Arquivo da Categoria: Valupi

Por favor, alguém que lhe explique

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Tem de ser explicado, e esperemos que seja bem explicado, bem explicado porque é que há dois dias era quase considerado antipatriótico quem, não é defendesse, mas tivesse previsto essa questão, e agora, passados dois ou três dias, se tenha verificado isto.

Diz que é uma espécie de Conselheiro de Estado

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Bagão entrou no mês de Março já bem lançado no despautério: “Há uma solução que é um governo PSD, CDS e PCP”. E se bem o disse, melhor o fez. Conseguiu transformar o Conselho de Estado num Conselho da Revolução em guerra civil logo na primeira vez que lá abancou. Nunca se tinha visto, nem se julgava possível ver, um membro do CE a desautorizar e ofender outro membro em relação a matérias que, entretanto, era suposto serem sigilosas e ainda, no caso, cuja publicitação seria particularmente gravosa pelo prejuízo que poderiam causar à acção governativa no auge da crise. Pois estes pruridos pequeno-burgueses não tolhem o verbo ao Bagão, o qual continua a querer destruir o pouco que resta da dignidade das superiores instituições do regime. Está na altura de alguém lhe explicar que, embora o comunismo e o benfiquismo partilhem o mesmo código cromático, querer substituir o Conselho de Estado por uma assembleia-geral de sócios talvez seja levar a luta da sua falta de classe para amanhãs que não cantam nem encantam.

Aldeia dos macacos

Os macacos entraram em agitação frenética. Saltam, guincham, trepam pelas paredes. FMI, FMI, FMI! Depois correm, tropeçam, arranham as paredes. Sócrates, Sócrates, Sócrates! Depois saltam, guincham, trepam pelas paredes. FMI, FMI, FMI! Depois correm, tropeçam, arranham as paredes. Sócrates, Sócrates, Sócrates! Depois saltam, guincham, trepam pelas paredes. FMI, FMI, FMI! Depois correm, tropeçam, arranham as paredes. Sócrates, Sócrates, Sócrates! Depois saltam, guincham, trepam pelas paredes. FMI, FMI, FMI! Depois correm, tropeçam, arranham as paredes. Sócrates, Sócrates, Sócrates! Depois saltam, guincham, trepam pelas paredes. FMI, FMI, FMI! Depois correm, tropeçam, arranham as paredes. Sócrates, Sócrates, Sócrates! Depois saltam, guincham, trepam pelas paredes. FMI, FMI, FMI! Depois correm, tropeçam, arranham as paredes. Sócrates, Sócrates, Sócrates! Depois saltam, guincham, trepam pelas paredes. FMI, FMI, FMI! Depois correm, tropeçam, arranham as paredes. Sócrates, Sócrates, Sócrates! Depois saltam, guincham, trepam pelas paredes. FMI, FMI, FMI! Depois correm, tropeçam, arranham as paredes. Sócrates, Sócrates, Sócrates! Depois saltam, guincham, trepam pelas paredes. FMI, FMI, FMI! Depois saltam, guincham, trepam pelas paredes. FMI, FMI, FMI! Depois correm, tropeçam, arranham as paredes. Sócrates, Sócrates, Sócrates! Depois saltam, guincham, trepam pelas paredes. FMI, FMI, FMI! Depois correm, tropeçam, arranham as paredes. Sócrates, Sócrates, Sócrates! Depois saltam, guincham, trepam pelas paredes. FMI, FMI, FMI! Depois correm, tropeçam, arranham as paredes. Sócrates, Sócrates, Sócrates! Depois saltam, guincham, trepam pelas paredes. FMI, FMI, FMI! Depois correm, tropeçam, arranham as paredes. Sócrates, Sócrates, Sócrates! Depois saltam, guincham, trepam pelas paredes. FMI, FMI, FMI! Depois correm, tropeçam, arranham as paredes. Sócrates, Sócrates, Sócrates! Depois saltam, guincham, trepam pelas paredes. FMI, FMI, FMI! Depois correm, tropeçam, arranham as paredes. Sócrates, Sócrates, Sócrates! Depois saltam, guincham, trepam pelas paredes. FMI, FMI, FMI! Depois correm, tropeçam, arranham as paredes. Sócrates, Sócrates, Sócrates! Depois saltam, guincham, trepam pelas paredes. FMI, FMI, FMI! Depois correm, tropeçam, arranham as paredes. Sócrates, Sócrates, Sócrates!

Assustador

O Presidente da República e o PSD disseram, e repetiram, e continuam ainda agora a dizer, que decidiram recusar negociar o PEC porque Sócrates não tinha sequer telefonado a Cavaco, portanto tinha de ser castigado pela sua falta de respeitinho. Assustador não é a certeza de ser esta uma desculpa esfarrapada, abjecta e oportunista para rasteirarem o Governo tal como Capucho já tinha anunciado – assustador é desconfiar que podem estar mesmo a contar-nos a verdade.

Mar da Tranquilidade

Estou muito tranquilo

Passos Coelho a 23 de Março, declarando ter dado o tal empurrão para que Portugal deixasse de estar à beira do abismo

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O pedido não deve ser encarado como um fim de linha ou um acto de desespero, é antes o primeiro passo para não mascarar a realidade, enfrentar os problemas e poder encontrar, através das eleições, aqueles em quem confiaremos.

Passos Coelho a 6 de Abril, descrevendo as razões que o levavam a estar muito tranquilo quando decidiu lançar Portugal na bancarrota

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Feios, porcos e péssimos

Sandra Sousa – Se o PS voltar a ganhar as eleições, vai repor a avaliação dos professores?

Sócrates – Com certeza que irei repor a avaliação dos professores, e até espero que ela não seja revogada; porque o que aconteceu foi feio demais. Reparem bem: numa manhã em que os partidos foram a Belém pedir ao senhor Presidente da República para dissolver a Assembleia da República, nessa mesma manhã juntaram-se todos os partidos e fizerem três votações numa manhã – a votação na generalidade, a votação na especialidade e a votação final global – e fizeram-no apenas na expectativa de com isso poderem ganhar um punhado de votos. Eu acho que isso foi mau demais. A isso chama-se uma golpada eleitoral. Foi o que quiserem fazer. E como digo, por um punhado de votos. Com um único objectivo: serem simpáticos com este ou com aquele. Sem o mínimo respeito por quem deu o seu melhor para que o País tivesse um sistema de avaliação consensualizado, que estava a entrar na rotina das escolas. Isso foi um gesto de um eleitoralismo que revela bem as lideranças, sabe. Isso foi um gesto de tal forma irresponsável que ficará para a História a marcar aquilo que é o carácter de uma liderança. Porque isso não se faz, sabe, isso não se faz…

Entrevista

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Como não existe imprensa em Portugal, a oposição que vê Sócrates como um reles corrupto das berças, ou como uma lapa que não quer largar o Poder, nunca é desafiada para este básico exercício de lógica: por que raio alguém tão obscenamente ganancioso e moralmente desprezível se lembrou de atiçar a fúria da classe docente, arrastando na ira as respectivas famílias e amigos, e ainda abrindo o flanco à quinta coluna Alegre, decisão que lhe custou uma segunda maioria (diz-se), quando podia ter feito o mesmo que os outros Governos anteriores em relação à avaliação dos professores e respectiva progressão na carreira, ou seja, niente? Aqueles que o caluniam e ofendem sempre que abrem a bocarra que nos salvem da ignorância: que levou Sócrates a manter Maria de Lurdes Rodrigues, e respectiva política, sem vacilar até às eleições? Digam lá, vá lá.

Num país cuja população tivesse os mínimos de racionalidade colectiva, o que o PSD fez chegaria para acabar com o partido. Porque do PCP e BE, entidades que exploram o regime sem pretenderem contribuir para a comunidade, a pulhice não surpreende. E do CDS, uma coisa que papa tudo o que cheire a populismo, também nem dá vontade de falar. Mas do PSD, um partido que tem uma tradição e uma responsabilidade de governabilidade, o que veio foi uma traição à tal sociedade civil que fingem representar e defender. Se queriam acabar com a avaliação, iam a votos com essa proposta, tal como fez e faz o PS. Assim, chafurdando na dissoluta coligação negativa – a qual interrompeu o processo a meio do ano sem nada apresentar para o substituir e não assumindo qualquer responsabilidade pelas suas consequências nas escolas – o PSD exibiu em alucinação eleitoralista a sua já irrecuperável decadência.

Bocas santas fazem milagres

Reagindo às declarações de Almeida Santos e Carlos César, Bagão Félix, que participou na quinta-feira na reunião do Conselho de Estado, referiu à Lusa que “não quer contribuir para o ruído”. “Não podendo revelar nada” do Conselho de Estado, por razões de sigilo a que estão obrigados os seus membros, o ex-ministro afirmou que “sabe bem o que disse no Conselho de Estado” e acrescentou que mantém “evidentemente” as declarações sobre Sócrates. “O que está dito, está dito”, frisou, alegando estar “absolutamente consciente e seguro” de que da sua “boca não saiu uma palavra sobre o Conselho de Estado”.

Fonte

A grande coligação

Se me pergunta, objectivamente, qual foi o maior erro que cometemos, foi o de não ter, no início da legislatura, insistido mais em promover uma coligação.

Francisco Assis

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Estas palavras são intrigantes, seria muito interessante conhecer os seus pressupostos. Porque não se vislumbra como tal coligação poderia ter acontecido. À esquerda, o PCP estava impedido de sequer pensar numa coligação por causa do seu racismo ideológico, e o BE vinha de ter sido mandatado pela classe docente para continuar a diabolizar Sócrates. Aliás, da reunião entre BE e PS na inútil ronda de auscultações, em Outubro de 2009, ficou a ideia de que Louçã estava convicto de ir conseguir partir o PS ao meio em pouco tempo, assumindo ele a chefia da grande esquerda. Convenhamos que o seu entusiasmo vinha de ser engordado a votos, mas igualmente revelou uma juvenil falta de siso no cinquentão. À direita, o CDS não tinha qualquer vantagem em ir para o Governo num cenário de extrema volatilidade resultante do PSD ir para eleições em breve, nem Portas teria estaleca para aguentar as condições de Sócrates. E o PSD, por ir mudar de liderança, só podia aproveitar para servir Cavaco evitando uma crise de vazio governativo que iria prejudicar os planos de reeleição, desse ela para onde desse. Por isso Ferreira Leite garantiu aprovar o Orçamento para 2010, fosse ele qual fosse.

Que se diria do PS caso tivesse recusado governar em minoria? Seria uma situação insólita e calamitosa para o partido e para o País. Ninguém a iria compreender, muito menos aceitar. Assim, naquele quadro político-económico, era responsabilidade do PS aceitar as condições que todos – eleitorado, oposição e Presidente da República – lhe estavam a colocar como facto consumado: puxem por isto sozinhos e fragilizados.

Seguiu-se a crise grega e a alteração das regras do jogo no mercado dos financiamentos, logo depois a do edifício do euro nas suas bases económicas e políticas. Havia para lidar com esse gigantesco desafio um governo minoritário odiado à esquerda e à direita, e ainda sujeito às insídias de uma figura perversa com demasiado poder entre mãos. Sem excepção, a estratégia dos partidos da oposição foi só uma: desgastar e boicotar ao máximo o Governo – basta lembrar o espectáculo burlesco dado no Parlamento aquando da comissão de inquérito à liberdade de expressão, onde os deputados foram toureados pelo Crespo e levaram com teorias de conspiração que envolviam o Rei de Espanha, e também esse momento fundador para o regime democrático dito Estado de direito, na comissão ao caso PT/TVI, em que dois deputados aceitaram devassar escutas de conversas privadas alegando que eram matéria do foro político. Culminou esta lógica infame com a coligação negativa mais ruinosa, mais estúpida, mais aberrante que Portugal e a Europa registam na memória recente.

Adoráveis gralhas

A entrada dos botões de Facebook e Twitter na casa deve-se ao implacável trabalho lobista de uma adorável gralha, Fátima Rolo Duarte, que não descansou até empurrar o Aspirina B para o meio da frenética multidão de gralhas teclistas: @aspirinab

Conheci a Fátima uma hora e tal antes de ela me conhecer, e isto apesar de ter estado durante esse tempo sentado à sua frente a dois metros de distância (embora um bocadinho de ladecos). Foi ela, nessa última quinta-feira de Fevereiro, que anunciou aos distintos órgãos da imprensa estrangeira presentes, e demais representantes das chancelarias europeias, ser uma felicíssima gralha. Confirmei que sim, e que também, e de tal forma me encantei com o seu chilreio que me surpreendo por ninguém pôr esta mulher frente a uma câmara de vídeo, piando de si e pondo os outros a piar. Os directores de programas das televisões nacionais andam mal aconselhados, é a única explicação. Só que nada me preparou para o que resultaria desse encontro, após ter-me incautamente apresentado: uma violenta campanha para levar o blogue para o Twitter, que incluiu toda a sorte de adulações e chantagens – desde a oferta de sortidos dos melhores chocolates belgas até promessas de um curso de flamengo por correspondência, passando por ameaças de ir entregar ao Pacheco Pereira o endereço do Aspirina B para que viesse cá morigerar os autores, valeu de tudo.

E prontos, foi isto que se passou. Mais tuíto, menos tuíto.

Os cínicos são animais tristes

A ideia de que Sócrates provocou o chumbo do PEC para ir a eleições nesta altura, tese defendida por muita e até excelente gente, ao mesmo tempo que o reduz a um ser unidimensional explicável pelas mais rasteiras cogitações está também a endeusá-lo. Implicaria que Sócrates tivesse o poder de condicionar a resposta do PSD e de Cavaco, então passivas testemunhas de uma marosca que todos conseguiam topar menos eles. Obviamente, isso é absurdo.

Os factos contam outra história. O Governo anda desde Março de 2010 a seguir uma estratégia de gestão daquela que é uma dupla crise: a dos mercados de financiamento e da Europa, esta incapaz de resolver o problema e ainda conseguindo agravá-lo ao exigir uma austeridade que impede o crescimento dos países atingidos. E isto adentro de um Governo minoritário num Parlamento lunático, para a festa ser completa. Tal levou Sócrates e Teixeira dos Santos a percorrerem este mundo e o outro, procurando aliados poderosos para fazer face às poderosas forças dos mercados. O propósito foi sempre o de ganhar tempo, esperando que a Alemanha se decidisse por uma nova solução que evitasse o fracasso do resgate grego e irlandês. Aos poucos, ficou claro que Portugal se tinha tornado o dedo enfiado no buraco do dique. Se o tirasse antes de se terem feito as obras de protecção, o buraco europeu iria aumentar rápida e avassaladoramente. Começaram a surgir repetidos elogios dos parceiros europeus à resistência portuguesa. Neste enquadramento, a ida de Sócrates à Alemanha a 2 de Março, onde reuniu com Merkel, foi o primeiro passo num mês que se queria decisivo. Sócrates levava os resultados da execução orçamental de Janeiro e Fevereiro, os quais permitiam avançar em direcção à fase seguinte, e ouviu de Merkel um incondicional apoio. Pelo meio, o Governo estava em negociações para a actualização do PEC, as quais eram do conhecimento do Presidente da República e do PSD. E pelo meio o Presidente da República tinha tido um discurso de vitória completamente persecutório, declarando guerra aberta ao Governo. Não havia qualquer possibilidade de contar com a lealdade da Presidência, a qual desejava vingança no mais curto espaço de tempo. No PSD o ambiente era igualmente de frenesim de frustração, Passos Coelho sentia-se a perder o partido. Se fosse convidado para negociar o PEC antes de Portugal se comprometer na Europa com ele, repetiria o mantra oficial: acabaram-se as ajudas ao Governo.

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Avante, camaradas!

As negociações entre BE e PCP estão em marcha; as quais, se levarem a qualquer tipo de acordo, serão uma novidade a saudar por todos os que esperam a maturação da nossa democracia. Do que se percebe pelos sinais, que podem não passar de irrelevâncias nesta fase incipiente, o PCP assume a parte forte e o BE fica com as despesas do sapateado. Competirá a Louçã o maior esforço e a maior ginástica, num exercício que irá pôr à prova a ductilidade da sua megalomania. Quão mais desesperado esteja, mais motivado estará para o acordo – especialmente agora que perdeu o cheque-professores. Porém, jamais o PCP confiará em tal parceiro, mesmo que sejam camaradas num projecto que os coligue. A cultura do PCP continua a ser a da clandestinidade, a da resistência no meio do inimigo, e têm muitas décadas de violenta intolerância aos desvios ideológicos da concorrência.

Quem também poderá ficar satisfeito com a eventual união dos fanáticos anti-capitalistas é aquela parte da direita que anseia por uma ditadura das antigas. Esses são useiros nos elogios à seriedade e confiança que o PCP transmite com o seu imutável programa antidemocrático, podendo até suportar o BE desde que devidamente patrulhado. É que para pôr o País na ordem, visto a direita não ter quem o consiga fazer, os comunas servem perfeitamente, pensam os reaças da velha escola. Bagão Félix pode vir a ter muita dificuldade em decidir onde pôr a cruzinha, por exemplo.

2.ª volta das presidenciais

Se José Sócrates ganhar as eleições eu só vejo uma consequência: a demissão do Presidente. Está claro que o Presidente e o Primeiro-Ministro não podem coabitar.

Santana Lopes

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Este tem de ser o argumento supremo, imbatível, decisivo para os indecisos ao centro, a quem se junta todo o povo de esquerda e os arrependidos de direita que neste momento sentem vergonha do que se passa em Belém: votar PS para nos livrarmos de Cavaco. É ultra-genial. E cria um novo tipo de voto, superando o conceito de voto útil: o voto higiénico. Vota-se nas legislativas para limpar a Presidência de quem a conspurca, recebendo-se como bónus uma sólida maioria que leve esta terra a ser governável. Coelho e Coelha esturricados numa eleição só, brilhante vingança do Menino Guerreiro.

Calhando o eleitorado dar ouvidos às proféticas palavras de Santana, o PS arrisca-se a ter 75% dos votos.

Quem foi o ganda tosco?

O tosco que deu a ordem para se apagarem as luzes, e ligar o sistema de rega, depois do jogo ter acabado deve assumir a decisão ou ser denunciado. Porque transformou uma derrota azeda numa anedota humilhante. Os benfiquistas não mereciam ficar assim sujeitos, e para os longos anos futuros, à triunfal gargalhada dos portistas – ganharam o jogo, sagraram-se campeões e ainda levaram o rival a ridicularizar-se de uma maneira patética.

Impressionar no emprego, seduzir em festas, brilhar nos jantares

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