Portanto, como estava a dizer…

O adepto sportinguista vai esquecer esta época rapidamente. O adepto benfiquista não terá essa sorte.

Mas também podemos acrescentar que talvez Jesus tenha sido prudente ao evitar novo encontro com o Porto antes das férias. Há que defender a equipa.

13 thoughts on “Portanto, como estava a dizer…”

  1. Antes assim. Realmente sem Salvio e Aimar, com Gaitan e Saviola em baixo de forma esta equipa é muito limitada.

  2. Tudo está bem quando termina bem. Ainda bem. Quem é que finge esquecer-se que esta equipa do SLB só seguiu em frente na Liga Europa e não veio logo para casa devido a um golo fora de horas de um jogador do Lyon? Já dizia o Botas, o fradalhão de Xanta Comba «Tinha que ser assim e não podia ser de outra maneira…»

  3. Grande feito do Braga! E grande feito do futebol português! Haja alguma coisa onde os restantes europeus, tirando alguns portugueses que desvalorizam a Liga Europa, não tenham nada a apontar. :)

  4. O Braga deve ser, actualmente, das poucas equipas capazes de ganhar ao Porto. É isso que interessa ao futebol

    O Jorge Jesus não devia ter ficado no Braga?
    Não, não.

  5. Para ver o Benfica jogar como jogou hoje, é de facto melhor ter sido eliminado. É demasiado penoso

  6. “Tudo está bem quando termina bem. Ainda bem. Quem é que finge esquecer-se que esta equipa do SLB só seguiu em frente na Liga Europa e não veio logo para casa devido a um golo fora de horas de um jogador do Lyon? Já dizia o Botas, o fradalhão de Xanta Comba «Tinha que ser assim e não podia ser de outra maneira…»

    Comentário típico de impotentes e frustrados que se comprazem em, não podendo eles próprios “dar uma”, ver o insucesso dos outros como uma vitória sua. Fraca consolação…

  7. mdsol:

    “[Uma final portuguesíssima e com pronúncia do norte]”

    Eu diria antes:

    Uma final com pronúncia sul-americana. Quantos dos habituais titulares das duas equipas falam português? E dos portugueses, quantos são do Norte?

    Valham-nos os treinadores que, esses sim, são nortenhos.

  8. É pá, ó «F.V.» até me arrepiei todo. Parecia Fernando Venâncio mas felizmente não é. Insultos deste são medalhas…basta ver que nada do que eu escrevi foi por ti desmentido. Isso é que interessa, o resto são patacoadas.

  9. C. Serra

    A questao que levanta, sendo pertinente, julgo que não vem ao caso, agora. De facto, se o desporto só se tornou no fenómeno que se tornou porque assume uma linguagem global, também o futebol em particular, na sua dimensão de desporto espectáculo, cedo rompeu com as fronteiras dos “artistas”, chamemos-lhes assim, que protagonizam o espectáculo de topo.
    [Estou a lembrar-me, embora noutro registo, do caso Bosman, que deu origem à chamada Lei Bosman.]

    Interessante é que, neste campo, o que se verifica é muito diferente do que se passa noutros sectores. É só pegar na velha observação sobre os trabalhadores portugueses serem extremamente produtivos no estrangeiro e, portanto, muitos dos problemas da economia portuguesa terem muito a ver com a liderança e a gestão em geral das organizações, e não só com a falta de formação ou falta de empenhamento dos trabalhadores. Ora, neste caso, os clubes são portugueses e os que chegam de fora são integrados na sua estrutura, gerida por portugueses, com especial destaque para os treinadores que são, também, portugueses.

    E ninguém se vai referir à final como uma final entre um punhado de sul-americanos e … Independentemente da importância ser muita ou nenhuma, é um facto que a final é portuguesa e entre duas equipas do norte.

    :))))

    :))))

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