Arquivo da Categoria: Valupi

Revolution through evolution

Women Make More Ethical Decisions, Study Finds
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Research Shows Real Life “Horrible Bosses” Are Everywhere!
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Both Liberals, Conservatives Can Have Science Bias
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What’s next in diets: Chili peppers?
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In the quantum world, the future affects the past
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Stopping at red lights exposes drivers to high levels of air pollution
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Napping Reverses Health Effects of Poor Sleep

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A loucura é de cada um, o clube é dos sócios

Em Dezembro e princípios de Janeiro, com a reles e imbecil novela do tentado despedimento do treinador, ficou claro até para os matarruanos que Bruno de Carvalho é um caso de incompetência acéfala nunca antes visto no Sporting. Presidentes caricatos, como Sousa Cintra, ou inenarráveis, como Jorge Gonçalves, à mistura com queques inanes, como Soares Franco e Eduardo Bettencourt, e ainda o fatal Santana Lopes, ou o azarado Godinho Lopes, de tudo um pouco apareceu no clube. Mas ter um líder da ilustre instituição centenária que se comporta como se estivesse na Juventude Leonina a urrar de tronco nu à chuva e ao frio é uma estreia.

O populismo está na moda. O Correio da Manhã usa-o para vender toneladas de papel, Passos e Cavaco exercitam-no sem pudor, o PCP faz dele o seu modo de vida desde sempre e para sempre, Marinho e Pinto entrará no Parlamento às suas costas, a Justiça portuguesa parece que o adoptou como missão agora que Joana Marques Vidal acabou com os pruridos deontológicos do Ministério Público e há juízes que se julgam acima do Estado de direito. Por que raio haveria um choné qualquer à frente de um clube de futebol de se privar dessa poderosa droga? Não seria notícia se fosse apenas isso, mas poderá ser algo mais.

As recentes declarações de Bruno de Carvalho a respeito da polémica com o Benfica levam o problema directamente para a dimensão psiquiátrica:

Portugal e os portugueses estão a mudar. Os intocáveis estão a deixar de o ser e alguns com poder que o protegiam tem caído em desgraça. Tudo se sabe e as pessoas já não estão na disposição de olhar para o lado e esquecer.

Por ultimo, cada vez que Luis Filipe Vieira aparece com estes disparates ridículos, hipócritas, falsos e promotores de ódio, está a fomentar as ameaças de morte que recebo e onde se incluiu a minha família.

Neste últimos 2 dias, tem sido difícil perceber se recebo mais os parabéns do nascimento da minha filha ou ameaças de morte a mim e a ela por pessoas que se identificam do Benfica. É bom que se perceba de vez, que existem "linhas" que qualquer pessoa de bom senso não ultrapassa, e que tem de ter noção, das consequências das suas palavras e das suas ações.

Fonte

Não dá sequer vontade para brincar com o uso criativo das vírgulas, porque é legítimo ser-se analfabeto e, apesar disso, ser-se presidente do Sporting. O que não pode passar sem denúncia, que espero venha a ser judicial, é este apelo ao ódio usando para o efeito a sua família, no caso a filha acabada de nascer. Estamos no domínio do grotesco, ou do paranóico ou alucinado em sentido patológico.

A figura que esta figura está a fazer é não só patética e indigna, é também aquilo que pode ser visto como um pedido de ajuda involuntário. Manifestamente, Bruno de Carvalho não aguenta a pressão do cargo, em especial as frustrações inevitáveis que tal função acarreta. A sucessão de conflitos com pessoas que estão sob a sua responsabilidade profissonal, criando novos problemas onde eles não existiam e exibindo uma pulsão megalómana destrutiva, precisa de ter um fim pela mão dos sócios.

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Adenda

Marco Silva deixou-se contaminar pelo desvario do bronco. Veja-se:

Uma equipa grande, com homens a sério, dá a resposta no dia seguinte.

Isto foi dito publicamente, como “motivação” marialva para o jogo com o Belenenses. Jogo esse que acabou empatado por um golpe de sorte exactamente igual ao do Benfica em Alvalade, desta vez a favor dos leões. O que leva a concluir que o Marco está agora ciente de não treinar uma equipa com homens a sério. Talvez seja uma equipa de semi-homens a sério, ou de rapazolas, quiçá de senhoras. Se acaso o Marco e o Bruno já tiverem falado um com o outro a respeito dessa problemática de género, poderemos ainda vir a descobrir que os dois génios da gestão de recursos humanos concordam no diagnóstico pós-belenense: calhou-lhes uma equipa de meninas pouco sérias.

Mas será possível que tenha sido assim?

Se o que está aqui – Advogada diz que Santos Silva foi sequestrado no dia da detenção – sugerido aconteceu, e não é concebível qualquer outra explicação para o conteúdo e propósito do texto, então de Joana Marques Vidal a Teixeira da Cruz, de Passos Coelho a Cavaco Silva, do sindicato dos magistrados à associação sindical dos juízes, do Provedor de Justiça ao Parlamento, e de António Costa a qualquer líder político que se respeite a si próprio, tem de haver declarações e responsabilizações de acordo com os estatutos respectivos.

Se Paula Lourenço publicou um relato fidedigno do que se fez num caso que envolve um ex-primeiro ministro, o qual é igualmente um cidadão alvo de uma permanente campanha de assassinato de carácter com finalidades políticas alimentada por um conluio entre agentes de Justiça e jornalistas, decorre que não vigora em Portugal o Estado de direito.

Esta notícia tem de ser explicada com urgência e exaustivamente.

A precisar de tratamento

O primeiro-ministro disse hoje, em Bruxelas, compreender "o problema" do primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, de ter sido eleito "contra um programa" que deveria executar, mas sublinhou que, pessoalmente, seguiu o caminho do cumprimento do acordado.

Passos Coelho fez então um paralelo e lembrou que foi eleito, em Portugal, não contra um programa, mas "com o compromisso de que respeitaria e executaria o programa que tinha sido negociado pelo Governo anterior".

"E apesar de saber que ele continha metas que eram pouco realistas, na verdade, a opção que tomei na altura não foi a de pedir a renegociação do programa, mas de procurar cumpri-lo, de maneira a poder conquistar espaço de respeito e confiança suficiente para o poder ajustar", apontou.

Tratante em 2015

«É curioso que o programa eleitoral que nós apresentámos no ano passado e aquilo que é o nosso Programa do Governo não têm uma dissintonia muito grande com aquilo que veio a ser o memorando de entendimento celebrado entre Portugal, a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional», declarou Passos Coelho, durante uma sessão com militantes do PSD sobre a revisão do programa do partido, num hotel de Lisboa.

Depois de acrescentar que o diagnóstico da situação do país feito pelo PSD «não estava muito desviado da observação atenta especializada que o Banco Central Europeu, a Comissão Europeia e o Fundo Monetário Internacional tinham», Passos Coelho concluiu: «Quer dizer, há algum grau de identificação importante entre a opinião da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional e o que é a nossa convicção do que é preciso fazer».

Segundo o presidente do PSD, por esse motivo, «executar esse programa de entendimento não resulta assim de uma espécie de obrigação pesada que se cumpre apenas para se ter a noção de dever cumprido».

«Por isso, não fazemos a concretização daquele programa obrigados, como quem carrega uma cruz às costas.»

«Nós cumprimos aquele programa porque acreditamos que, no essencial, o que ele prescreve é necessário fazer em Portugal para vencermos a crise em que estamos mergulhados», reforçou.

Tratante em 2012

Alguém escolheu, com gosto, a política da terra queimada

"Tendo identificado erradamente o cerne do problema com que a crise a confrontou, a forma como a zona euro com ela tem lidado revelou-se profundamente errada, porque se concentrou sobretudo nos sintomas mais visíveis ou nas ramificações do problema, descurando a sua raiz."


Vítor Bento

É difícil escolher uma passagem do artigo Eurocrise: uma outra perspectiva para destacar tantas as afirmações extraordinárias, e mesmo incríveis, por virem de quem vêm. Vítor Bento fez parte do coro de notáveis que imolou na praça pública os esforços do Governo anterior para que Portugal escapasse com os menores danos possíveis às crises internacionais de 2008 e, em especial, 2010. Esta figura foi cúmplice do aproveitamento da gravíssima crise financeira, económica e social pelo casal Passos&Relvas; os quais não tinham outro projecto que não fosse o de enganar o eleitorado para se lambuzarem no pote (pote: empregos no Estado para o aparelho partidário, financiamento para o partido, participação do baronato e eminências pardas do laranjal em negócios colossais com a desculpa do Memorando, enriquecimento do currículo profissional, fruição revanchista do poder). Também com origem no logro eleitoralista, a uma escala sem precedentes na democracia nacional, está o discurso da punição moral imediatamente adoptado após a tomada de posse do actual Governo. É uma estratégia típica dos meios da violência doméstica, onde o agressor culpa a vítima pela agressão cometida. E ai da vítima se ousasse vir com queixumes, pois as pieguices seriam devidamente chicoteadas a partir do palco com direito a cobertura televisiva e sugestões enfadadas para se abandonar o País. Uma malabarice de soberba hipocrisia, um regabofe do ódio aos concidadãos que viviam acima das suas possibilidades e não queriam trabalhar.

Acontece que houve quem dissesse no auge da tormenta o mesmo que agora Bento escreve na ressaca da devastação. Esses foram tratados como dementes e corruptos. E também houve quem dissesse, sem terem sido escutados, que a melhor estratégia para a oposição era apostar tudo na responsabilização da coligação negativa pelo trágico afundamento de Portugal – provocado apenas pela gula de poder com o apoio decisivo dos sectários da esquerda pura e verdadeira. Dois fanatismos de mãos dadas que continuam, 4, 5 e 7 anos depois, iguais a si próprios.

Desde o nascimento da democracia que as maiores ameaças à sua qualidade vêm dos caluniadores e dos fanáticos. Também por isso, esta assunção de Vítor Bento fica como um exemplo do triunfo da inteligência sobre a coerção tribal.

Revolution through evolution

Sharp, Sustained Increases in Suicides Closely Shadowed Austerity Events in Greece
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Settling for ‘Mr. Right Now’ better than waiting for ‘Mr. Right’
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Choosing a Cell Phone, Prescription Drug Plan or New Car? Read This First
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Add nature, art and religion to life’s best anti-inflammatories
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Scandals not bad for business in the long term, study finds
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Privacy challenges: Just four vague pieces of info can identify you, and your credit card
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Who’s going to win? The answer could depend on biological clocks of the athletes

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O Paulo Querido é mais o Júlio e o Valupi não estava lá

Sábado, nada acontecendo no mundo digno de registo ou comentário, é um bom dia para despejar um mimo de bronquite asnática:

Paulo Querido é mais o Júlio

Estes broncos gostam de ir para o Twitter falar das suas grandes preocupações e brincar aos pides, com os resultados espectaculares que a imagem documenta. A idade mental do grupo, somando as parcelas, ronda os 8 anos. Mas seria injusto da minha parte não fazer o devido elogio ao Vítor Manuel Parreira Cunha, ou sequência parecida. Este direitola trabalha para mim (entre outros afortunados) à borla e recusa-se a receber um tostão. Diz para eu não me preocupar, que o faz com muito gosto. A sua missão consiste em divulgar a minha obra e aumentar o tráfego para este pardieiro. Como opera num território difícil, tendo de convencer broncos do seu calibre ou até de calibre maior por mais incrível que essa ideia possa parecer, ele quase que não gasta calorias na actividade mental, deixando que as frases se construam por inércia sináptica. Um sucesso para os tempos que escorrem.

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Let the nightmare begin

"Abe, because of your reckless decision to take part in an unwinnable war, this knife will not only slaughter Kenji, but will also carry on and cause carnage wherever your people are found," the man says. "So let the nightmare for Japan begin."

Assassino, algures na Síria

A maior parte dos actos de violência, se não forem todos, nasce de uma incapacidade para sentir o sofrimento alheio. A empatia está ausente naquele que reduz o outro aos limites alucinados da sua animalidade. É por isso – por ser no nosso interesse e para nossa defesa – que devemos ser empáticos com aqueles que cometem crimes. Quão maiores e mais horríveis os crimes, mais empáticos precisamos de ser na procura de uma resolução ou prevenção para a destruição em causa. O exemplo supremo será o do nazismo, dada a grandiosidade inumana e complexidade organizada dos horrores cometidos e dada a tipologia cultural da sociedade onde aconteceu. Com os assassinos do “Estado Islâmico” estamos no mesmo território de uma demência que se auto-justifica racionalmente.

É inevitável ter de sorrir ao ver as peças de propaganda do EI. O estilo é copiado dos códigos ocidentais usados na publicidade e no jornalismo. E o propósito de obter a atenção mediática mundial, que as decapitações têm garantido, serve também para acenar com um ideal romântico: ainda é possível um homem pegar numa arma, matar dragões a céu aberto e ser um herói invencível. Para alguém se deixar influenciar por esta retórica primária é necessário que vários elementos estejam reunidos, bastando alguns: nexo identitário, alienação cultural, fragilidade social, perturbação psicótica, pulsão violentadora, desejo suicidário. O que não existe neste grupo é um qualquer projecto político, por isso eles nada pretendem negociar e só lhes resta irem aproveitando o tempo para cometerem mais um excitante crime antes de morrerem na inevitável operação de aniquilamento do EI que está em preparação.

Atente-se neste discurso acima citado. Um taralhouco, cobarde, ameaça 130 milhões de pessoas cujo passado é de tradição guerreira e indescritível sofrimento militar. A menos que tenha sido contratado para representar esse papel, o mais certo é que ele – nesse momento em que tem uma faca e a vida de um inocente na mão – se julgue imortal, protegido por um favor divino que o levará a conseguir assassinar o resto da população mundial. Obviamente, quem assim se apresenta está a pedir para ser abatido sem misericórdia, para alívio universal – embora o melhor para nós, vítimas, fosse o seu estudo ainda vivo e devidamente incapaz de cometer novos crimes.

Atente-se no assassinato de Moaz al-Kasasbeh, encenado para ser um espectáculo grotesco capaz de voltar a garantir novo sucesso mediático. Qual pode ser a única consequência lógica de tal opção? Uma resposta militar implacável de cada vez mais e mais poderosas forças internacionais. É como se o EI estivesse a anunciar que precisa de ser varrido da face da Terra com maior urgência do que aquela até agora mostrada. Para além de ser um marco histórico em termos de violência terrorista, estamos perante um trágico hino à estupidez de quem recusa ser parte da Humanidade.

Pretender assustar ocidentais, ou japoneses, através de assassinatos é de uma ingenuidade infantil. Quase que apetece abraçar estes gajos e oferecer-lhes ajuda, porque estamos perante meninos com gravíssimas carências cognitivas. Não o podendo fazer, que desapareçam do mapa o mais rapidamente possível.

Coragem extra

No tempo extra do Bloco Central, Pedro Marques Lopes fez um resumo oral do seu último artigo no DN – Anestesiados. Mesmo para quem já leu o artigo, vale a pena ouvir pois a voz transporta uma autenticidade, e vitalidade, que a palavra escrita não consegue reproduzir. Mas a ocasião ficou ainda mais valorizada pela presença do Pedro Adão e Silva, o qual fez uma ponte oportuna e essencial com a problemática do empobrecimento do País e da ideologia da punição moral sobre os mais fracos que a actual direita assumiu como missão assim que se abraçou ao pote.

Esta direita reduziu o combate político à industrialização da calúnia, contando para o efeito com os principais órgãos de comunicação social sob o seu domínio fáctico. Esta direita planeou e explorou golpadas que envolvem agentes policiais, judiciais e jornalistas – e até a Presidência da República. Esta direita andou a pedir a prisão de adversários políticos por razões políticas, chegando essa ignomínia a ser verbalizada por Marques Mendes e Passos Coelho. Naturalmente, esta direita tem um entendimento utilitário do Estado de direito e goza alarvemente o prato sempre que ele é violado a seu favor. No caso da detenção e prisão de Sócrates, tudo o que de pior possa acontecer a esse cidadão será sempre pouco para esta direita que imita o PCP no seu desprezo pelo regime democrático.

Não sei se algum dia veremos na liderança do PSD ou do CDS uma figura com o culto da decência exibido tantas vezes pelo Pedro Marques Lopes. Sei apenas que a nossa vida política e comunitária receberia um sopro de salubridade e inteligência que poderia ser a chave para a solução dos nossos problemas mais graves e complexos.

Ironicamente, este caso em que, pelos vistos (embora ainda não acredite no que leio e ouço a respeito), há um juiz que se permite escrever que também para ele o Estado de direito peca por defeito e deveria ser adaptado à sua exclusiva vontade – sendo que à sua volta o país político, sindical, cívico e jornalístico finge que não tomou conhecimento da ocorrência – foi ele próprio remetido para as catacumbas do programa, não tendo tido direito a debate em antena aberta. Sinal dos tempos.

O filme está cada vez mais rasca

Esta notícia – Silêncio “cirúrgico” do motorista terá justificado prisão preventiva de Sócrates – a ser verdadeira, temos que a prisão preventiva de Sócrates foi decidida com base num raciocínio de má-fé ou paranóico. A ideia de que só após a detenção do motorista é que Sócrates se preocuparia em conseguir calá-lo, para isso mandando-lhe um advogado com essa missão, parece mais indicada para argumentos de filmes de gangsters dos anos 30 ou para séries de televisão sobre mafiosos estouvados. Atente-se que Sócrates já sabia, ou desconfiava, que estava a ser investigado e escutado vários meses antes de ser inquirido. Acrescente-se que ele se deslocou para Portugal sabendo que iria ser detido e, possivelmente, ficar preso. Como é que este super-criminoso, que conseguiu juntar 25 milhões de euros (pelo menos, embora me pareça pouco) à pala da alta corrupção ao longo de anos e anos como governante, e que ainda andou a passear esse dinheiro de um lado para o outro fazendo gastos milionários na cara de toda a gente, se iria esquecer de blindar o silêncio do seu motorista, e logo do seu motorista, tentando à pressa mandar-lhe um amanuense do Proença de Carvalho? Raios, este Proença, que é parceiro da corrupção do pai de todos os corruptos e que dizem ter dois ou três neurónios que ainda funcionam, não foi capaz de avisá-lo que o motorista devia ser comprado, ameaçado ou cortado às postas e metido em bidões com ácido faz tempo?

Felizmente, o motorista mudou de advogado, esteve 4 horas a chibar-se e recebeu como prémio uma estadia prisional muito mais confortável. Pelo que, mais dia menos dia, o Correio da Manhã já poderá publicar as provas da roubalheira que Sócrates andou a fazer desde… desde… deixa cá ver… Ah, sim, óbvio: desde sempre.

Se isto for verdade, o juiz Carlos Alexandre é louco ou bandido

Uma frase do juiz Carlos Alexandre no despacho que ordenou a prisão preventiva de José Sócrates deixou a defesa do ex-primeiro-ministro com os cabelos em pé. O juiz, depois de o procurador Rosário Teixeira ter pedido a prisão preventiva, afirmou que esta medida de coação, a pecar, não era por excesso. "Tempo perigosos", reagiu a defesa do ex-primeiro-ministro no recurso para o Tribunal da Relação de Lisboa, "em que um juiz se permite julgar insuficiente a prisão de um presumido inocente". Para os advogados, "prender Sócrates, julgar Sócrates, condenar Sócrates, passou a ser o projeto, a obsessão, o entalhe final" da judiciarização da luta política.

Advogado diz que há uma obsessão para prender e condenar Sócrates