Ando há 10 anos a dizer isto, só que em português

When you’re in the office you’re lucky to have 30 minutes to yourself. Usually you get in, there’s a meeting, then there’s a call, then someone calls you over to their desk, or your manager comes over to see what you’re doing. These interruptions chunk your day into smaller and smaller bits. Fifteen minutes here, 30 minutes there, another 15 minutes before lunch, then an afternoon meeting, etc. When are you supposed to get work done if you don’t have any time to work?

People – especially creative people – need long stretches of uninterrupted time to get things done. Fifteen minutes isn’t enough. Thirty minutes isn’t enough. Even an hour isn’t enough.

When’s the last time you had three or four hours to yourself to get work done? It probably wasn’t at the office. A phone call, a co-worker tapping on your shoulder or knocking on your door, a required meeting — all the things prevent you from having long uninterrupted stretches of time to get things done. Good work requires thinking, and thinking requires time.

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3 thoughts on “Ando há 10 anos a dizer isto, só que em português”

  1. AMEN!!!

    Na prática, essa 3-4 horas seguidas que permitem trabalho efectivo e eficaz acabam por se traduzir em horas extra-horário, sem direito ao respectivo honorarium (no office ou em casa).

  2. ai como eu gosto de ser excepçãosinhã e dar peidinhos criativos espontâneos. é, assim, uma espécie de saber que o picar aqui não é indutor do habitual ai dali. é um bom teste, digo-te já. :-)

    Ó L, essa é a desculpa-argumento do português que só mostra produtividade depois da hora do pica-cartão. :-)

  3. essas horas ficam é para a gente as dedicar , sem complexos de culpa , a nós próprios. trabalho é trabalho , cognac é cognac…e os dois devem ser feitos à maneira ! e sem misturas.

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