5 thoughts on “Evidências”

  1. sim , claro , estão na idade disso , os que mandam msm às toneladas :

    Los datos revelan que son las adolescentes de entre 13 y 17 años las que más mensajes envían y reciben, con una media de 4.050 textos al mes.

    No obstante, los chicos por debajo de esas edades no se quedan atrás, con una media de 2.539 mensajes de texto breves.

    Nielsen compara la actividad de los adolescentes con la de los jóvenes de entre 18 y 24 años, que intercambian una media de 1.630 menajes, lo que viene a ser unos tres por hora.

  2. Os últimos dados do INE revelam uma preocupante subida no uso de letras importadas.

    Segundo os dados a que este comentador teve acesso, a subida em flecha do numero de mensagens SMS tem sido acompanhada por um uso intensivo da letra “K”, fabricada no norte da Europa, sendo que esta letra tem vindo a substituir os tradicionais “Que”, “”Qu”e “C” produzidos em Portugal. Este facto está a ter um efeito negativo pronunciado na balança comercial portuguesa, com as importações desta letra a subirem mais de 3000% por ano desde a introdução do serviço SMS nos telemóveis, nos anos 90. A juntar a isto, a crescente dificuldade de exportação dos produtos tradicionais portugueses, como o “ão”, “õe” “ç” e mesmo o básico “~” significa que o défice comercial português no mercado mundial das letras é neste momento muito preocupante, havendo já rumores de um salvamento a ser preparado por parte do Fundo Alfabético Internacional. O valor deste salvamento tem sido discutido, mas especula-se que não poderá ser inferior a 5 mil milhões de “K” a uma taxa de 4,5%, a ser financiada pelos países produtores, maioritariamente anglo-saxónicos e nórdicos. Da parte do governo, parece haver um desnorte em relação à entidade que deverá lidar com este problema, sabendo-se já que está a ser preparada uma task-force entre o ministério da cultura, da educação e das telecomunicações.
    Está no entanto marcada já uma interpelação ao primeiro-ministro, solicitada pelo PCP, partido que “sempre se opôs” à introdução desta letra no alfabeto, relembrando que sempre avisou que representava uma perda de soberania. Há no entanto quem faça notar a hipocrisia de quem, até à queda da união Soviética, venerava o Kremlin, vir agora lutar contra a letra “K”. Do lado dos Comunistas a reacção foi de indignação, acusando a direita de também venerar o Kremlin, embora referindo-se obviamente à discoteca.

    Apesar do envolvimento do próprio parlamento, a solução não se afigura fácil. O uso da letra “K” é hoje generalizado entre a camada mais jovem, e a que quer parecer mais jovem, da população, pelo que há quem proponha soluções radicais mas de difícil implementação, como a sua proibição nos teclados de telemóveis vendidos em Portugal (solução defendida pelo PNR), e a pedagogia, com a sua retirada das sopas de letras – ambas iriam no entanto contra as regras de livre circulação europeias, pelo que a chanceler alemã Angela Merkel já terá avisado o seu congénere português que tais medidas “não seriam toleradas”. O mesmo terá feito Sarkozy, para surpresa dos responsáveis portugueses, que os acusam em surdina de terem interesse pessoal na referida letra.

    O valor dos “K” para Portugal nos mercados internacionais estava, ao fecho da bolsa de dicionários europeus de hoje, nuns recordistas 8,35%.

  3. :))
    Não tivessem corrido o K do alfabeto em 1911. Essa corruptela do C ou os arranjinhos feitos com o Q são nitidamente insatisfatorios em termos de pura e simples comunicação.
    Abaixo o texto, viva o texting!

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