Mas será possível que tenha sido assim?

Se o que está aqui – Advogada diz que Santos Silva foi sequestrado no dia da detenção – sugerido aconteceu, e não é concebível qualquer outra explicação para o conteúdo e propósito do texto, então de Joana Marques Vidal a Teixeira da Cruz, de Passos Coelho a Cavaco Silva, do sindicato dos magistrados à associação sindical dos juízes, do Provedor de Justiça ao Parlamento, e de António Costa a qualquer líder político que se respeite a si próprio, tem de haver declarações e responsabilizações de acordo com os estatutos respectivos.

Se Paula Lourenço publicou um relato fidedigno do que se fez num caso que envolve um ex-primeiro ministro, o qual é igualmente um cidadão alvo de uma permanente campanha de assassinato de carácter com finalidades políticas alimentada por um conluio entre agentes de Justiça e jornalistas, decorre que não vigora em Portugal o Estado de direito.

Esta notícia tem de ser explicada com urgência e exaustivamente.

59 thoughts on “Mas será possível que tenha sido assim?”

  1. O Micael do Expresso esperneia fantasias espatafúrdias. Entre outras, um indivíduo pôdre de rico, com facilidade em movimentar o seu dinheiro, decide transferir todo o seu património a um terceiro. Os principais factos apresentados como suspeita da prática de crime resultam de escutas feitas muito tempo depois de andar nos jornais notícia da sua investigação. Ora se os dinheiros das contas de Carlos Silva fossem também de José Sócrates que necessidade teria este de transferir a titularidade dos registos das suas propriedades? E, sabendo-se perseguido, porque teria conversas telefónicas comprometedoras se tivesse receio de estar a revelar um crime? Se lhe emprestaram 10, ou 10 milhões, ou se lho deram, mesmo, ninguém tem nada a ver com isso. Ou no processo são reveladas provas de que, enquanto titular de um cargo público, as suas decisões prejudicaram materialmente o Estado para benefício de alguns e vantagem própria ou estamos perante sordidez em carne viva. Até agora, o que foi revelado a respeito da Construtora do Lena indicia apenas que muitas centenas de postos trabalho e muitos milhões de euros em impostos e divisas da exportação de serviços beneficiaram o país graças às suas diligências. Será até um desafio apresentar exemplos semelhantes na nossa história recente. O mais que temos visto é comissões da venda ao desbarato das maiores empresas nacionais..

  2. O único crime que Santos Silva cometeu foi ser um dos empresários mais bem sucedidos da região centro e muito trabalhador. subiu à custa do seu esforço, mesmo tendo sido recomendado por pessoas influentes ou não, entrou em concursos públicos e não em concessões com luvas. Vão ter muito trabalho em provar seja o que for sobre ele. Não tenho dúvida de que houve abuso na prisão dele e do advogado. E não tenho dúvida nenhuma de que a perseguição já não tem limites, está até a ser benéfico para todos eles o modo como as notícias estão a sair. o CM acaba de confirmar aquilo que foi divulgado no primeiro post do blogue “tesouros à tonelada” sobre a intervenção do Mário Machado. Estão a ficar estúpidos ou quê?

    http://www.cmjornal.xl.pt/exclusivos/detalhe/assalto_revela_offshore_de_tio_de_socrates.html

  3. Suponhamos que o juiz é do PSD, e suponhamos que a procuradora também é do PSD, e suponhamos também que o palhaço continua com a mão atrás do arbusto.
    Suponhamos agora que somos todos parvos e que não percebemos que isto foi uma manobra para calar a verdadeira oposição.
    Claro que isto só podem ser suposições, pois temos uma oposição forte e que se tem debatido pela demissão dos ministros incompetentes, veja-se o caso da saúde em que o ministro já foi demitido, ou o da educação, ou a da justiça ou até o próprio primeiro-ministro pelas declarações infelizes e levianas acerca do povo da Grécia.

  4. Suponhamos que tudo isto é verdade, como é possível que tudo isto aconteceu e pior ainda, que seja possível que não se actue em conformidade com a gravidade dos mesmos? Mas como vivemos num país de suponhamos, suponhamos que somos um estado de direito ou «Portugal não é, sequer, um estado soberano, quanto mais de direito… como diz Manolo Heredia» O mais trágico é que o suponhamos é mesmo a nossa triste realidade. Quem nos acode?

  5. O Santos Silva é um menino de coro, um inocentezinho e mãos largas que paga a vida de luxo do 44 so por amizade e amealha 25 milhoes de euros sem explicaçao. Mesmo que o Socrates nao tivesse cometido crimes, só o facto de viver muito acima das suas possibilidades com o dinheiro “dos outros” já faria dele um gastador, mal governado incapaz de gerir a coisa publica. O 44 não é o Nelson Mandela, é um mero criminoso comum que sera acusado, julgado e espero que condenado. Esperemos é que nao ganhe o P$ nas proximas eleiçoes para que o processo nao sofra interferencias. Os partidos tem o habito de defenderem os seus com unhas e dentes como se viu no processo da casa pia com o Ferro Rodrigues- discretamente enviado para paris ate a coisa acabar e o famoso Paulo Pedroso, outra pura donzela inocente.

  6. ou suponhamos que enquanto formos governados por manhólas & portilhólas e presididos por um cagalhão conservado em formol o estado de direito só poderá ser reposto por golpe militar. portanto tenham paciência e mobilizem-se para correr com eles nas próximas legislativas e presidenciais.

  7. “Suponhamos que tudo isto é verdade, como é possível que tudo isto aconteceu e pior ainda, que seja possível que não se actue em conformidade com a gravidade dos mesmos?”

    pergunta a quem contribuiu para a festa e a quem se está a preparar para repetir a dose:

    . PCP – Rua Soeiro Pereira Gomes 3, 1600-196 Lisboa – tel. 21 781 3800

    . BE – Rua da Palma 268, 1100-394 Lisboa – tel. 213 510 510

  8. “Tirar o nome a alguém é retirar-lhe a identidade enquanto a cidadão, é negar-lhe a cidadania, é recusar-lhe a condição de gente. Foi isso que os nazis fizeram a todos os que mandaram para os campos de concentração e de extermínio.

    Antes de serem gaseados em campos como o de Awschwitz os judeus já tinham sido mortos enquanto cidadãos, deixavam de ser humanos quando recebiam uma tatuagem com o seu número, a partir desse momento deixavam de existir, a morte era apenas um acto burocrático. Tratar alguém por um número, recusando-lhe o direito a uma identidade que se identifique com cidadania, é reduzir alguém à condição animal, a um número sem direitos constitucionais ou humanos.”

  9. Bisboccia, eu podia sugerir te para te veres ao espelho mas já percebi que tu já olhaste e gostas do fascista cobarde que vês do outro lado.

  10. Ouvi ontem à noite na SIC N, e a notícia quase passou como um faits divers (se fez parte da agenda de ontem, e fez, hoje foi para o caixote do lixo e tens + uma dose cavalar do script parido pelo actual jornalismo *de investigação* escarrapachado na capa do Expresso). Se os partidos da oposição encolherem os ombros, se os notáveis decentes que os há neste país não se fizeram ouvir urgentemente, se o assunto não for instuticionalizado por quem tem capacidade e tudo a ganhar em o fazer (!!), então para as dezenas ou centenas ou milhares de carolas que dão hoje a cara contra a maior instrumentalização da justiça ao serviço do PSD/CDS depois do pós-1974 estará reservado um lugar nas masmorras da antiga prisão da Junqueira. Val, não é tempo de ouvir as explicações dos carrascos (a tua listagem põem-lhe nomes): é preciso que estas dezenas, as centenas ou milhares de vozes como as nossas se multipliquem na ordem das dezenas ou centenas de milhares, de milhões, e que os nossos concidadãos tomem nas suas mãos a co-responsabilidade sobre o seu destino, e o dos outros, e sejam portugueses de corpo inteiro. Cornos mansos sempre houve, mas esses não contam para quase nada.

    Só são três páginas da revista da Ordem dos Advogados, onde e como se encontra o artigo?

  11. ora beie, supunhamo agora que a adbugada teie razãoe e cus factus sãoe aqueles mesmus, hum? que deberia ela fazere? hum? já feze? hum? num feze, pis nãoe? é claru ca nãoe.

    é que as suposissõesda ilustre num sendu factus num debem sere cunsideradus cumu tale sem factus num á decizões em recurso, num é, hum?

    fogu, mais ótra arauja. o ca num cunsegue no trivunal, tenta cunsegui-lo na prassa púvlica.

  12. Ó leiao da istrela, deie pur ti agora, oube, eu tenhu dúbidas, pá, eu num istibe lá, num bi nada, mas podia bere algoma cousa se puvlicassem o documento prucessual que ótoriza a vusca, pá, nasquelas cundissões, tás a bere?

    E tue, estibeste lá? atãoe saves e num fazes nada? ó será que tua axas que uma supózissão é um factu? hum?

  13. Os mais de dez minutos de telejornal de hoje na “balsemânica “SIC”permanentemente titulados em rodapé com os “indícios”dos milhões em poder de Sócrates,evidenciam a contra ofensiva do MP

  14. Hoje ainda não ouvi notícias, por isso desconheço se até esta hora, 17 horas da tarde, alguém com voz de se fazer ouvir se pronunciou sobre o sequestro do Eng Carlos Santos Silva (que perdeu a identidade e agora é simplesmente o “amigo de Sócrates”). Pelo que tenho visto, esta história de terror contada pela advogada de C S Silva não vai merecer um “ai” dos responsáveis nomeados pelo Valupi. Nem um! Até diria que ” muito menos do António Costa”, Este ilustre socialistas está a encaminhar o partido para o destino do PASOK. Digamos que António Costa seria um bom PM em tempo de acalmia e normalidade. Este homem não percebeu que com a prisão de Sócrates, baseada em meras suposições, pelo que veio a público e não foi desmentido pelos magistrados do processo, foi o regime democrático que foi capturado. Porque, por mais que se diga que todos somos iguais perante a lei, o crime cometido por um PM reveste-se de uma gravidade excepcional, pela função que exerce na democracia (agora que se lhe imputam os crimes cometidos quando era PM). Mas também é verdade que sua prisão não fundamentada significa o pior enxovalho da democracia. Se o António Costa não percebe isto (ele e toda a Direcção do PS) estão a ser co-responsáveis pelo abandalhamento da democracia. O PS e a democracia não terão ganho nada, mesmo nada, com a exclusão de de Seguro.

  15. Hum, a histórria da democracia em portugal enxeu os volsos a demucratas ispeciais. os tipus sãoe todus pela distribuiçãoe da riqueza, mas na prática izistem uns que bibem à Parrris sur la Seine, e inté cunseguem cumerre em ristorantes de primeira. e ótros bibem na burraca, etce e tale, cuntentes de irrem em iscurssões e receverem bónes e canetas demucratas. ó pazinhus, tomem juízo pá.

  16. É uma forma de ler o assunto entre a Impresa e o MP, possível.

    Mas suspeito que a manchete do Expresso tenha sido elaborada durante dias (inclui infografias e tal), emora também consiga dizer algo sobre o assunto. Um, que ainda não tenho feedback sobre o espaço que o Expresso dedicou ao artigo da advogada Paula Lourenço e, mesmo, se lhe dedicou algum. Ou seja, como algumas acontece no Expresso e na imprensa dita séria, se a realidade não se poderia tornar numa coisa demasiado incomodativa que viesse estragar a caldeirada que cozinhámos (sendo que o que veio na cana de pesca são os peixões, os peixes e peixinhos que o super-super do super-TIC e o MP lhes meteram no aquário… já que aquele artigo, aparentemente, dá uma uniformidade à narrativa desgarrada do MP que obviamente foi *construída* com + fugas de informação a que num falta um troante 10-dez-10 que é o número dos truques alegadamente usados pelos amigos mauzões). Dois, que se há conclusão a tirar depois de ler o artigo da advogada Paula Lourenço é que as *provas* foram em larga medida recolhidas ilegalmente (sublinhado, voltarei ao assunto), tendo o juiz, o MP e os agentes da Autoridade Tributária actuado segundo as técnicas de uma vulgar polícia política (os detidos ficaram incontactáveis desde o princípio, ausência dos advogados de defesa mediante um truque processual, buscas ad hoc, interrogatórios informais e prolongados da/o cônjuge numa divisão diferente da sua casa, buscas efectuadas ríspidamente à frente da/o cônjuge e dos seus filhos, pequenas/grandes mentiras e truncagem de informação quando se trata do preenchimento dos autos de apreensão, a que nem falta um processo de despersonalização perante a ausência de condições para tomar banho e de troca de roupa amaciando, assim, os detidos antes deles chegarem diariamente em frente ao juíz para interrogatório… todas estas são técnicas utilizadas pela PVDE, PIDE, ou pode ser vistas na versão + soft da administração Bush no pós-2011). O sublinhado, e concluo, quer dizer que essas *provas* não poderão ser utilizadas pela acusação do MP e que o processo se vai arrastar pelos tribunais (e, ainda, que o Expresso pode ter cometido um crime), tão simples como isso.

    Sobre a Imprensa, uma nota. O Martim Silva esteve hoje na SIC mas estas (defino estas: a manchete do Expresso sobre José Sócrates e os desgraçados dos pequenos accionistas que vão perder todo o dinheiro que passou dos balcões do BES para o GES) são coisas demasiado complicadas para a sua cabeça e, então, o rapaz ficou mesmo encantado é com uma reportagem ao bairro onde funciona a sede da selva do FB em Sillicon Valley. Menos dado a extravagâncias pueris, o Libération de hoje assinala os 10 anos do… Youtube. Pos aquela cabecinha do Expresso ainda não se conseguiu *encontrar* , se alguém encontrar o Dr. Balsemão ou o Ricardo Costa digam-lhe.

  17. A ser verdade o que esta advogada publicou na revista da sua Ordem, estamos entregues a um bando de filhos da puta, no que à justiça diz respeito. E que ninguém pense que está livre de lhe cair nas mãos. Uma “visita” ao poema de Bertolt Brecht talvez nos faça abrir os olhos:

    “Primeiro levaram os negros
    Mas não me importei com isso
    Eu não era negro
    Em seguida levaram alguns operários
    Mas não me importei com isso
    Eu também não era operário
    Depois prenderam os miseráveis
    Mas não me importei com isso
    Porque eu não sou miserável
    Depois agarraram uns desempregados
    Mas como tenho meu emprego
    Também não me importei
    Agora estão me levando
    Mas já é tarde.
    Como eu não me importei com ninguém
    Ninguém se importa comigo.”

  18. Olinsa, a “verdade” é uma abstracção. O que existe são factos verdadeiros ou factos falsos, bem concretos e delimitados no tempo e no espaço. delimitados. O que tens de perguntar à Paula Lourenço é se aquilo que afirma aconteceu mesmo, no todo ou em parte. Ok? Beijinho

  19. António Costa está a ser uma desilusão. Como é possível continuar a manter o silêncio? E não me venham com a treta de não querer misturar as coisas.

  20. tenho mais que fazer do que responder a abéculas que encornam o correio do manhólas convencidas que há-de pingar uma avença de correctora hortográfica na boutique de repolhos oratórios que fornece o suburbano das farófias.

  21. li 1/2 em diagonal e chegou para concluir:

    . se o transparente não é ps e gostava que o costa o ouvisse, tem bom remédio, inscreva-se, pague cotas, vá às reuniões e peça a palavra

    . a advogada do carlos santos martins não é advogada do sócras e o joão araujo, que é advogado do sócras confirmou que estes factos não se verificaram com o cliente dele.

    . se querem guerra civil, é melhor contarem primeiro as espingardas e garantir que os comunas vão na frente, sem hipóteses de retorno ou de traírem a insurreição. caso contrário e não quiserem suicidar-se, aguentem até o costa ser primeiro-ministro, depois reclamem à vontade, façam manifestações, pintem paredes e persigam os pides.

  22. Ó pazinhus! Ó pazinhus! O QUE È UM FACTO FALSO? hum? deicha cá bere, debe sere algu cacuntesse de forma falça, é? Ó maria Abril, anda cá isplicare que tu tenzes cara de que save o que é um factu falço. oqueie. num tisquessas do inquadramentu, tameie. oqueie.

  23. Ó Costa, ó costa, responde à Marria, bá lá! tipu cunberça de pátio, ó bizinha já biu o que tãoe a fazerre ao cuitadu do sócrates? ele num feze nada, beja só, agorra andem a perçegui-lo. Balha-me a santa, num há probas cuntra ele, o juíze é um frangueirro e o ótro é um malbadu, ca num gosta dele. beja lá, o melhore primairo manistru deste país, diçe que nos habia de pore mais povres e cumpriue a palabra. olha ca beio do pobo, da cubilhãe, mas licensiou-se sem saíre da casa, um travalhadore. Num tisquessasd de cruzarre os vraços, ó maria e de falares à frente da porta da tua casa. oqueie.

  24. Só para que conste!

    Confirma-se, entretanto, que o Expresso não dedica uma linha sequer à denúncia da advogada Paula Lourenço. A pueril equipa de Ricardo Costa, mais uma vez, enterra vivo o Dr. Balsemão e a apregoada liberdade do seu antigo jornal.

  25. Só para que conste!

    Confirma-se, entretanto, que o Expresso não dedica uma linha sequer à denúncia da advogada Paula Lourenço. A equipa de Ricardo Costa, mais uma vez, enterra vivo o Dr. Balsemão e a apregoada liberdade do seu antigo jornal.

  26. “ando numa de ser passiva, Maria Abril, não me leves a mal. :-)”

    tou a ver e deve ser passiva coelha, influência das sombras.

  27. já aqui foi dito que não há fascismo, mas há fascistas!

    suponhamos que a advogada divulgou parte do conteúdo dos recursos já apresentados à Relação, usando a sua opinião para denunciar factos ocorridos que, obviamente, põe em causa o Estado de Direito.
    resta aguardar pelo veredicto dos juízes desembargadores. entretantes, não há na comunicação social quem queira arriscar comentário ou discussão. tá bom de ver que não querem, para já, valorizar suposições.

  28. Uma coisa, pequena. Não se esqueçam que o artigo da advogada Paula Lourenço saiu na revista da Ordem dos Advogados: estando a corporação sujeita a segredo de justiça, aquele suponhamos é uma forma óbvia para contornar o problema (e que terá sido o resultado de uma negaciação prévia com a bastonária porque os advogados não têm acesso directo à publicação, presumo).* Não me parece que exista qualquer outra leitura possível, à partida.

    * Existindo, eventualmente, um Conselho Editorial da OA só ao ou à bastonário/a que ocupa um cargo unipessoal esse acesso é garantido. Os entendidos poderão con… ou infirmar o que digo, easy.

  29. Ó RCF, Ó RCF, cum quentão os adbogados num teiem acesso direto à puvlicaçãoe? hum. E contorna-se o assumpto com o «supunhamus».lole, lole.ó pazinhu, toma lá ótru lole. oqueie.

  30. (risos) Pois, confesso que esperava ansiosamente uma tese embora breve sobre a comunicação institucional da OA. Mas esperamos que o Marinho Pinto passe por aqui, não será mehor?

  31. A actual Gazeta Jurídica será a herdeira da Gazeta dos Advogados do José Luciano de Castro, não? Eu a Gazeta por causa da biblioteca do ex-bastonário Vicente Rodrigues Monteiro mas não lhe segui o rasto no pós-1926. Depois disso comprei O Periodismo Jurídico Português do Século XIX (Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2002), do Luís ão Bigotte Chorão, que uso como índice bibliográfico e cábula… apenas.

  32. Adenda. O direito : revista de jurisprudencia e legislação / António Alves da Fonseca e José Luciano de Castro. – Lisboa : Typ. Lisbonense, 1869 é ou era o nome da publicação.

  33. olha, pá! não sei do que é que estás a falar e sobre as publicações da ordem, a única opinião que posso dar-te é que a gazeta não dá para embrulhar castanhas por ser digital, o boletim é policromia em papel couché, o que altera o sabor e o cheiro das castanhas, já a revista parece-me perfeita para o efeito.

    nota: caso não tenhas dado por isso, a paula lourenço é vice-presidente do conselho superior da ordem dos advogados para o triénio 2014/16 e o conselho superior serve é o supremo órgão jurisdicional da ordem dos advogados. tem competência para julgar os recursos das decisões dos conselhos de deontologia em matéria disciplinar e para dar laudo sobre os honorários a pedido dos tribunais, dos advogados ou dos seus constituintes.

    caso não percebas, ficas a embrulhar castanhas sózinho, que eu já não dou mais para o peditório.

  34. IGNORANTEZE, meue, oube, ganda maluco. o ceguinhu észe tue, pá. fogu, num bês cu rotten fried chicken istá a gozar-te, pá? já agorra, ó pás, a lourensso debe serre outra sem cuntaúdo cuma vastonárria Elina, ta beie?
    Ó RFC, baie tu, masze cum F, tá beie? ganda maluco, andass a ler o Bigotte Chorãoe, mas num aprendeste nada, pá. ou ézes freschmen ou trampa de dótore, armadu ao pingarrelhu.

    Ó IGNORATEZE, asnada dizes tue, sempre, meu, dói-me de tamto rirre pá. tás abere? oqueie.

  35. lole, lole, Ó RFC dpois de boltaree a lerre o quiscrebestes, sobre o contorno da situaçãoe com o «suponhamos», e cum a tua dótrina do Bigotte, ainda me riu maisze. lole. debes serre o gajo cadora os parecerres juridicosdo Ignateze. oqueie.

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