39 thoughts on “Vox populi”

  1. apoiado apoiado

    fiquei muito desiludido com o catroga a espumar de raiva , esperava-se mais contenção e sobretudo menos farfalheira , mas o alzheimer quando nasce é para todos

    pergunta do dia: onde pára aquela sanguessuga que dá pelo nome de medina carreira ? já começou a vomitar a sua baba de desprezo, negativismo e idiotice com que suja nos suja todas as semanas do cérebro ?

    entretanto é preciso reunir todas as baboseiras destes que sonhavam com um país em ruínas para aparecerem com salvadores, é preciso malhar neles

  2. Esta troca, guardo para a minha colecção :

    1/ Para mim, um universitario não é um aluno, mas um investigador ou um professor, surpreende-me portanto o primeiro comentario.

    2/ Vai na volta, penso que eu é que estou mal. Primeiro porque em Portugal, um aluno universitario é ja quase um professor. Depois, porque um prof a fazer bicha no bar da faculdade é altamente Improvavel no nosso sistema de mandarinato, ainda mais na Catolica…

    3/ Mas, a proposito, o que é que o Valupi foi fazer na catolica ? Ele não é publicitario ?

    4/ Que burro que eu sou, precisamente por ser publicitario : não é la que estão os nossos egrégios fututos decisores, gestores e outros donos dos orçamentos “despesas de representação” ? Estava a trabalhar, como é obvio !

    5/ Para além disso, não sei se o Valupi fez estudos universitarios (julgo provavel que sim) mas se os fez, quanto é que vocês apostam que foi na catolica !

    6/ E, fico a pensar que, por mais pertinente e certeira que fosse a piada do post a proposito da Vox Populi, o sabor que ela me deixa é o de estarmos condenados a ter esta Vox Sinistrae Populi, a do Valupi na/da catolica. Alternativa, so no festival da Eurovisão. Foge, que fado !

    Depois felizmente acordei. Tudo não passou de um sonho. O Valupi até ja aqui escreveu que ele nem era de esquerda nem nada (ou que não era do PS, ja não sei bem).

    Que alivio !

    E agora, pedimos desculpa por esta interrupção e, enquanto o joão viegas torna a pegar no vinho, prosseguem os nossos programas…

  3. João Viegas: em Portugal, um “Universitário” é sempre um Estudante do Ensino Superior. Relativamente a um docente universitário, ou a um investigador, usa-se sempre, como substantivo, o termo “Académico”.

  4. Francamente, não sei se o Passos Coelho será mesmo um idiota, ou não. O que sabemos todos nós, «populum», é que ele se pôs a jeito para desempenhar este papel de “idiota”. Pelos vistos, inútil…

  5. Não deixes para a tarde o que podes fazer de manhã:
    Passo revista aos blogues, jornais, – na internet – por que não estou para gastar dinheiro com este tipo de coveiros, perdão, jornalistas, todos se referem ao comunicado à Nação feito por Eduardo Catroga.
    Tinha tudo para ser um bom negociador e comunicador, não fosse o seu primeiro nome como o do ilustre Mãos de Tesoura. Mas, este Eduardo estraga tudo. Vou fazer uma comparação com alguém que conheci quando estava no activo.
    Todos os dias tinha de ir a despacho com o meu superior hierárquico. Podia optar pela parte da manhã ou da tarde. Com outros preferia a tarde por que dava mais espaço para rever o que levava a despacho e acrescentar algumas medidas que achava oportunas.
    Com este fazia-o de manhã, pelo facto de à tarde ser impossível o trato com o mesmo. A não ser alguma medida que me interessasse a sua aprovação sem grande discussão – assim levava a água ao meu moinho.
    Para se conseguir estes resultados tem de se ter uma certa experiência: alguns anos de serviço e bom observador. É o que falta a Passos Coelho. Se tivesse um pouco de rotina sabia que reuniões e declarações públicas de Eduardo Catroga só deviam ser feitas da parte da manhã.
    Com isto não quero menosprezar a parte da tarde que acho nos pode oferecer melhores oportunidades, tais como já temos o estômago cheio e como diz ditado popular: estômago cheio cabeça leve.
    Este ditado não serve para ser usado por Eduardo Catroga.
    Uso a célebre frase do Val: Catroga larga o …

  6. Só disse isso? Se calhar pensou no João Pereira quando mandou o Duarte Gomes para o c****** mas como estava numa fila conteve-se. Uns conseguem ser comedidos outros naão…

  7. Com aquele «árbitro» é muito difícil alguém conter-se. É o mesmo que entrou por dentro da baliza onde se treinavam os guarda-redes do Sporting e depois deu um empurrão ao segurança que só queria ajudar. Safa!

  8. Ontem o Catroga reclamou para si a vitória do acordo, a negociação teria sido influenciada pelo PSD, ou seja, por ele próprio. Ora, se é assim parte-se do princípio que conhece o acordo de trás para a frente. Hoje o Passos Coelho diz que não assina o acordo de cruz, que é preciso tempo para o estudarem, mostrando que afinal o PSD não conhece o documento. Perante isto, idiota parece-me pouco.

  9. Eu, já o 36 ia a chegar a Odivelas, ouvi um senhor com ar de reformado da função pública a dizer que o Sócrates é um aldrabão e um outro a dizer que se não fosse o Cavaco ainda estávamos pior. Entretanto, uma senhora virou-se para trás e disse “mas olhem que os do PSD e o Louçã também são farinha do mesmo saco”. Quando saí, acho que já havia alguém a falar do Salazar, como é óbvio.

  10. Pois, guida, mas o Silva Pereira já hoje deu uma conferenciazinha para clarificar que o PSD não apresentou NENHUMA proposta durante as negociações com a Troika. Assim, preto no branco.

    Agora eles lá no PSD que se entendam para ver qual a treta que querem vender-nos, agora duas versões tão contraditórias, como muito bem apontas, já lhes expõe demasiado o ridículo. Mas lá está, se estão assim tão empenhados em perder as eleições, be my guest :)

  11. Politicamente a afirmação é irrefutável.

    Nem tão pouco é preciso ir hoje vasculhar as piruetas que o homem deu desde que exerce as actuais funções porque com a fila da frente da sua retaguarda ficou desde logo tudo esclarecido: o Relvas, o Marquinho de Gaia, o Nogueira Leite, o Leite de Campos, entre outros, e agora o Catroga não deixam espaço para dúvidas.

    Do ponto de vista mais pessoal, pois…, torna-se mais difícil porque eu não lhe permitiria que me passasse a mão pelo cabelo para se aproveitar para mandar uma boca foleira.
    Mas como diz o ditado não há fumo sem fogo.

    Mas sem querer desculpar a sua incompetência, a verdade deve ser dita, de há muito tempo a esta parte o PSD realmente só tem tido dois tipos de líder (talvez mesmo de candidatos), ou idiotas ou convencidos de salvadores da nação laranja. Portanto, idiotas também.

    Agora calo-me porque já estou a dar dicas a mais à “inteligência” do PSD.
    E como é óbvio, aqui ninguém me paga para isso.

  12. Um universitário numa fila de um dos bares de uma universidade privada é concerteza “vox”, mas dificilmente será “populi”…

  13. tra.quinas,
    como diz o Sócrates, líderes do PSD? Só no seu tempo de mandato, já lhes conheceu cinco, 5!
    (que é como quem diz, os 5 cães ladram e a caravana passa, o que irrita sobremaneira…os cães)

  14. O João Viegas deve ter da linguagem comum a mesma noção que o Leite Campos tem dos pobres, só os vê ás vezes na televisão e na secção criminal.
    Um Universitário é em linguagem comum, um estudante que frequenta a Universidade e em Coimbra é um “doutor”. Depois se é uma Universidade Privada com prestigio, só pode ser a católica, porque as outras são privadas mas prestígio é que não têm.
    BJs e abraços à tia!

  15. edie, nem era preciso o esclarecimento do Silva Pereira, aquilo foi o momento “eu é que sou o presidente da Junta” do Catroga. :)

  16. Caro Sousa Mendes,

    1. No critério do Leite Campos sou, não propriamente um pobre, mas antes uma daquelas minhoca que os parias, na India, estavam autorizados a pisar.

    2. Não tenho televisão.

    3. Comecei por admitir no meu comentario que o meu entendimento de “universitario” não seria talvez o comum. Porém, quando vou ao dicionario, vejo que afinal até é (cf. a minha resposta ao Marco Alberto Alves).

    4. Em contrapartida, o meu comentario tem tudo a ver com o que você menciona acerca dos estudantes de Coimbra serem apelidados de doutores.

    5. Se a cena descrita pelo Valupi não se passou na catolica, ele que desminta…

    6. Não me formei nem em Coimbra nem, muito menos, na catolica.

    7. Mas por acaso até tenho tias em Coimbra. Tanto quanto sei estão bem, obrigado.

    Abraço

  17. Quanto a «(…) o meu entendimento de “universitário” não seria talvez o comum. Porém, quando vou ao dicionário, vejo que afinal até é».

    PROBLEMA 2 – Diga se é verdadeira ou falsa a seguinte proposição:

    “Entendimento comum = o que vem no Dicionário”.

    (cotação: 3 valores)

  18. Para o Marco,

    PROBLEMA 3 – Enumere as características distintivas necessárias e suficientes para que uma “vox” seja considerada “populi” em Portugal, anos 10 do Séc. XXI (pergunta de desenvolvimento; cotação: 5 valores).

  19. Caro Marco Alberto,

    Vamos por fases.

    Problema 2

    1. O que é um dicionario ? Uma obra onde estão registados os diversos sentidos com que as palavras são usadas, ou seja o seu entendimento comum.

    2. Depreende-se do ponto 1 que “O que vem no Dicionário = Entendimento comum”.

    3. Logicamente “Entendimento comum = o que vem no Dicionário”

    QED

    Problema 3

    Exercicio absurdo : a vox populi caracteriza-se em 2011 em Portugal unica e exclusivamente como a que não vem dos universitarios da catolica. Ora, não se pode enumerar uma caracteristica unica…

    Onde esta o Problema 1 ?

  20. Marco Alberto Alves, “populi”, ou, talvez mais apropriado “populum”, são todos aqueles que se podem considerar representativos do povo, o que, na impossibilidade de se juntar um conjunto de pessoas representativas de todas as condições que fazem o povo, terá de ser alguém que cumpra com as médias.

    No caso de ser uma única pessoa, teria de ser um trabalhador, a ganhar cerca de 800 euros, entre o 9º e o 12º ano, e por aí fora, por todas as médias nacionais.

    Eu disse que “dificilmente” seria considerado. É relativo. Tu podes considerar (e, pelos vistos, consideras). Eu não considero.

    Repara que eu, que leio dois jornais diários e uma revista semanal, vejo pelo menos um telejornal por dia, sigo programas e blogues políticos, não me considero representativo do “populum”. Infelizmente, o nosso “populum” não é assim. O mero facto de estares aqui a trocar impressões comigo, evitando a conversa de taxista que se vê nos comentários às notícias dos jornais, coloca-te fora dessa representatividade, também.

    É, enfim, uma questão de médias. E, para mim, um estudante universitário numa universidade privada está bem fora da média.

  21. Donde se conclui que só quem é pouco esclarecido/culto/informado é que consegue ver qualidades políticas em Passos Coelho. Não é assim, Marco?

  22. Bolas, caro Marco sem ser Alberto Alves,

    Correndo o risco de ser outra vez chamado de menino fino, atrevo-me a perguntar-te se alguma vez puseste a hipotese de o Valupi ter procurado, no post acima, fazer ironia ? Ou não ?

  23. Não considerei, e, pelos vistos, o Marco Alberto Alves também não. Sinceramente, não me parece, mas só o Val poderá tirar essa dúvida.

  24. Para o português médio:

    PROBLEMA 1 – Numa Turma com vinte Alunos, dez têm onze anos de idade e outros dez têm nove. Qual é a média de idades nessa Turma e quantos Alunos podem representá-la, em termos médios?

    Respostas: dez anos; nenhum.

    Para o Marco, outro: se definirmos que o Povo é apenas constituído por aquelas pessoas que apresentem TODAS as características médias da população portuguesa, o Povo deixa de existir.

    Fui claro?

    Conclusão: qualquer aluno da Católica é à partida um falante encartado da “vox populi”. Excepto, claro, se for mudo…

  25. Não tenho nenhuma certeza que irrite, edie. Existe muito masoquismo por aí.

    Quem os ouvir, até parece que não querem que seja assim. Mas querem.

    Toda a gente sabe que a última experiência governativa deles foi traumática. Mesmo muito. Mas como não têm ninguém com capacidade para inverter esta situação, continuam a saltitar e a dar tiros nos pés, enquanto estrebucham muito na expectativa de chamar mais espectadores.

    Entretanto (não é obrigatório que seja sempre assim), os portugueses pagam o fandango. Mas também, tudo indica, estão-se borrifando para o seu belo estrebuchar.

    Não vamos ter um Conselho de Ministros com o nosso pavarotizinho a cantar ópera e os ministro a fazer farófias e papos de anjo.

  26. Ai, ai, Marco Alberto Alves, andaste a faltar às aulas de Análise Estatística, ou estás a querer mangar com a malta?

    Problema 1: disseste “quantos Alunos podem representá-la”, certo? No plural, certo? Caramba, tinhas quase a resposta certa, que é: dois. Ao escolher-se dois como amostra, um de nove e outro de onze, está representado de forma completa o objecto em análise, sendo o desvio zero. Tão simples, mas tão fora do alcance dos pseudo-analistas.

    O outro problema: o povo é constituído por toda a gente, não é verdade? Se fizeres amostras em quantidades cada vez maiores, a representatividade aproximar-se-á da perfeição e o desvio aproximar-se-á de zero. Ao invés, se fizeres amostras cada vez mais pequenas, a única maneira de continuares com boa representatividade e margens de erro reduzidas será escolhendo elementos com valores médios. Isto é feito em todos os estudos estatísticos, onde se cortam os X valores mais altos e mais baixos, para reduzir o ruído e a margem de erro.

    Por isso, mantenho: um (e apenas um) estudante de uma universidade privada não é, nem de perto, nem de longe, representativo da população portuguesa.

    Além disso, o Val já explicou que isto era uma laracha à direita, e não “ao povo”.

  27. É um pain in the ass ficar sem argumentos, não é? Temos… pena.

    Mas registo a atitude de não ceder a derrota mais que óbvia, indicativa de carácter (ou falta de).

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