Todos os artigos de Valupi

Não aconteceu, mas ainda pode acontecer

Notícias que se aguardam a qualquer momento:

Vítor Gaspar pede asilo político à Alemanha

Maria Luís Albuquerque confessa sentir-se toda trocada

Paulo Portas vai entrar para a JSD

O Álvaro, quando finalmente conseguir ser escorraçado do Governo, tenciona montar uma cadeia de pastéis de nata no Quebec.

Passos Coelho está a escrever a sua autobiografia, cujo título será “A ventoinha e eu”

Cavaco, Passos e Portas = Cocó, Ranheta e Facada

Até 5 de Junho de 2011, Passos, Portas e Cavaco repetiram que a crise portuguesa se devia à natureza maligna de um homem e à corrupção endémica de um partido. No Mundo existiam apenas abalozinhos, na Europa apenas castigos justíssimos para quem andou a gastar à tripa-forra. Afastar esse homem, derrotar esse partido, eis quanto bastaria para devolver Portugal aos bons costumes, de caminho salvando a economia e espalhando a prosperidade. Bloquistas e comunistas alinharam com entusiasmo neste plano, perfilhando o diagnóstico da situação.

Isto é muita gente junta, né? Muita gente que sabia estar a mentir alarvemente e que mentiu sem o mínimo peso na consciência, pois para eles a política consiste tão-somente no vale tudo para chegar ao poder. A parte em que a esquerda pura e verdadeira se alia conscientemente à pior direita que já apareceu em Portugal após o 25 de Abril ficará para teses de mestrado em sociologia e veterinária, pois não merece que se perca mais tempo com tão alucinados imbecis. Mais frutuosa é a reflexão acerca daqueles eleitores da direita e do centro, tantos, que sabiam estar a enganar ou a serem enganados, que viam a capacidade de Sócrates e do PS para defenderem o País em várias frentes, que constatavam a miséria moral e intelectual dos dirigentes do PSD e do CDS, que entendiam ser o contexto internacional a causa das recentes dificuldades e que, mesmo assim, foram cúmplices do derrube de Portugal. Tantos desses tantos estão hoje muito pior do que há dois anos – as suas famílias, amigos e colegas igualmente atingidos – e assistem mudos à devastação espalhada pelos traidores que levaram ao colo.

Cavaco, Portas e Passos são coerentes. Em Março de 2011, afrontaram Merkel, Durão e BCE porque para eles estava na hora da golpada final. O preço que os portugueses iam pagar pela sua oligárquica ambição era apenas um dano colateral; e daqueles lá muito ao fundo, atingindo uns milhões de tipos que eles não conhecem nem querem conhecer. Tudo o resto seria ganho, especialmente a parte em que viriam uns senhores estrangeiros meter medo aos indígenas. Agora, em Julho de 2013, coerentes é o que são. Voltam a pôr a Europa em estado de sítio, causam prejuízos colossais nas finanças e na economia e preparam-se para deixar o País em ruínas. O exemplo da fuga de Gaspar, num acto que define a essência mesma da falta de patriotismo e que rivaliza com a vilania de Barroso, é um monumento à decadência da direita portuguesa.

Infelizmente, tragicamente, o regime democrático depende do PS e só do PS. É pouco, é curto, mas sempre é melhor do que o nada suicida que o cerca e persegue.

Nasceu para isto, diz quem o conhece melhor do que ninguém

Quando atravessamos os problemas colectivos que ainda temos para resolver, o Primeiro-Ministro tem de ser o baluarte da confiança e da tranquilidade. Tem de ser o referencial da persistência e do empenho democrático no único rumo que nos pode fazer sair de uma crise que se arrasta há mais de 10 anos.

O Primeiro-Ministro tem de assegurar a responsabilidade e a energia necessárias para lutar contra todas as adversidades. Tem de representar a vontade colectiva que não se verga nem desiste.

Para tudo isso os Portugueses podem contar comigo.

Pedro ‘Pote’ Coelho, continuando a cavar e a escavacar mesmo depois de já ter arrastado Portugal para o fundo do abismo

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Pedro informa os portugueses de existir neste país quem seja o baluarte da confiança e da tranquilidade, o referencial da persistência e do empenho democrático, o mestre do único rumo que nos resta para sair da crise com mais de 10 anos, talvez 100, quiçá 1000, o asseguro da responsabilidade e da energia para lutar contra todas as adversidades – sim, as adversidades todas – e ainda o representante da vontade colectiva heróica. Existe. Existe e não está louco, muito menos na reinação. É o Pedro. E o Pedro, sendo quem é, não se pode demitir da sua missão providencial. Seria o equivalente a ter-se visto Aquiles a passar os dias à conquilha nas praias de Tróia enquanto os seus camaradas andavam a levar na corneta do Heitor. Ou ter-se visto Jesus descer da cruz alegando ir apenas beber uma cerveja rapidinho e depois nunca mais voltar, o cabrão.

Onde encontrar uma explicação para estas ígneas palavras que ofuscam a nossa limitadíssima capacidade de entendimento? Só uma mente brilhante ao mesmo nível do brilhantismo do Pedro nos poderá ajudar. Esta, aqui, assim:

Estou convencido que Passos Coelho vai ser um primeiro-ministro que vai marcar a História do nosso país, nasceu para este lugar, tem um sentido de responsabilidade…

Dr. Relvas

Da maltósia que vinha instaurar o reino da verdade e da credibilidade

“Passos e Portas já mal falam”, garante fonte próxima de ambos, esclarecendo o que isto significa: “Falam, claro, de tudo o que têm de falar no Governo, mas as relações estão muito circunscritas a isso. O clima entre ambos é mau”. Segundo a mesma fonte, tanto Passos como Portas “estão plenamente conscientes de que seria gravíssimo para o país abrir uma crise política nesta altura” e “saberão gerir” os momentos mais difíceis. Mas é indisfarçável o mal-estar que provoca no primeiro-ministro cada intervenção de Portas ao país em que o ministro de Estado acaba por anunciar como ideias suas decisões que sabe estarem a ser preparadas no Governo. Exemplo? Quando Paulo Portas veio defender como posição oficial do CDS a convergência dos sistemas de pensões público e privado ou a intenção de reformar o Estado por forma a poder reduzir a carga fiscal, isso mesmo teria sido discutido antes numa reunião com Passos, Portas, Gaspar e Maduro. E a forma como o ministro dos Negócios Estrangeiros se antecipa, gerindo a seu favor a agenda política, deixa um indisfarçável rasto de desagrado no núcleo duro do Executivo.

Documentos não circulam para evitar fugas no Conselho de Ministros

Sondemos

Revolution through evolution

A Paralyzed Mom’s Ingenius Method To Surf With Her Kids
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An Expansive Physical Setting Increases a Person’s Likelihood of Dishonest Behavior
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How Men and Women Cooperate
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Babies can read each other’s moods, study finds
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‘Singing’ Rats Show Hope for Older Humans With Age-Related Voice Problems
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Why four-day workweeks are best
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Breastfeeding Boosts Ability to Climb Social Ladder

Continuar a lerRevolution through evolution

Judite entrevista uma vítima de Sócrates

Sumário executivo da entrevista de Judite de Sousa a Teixeira dos Santos:

J – Se Sócrates tivesse pedido o resgate uma semana ou até um dia mais cedo, Portugal não estaria agora muito melhor?

T – Bom, não creio que…

J – Então, e umas horas mais cedo? É que o pedido só foi feito às 20.30 de quarta-feira! O que é que Sócrates andou a fazer o dia todo?

T – Bom, não…

J – Desculpe, temos pouco tempo e eu quero mesmo é saber o seguinte: o que disse a José Sócrates quando descobriu que ele era o responsável pela peste bubónica e pela Gripe Espanhola?

T – Bom.

Eh pá, ajudem o Poiares, pás!

Temos de confrontar os nossos problemas com os olhos bem abertos e afugentar o medo paralisante. Temos de confrontá-los sem optimismos vazios, nem fatalismos estéreis. Somos e seremos sempre realistas.

[…]

Governar com realismo também significa fazer assentar a relação do Governo com os Portugueses naquela confiança que só o contacto constante e permanente com a realidade pode cultivar, sem recorrer a falsas promessas, sem vislumbrar admiráveis mundos virtuais, mas decidindo e agindo com responsabilidade, abertura e transparência.

Pedro, tomando posse, Junho de 2011

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O primeiro-ministro fez hoje uma espécie de anúncio do fim da crise, apontando 2012 como o ano “do princípio do fim da emergência nacional”.

“Em 2012 planeamos obter já um superavit orçamental de 0,4 por cento do PIB [Produto Interno Bruto]. Em 2013 conseguiremos finalmente travar o crescimento da dívida pública e, daí em diante, reduzir-se-á o endividamento do Estado”, afirmou.

O primeiro-ministro acrescentou ainda que a despesa pública, em percentagem do produto, “descerá significativamente já este ano, mas em 2012 e 2013 será alvo de grandes reduções na ordem dos, respectivamente, três e dois pontos percentuais.”.

O primeiro-ministro assegurou ainda, que a redução da despesa pública em percentagem do PIB “começa já em 2011 e prosseguirá até 2015, a um ritmo e a uma escala que o país não conheceu nas últimas décadas e que inaugurará uma nova relação do Estado com a sociedade e com os cidadãos em geral”.

Coelho também falou no aumento de impostos, garantindo que o Governo procurou “proteger os mais desfavorecidos”. Um aumento que considerou necessário, para “proteger o país de efeitos muito negativos que resultariam de percalços não resolvidos”. Foi já depois do discurso, em declarações aos jornalistas, que revelou que o Governo estima que se mantenha a receita fiscal prevista e, como tal, “não serão necessários mais aumentos de impostos”. Perante a insistência dos jornalistas sobre se ainda há margem para numa situação excepcional agravar os impostos, Passos Coelho assegurou que, perante um país “tão cansado e tão extenuado com os aumentos” de impostos, não lhe iriam “arrancar a ideia de que se calhar ainda vamos ter que aumentar mais impostos”.

Pedro, rodeado de miúdos, Setembro de 2011

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Um dos problemas do País é que pensou durante muitos anos só no presente sem antecipar, sem planear o futuro.

[…]

O Governo está a procurar oferecer esperança aos portugueses, mas uma esperança assente na realidade porque durante muito tempo este país viveu fora da realidade e, nesse sentido, para nós é fundamental que a esperança que vamos oferecer aos portugueses, que o futuro que estamos a preparar aos portugueses, seja a partir da verdade, a partir da realidade.

Poiares Maduro, Junho de 2013, com manifestas dificuldades em perceber o que se passa à sua volta

Revolution through evolution

Violence against Women at Epidemic Proportions
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Face it: Monogamy is unnatural
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Risk Of Hypertension In Older Adults Reduced By Volunteering
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Babies Seeing Violence Show Aggression Later
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Getting Enough Sleep Could Help Prevent Type 2 Diabetes
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Prominent Scientists Sign Declaration that Animals have Conscious Awareness, Just Like Us
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Rationality in Markets Is Cognitively Unnatural
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Mindfulness Can Increase Wellbeing and Reduce Stress in School Children
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New Runners Need Not Sweat Over Shoes
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Some Parents Want Their Child to Redeem Their Broken Dreams