9 thoughts on “Nas muralhas da cidade”

  1. PLS, PLS, escrevam, mas falem menos neste GAJO.

    Apoiem e incentivem os sindicalistas que estão a negociar a Lei Laboral.
    (PARA EXIGIR!!!! PARA NÃO VERGAREM! )
    Lei Laboral! Lei Laboral!
    Lei Laboral, PORRA!
    Escrevam a desmascarar os que pariram o GAJO.
    (Estão no governo e são iguaizinhos ao GAJO – piores)

    Ó Sra. Jornalista, que muito aprecio, então…..?

  2. SOS Racismo? um apêndice do BE o qual espalha um discurso de ódio contra agentes da autoridade e brancos…

    José Marques

  3. estou mais preocupada com secretismo das doações a partidos e bandalheira nos contratos públicos. a democracia partidária é linda , o montecoiso é o máximo.

  4. Não yo, tu ainda não viste o máximo; continua tu e outros como tu a pensar anarquicamente e um dia acordas com um salazarismo de Ventura e, então, verás muito pior e mesmo assim nunca será o máximo. O pior está reservado paro o regime que governa por interposta divindade como o dos aiatolas do Irão e Trump pretende aplicar aos USA.
    E mesmo assim ainda pode ser pior como o regime do Un.

  5. o neves consegue falar de regimes guiados pela divindade sem mencionar aquele que está a concretizar um genocidio guiado pela divindade e na divindade assenta toda a sua legitimidade.
    deve haver ali um problema qualquer, mas também pra quem acha que a yo é anarca, deve ser o menor dos problemas

  6. O Neves pensa em regimes que colocam um credo religioso (mas interpretado por homens) à frente do regime inventado (e continuamente melhorado) pelos homens para o governo dos mesmos homens como é o regime Democrático.
    Pensando religiosamente podemos dizer que o “máximo” segundo a yo seria o exemplo bíblico do mundo de Adão e Eva e seus dois filhos Abel e Caim; quando Caim matou Abel matou 25% da humanidade existente, já não falando no pecado original cometido pela Eva.
    Ora, se o Trump ou o Putin, ou o Xi, ou o Un ou o Natani-á-u ou outro qualquer matar oitenta millões mata menos de 0.1% da população do mundo actual.
    Este é um exemplo de que quando se governa pelo credo omnipotente e omnisciente de qualquer religião o perigo pode atingir um máximo impensável.

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