Da maltósia que vinha instaurar o reino da verdade e da credibilidade

“Passos e Portas já mal falam”, garante fonte próxima de ambos, esclarecendo o que isto significa: “Falam, claro, de tudo o que têm de falar no Governo, mas as relações estão muito circunscritas a isso. O clima entre ambos é mau”. Segundo a mesma fonte, tanto Passos como Portas “estão plenamente conscientes de que seria gravíssimo para o país abrir uma crise política nesta altura” e “saberão gerir” os momentos mais difíceis. Mas é indisfarçável o mal-estar que provoca no primeiro-ministro cada intervenção de Portas ao país em que o ministro de Estado acaba por anunciar como ideias suas decisões que sabe estarem a ser preparadas no Governo. Exemplo? Quando Paulo Portas veio defender como posição oficial do CDS a convergência dos sistemas de pensões público e privado ou a intenção de reformar o Estado por forma a poder reduzir a carga fiscal, isso mesmo teria sido discutido antes numa reunião com Passos, Portas, Gaspar e Maduro. E a forma como o ministro dos Negócios Estrangeiros se antecipa, gerindo a seu favor a agenda política, deixa um indisfarçável rasto de desagrado no núcleo duro do Executivo.

Documentos não circulam para evitar fugas no Conselho de Ministros

9 thoughts on “Da maltósia que vinha instaurar o reino da verdade e da credibilidade”

  1. o portas resolveu metade do problema. já abri uma botelha que tinha ali no frio à espera deste momento e agora vou assistir ao possoilo a dar posse à suapeira.

  2. ó ignatz, não calculas como eu queria dar um golinho aí contigo, mas estou a trabalhar e nem sequer posso desatar aqui aos gritos ATÉQUENFIMPORRA!!!!!!!!!
    Vamos ter de celebrar isto condignamente, antes que se acabe a festa.

  3. Tenham calma!!! não se esqueçam do n/ reformado favorito…. ainda nada indica que não considere que o seu Pedrito não possa continuar sozinho!

  4. Com efeito. Anda furibundo, a dizer “quem quiser que o tire de lá, não contem comigo”. Prontos, ficamos de olhos postos na Assembleia da República, já que o palhaço de belém nos bateu com a porta na cara (mas não saiu, que pena)

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