Ferradas

Como se o marxismo, a ter algo de positivo ou de útil, coisa que os povos ingratamente se recusaram a saborear indefinidamente, pudesse justificar boutades das do género trambiqueiro e agressivo do bom-camarada Jerónimo!

Deixem lá o marxismo, que o PC também há muito se deixou dessas bizarrias. O que é apenas ridículo é a associação que ele faz entre o materialismo histórico e factos avulsos da História. Faz parte da tradição do PCP a confusão entre oligarquias e poder popular…ou vagamente democrático!

Lembro apenas o Tratado de Brest-Litovsk entre Hitler e Stalin, ou a recusa de apoio aos republicanos em Espanha, abandonados à sua sorte. Curioso que o PCP se tenha esquecido de condenar a invasão da Hungria, ou da Checoslováquia, pelas tropas do Pacto de Varsóvia. Tudo claro a favor da Liberdade e das Independências Nacionais desses povos…

E quanto à soberania dos povos, será o PCP que deve pronunciar-se sobre o assunto? Haja pudor e respeito pelos milhões de mortos das várias repressões comunistas sobre todos os povos! Em especial sobre as suas próprias populações!

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Oferta do nosso amigo MFerrer

Sobre um tema de Emanuel Félix

(poema – autógrafo para Manuel Emílio Porto)

O motor duma traineira

Que fundeou na baía

Trabalhou a noite inteira

Mas só o poeta o ouvia

O motor duma traineira

Que fundeou na baía

Trabalha a noite inteira

Numa faina de alegria

E faz à sua maneira

Sumário dum novo dia

Como se uma feiticeira

Desenhasse a profecia

Duma vida verdadeira

Longe da monotonia

O motor duma traineira

Vem acordar o poema

Numa mesa de madeira

O poeta tem um dilema

Há a palavra pioneira

Que desenha no cinema

O fogo de uma lareira

Criando um novo sistema

O poeta escuta a traineira

Que dá a força ao poema

O motor duma traineira

Que fundeou na baía

Trabalhou a noite inteira

Mas só o poeta o ouvia

Vitalidade da velha Albion

Olhando para a forma como Inglaterra conseguiu formar um Governo de coligação em poucos dias, apesar das declarações em contrário dos protagonistas da actual aliança antes das eleições, é impossível evitar um sentimento de inveja e de pesar. Por cá, andou a vender-se ao eleitorado a necessidade de acabar com a maioria do PS para finalmente se resolverem os problemas, garantiam. A tese era elementar: sem maioria, o PS seria obrigado a aceitar um sem-número de exigências e propostas dos restantes partidos.

Infelizmente, nenhum partido quis sequer assumir um qualquer tipo de cooperação parlamentar. Trataram Sócrates com asco, preferiram o calculismo partidário mais bronco. Os meses até à aprovação do Orçamento foram passados em coligações negativas, despesismo e ameaça de novas eleições. Foi para esta disfunção política que o eleitorado votou nesses partidos?

Quando se diz que Portugal tem graves lacunas no plano da educação, consumo de informação e vivência cívica, está no mesmo acto a dizer-se que há partidos que exploram a menoridade social e intelectual de largas fatias da população para a intoxicar com demagogia e populismo. Se qualquer exercício do Poder gera um anti-poder, e tal é vital para a democracia, o mero boicote da governação não serve os nossos interesses. Uma oposição sectária é tão aberrante como a tirania.

Lição que os ingleses acabam de nos dar.

Questões que radicam na SIC Radical

Que se passa com a vossa programação que não respeita os horários programados?

Ok, esqueçam a pergunta anterior e passemos ao que interessa. Quem foi o mentiroso que escreveu isto?

UFC LIVE EVENTS
São os combates propriamente ditos, transmitidos apenas dias depois de serem efectuados. São três horas do melhor Vale Tudo do mundo.
Estreia em finais de Maio. Horário a definir.

Encontrem esse gajo e digam-lhe que estamos em finais de Maio. Outra vez.

Para alfacinhas fanáticos

Horas e horas e horas e dias e semanas e meses de fotografias que nos permitem visitar o passado, talvez o futuro. Aqui. Por baixo da caixa de pesquisa, selecciona Arquivo Fotográfico ou confirma que só essa opção está seleccionada. E parte em viagem.

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Sugestão: usar a vista de rua dos mapas Google para descobrir o que se perdeu e o que persiste.

Vinte linhas 486

Príncipe Real – António Costa bem pode dizer «o jardim não foi destruído»

Foi inaugurado no passado dia 22-5-2010 o cemitério do Príncipe Real que outro nome não merece o jardim morto depois de uma falsa requalificação. Mais ainda do que o Vereador dos Espaços Verdes, o presidente António Costa bem se esforçou em repetir uma ladainha – «o jardim não foi destruído» – mas quanto mais repete a frase mais se torna óbvio que ela não altera a realidade: o jardim, criado por volta de 1870 cujo nome é uma homenagem a D. Pedro V, já não existe. O que existe no seu lugar é uma área devastada por uma febre de destruição (um arboricídio), por uma sanha de ódio às árvores em geral, por uma pressa em facturar exemplares novos a todo o custo mesmo contra o parecer da Autoridade Nacional de Florestas. Mas não só. Primeiro os da CML cortaram as árvores, depois apresentaram um cartaz com fotografias que não eram destas árvores nem podiam ser. Só algumas (poucas) estavam mesmo doentes mas foram todas abatidas as da cercadura do lado da Escola Politécnica e as do lado da Rua de O Século. Mas não contentes com o arboricídio criminoso ainda se propuseram mudar o pavimento substituindo o empedrado e o asfalto por um saibro que já provou não servir no antigo jardim de São Pedro de Alcântara, hoje simples miradouro. E parece que estão felizes com o facto de o saibro voar para dentro das chávenas dos cafés dos pobres que aqui são obrigados a viver além de sujar a nossa roupa e os vidros dos nossos automóveis. Bem pode António Costa repetir que «o jardim não foi destruído» que a realidade ali está para o desmentir – o jardim de 1870 morreu e é hoje apenas um cemitério de árvores mortas. E os da CML esqueceram-se da capela mortuária.

Queirozianos

Carlos Queiroz, desde 11 de Julho de 2008, tem seguido à risca a meticulosa estratégia de baixar as expectativas à volta da Selecção, depois dos sonhos grandiloquentes de Scolari. O apuramento para o Mundial foi particularmente brilhante nesse propósito. Cabo Verde é só mais um passo da sofrida caminhada.

Mas vai valer a pena. Quando subirmos ao relvado para o 1º jogo na África do Sul, a multidão presente no estádio soltará um bramido de espanto por nos ver com chuteiras; sendo já voz corrente, por essa altura, que em Portugal joga-se à bola de chanatas. A Costa do Marfim levará 115 minutos a recompor-se da surpresa, tempo suficiente para marcar o golinho da vitória.

Pináculos da estupidez

Apesar de perderem eleições contra uma figura alvo dos maiores ataques pessoais em toda a História da democracia, e de não ganharem nas sondagens apesar de já irem no quinto líder em cinco anos, aqueles que fazem da política uma actividade tribal belicosa continuam a repetir as mesmas fórmulas. O problema não é ideológico, pois, mas cognitivo. Não entendem o que se passa, e a frustração acumulada cristaliza, e a seguir dissolve, os já parcos recursos intelectuais. A política que aí vem, que inevitavelmente virá se continuarmos a vencer os desafios da civilização, não terá nada a ver com esta cegueira estéril e perversa.

Veja-se o que se passou, na semana passada, com as declarações de um responsável governativo espanhol acerca das obras públicas e o TGV. De imediato, responsáveis políticos portugueses do maior partido da oposição, e arraia-miúda respectiva, assumiram que Espanha já não iria continuar com o TGV para Portugal. Foram desmentidos ao fim do dia, contudo, mesmo assim, e logo no debate da moção de censura, Miguel Macedo repetiu a ideia do dia anterior como se não soubesse que era falsa. Levou como resposta do Primeiro-Ministro o pedido para apresentar a fonte da sua informação, acabando o episódio em ridículo para os sociais-democratas. É preciso serem muitos estúpidos para emprenharem pela comunicação social desta maneira, mas é preciso atingir um pináculo de estupidez para se prestarem a estes números no Parlamento.
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Bifes do Lomba

O objecto da comissão ao caso PT/TVI não é apurar se Sócrates cometeu um crime mas se Sócrates conhecia a operação política conspirativa na compra da TVI no ano passado, em véspera de eleições.

Pedro Lomba

*

Como é que o Lomba dá como provada a existência de uma operação política conspirativa na compra da TVI no ano passado, em véspera de eleições? Espero que seja uma certeza obtida só com o recurso à leitura de jornais seleccionados. Se eu estiver errado, e as suas certezas acerca da honra de terceiros não tiverem a espessura de uma folha de jornal, espero que este senhor seja ouvido na Comissão de Inquérito Parlamentar para apresentar a fonte das suas informações, os nomes dos envolvidos e os factos que concretizam a denúncia.

E quanto mais cedo, melhor. Senão, o Lomba ainda corre o risco de ficar demasiado passado.

Vinte Linhas 485

Uma releitura de «A Capital» de Eça de Queiroz

Integrado nas actividades da Livraria Fabula Urbis (Rua Augusto Rosa 27 – Lisboa) estou envolvido num clube de leitores cuja primeira tarefa foi a leitura comentada de «A Capital» de Eça de Queiroz. Dois aspectos me tocaram em especial.

Primeiro as duas frases que Artur, o jovem candidato a jornalista e dramaturgo, vindo lá de Oliveira de Azeméis, preparou para (julgava ele) impressionar o Melchior no jornal «O Século». Eis as duas definições:

Lisboa é a estação central da inteligência.

A Província é a penitenciária do espírito».

Depois a maneira como Eça de Queiroz descreve a saudade que Artur começa a sentir no momento em que recebe onze mil réis do Rei Bamba, curiosa a alcunha do homem que lhe leva coisas ao «prego». Assim: «Então, quando sentiu o dinheiro na algibeira, Artur teve subitamente uma vaga saudade enternecida de Lisboa, da vida que deixava. A cidade, coberta dum bom sol, com os seus cartazes nas esquinas, as lojas dos livreiros abertas, as carruagens rolando, parecia-lhe ser o único lugar possível para uma existência inteligente: se não conseguira chamar a atenção da senhora de vestido de xadrez na véspera, poderia ser mais feliz outras vezes! Nunca o Melchior lhe parecera tão afectuoso; e achava, de repente, nas fisionomias que passavam um vago tom inesperado de simpatia.

Comovido disse: Ao menos, pela última vez, jantemos juntos, Melchior».

Recomendo a experiência aos nossos leitores, o livro aguenta-se bem e vale a pena.

Um livro por semana 184

«Um gesto em nome do Espírito Santo» de Carlos Lobão (coordenação)

Implantadas em Portugal pela Rainha Santa Isabel e trazidas para os Açores pelos primeiros povoadores continentais, as festas em honra do Divino Espírito Santo são celebradas nas nove ilhas do Arquipélago tendo sido exportadas pelos açorianos para os EUA e para outras terras de emigração.

No caso concreto deste livro de 96 páginas são as freguesias da ilha do Faial que surgem com as suas festas religiosas e profanas: Feteira, Castelo Branco, Capelo, Praia do Norte, Cedros, Salão, Ribeirinha, Pedro Miguel, Praia do Almoxarife, Conceição, Matriz, Angústias e Flamengos. O texto de apresentação é de Pedro Lima e as fotos são de: Glória Rodrigues, Pedro Silva, Cátia Cunha, Marta Duarte, Cátia Escobar, Célia Silva, Pedro Lima, Adolfo Fialho, Mário David, Pedro Sousa, Paulo Sousa, António Ramires, Carlos Lobão e Estela Teles.

Como adverte Pedro Lima «as festividades estão ameaçadas pela massificação cultural e pelo consumismo que marcam o nosso tempo. O carácter profano destas festas está cada vez mais a valorizar-se em relação ao religioso. Os impérios ficam esquecidos ou abandonados. Em vez do arraial prefere-se os media. O individualismo e a crescente indiferença religiosa acentuam-se».

(Edição: Clube Filatélico O Ilhéu – Escola Secundária Manuel de Arriaga, Autor: Carlos Lobão, Revisão: Ilídia Fialho, Apoio: Câmara Municipal da Horta)

O regresso dos intérpretes

Questionado sobre as declarações do líder do PSD, Pedro Passos Coelho, em entrevista à TVI, sobre a apresentação de uma eventual moção de censura ao Governo caso a comissão de inquérito venha a apurar que o primeiro-ministro mentiu sobre no caso PT/TVI, Marcelo Rebelo de Sousa referiu “que talvez Passos Coelho não quisesse dizer isso”. “Eu não sei se de facto ele quis dizer isso. Às vezes os políticos querem dizer que há um juízo político negativo, mas não querem dizer necessariamente que há uma moção de censura”, observou.

Marcelo

*

O que Passos Coelho disse, e com aristotélica lógica, foi à prova de ambiguidade: provando-se que Sócrates mentira, era inevitável a moção de censura. E esta declaração de Maio não passou da reedição do que fora prometido em Março. O desfecho é inevitável sob pena de se pôr em causa todo o Parlamento, o qual se constituiu em Comissão de Inquérito para aferir dessa mesma suspeita. Seria politicamente escandaloso que a sede da democracia ficasse inibida de produzir as consequências condizentes com o estatuto, legitimidade e propósitos dos seus deputados. Seria estar a instrumentalizar a Assembleia da República e a Justiça apenas para a baixa política, violando princípios constitucionais e cívicos que fundamentam o regime.

Estando assim o baile armado, a novidade é a de já ser público ter o PSD descoberto que Sócrates mentiu. Foi o seu deputado-espião que o anunciou, em nome do grupo parlamentar:

“O carácter dos elementos que recebemos é pura a simplesmente avassalador com pormenores de um negócio com contornos anómalos, conduzido politicamente com o objectivo de mudar a orientação da TVI” . Um negócio que, acrescentou o social-democrata, passou da Tagus Park para a PT e “era do conhecimento do primeiro-ministro e não iniciativa só de Rui Pedro Soares”.

São duas acusações, fazendo o pleno do inquérito: mentira e plano para levar a cabo uma mudança de orientação da TVI. Nesta declaração, atente-se, não se põe em causa a validade dos conteúdos das escutas, muito menos se espera para interrogar os envolvidos com vista à procura de esclarecimento e confirmação do que foi registado. Uma vez que foram ditas certas coisas, ou assim fica estabelecido pelas autoridades judiciais, um órgão de soberania como o Parlamento está autorizado a tomá-las acriticamente e sem carência de investigação posterior. É esta a separação de poderes que o PSD faz entre Justiça e Política: num lado, é preciso provar; no outro, basta cheirar. Por isso desistiram de novas audições, mas não desistem da conclusão, pouco importando o que a CPI vote como relatório: existia o tal plano maligno e Sócrates mentiu, garante o deputado-espião. Esta posição não foi contraditada pelo Presidente do PSD, o que equivale à sua admissão.
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25 mil anos na defesa da Nação

Hoje a questão da soberania e da independência nacional está de novo colocada. Não temos ilusões, PS e PSD desistiram de Portugal. Nós, tal como ao longo da nossa História, desde a Revolução de 1383, com as Invasões de Castela, perante o Ultimato Inglês, quando o Rei fugiu para o Brasil e deixou o Povo no cais, foi o Povo que, mais tarde ou mais cedo, recuperou essa soberania, essa independência nacional.

Jerónimo de Sousa

*

Qual Marx, qual caralho, o comunismo português é de origem medieval, segundo informam os próprios. Mas, óbvio, Jerónimo está a ser moderado. Porque não passa pela cabeça de ninguém que a revolta de Viriato não tenha sido um combate contra o caminho de estagnação, retrocesso e desastre nacional que nos estava a ser imposto a partir de Roma. Tal como as gravuras em Foz Côa: se observadas a certa hora crepuscular, a partir de um certo ângulo só conhecido pelo Comité Central, revelam símbolos da luta popular contra forças invasoras e imperialistas, especialmente mamíferos de grande porte.

Balada da velha rua

Velha rua de Lisboa

Que por acaso foi minha

Queria tornar-me pessoa

Tinha uma alma sozinha

Trabalho das nove às seis

Ao sábado toda a manhã

Ganhava trinta mil réis

O Inverno pedia mais lã

Bilhete de sete tostões

Uma zona em atrelado

Saía no largo Camões

Veiga Beirão atrasado

Avançava tão resoluto

Nas três cadeiras fatais

Sebentas do Instituto

As Chagas já são sinais

Cidade hostil para mim

Minha voz não se ouvia

Fosse assado, fosse assim

Nunca tinha uma alegria

A guerra era uma ameaça

Que sentia convocada

Nas fardas donas da praça

A morte foi medalhada

Nos cafés entre boatos

Com açúcar e amargura

Lia notícias e relatos

Visados pela censura

Já tantos anos passados

Olho de novo esta rua

Se viveu noutros lados

Tem uma que chama sua

Vinte Linhas 483

Príncipe Real – a CML esqueceu-se da capela mortuária

Hoje soube através de uma pessoa da CML em visita de supervisão ao espaço que a inauguração das obras de destruição do Jardim do Príncipe Real (intituladas como uma requalificação pela CML) está prevista para as 10 horas de amanhã, dia 22-5-2010.

Mas há um problema, aliás há vários problemas. Falta a capela mortuária pois todo o cemitério que se preze tem que ter uma. Ora aquele que foi o Jardim do Príncipe Real não vai voltar a ser jardim mas apenas um cemitério de árvores mortas.

Depois há o saibro que foi colocado no pavimento substituindo o empedrado e o asfalto. Todo esse saibro que já está a sujar os vidros dos automóveis e a entrar na garganta das pessoas, origina o pedido de um gelado. Mas o quiosque local deixa de poder vender gelados porque alguém na CML considera «inestética» a caixa dos ditos mas esquece-se (finge esquecer-se) propositadamente que foi a CML a criar a situação ao substituir o empedrado por saibro – tal como fez no antigo Jardim de São Pedro de Alcântara, hoje miradouro. Já sabemos que o saibro vai produzir pó no Verão e lama no Inverno. Já sabemos que o pintor Nagashima perdeu as que julgava suas árvores e agora anda a pintar nas Escadinhas do Duque. Ele que era privativo do Jardim e que já estava integrado desde 1998. Azar dele. Azar nosso. Azar de todos menos dos fulanos da CML que decidem mas não conhecem nada disto. O poder é mesmo assim. Leva tudo à frente. Actua como uma «quadrilha selvagem». Cria armadilhas às pessoas. Neste caso mata árvores em nome de uma falsa requalificação e proíbe os gelados quando sabe que o pó vai fazer nascer mais vontade de comer gelados às pessoas.