Para quem quiser conhecer a verdade – repito: a verdade; insisto: a verdade

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Mensagem de felicitações do Presidente da República para os Presidentes das Direcções do Futebol Clube do Porto e do Sporting Clube de Braga
06.05.2011

Presidente Cavaco Silva felicitou José Mourinho, eleito Melhor Treinador do Ano pela FIFA
10.01.2011

Mensagem de felicitações do Presidente da República ao Rei de Espanha a propósito do Campeonato do Mundo de Futebol
12.07.2010

Presidente felicitou treinador José Mourinho pela conquista da Liga dos Campeões Europeus de Futebol
23.05.2010

Presidente felicitou Selecção Nacional, pelo apuramento para a fase final do Campeonato do Mundo
19.11.2009

Mensagem de felicitações do Presidente da República para a Selecção Portuguesa vencedora no Campeonato Europeu de Futebol 7 Special Olympics
11.05.2009

Mensagem de felicitações do Presidente da República para o futebolista Cristiano Ronaldo, Melhor Jogador Mundial FIFA 2008
12.01.2009

Presidente Cavaco Silva enviou mensagem a Cristiano Ronaldo, pela atribuição da “Bola de Ouro” de 2008
02.12.2008

Mensagem de Felicitações do Presidente da República pelo apuramento da Selecção Portuguesa de Futebol para a fase final do Campeonato da Europa de Futebol 2008
É com enorme satisfação que felicito a Selecção Portuguesa de Futebol pelo apuramento para a fase final do Campeonato da Europa que se realizará na Áustria e na Suiça em 2008. Jogadores e a equipa téc…
22.11.2007

Presidente entregou bandeira nacional a seleccionador Luís Filipe Scolari
08.07.2006

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Para se compreender o que significa esta lista, passa por aqui e escreve na caixa Pesquisar, ao cimo na direita, uma palavra ao calhas – por exemplo: pisa. Se quiseres um resultado ainda mais apuradinho, pesquisa por: pisa resultados. E se quiseres encontrar a verdade, só a verdade e nada mais do que a verdade a respeito do que Aníbal Cavaco Silva pensa e disse acerca, por exemplo, do que foi tornado público em Dezembro de 2010, já lá vão seis meses, escreve na caixa de pesquisa esta troika: pisa resultados 2009.

São estes os critérios para o orgulho do actual Presidente da República Portuguesa, eis a puta da verdade.

Good food for good thought

Our ability to predict the future is hindered of course by the nature of the world we’re trying to predict. Too many variables interact in too many unknown ways, producing outcomes too numerous and varied for us to meaningfully measure, process, and interpret correctly. Our ability is also hindered, as Kahneman and Tversky have shown, by the nature of the human brain. Too often we fall prey to the machine’s quirks. We commit the ‘representativeness heuristic,’ forgetting that the odds that something that looks like a duck and walks like a duck and quacks like a duck is actually a duck depends heavily on how many ducks actually inhabit the terrain we’re in. Or we commit the ‘availability heuristic,’ believing that what we can easily imagine — what comes easily to mind — is most common, or most likely to happen.

Yet our poor predictive prowess never seems to reduce our confidence. I challenge you to find one pundit, talking head, expert, or think tank in the last ten years who has uttered the words: “I don’t know” about the future, sincerely, and without qualification. We tend to be as confident about prediction as we are bad at it. Psychological research has shown time and again that your confidence about your prediction is often quite unrelated to the odds of it being accurate. The confidence with which you remember or report something is not related to whether the thing you remember actually happened. When a relationship between prediction and result is found, it tends to be in the direction of overconfidence. For example, as Daniel Gilbert has shown, people routinely overestimate how certain events will affect their future prospects. Most of the things we think will make us very happy tend to make us only slightly happier, if at all. Things we lament as unspeakable catastrophes end up harming us less than expected, or not at all.

Our Murky Crystal Ball
We make predictions even though we are bad at it

Cavalgar o tigre

F: A todos os palermas que apoiaram, defenderam, votaram, apoiam e defendem o pinóquio, e que hoje ainda os ouvi dizer que “isto afinal não está assim tão mal”, quero agradecer pela bela merda que fizeram.

Esta frase, de um conhecido meu, abriu ontem as hostilidades de uma informativa discussão no facebook  entre vários dos seus amigos, alguns dos quais comuns, que envolveu expressões como “filho da puta”, “era um tiro bem no meio dos olhos”, promessas de emigrar desta “choldra”, entre vários outros mimos ao primeiro-ministro. Nada que não se leia por essas caixas de comentários fora, excepto que no facebook não são anónimos, são pessoas que conheço e que são no geral, incluindo o autor da frase, homens e mulheres muito simpáticos, que não ligam muito à política (é mais comentar o tempo, o fim-de-semana e “põe isto no teu mural em homenagem às mães”). A maior parte nem se pode queixar muito, estão empregados no sector privado em PME ou multinacionais industriais, e a vida não lhes corre com demasiadas dificuldades, alguns são mesmo prósperos, e embora os respectivos sectores económicos estejam agora em crise depois de anos de euforia, o mundo ainda não desabou. Mas quando é Sócrates que vem à baila, transformam-se numa turba ululante que personaliza, numa só pessoa, o seu desprezo por uma classe inteira e pelo sistema em geral, que culpam pelo “estado a que isto chegou” e pelo medo e ansiedade que sentem quanto ao futuro.

A razão para este ódio desmedido e aberto ao chefe do governo, como nunca nenhum outro conheceu, é sobejamente conhecida: a campanha imparável nos média contra José Sócrates, esse gay falso-engenheiro mentiroso ditador corrupto manipulador que nos governa, ou tenta governar. Essa campanha de difamação tem um objectivo bem definido – tentar sujar-lhe o nome de tal maneira que se torne politicamente radioactivo e inelegível, para assim poder tentar o assalto ao poder baseado apenas numa única ideia: correr com ele de lá.

Para isso, é importante acirrar os ânimos das pessoas do chamado “pais real”, provocá-las com avisos que estão a ser burladas pelo vigarista, que os seus filhos é que vão pagar pelo encher de bolsos dos corruptos envolvidos em negociatas, que as suas vidas confortáveis vão desfazer-se. Depois, com os ânimos suficientemente atiçados pelo apelo às emoções mais básicas (gosto especialmente da chantagem sobre o futuro dos filhos, jogando com um dos instintos mais  poderosos que há), aparecer como os salvadores, os cavaleiros honestos que vão livrar o país dos seus inimigos. Os americanos chamam a esta estratégia “riding the tiger“. Cavalgar uma multidão em fúria dando a impressão de os comandar.

O que me leva à maneira como esta discussão acabou:

Continuar a lerCavalgar o tigre

Vinte Linhas 610

Essa palavra «ganilhos» que já não ouvia há tanto tempo

Depois de ter passado seis anos em Santa Catarina fui viver para o Montijo em 1957. Morava na Rua Sacadura Cabral que dava para as traseiras do Campo Luís Almeida Fidalgo. Havia nesse tempo palavras que se usavam no dia-a-dia como «ratinho», «caramelo» e «gaibéu» referentes a pessoas que emigravam da Beira Baixa, da Beira Litoral ou do Ribatejo para as sementeiras e colheitas por ali à volta nas quintas da Atalaia, Jardia, Alto Estanqueiro, Sarilhos Grandes, Lançada, Rilvas, Barroca de Alva e Passil. A outra palavra era «ganilhos» que na altura não me lembro de ter indagado aos que me rodeavam o seu significado. Anos depois descubro num alfarrabista um livro de 1948 intitulado «Albergaria Hospital Misericórdia – Vila de Aldeia Galega do Ribatejo» de José Simões Quaresma. Na página 16 lá está «Não é de hoje o ganilho – esse tipo curioso e muito nosso que pode sintetizar o temperamento de um povo que nasce e morre a trabalhar!». Pedi ajuda a João Reis Ribeiro que prontamente me elucidou: «ganilho» quer dizer «garoto de pé descalço» (no falar de Minde) segundo o «Dicionário de calão» de Albino Lapa reeditado em 1974 pela Editora Presença. Entretanto através do meu amigo Aurélio Lopes (antropólogo) procurei no livro com os termos de Minde e lá descobri – «ganilho» como «fedelho» ou «garoto». Joga aliás o termo com o texto que surge na página 17 do mesmo livro: «homens, mulheres e ganilhos» no sentido de «homens, mulheres e crianças». Tenho saudades do Montijo mas não posso lá viver já que tenho a minha casa em Lisboa. Esta palavra «ganilhos» foi uma maneira bonita de matar saudades do Montijo, seus espaços e suas palavras.

E tu, Marcelo? Por onde tens andado?

Marcelo Rebelo de Sousa diz não conseguir perceber o desaparecimento do ministro das Finanças.

“Estranho muito esse desaparecimento durante tanto tempo. Não dá para perceber se é por estratégia, por afastamento, ou por discordância. Em qualquer caso prejudica o primeiro-ministro e o Governo.”

Na mesma ocasião Marcelo elogiou a postura do Presidente da República: “O presidente Cavaco Silva tem adoptado uma posição prudente, reservando-se para o período pós-eleitoral e esperando o momento certo para agir, o que me parece um bom compromisso.”

Fonte

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A situação política de permanente ingovernabilidade, desde a tripla traição de Barroso (traiu o PSD, traiu a governação do País e traiu o compromisso com o eleitorado), explica-se com uma frase: decadência da direita portuguesa. É uma crise estrutural e ideológica, por isso de longa duração. Por um lado, não têm recursos humanos, sangue novo, talentos com menos de 40 (50?) anos. Por outro, não têm visão, ideias, caminho. O resultado, posto que insistem em lutar pelo Poder, só podia ser um: o recurso às tácticas mais hipócritas, insidiosas, difamantes e conspirativas que fossem capazes de montar sem perderem o bom nome ou irem de cana. O modelo supremo desta paupérrima condição é Cavaco Silva, o qual conspurcou a Presidência da República e viu-se premiado com a cumplicidade da elite e mais um mandato. Logo a seguir, vem o doentio Pacheco Pereira, o qual chegou a chafurdar – enquanto deputado e em sede de Parlamento! – nas escutas ilegais de conversas privadas. Saiu delas a dizer que eram avassaladoras e nada mais fez a respeito de tamanha gravidade. Talvez agora lhe sirvam como consolo nas insónias.

Marcelo, contudo, representa a decadência da direita com ainda maior fulgor, precisamente pelo aparato aristocrático com que a esconde sob o brilho retórico individual e colectivo propósito ilusionista. Neste episódio do remoque acerca de Teixeira dos Santos, juntando a sua voz ao coro dos acéfalos, nunca o ouviremos a retractar-se da boquinha que lançou nem a elogiar o Ministro das Finanças por ter estado a defender o interesse nacional exactamente como deviam ter estado todos os agentes políticos: com discrição, trabalho e serviço. Para ele a política consiste nesta guerra morna da vozearia à moda de Cascais e da atoarda compulsiva, a qual basta para lhe garantir a manutenção da sua valiosa marca na indústria da política-espectáculo. Acresce que os ganhos para a sua actividade profissional como jurista deste protagonismo mediático são imensos – não sendo as delícias da vaidade, e mesmo do puro gozo, as benesses de menor importância.

Teixeira dos Santos tem estado desde 2005 ao lado de Sócrates na defesa de Portugal. Ocupa um dos mais complexos e desgastantes cargos, dificuldades aumentadas desvairadamente pelas crises económica e financeira a partir de 2008. Podemos discordar do modo como o fizeram, podemos achar que erraram. Mas não reconhecer que há uma cada vez mais tarimbada força e dignidade na dedicação com que o continuam a fazer – e no que acabam de alcançar para o PEC V – é a prova acabada de que esta direita, na sua impotência, se desligou da sociedade e pessoas que alega compreender e representar. Estão reduzidos a um queixume raivoso onde não confiam em ninguém, a começar por si próprios. Não espanta que poucos, e broncos, sejam os que confiam neles.

Temos pena

Passos Coelho esteve em duas entrevistas televisivas nesta quarta-feira. Não sei quantos votos ganhou com a primeira, se algum. Sei quantos votos perderá com a segunda, um por espectador.

Este homem tem um irremediável e trágico problema para quem meteu no bestunto que é capaz de ser primeiro-ministro: quer agradar. E quer tanto agradar a tantos que basta estar meia dúzia de malucos num estúdio de TV a bater palmas de claque para ele se emocionar, interromper, fazer aquela coisa à cara que se vende em plástico no Carnaval. Quer agradar ao Cavaco, à Ferreira Leite, ao Rangel, ao Aguiar-Branco. Agradou, e de que maneira, ao Nobre. Se pudesse, se o deixassem, se ninguém estivesse a olhar, ia a correr fazer as pazes com Sócrates, dizer-lhe que já passou, não tinha sido nada, era engano. Já passou. Desculpa lá, Sócrates. Desculpa-me. Desculpem.

Eis um político cujo killer instinct, para gáudio e vídeo na campanha, está apontado a si próprio. Penoso espectáculo.

Um livro por semana 230

«Banda sonora para um regresso a casa» de Joel Neto

Praticante da crónica desde 1989, Joel Neto (n.1974) junta neste livro 60 textos publicados em revistas e jornais com a expressa indicação do tempo e do ritmo musical de cada uma – adagio, presto, allegro ou staccato.

Nas crónicas fala de si («tenho a oportunidade de dedicar-me a estes híbridos entre jornalismo e literatura sem deixar a conta do gás por pagar») mas também do seu bairro devastado pelas garrafas partidas no chão e pela urina nas portas dos automóveis: «Metade do encanto da noite perdeu-se no dia em que os rapazes passaram a beber cerveja de litro e as raparigas a trazer na mão um vasilhame de Água do Luso com uma mistela escura lá dentro».

Fala do seu passado e do avô José Guilherme («comia sopas de leite, bebia café puro e cheirava rapé») mas também de Lisboa («O coração de uma grande cidade, mesmo de uma cidade menos-do-que-grande como é Lisboa, bate de forma diferente») e do Mundo em geral: «Foi nos anos 80 que se mundializou a democracia e nasceram os computadores, que pela primeira vez olhámos para o imperativo de deixar de fumar e a necessidade de proteger o planeta».

Fala do amor («Um homem pode ser infiel à sua mulher e, no entanto, amá-la eterna e incondicionalmente. Uma mulher infiel simplesmente já não ama o seu marido») mas também do Acordo Ortográfico: «Há palavras que se escrevem de uma maneira no inglês da Inglaterra, de outra no inglês da América e de outra ainda no inglês da Austrália – e nem por isso o inglês perde força.»

Fala do problema do «espaço» («Um restaurante, uma livraria ou um bar passaram a ser espaços de degustação, de cultura e de design, bom gosto e música assim-assim») e conclui a lembrar Torcato Sepúlveda, juntando de novo o que a morte separou: «era como uma criança, tinha medo de médicos, de agulhas, de três meses num hospital a comer sopas e a fazer tratamentos até, enfim, encontrara a morte – e por isso varreu os sintomas para debaixo do tapete até o próprio tapete começar a ter sintomas.»

(Editora: Porto Editora, Capa: Manuel Pessoa)

A propósito da ajuda externa

Veja-se este programa, Estação das Artes (15 minutinhos), e desfrute-se dos seus relevantes, interessantes e oportunos conteúdos. Tenho as seguintes perguntas a colocar a quem de direito:

– Quem é a Isabel Gomes?

– Donde veio a Isabel Gomes?

– Como é que cheguei a esta idade, e a esta carência de amigos milionários ou influentes, sem ter ouvido falar na Isabel Gomes?

– O que é aquilo que cobre a Isabel Gomes e que simula ser algo muito parecido com artigos que se comercializam em prontos-a-vestir?

– Que se passa com a Isabel Gomes?

– Que se poderia passar com a Isabel Gomes, caso estivesse solteira, sem magazines de artes para produzir e com uma vontade insana de discutir comigo a temática da ajuda externa?

Vinte Linhas 609

O filho do marceneiro fez doutrina na Relação

O meu amigo Bernardo Martins costuma enviar-me «mails» sempre com interesse mas o mais recente, além de me interessar, emocionou-me e comoveu-me.

Trata-se da transcrição de um acórdão do Tribunal de Justiça de São Paulo no Brasil (2ª instância) perante o caso de um recurso à decisão de 1ª instância no Tribunal de Marília. Um menor, filho de um marceneiro que morreu depois de ter sido atropelado por um motociclista, pediu ao Tribunal uma pensão de salário mínimo mais os danos morais pela morte de seu pai. Por não ter condições para pagar as custas do processo, o menor pediu ao Tribunal a gratuitidade das mesmas mas o juiz de 1ª instância em Marília negou – por falta de atestado de pobreza e por o menor ter um advogado particular.

O desembargador José Luís Palma Bisson (relator sorteado deste processo) tem na secretária do seu gabinete uma plaina feita por seu pai; trata-se de um sinal para que não esqueça quem é e de onde veio. Lembra os seus dias de menor em que trabalhou ao lado do pai na oficina, comendo pão com manteiga. O pão era aquecido no pequeno forno a lenha da oficina.

Castigar um pobre porque procura advogado particular só mesmo no livro do código dos preconceitos. Pobre não é obrigado a contratar advogado pobre.

Conclusão do juiz desembargador: «Fica este seu agravo de instrumento então provido; fica agora com ares de desafronta, a antecipação da tutela recursal. E como marceneiro voto que você merece a gratuidade e em razão da pobreza que grita a plenos pulmões para quem quer e consegue ouvir».

Perderam uma aposta com o Portas?

Vamos ver se percebi isto bem: o PEC IV ganhou o selo de qualidade do FMI e é neste momento, espantosamente, a “parte boa” do acordo. Há uma parte má, ainda desconhecida, que será inevitavelmente colada ao PSD, os tais que chumbaram anteriormente, e agora louvam, a “parte boa”. Que antes da certificação por entidades internacionais era má.

E põem o Catroga, praticamente a babar-se de tanto desespero, a dizer agora que a “parte boa”, ou seja o PEC IV, é da autoria deles, enquanto rosna “O Engº Sócrates levou o pais à bancarrota repito…”.

No momento perfeito para a “mensagem de esperança” e o olhar confiante, enquanto o país suspira de alívio por não ter vindo o fim do mundo, não acham que devia ser o Passos Coelho a falar? Não é ele que quer ser primeiro-ministro? Quando é que fala, amanhã, depois de se conhecer a parte má?

Mas o que é que se passa com o PSD? Querem perder de propósito?

Let the games begin

Dirijo, finalmente, aos portugueses uma palavra de confiança. Nenhuma Nação vence sem confiança em si própria. Esse sentimento de confiança deve prevalecer sobre o negativismo e sobre o pessimismo, atitudes que só conduzem à descrença, à paralisia e à desistência do futuro. Pela minha parte, o que tenho a dizer aos portugueses é isto: nós vamos vencer esta crise.

Sócrates