O Paulo Querido é mais o Júlio e o Valupi não estava lá

Sábado, nada acontecendo no mundo digno de registo ou comentário, é um bom dia para despejar um mimo de bronquite asnática:

Paulo Querido é mais o Júlio

Estes broncos gostam de ir para o Twitter falar das suas grandes preocupações e brincar aos pides, com os resultados espectaculares que a imagem documenta. A idade mental do grupo, somando as parcelas, ronda os 8 anos. Mas seria injusto da minha parte não fazer o devido elogio ao Vítor Manuel Parreira Cunha, ou sequência parecida. Este direitola trabalha para mim (entre outros afortunados) à borla e recusa-se a receber um tostão. Diz para eu não me preocupar, que o faz com muito gosto. A sua missão consiste em divulgar a minha obra e aumentar o tráfego para este pardieiro. Como opera num território difícil, tendo de convencer broncos do seu calibre ou até de calibre maior por mais incrível que essa ideia possa parecer, ele quase que não gasta calorias na actividade mental, deixando que as frases se construam por inércia sináptica. Um sucesso para os tempos que escorrem.


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À esquerda também há ataques de bronquite asnática:

O Valupi não estava lá

Atente-se na alucinação: o David referiu-se ao Vega9000 e o Daniel leu “Valupi”. Não satisfeito, inventou um Aspirina B onde teria estado sem mim, que o vi chegar e partir e de que sou um dos fundadores. Aliás, quem quiser perder o seu rico tempo com esta inanidade poderá passear-se pela caixa de comentários de Pagar o galo a Asclépio, onde o Daniel Oliveira aparece a defender o Rui Tavares dos ataques de um Valupi que não estava lá.

Que mal terei feito a este gajo?

8 thoughts on “O Paulo Querido é mais o Júlio e o Valupi não estava lá”

  1. olha, eu gostei tanto de ler as ligações que até me esqueci do resto – da dor de corno dessa gente. podias fazer mais textos assim, assim à vela, como antes. :-)

  2. por mim falo. quem pode esperar alguma credibilidade de um projecto político onde esteja metido o daniel oliveira, que perde tempo da sua vida com merdas destas? que crianças….

  3. No seu livro História da PIDE, Irene Pimentel diz que o número de informadores da polícia política salazarista – parte deles pagos à tarefa, outra parte constituída por bufos voluntários – não seria nunca inferior a 20.000. Essa é a realidade de Portugal ainda hoje. Não há PIDE, mas há pides. Como são voluntários, saem mais barato, mas são ainda mais reles que os antigos.

  4. enfim, tudo gente que deveria preocupar-se a descobrir quem é o seu verdadeiro pai e andam obsecados em saber quem é o valupi.

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