valupi acerta na “ferradura”!
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Este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório
Só a paz na ucrania é que não podia ser discutida
@Alias
Nao assisti a este importante embate de titans… e o pacote laboral, foi discutido? Ou o facto de que o CHEGA e um partido ilegal no quadro constitucional portugues?
lowlander,
nao me referia ao embate em causa que também não vi (embora aposte que ambos os intervenientes concordavam neste particular), apenas ao facto de ser uma pena esta paixão pelo debate de ideias não ter chegado um pouco mais cedo pois ainda podíamos ter evitado uma guerra às portas da europa.
na altura, quem pedia debate era putinista mas agora nem sei como é que isso ficou. se calhar agora pedir que se invista na diplomacia já é outra vez justo e correcto. temos de perguntar ao valupi.
@e ha leoes,
Ah! Entendo agora.
Pois claro tens razao. Tambem nao se debate o genocidio perpretado por Israel quando a embaixada organiza uns comes e bebes para a malta. Nunca se recusa um falafel oferecido…
Depois emitem-se uns comunicados a dizer em que se condena “o uso excessivo de forca por parte de Israel em Gaza” e “as accoes terroristas do Hamas”.
Resumindo (sem discussao): genocidio e um “excessivo uso de forca” e resistencia armada a esse genocidio e “terrorismo”.
Assim vai o “debate de ideias” tal como ele e.
https://www.jn.pt/nacional/artigo/montenegro-defende-dialogo-com-russia-e-concorda-com-participacao-de-putin-no-g20/18076617
Talvez atualmente ainda seja o PP a pessoa mais conhecida para, como intelectual, debater com Ventura como, aliás, se notou numa certa deferência com que este tratou PP; Ventura, não obstante ser licenciado continua sendo um parolo oriundo do futeboleirismo que admira um intelectual não académico que o desafia para um debate.
Falhada a sua tentativa política com Cavaco e posteriormente com a Manuela e Durão, PP reorientou sua ação para uma atividade mais popular de apanha-papéis e artefactos menores do “Estado Novo” (repare-se no nome de engano dado à “mudança” salazarista) e da história de campanhas eleitorais democráticas ou outros assinalados acontecimentos políticos.
Contudo, PP é um intelectual conhecido, assinalado e marcado profundamente como político “engagé” serventuário do cavaquistão de Duarte Lima, Miguel Relvas, Durão e tutti-quanti que, inclusive, coabitou com Ventura e seu grupo salazarista durante anos no interior do PSD sem qualquer reparo.
É, portanto, de considerar que Ventura vê em PP um intelectual “recuperável” até passível de ser uma persona a intrgrar e usar para exemplo de lavar a face de um retorno ao salazarismo disfarçado de neo-liberal ou outro credo político semelhante. Os instrumentos de tortura soft que PP levou e mostrou apenas amenizam e diminuem a verdadeira tortura praticada pelas polícias e Pide ou as ordens diretas do Bota d’Elástico para torturar, matar ou mandar prá morte milhares de Soldados na guerra em Angola aos quais, mesmo mortos em combate, lhes recusou um funeral digo familiar ou qualquer trasladação para Luanda e jamais para o Puto (Metrópole).
Ventura jamais aceitaria, nesta altura, qualquer debate com um intelectual académico estudioso da CRP e História universal das Ideias & Ciência; um intelectual honesto, impoluto, com conhecimentos que abarquem a História Universal e das Ciências quer da Natureza, inerentes, quer transcendentes, do intelecto, idealistas; este ter-lhe-ia dito, como, aliás PP o disse mais tarde, que na Natureza nada é puro, que inerente à nossa natureza não consta a pureza de sentimentos, ou moralidades e ainda menos moralidades kantianas do “dever moral”.
Assim, como foi, de novo o debate serviu mais a Ventura para alardear o seu papaguear de vendedor de peixe com 50 anos de frigorífico como sendo fresco e no qual muitos acreditam por desconhecimento histórico, não obstante, todos os exemplos pré-históricos e históricos como os mais recentes de “salvadores aiatolas, nataniá-nus, Castros, Maduros, Putines, Pings, Uns e Trumps.
Caros amigos: Em Portugal, acho eu, há uma grande cultura do debate político que noutros lares bem próximos está a anos luz. Esse debate na Espanha seria impossível, não se acharia necessário, e não haveria debatentes. As suas campanhas eleitorais são duma variedade e quantidade de debates eleitorais que fazem a inveja de qualquer cidadão que sinta certa curiosidade política. Além de que são debates, geralmente, bem levados nas formas e no respeito. Que aqui o chefe de Vox, o Chega espanhol, pudesse debater com um politólogo ou um intelectual sobre política geral não entra nos miolos de ninguém, primeiro porque a azémola que dirige esse partido não tem faculdades para isso, porém ainda que não fosse assim tampouco dar-se-ia tal situação. Por certo tampouco o que dirige o PP seria capaz de ter um debate com qualquer. Debate-se em Portugal muito e bem, e isso é bom. O porquê das diferenças entre países, neste campo, seria exame a fazer por quem esteja mais qualificado que eu. Tal vez a influência dos anos post-25 de Abril e a muita politização da sociedade naquela altura que ainda perdure? Em Espanha nos anos da transição debatia-se muito mais que agora e os políticos tinham mais altura intelectual , em geral, que os de agora .
Em véspera de Cravos, Valupi acerta na “ferradura”!