Um livro por semana 184

«Um gesto em nome do Espírito Santo» de Carlos Lobão (coordenação)

Implantadas em Portugal pela Rainha Santa Isabel e trazidas para os Açores pelos primeiros povoadores continentais, as festas em honra do Divino Espírito Santo são celebradas nas nove ilhas do Arquipélago tendo sido exportadas pelos açorianos para os EUA e para outras terras de emigração.

No caso concreto deste livro de 96 páginas são as freguesias da ilha do Faial que surgem com as suas festas religiosas e profanas: Feteira, Castelo Branco, Capelo, Praia do Norte, Cedros, Salão, Ribeirinha, Pedro Miguel, Praia do Almoxarife, Conceição, Matriz, Angústias e Flamengos. O texto de apresentação é de Pedro Lima e as fotos são de: Glória Rodrigues, Pedro Silva, Cátia Cunha, Marta Duarte, Cátia Escobar, Célia Silva, Pedro Lima, Adolfo Fialho, Mário David, Pedro Sousa, Paulo Sousa, António Ramires, Carlos Lobão e Estela Teles.

Como adverte Pedro Lima «as festividades estão ameaçadas pela massificação cultural e pelo consumismo que marcam o nosso tempo. O carácter profano destas festas está cada vez mais a valorizar-se em relação ao religioso. Os impérios ficam esquecidos ou abandonados. Em vez do arraial prefere-se os media. O individualismo e a crescente indiferença religiosa acentuam-se».

(Edição: Clube Filatélico O Ilhéu – Escola Secundária Manuel de Arriaga, Autor: Carlos Lobão, Revisão: Ilídia Fialho, Apoio: Câmara Municipal da Horta)

19 thoughts on “Um livro por semana 184”

  1. ora portanto se eu bem li algures hoje é dia do Espírito Santo, ora o Espírito Santo saiu-me na rifa também e tenho de estar atento, deve precisar de beijocas. Já tinha andado aqui no Aspirina à caça mas não descobri nada, também só tentei uma vez. Queres pôr aí um link para outro dos textos a propósito, eu lembro-me que falaram várias vezes, já não lembro bem se foi o Daniel de Sá, se foi o Fernando Venâncio, e tu de certeza José do Carmo,

  2. mas andaram por aqui posts sobre o Espírito Santo que eu lia na diagonal e pensava que um dia havia de ler com atenção, mas deixa pra lá, Ele se precisar aparece,

    sim Sinhã, mas vou para uma terra onde isso é mais bem visto, aqui dou beijos às árvores,

  3. (olha que eu não sou, de todo, boa peça para gajas, amam-me perdidamente e eu bazo porque sou vadio e não há nada a fazer e depois odeiam-me :)

  4. estiveste bem. :-)

    (mas eu não sou gaja nem há qualquer hipótese de te amar – muito menos perdidamente – nem de te odiar. tranquilo) :-)

  5. tranquilo é um gosto,

    perdi ali uma coisa que já tive na mão para guardar num sítio especial para não esquecer e guardei, e perdi, odeio estas coisas!

    quanto mais coisas pior, essa é que é!

    de repente fui parar aos constituintes do granito e voltei aqui não sei como

    agora vou lá

  6. tortas? Eu acho guapa e está a amparar-me há que dar desconto,

    não descobri o que queria mas descobri um papel a alertar-me que afinal é aquilo que tenho de fazer amanhã,

    e uma caneta que gosto muito!

    (bem, agora massinhas de espinafres com presunto, torresmos e queijo

    só castrol gtx :——————)

  7. (e uma torta de azeitão claro! com água serrana, já percebi isso das pernas dela, vou tentar não cumer duas :))

  8. Meu Caro José do Carmo Francisco:

    É aterceira tentiva que faço para evocar aqui o Bretão, sempre o primeiro a chegar à “tertúlia das segundas” , com um livro sobre os Açores que emprestava ou oferecia aos amigos, uma história de “repúblico” de Coimbra durante 3 cursos que não concluiu, um relato de uma tourada á corda que ele via em todos os dias nas longas férias religiosamente tiradas para as sopas do Espírito Santo e outras contos da terra.
    Guardo dele isto tudo e um quadro naif de um Império do Divino E.S. pintado pelo irmão, com música, coroa, romeiros e tudo que ele mandou reproduzir e enquadrar para oferecer a alguns amigos mais sortudos.
    Aqui fica em sua memória !
    Jnascimento

  9. sopas do Espírito Santo é isso!, bem me parecia que sentia alguma intimidade com o tema, a modos que já tinha mordido o assunto, mas confesso que era a hortelã que me salvava,

  10. mas portanto, se eu bem percebo, isto tudo é para não esquecer que é para abrir uma cantina de sopas lá,

    e não esquecer de levar&plantar muita hortelã

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.