7 thoughts on “A demagogia, essa sedutora”

  1. sport coiso, não és tu que incomodas (desculpa lá, mas não chegas a tanto), é o que tu defendes. Não é que defendas grande coisa, é só a inconsequência…Mas nos tempos que correm, já vimos que só dá merda.

  2. Nunca votei no M. E. P., nem me parece que vá ser desta, mas assinei esta petição porque, embora possa conter alguma demagogia (ou vestígios dela), a considero no fundo muito mais positiva do que negativa, pois apela apenas a um gesto voluntário dos Partidos, nada mais. E seria bonito, da parte dos principais Partidos parlamentares, um anúncio conjunto (para evitar eleitoralismos) de que iriam prescindir de toda (ou da maior parte) da subvenção estatal para esta campanha, não como forma de “solução” (que de facto não é) para os problemas concretos do País, mas apenas como símbolo (que já seria muito importante e significativo) de uma sintonia comum em torno de uma ideia que, aliás, deveria constituir o “leitmotiv” não só da próxima campanha eleitoral, como até do País nos tempos mais próximos: acima das naturais divergências políticas, deverá estar o superior interesse nacional! Sem prejuízo de um acalorado debate e do habitual entusiasmo no esclarecimento e na discussão das diferentes propostas políticas a submeter à vontade soberana do Povo.

    É que, quanto a mim, uma união empenhada dos Partidos em torno dos superiores interesses de Portugal talvez passe menos pela colaboração num Governo alargado dito de salvação nacional (que fácilmente descambará numa mixórdia hipócrita, que nada resolverá) e muito mais pela prévia aceitação de que o perdedor destas Eleições aceitará respeitosamente o veredicto popular e deixará o vencedor governar, pelo menos dois anos, mesmo que apenas com maioria relativa, procurando mais aperfeiçoar a sua alternativa de Governo, do que obstaculizar a acção do Primeiro-Ministro que estiver em funções.

    São mesmo precisos gestos inéditos e drásticos neste difícil momento, sobretudo para restaurar a confiança dos portugueses nas instituições democráticas, ou continuaremos a resvalar metro a metro, milímetro a milímetro, para o abismo irremediável…

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