José Sócrates reconhece mérito de professores e escolas nos bons resultados no relatório do PISA
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Junto a minha voz à do Galamba (aqui e aqui) para protestar contra mais esta manobra eleitoralista dos bandidos, mentirosos e incompetentes que nos roubam, desgovernam e condenam à miséria nesta e nas próximas gerações. Bastaria uma pergunta para arrumar a questão: como é que seria possível este pardieiro melhorar num qualquer índice internacional estando os xuxas no Poder, arrastados por esse anticristo com nome de paneleirote grego? Obviamente, é impossível, bastando andar de táxi e frequentar os salões da Lapa para cimentar a evidência nos neurónios, mesmo que se tenham poucos (ou por causa disso, mas divirjo). Pois se assim é, por maioria de razão o será na Educação, o tal sector que retirou a maioria ao pseudo-engenheiro da licenciatura por fax ao domingo que compra casas aos mafiosos russos com o dinheiro que recebe metido em envelopes castanhos nos tascos mais insalubres da Margem Sul.
Como se sabe, e o Pacheco tem provas, o Ministério da Educação está cheio de agentes socráticos que começam por sofrer uma lavagem cerebral no gabinete do Primeiro-Ministro – onde estão montadas umas engenhocas, oferta dos serviços secretos de Kadafi, que reduzem a actividade mental dos primatas às operações de somar e subtrair. Depois, atarraxam-nos numas secretárias manhosas e toca de alterar os números. É simples: tudo o que for notas dos alunos, eles somam; tudo o que for salários e regalias dos professores, eles subtraem. Isto é do domínio público. E só temos de louvar a genialidade do plano, o qual passa por convencer os professores, os tais que aceitam ver as suas notas inflacionadas para gáudio e vídeo dos xuxas, de que é no seu próprio benefício que a farsa está montada. Um dia se saberá, assim a Wikileaks o deseje, que Mário Nogueira foi um títere da manobra socrática, enganando os irmãos professores (mais de 1 milhão, segundo as contas da Fenprof a partir da última manifestação) a troco de futuras facilidades para abrir uma sapataria no Freeport. Sórdido e triste.
Quando a ideia de levar este e o anterior Governo a tribunal for avante, por danos irreparáveis aos interesses de corporações e decadentes de variegada tipologia, espero que não haja a menor das contemplações para a ministra-sinistra, principal responsável pela vergonha de passarmos por ter boas políticas de Educação. Logo nós, e logo em Portugal!

O meu amigo Tomaz Hipólito participou numa exposição colectiva na Emily Harvey Foundation, neste Maio, e veio de lá com um bónus inesperado, a amizade de Jeff Perkins. Este artista norte-americano, um dos fundadores do movimento Fluxus, está a colaborar na concepção do futuro primeiro museu de Arte Conceptual, a nascer em Los Angeles. E como o museu não se irá construir sem a reunião daquilo com que se compram os melões, uma das mais importantes ajudas passa pelo financiamento. Com esse único propósito, foram postas à venda fotografias da sua autoria, tiradas a uns fulanos que têm pinta de ser conhecidos, cuja receita será integralmente doada para a criação do museu. Podem ser vistas aqui e aqui, sendo que o Tomaz ficará radiante se alguém lhe pedir mais informações acerca delas e de como proceder para a sua aquisição.
Os Estados Unidos não conseguiram evitar o 11 de Setembro, não conseguem apanhar Bin Laden, não conseguem derrotar grupos tribais no Afeganistão, não conseguem controlar a sua fronteira com o México, não conseguiram regular os operadores bancários, não conseguem resolver o problema do desemprego, não conseguiram nem conseguem impedir a Wikileaks de lhes sacar informação classificada e despejá-la à má-fila onde lhes dá na gana.
Assim se vê como a democracia, para além de ser a pior forma de governo, é também a mais fraca.
Portugueses trocaram mais de 6,6 mil milhões de SMS em três meses
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As notícias de que o País vive alheado da situação, ignorando o que se passa, são manifestamente exageradas.
Deu pouco que falar a denúncia feita pelo Pacheco contra Felícia Cabrita a propósito da sua biografia de Passos Coelho, semanas atrás. Ela é acusada de ingenuidade e displicência. Resultado, segundo o marmeleiro: mentiras e mais mentiras.
Ora, se a Felícia borra assim a pintura ao falar da malta amiga, o que não fará ao tratar das matérias que envolvam os bandidos que nos desgovernam e que a perseguem desaustinados? Talvez se vingue deles recorrendo a uma implacável honestidade intelectual, probidade jornalística e zelo deontológico. Água benta para cima de vampiros.
Seja como for, o conselho do Pacheco é inestimável: resguardem-se nos papéis se não querem ser esturricados pelo Sol.
When you’re in the office you’re lucky to have 30 minutes to yourself. Usually you get in, there’s a meeting, then there’s a call, then someone calls you over to their desk, or your manager comes over to see what you’re doing. These interruptions chunk your day into smaller and smaller bits. Fifteen minutes here, 30 minutes there, another 15 minutes before lunch, then an afternoon meeting, etc. When are you supposed to get work done if you don’t have any time to work?
People – especially creative people – need long stretches of uninterrupted time to get things done. Fifteen minutes isn’t enough. Thirty minutes isn’t enough. Even an hour isn’t enough.
When’s the last time you had three or four hours to yourself to get work done? It probably wasn’t at the office. A phone call, a co-worker tapping on your shoulder or knocking on your door, a required meeting — all the things prevent you from having long uninterrupted stretches of time to get things done. Good work requires thinking, and thinking requires time.
Uma delícia galaico-portuguesa em homenagem ao nosso amigo reis, o qual nos honra com a sua presença e nos acrescenta com o seu olhar e saber.
While everyone has a responsability to help the world, we can create additional chaos if we try to impose our ideas or our help upon others. Many people have theories about what the world needs. Some people think that the world needs communism; some people think that the world needs democracy; some people think that technology will save the world; some people think that technology will destroy the world. The Shambhala teachings are not based on converting the world to another theory. The premise of Shambhala vision is that, in order to establish an enlightened society for others, we need to discover what inherently we have to offer the world. So, to begin with, we should make an effort to examine our own experience, in order to see what it contains that is of value in helping ourselves and others to uplift their existence.
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Chögyam Trungpa
Shambhala: The Sacred Path of the Warrior, 1977-78-84
But we can be much more brave than that. We must try to think beyond our homes, beyond the fire burning in the fireplace, beyond sending our children to school or getting to work in the morning. We must try to think how we can help this world. If we don’t help, nobody will. It is our turn to help the world. At the same time, helping others does not mean abandoning our individual lives. You don’t have to rush out to become the mayor of your city or the president of the United States in order to help others, but you can begin with your relatives and friends and the people around you. In fact, you can start with yourself. The important point is to realize that you are never off duty. You can never just relax, because the whole world needs help.
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Chögyam Trungpa
Shambhala: The Sacred Path of the Warrior, 1977-78-84
O ISEG, do inclinado João Duque, apresentou a seguinte estimativa:
Uma vitória da candidatura ibérica na corrida à organização do Campeonato do Mundo de futebol de 2018 poderá render ao lado português 1000 milhões de euros em receitas indirectas. Os três estádios portugueses, Luz, Alvalade e Dragão, foram construídos de raiz para o Euro2004 e estão prontos para cumprir com todos os requisitos determinados pela FIFA. No mesmo estudo estima-se que Portugal poderá arrecadar quase 800 milhões de euros em benefícios directos, no que respeita a receitas turísticas (quase 100 milhões) e valorização da imagem do país (cerca de 700 milhões). Em outros benefícios associados ao Mundial2018, entre eles impostos, emprego ou mercado publicitário, o ISEG prevê que a parte portuguesa poderá arrecadar mais de 300 milhões de euros. “Os benefícios directos para o país, ao nível do seu relacionamento com o exterior, são extremamente positivos e superam em muito eventuais e ligeiros investimentos”, destaca o relatório do ISEG.
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Um concidadão que assina Miguel Noronha, autor num blogue ao pé do qual as funerárias passam por dionisíacos antros de diversão, citou-me sem me citar; prática oligárquica que faz as delícias da pseudo-direita nacional. Mas esse não é o problema, estou é preocupado com o que ele diz – e diz isto: que os estádios do Porto, Benfica e Sporting não vão aguentar até 2018, pois não temos os milhões necessários à sua manutenção. Algures, bem antes, serão fechados e deixados ao abandono por falta de uso.
Não ponho em causa o acerto da previsão. Faço apenas um desesperado apelo à governação e à sociedade civil, a que chegar primeiro, para que se aproveite (nalguma coisa ou numa coisa qualquer) este génio da bola.
The key to warriorship and the first principle of Shambhala vision is not being afraid of who you are. Ultimately, that is the definition of bravery: not being afraid of yourself. Shambhala vision teaches that, in the face of the world’s great problems, we can be heroic and kind at the same time. Shambhala vision is the opposite of selfishness. When we are afraid of ourselves and afraid of the seeming threat the world presents, then we become extremely selfish. We want to build our own little nests, our own cocoons, so that we can live by ourselves in a secure way.
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Chögyam Trungpa
Shambhala: The Sacred Path of the Warrior, 1977-78-84
A máfia russa, recorrendo às suas loiras fatais, capturou as cabeças dos 22 membros do Comité Executivo da FIFA e lá ficaram com o Mundial de 2018.
Trata-se de uma excelente notícia, pois não teremos de levar com o berreiro dos desmiolados a acusarem Sócrates de voltar a dar cabo da economia e do futuro com essa ideia louca de gerar receitas – muitas, gordas – com os estádios construídos para o Euro 2004.
Esta equipa está a aprender a jogar com o resultado.
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7 meses após ter sido anunciada a sua contratação, o actual treinador do Sporting constata que os seus rapazes estão a aprender alguma coisa: a jogar com o resultado. Só nos resta então esperar, aos sócios com as quotas em dia como eu, que o próximo treinador ensine a equipa a jogar com a bola.
Warriorship here does not refer to making war on others. Agression is the source of our problems, not the solution. Here the word warrior is taken from the Tibetan pawo, which literally means “one who is brave.” Warriorship in this context is the tradition of human bravery, or the tradition of fearlessness. The North American Indians had such a tradition, and it also existed in South American Indian societies. The Japanese ideal of the samurai also represented a warrior tradition of wisdom, and there have been principles of enlightened warriorship in Western Christian societies as well. King Arthur is a legendary example of warriorship in the Western tradition, and great rulers in the Bible, such as King David, are examples of warriors common to both the Jewish and Christian traditions. On our planet Earth, there have been many fine examples of warriorship.
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Chögyam Trungpa
Shambhala: The Sacred Path of the Warrior, 1977-78-84
Ainda não ouvi nenhum membro do Governo a falar deste assunto, sequer um secretariozeco qualquer, e desconfio que sairá asneira da grossa se o tentarem fazer: