13 thoughts on “Exactissimamente”

  1. O que não havia era novidade. Vou enxertar aqui umas cenas retiradas do Transparente:
    (…) Pouca relevância foi dada, a partir de uma dada altura, no essencial dois meses, se tanto, após a nacionalização formal do BPN, a um episódio que foi interpretado, na altura, como a causa próxima da nacionalização:
    Em Novembro de 2008 divulga-se a notícia de que o Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social levantara quinhentos milhões de Euros da conta de oitocentos milhões que tinha aberta desde 1999 no BPN.
    Estes dados tornaram-se depois contraditórios e, por consentimento entre as partes, que eram já o governo e a CGD, fixaram-se os montantes em quinhentos milhões para o total do depósito e de trezentos milhões para o levantamento. Sendo também de notar que as informações prestadas pelo €IGFSS e pelo Ministro da Segurança Social nunca foram claras acerca do paradeiro dos restantes duzentos milhões.
    Este episódio pareceria apenas mais um daqueles a que nos habituámos e que caracterizam a falta de escrúpulos de banqueiros e governantes.
    Mas o facto é que desde logo muitos notaram, inclusivamente Cadilhe, que esse levantamento foi o garrote utilizado pelo estado para lançar o assalto ao BPN, que Cadilhe alegava que, se não fosse esse golpe traiçoeiro, teria sobrevivido com um esperado reforço do capital social pelos accionistas.

    Todos sabiam que o BPN não dispunha de liquidez e nunca dispusera.

    Para desempenhar o seu papel, o BPN teria que manter em caixa um valor mínimo que suportasse a confiança do mercado a quem solicitava os créditos que transferia para a SLN.
    Era, no fundamental, o valor dos depósitos dos seus clientes que garantia ao BPN a manutenção da caixa na linha de água.
    Com o depósito de oitocentos milhões de Euros do IGFSS, o estado convertia-se no maior depositante do BPN. O estado sabia-o. Alimentou o BPN enquanto lhe interessou.
    (…) Mas o facto é que ainda está por saber onde perdeu o Fundo de Garantia da Segurança Social, ou da Caixa Geral de Pensões mil e quinhentos milhões de Euros em 2011, ou contabilizados em 2011.
    (http://transparente.blogs.sapo.pt/4006.html)

  2. Claro que havia carcanhol, tanto que havia que o socras e o Teixeira, dois crápulas fdp mentirosos e incompetentes, que levaram um apertaozinho do Espírito santo DDT e umas lavagens de ácido realismo, we, fosse para os salários ou para a divida, concordaram e assinaram pela sua mãozinha de trafulhas aquele memorando que nós encalacrou até à medula … CABROES NOJENTOS !

  3. Doa a quem doer, a verdade é que o que cito no primeiro comentário deu-se no governo de José Sócrates mas é preciso destacar que o problema deixou há muito de ser esse. O que está em causa é a intervenção da PARVALOREM, a venda do BPN e a sangria do capital através do jogo entre a PARVALOREM o BIC e o OGE.

    http://transparente.blogs.sapo.pt/11370.html

    http://transparente.blogs.sapo.pt/o-bpn-sobreviveu-21293

    http://transparente.blogs.sapo.pt/bpn-no-rasto-do-dinheiro-da-boca-do-25190

  4. Querida Maria: Todos sabemos que as caixas de comentários são os melhores locais para tratar todos os assuntos com profundidade, reunindo documentação esparsa e testemunhos irrefutáveis dos intervenientes no desenrolar dos casos apreciados. Fala do BPN,de depósitos lá efectuados,as provas documentais virão em apenso. Quero dizer-lhe uma coisa que desconhecerá ou não: Nenhum caso como esse aconteceu com a Banca Nacionalizada! A Banca portuguesa foi nacionalizada em 1975 e entregue aos proprietários primitivos na década de 80,quando os partidos ditos do arco do poder ganharam hegemonia. À data desta entrega, todos os bancos tinham crescido,tinham mais pessoal,mais negócios,mais lucro! Depois da chegada dos particulares, é o espectáculo que se vê!!! Ai esquerda verdadeira,esquerda verdadeira que tanto tardas…

  5. “À data desta entrega, todos os bancos tinham crescido,tinham mais pessoal,mais negócios,mais lucro!”

    ah gand’abrão, chevrolata não te falta, o tio jeropinga de soiza não diria melhor.

  6. Ó Ignorateze, oube, debes serr moito frostradu, pá, nunca te xamaram pra irres diibertir os gajus, num é? Já bistes ? Se num foçem os teus cumentários tipo circo de aldeia e palabrões de bêvado de taverna, podias terre chegado ao géneru contáudo de Ébora.

  7. Eu entendo o que pretende dizer, Abraham. Excepto no que se refere ao que está documentado e à documentação esparsa, porque se a documentação é esparsa foi porque a esconderam, nomeadamente no âmbito das comissões parlamentares de inquérito, em que participavam não só os partidos do arco do poder, mas também os do arco do anti poder, passe a ironia.
    Mas está documentado, bem, que a razão próxima da intervenção sobre o BPN foi a súbita falta de liquidez motivada pelo súbito levantamento de quinhentos milhões de Euros pelo fundo de gestão da segurança social. Uma espécie de golpe de estado e misericórdia.
    Quem quiser entender, entenda, mas leia os textos que lhe propus.
    Não me vou pronunciar acerca do período de nacionalização da banca, porque sei que a ”maioria silenciosa” de Rio Maior está à espreita para distorcer o que possa dizer.
    Clamo consigo por uma ”esquerda verdadeira”, que ambos sabemos que não existe nem existiu.
    In illo tempore era a Maria José Morgado (sorriso). Desculpe o ”à parte”, mas veio a propósito de outro post.
    Dê lá uma gargalhada comigo.

  8. olha-me estes, olhamestes, esquerda, fogu, fogu, isquerdistas do caragu derram cabo do mundo. fogu, fogu. birem essa voca pra lá, ó cumunas.

  9. Foguu pah, se te doiem os oyos de olhare para a isquerda, comessa a olhari para a dirita pah. ó para o centru pah. Fote sempri asim taum refiladeiru caragu?

  10. isto hoje está bué da calmo. a esta hora já deveria haver dez comentários do cegueta a pedir a intervenção do botas e outros tantos da estúpida das loladas a dizer que isto só lá vai com com avé marias, imêêênso amor e reintrodução da pena de morte.

  11. Ó IGNORATEZE, pois tu éze o gaju que mais bezes vem aqui postar cagadas, um destes dias, a sociedade portuga de ótóres substitui o mito da cagada do bocage pelos teus dizeres anais e vadalhocus. Batizas-te todus os dia, ó gaju, e agora istás a contarre as bezes que me dibirtu aquie, hum?
    Se o juízo e a inteligência e o vom sensu ça comprassem na farmássia, num habia stock na eurropa para solbere as tuas necessidades, ó trambolho?
    oqueie.
    Maria, minha, bibó salazar, tás a bere no que dá a democracia muderna? hum? Tás? gajus como a ti e os ignatezes e alcuólicus anónimos teiem liverdade para aumentar o número e deichar os cumulões ganharrem. Fogu, fogu, barrancos conbosco.

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