A propósito da ajuda externa

Veja-se este programa, Estação das Artes (15 minutinhos), e desfrute-se dos seus relevantes, interessantes e oportunos conteúdos. Tenho as seguintes perguntas a colocar a quem de direito:

– Quem é a Isabel Gomes?

– Donde veio a Isabel Gomes?

– Como é que cheguei a esta idade, e a esta carência de amigos milionários ou influentes, sem ter ouvido falar na Isabel Gomes?

– O que é aquilo que cobre a Isabel Gomes e que simula ser algo muito parecido com artigos que se comercializam em prontos-a-vestir?

– Que se passa com a Isabel Gomes?

– Que se poderia passar com a Isabel Gomes, caso estivesse solteira, sem magazines de artes para produzir e com uma vontade insana de discutir comigo a temática da ajuda externa?

15 thoughts on “A propósito da ajuda externa”

  1. O maior mistério é aquele ar de quem anda a dormir em pé. Como se dizia no meu tempo de menino e moço – tanto faz. Aquilo é mesmo totobola. SEmpre o mesmo – o «1 x 2». Diz tudo da mesma maneira seja qual for o assunto…

  2. Olha o Zeca Diabo que falta que fazias por aqui. Apareceram uns bandidos armados em espertos mas é só bandalheira. Tu és alguém a sério. Quanto aos outros comentários pois eu também percebi o vestido mas por baixo aquilo é um pãozinho sem sal. Não é o vestido que dá pitafe…

  3. “Nigella das artes lusas?”
    Ó almas sem referências cinéfilas-imagéticas do cinema transalpino, vede Sophia Loren e Monica Bellucci.

  4. Isto de mulheres, nunca se sabe! Estou como o Valupi, não sei se foi o “vestido” que a cobre se o ar enigmático de Mona Lisa. Mas há ali qualquer coisa de indefinido que, por isso mesmo, a torna interessante!

  5. Informação encontrada algures na teia:

    Isabel Lopes Gomes
    Nasceu em 1976, em Avignon (mas não se lembra). Viveu em Coimbra, Braga, Lisboa; actualmente vive no Porto. Tem um gato “que é um verdadeiro mestre em posições zen, quando não encarna o tigre que há nele”. É do signo Peixes.

    Gosta de viajar, sentir-se estrangeira, sentir tudo como se fosse a primeira vez. “Uma das viagens da minha vida foi ao Oriente: China, Camboja e Vietname. Gostaria de voltar para o Oriente, para conhecer o Japão, cuja cultura me inspira tanto. E a Itália; não por acaso, alguns dos filmes mais belos de sempre vieram de lá: Morte em Veneza, Roma Cidade Aberta, Viagem aItália, as ilhas desertas do Antonioni…” Quando se vê em televisão é supercrítica. “A espectadora é diferente da ‘personagem’ que encarna a apresentadora; o que não significa que sejam duas. Sou eu quem escolhe os temas e escreve os textos.

    Num dos programas que fiz, conheci o homem com quem vivo. Foi a entrevista que correu melhor!” — Tem uma presença serena, de Gioconda. O olhar é misterioso e doce. Mas é uma “mulher real”, que estima nos outros a humildade e a dignidade.

  6. eu não posso deixar de rir com o conceito, generalizado, de que é no que se esconde que torna alguém interessante. mas também não é no que está à mostra. é, isso sim, no que – e da forma – se mostra. desenganem-se os que têm como certo que é o que está escondido que cativa: não é. :-)

    (de qualquer forma, à luz do tal encanto do encoberto, a mulher acabou de ficar, supostamente, desinteressante. teorias de gente insegura com o que de facto é, é o que é) :-)

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